04. Skit

04. Skit

Sinopse: Depois de sete anos vivendo como mortal Min Yoongi terá um encontro de decidirá se o deus volta para sua antiga casa, o Monte Olimpo ou se permanece na terra, como mortal produzindo música.
Gênero: Fantasia
Classificação: +14.
Restrições: Min Yoongi como personagem fixo/ Não interativa
Beta: Rosie Dunne

SKIT

Min Yoongi passou os dedos pelo comprimento do copo, tirando o excesso de água acumulada na parte externa do objeto por causa do gelo. Café gelado era uma de suas bebidas preferidas. O homem, cruzou os braços ao redor de seu corpo, observou com cautela o ambiente, sempre ficava apreensivo quando estava em público, ser reconhecido às vezes poderia lhe causar aborrecimentos que ele não queria passar naquele momento, já estava apreensivo demais com o encontro que aconteceria. Com cuidado, Yoongi ajeitou melhor o boné em sua cabeça, afundando-o mais a ponto de esconder melhor o seu rosto.
Já sem paciência, ele olhou para o relógio em seu pulso; quinze minutos haviam se passado do horário combinado, ela estava atrasada e sabia que ele odiava esperar. O homem bufou, ajeitando o corpo mais uma vez na cadeira, estava ficando ansioso, já não conseguia disfarçar e temia que sua agitação chamasse a atenção de quem estava ali. Yoongi tomou o restante do café em seu copo, esperaria para pedir outro, quanto menos fosse notado, melhor.
Antes que pudesse apreciar adequadamente o último gole do líquido que desceu por sua garganta, Yoongi sentiu o frio acometer seu corpo. A sensação subiu por suas costas, causando uma apreensão que ele não gostava de sentir. Apesar do frio, ele sentiu pequenas gotas de suor se formar por sua testa, o ar já era condensado, pesado, difícil de conduzir. Ela estava presente, finalmente.
Com cuidado, ele colocou o copo novamente na mesa, se dando o trabalho de observar melhor o que acontecia ao seu redor. Yoongi olhou com cuidado as pessoas que ocupavam o pequeno café no centro de Seoul: não estava cheio, mas ele não queria que eles percebessem o que estava para acontecer. Mas, para sua surpresa, tudo estava parado. Literalmente parado. Os ocupantes do estabelecimento não se mexiam, pareciam estátuas. O Min olhou para o relógio pendurado na parede atrás do balcão de doces, só para confirmar suas suspeitas: o tempo havia parado para todos, menos para ele.
O homem respirou fundo, buscando se acalmar, já que sabia que a mulher estava mais próxima do que imaginava. Em toda a sua existência, essa era a primeira vez que ele se sentia nervoso ao encontrar com aquela a quem chamava de mãe. Yoongi engoliu a seco, quando sentiu o calafrio subir por seu corpo outra vez ao ouvir a porta do café abrir, ele não se atreveu a virar, mas pode ouvir os passos vindos em sua direção: calmos e firmes. Sem delongas, a mulher alta apareceu em sua frente, mantinha a mão em sua cintura, também estava tensa, mas o rosto era sereno; acolhedor. Ela tinha adotado a aparência típica de uma jovem coreana, Yoongi suspeitou que fosse para que ele se sentisse mais confortável com o encontro. Mentalmente, ele agradeceu ao pequeno gesto, aquele pequeno detalhe o fazia se sentir em casa. Ele abaixou a cabeça e sorriu antes de falar.
Hera! – Yoongi disse enquanto levantava para se curvar em cumprimento a pessoa que estava em sua frente, mas seu tom não era, nem de longe, animado.
Dionísio – ela retribuiu o cumprimento, olhando com cuidado para o homem em sua frente – Desde quando você se tornou tão cordial?
Ele revirou os olhos ao escutar seu nome de nascimento em voz alta, ninguém na terra o conhecia como Dionísio e assim ele esperava que continuasse. O homem olhou discretamente para as pessoas ao seu redor, enquanto sentava novamente, queria ter certeza de que ninguém estava escutando aquela conversa estranha entre os dois, mas não queria demonstrar sua insegurança à Hera, que já estava sentada a sua frente, observando cada movimento dele com atenção.
– Você está com medo de que algum mortal descubra quem você realmente é? – ela arqueou a sobrancelha como forma de desafio – Logo você Dionísio?
Yoongi não preocupou-se em responder, apenas encolheu o corpo, cruzando mais forte seus braços próximo ao seu peitoral, queria parecer relaxado, mas sabia que a mulher percebia que ele estava usando o próprio corpo como escudo. O Min arfou outra vez, jogando o boné preto, que antes ocupava sua cabeça, agora na mesa, passando os dedos por seus fios escuros, bagunçando o corte curto que acabara de adotar.
Reunindo a coragem que ainda tinha ele encarou Hera, que, apesar da postura arrogante, tinha os olhos acolhedores, que transbordavam carinho. A mãe. Ela sorriu delicadamente para ele, como se pudesse ouvir seus pensamentos, a deusa da fertilidade tinha sido enviada à terra para encerrar o castigo que há sete anos tinha sido imposto a Dionísio.
– Eu me acostumei a essa vida Hera – ele disse finalmente, enquanto ajeitava seu corpo na cadeira, ainda estava ansioso, mas não sentia medo mais – Eu gosto daqui agora.
Yoongi passou levemente a língua por seus lábios inferiores, sentia a boca seca, no impulso buscou pelo copo em sua frente, para depois de segundos perceber que ele já estava vazio. Ele sacudiu o recipiente frustrado, queria pedir mais um café, mas com o garçom paralisado, isso seria um desafio. Segundos depois Min ouviu o barulho de dedos de alguém sendo estalados e viu o seu copo encher com um líquido escuro que ansiava.
– Como sabia que eu queria café? – ele olhou para Hera, surpreso como uma criança que via mágica pela primeira vez.
– Uma mãe sempre sabe o que o filho quer.
Ela sorriu desmotivada, possivelmente por já saber qual a proposta de Dionísio para aquele encontro. Hera não era mãe do deus, mas essa era a forma como todos no Olimpo a chamavam, e era o jeito que ela gostava de ser reconhecida por eles. Ele a viu piscar os olhos delicadamente, como se incentivasse ele a puxar o assunto, por sua vez, Yoongi observou com carinho a visitante e sentiu a nostalgia o invadir: talvez pela mágica que Hera exibira em sua frente, ou pelo fato de ter acabado de pensar no Monte Olimpo, sua antiga casa. Independente do motivo, as lembranças consumiram o pensamento do homem.
Dionísio era conhecido no Olimpo por sua arrogância, extravagância e prepotência, além de ser um dos poucos deuses a não se interessar pelos mortais. Na verdade o deus do vinho, não gostava nem um pouco da vida terrestre, já que sempre fora orgulhoso quanto a sua posição perante os humanos e apegado demais aos seus poderes divinos. Vivia uma vida de ostentação no Monte Olimpo, sempre rodeado pelas ninfas mais bonitas e dono das melhores festas que já existira. Era perfeito para ele.
Mas o ego de Dionísio exigia que os humanos o reconhecessem como um deus e o adorassem tal como, mas isso ficava cada dia mais escasso com o avanço das religiões modernas, o reconhecimento dos seus poderes ficava cada vez menor. Por vaidade e ganância, ele planejara tomar a terra como morada absoluta dos deuses, mas o ato tinha evocado a ira da maioria dos deuses que, apesar do que muitos acreditavam, preferiam viver no anonimato. Em meio a um conselho divino ficou-se decidido que Dionísio seria banido do Olimpo por 7000 anos, equivalente a 7 anos terrestre, e seria obrigado a viver entre os humanos, como tal: sem os privilégios e poderes divinos.
O castigo poderia ser simples, mas não para Dionísio, que não aguentava um dia inteiro entre os mortais, sete anos seria o inferno e, pra piorar não poderia usar seus poderes, o que feria fortemente seu orgulho. Por sorte, o deus teve a intervenção de Hera e Ares, seu melhor amigo, ambos convenceram o conselho do Olimpo a permitir que Dionísio fosse a terra com um talento, já que seus poderes seriam anulados e Hera foi a responsável por criar a história de vida pela qual ele responderia a partir dali.
Por causa dela, ele era o homem apaixonado por música, produção musical e rapper. Além disso, a deusa da fertilidade tinha criado para ele uma família na qual ele poderia se apoiar quando as coisas ficassem pesadas. Ele não poderia correr para os braços dela, mas tinha uma mãe que lhe dava colo quando precisava. Por causa de Hera, Min Yoongi tinha nascido e tinha uma história. Às vezes, até ele acreditava que Yoongi fosse real.
A localização de seu castigo tinha ficado por conta de Ares: o deus da guerra havia convencido o conselho a permitir que Dionísio cumprisse o castigo em uma terra oriental, especificamente a Coreia do Sul. O argumento do deus do fogo era de que a cultura rígida faria o amigo sofrer mais, o que não era mentira, mas Min sabia que a intenção de Ares era de manter o amigo próximo sempre, já que o deus da guerra sempre estava envolvido nas tensões entre as duas Coreias.
– Você não vai tomar seu café? – a voz feminina invadiu a cabeça de Min Yoongi, o fazendo voltar da sua imersão para o presente.
– Tem algo mais forte? – ele encostou as costas na cadeira acolchoada em que estava, para ver o copo que antes continha o café se transformar em um recipiente contendo um dose generosa de uísque.
Ele balançou o copo delicadamente e sem demora engoliu o líquido amargo, o álcool desceu queimando sua garganta, mas ele gostava da sensação. Bateu o copo com vigor na mesa e sem que pedisse ele viu Hera estalar os dedos novamente, para preencher o recipiente de novo com o uísque preferido de Dionísio. Sua intenção, ela não disfarçava, era agradar ao máximo o homem em sua frente.
– Eu sinto sua falta, meu filho – ela continuou, sem esperar que ele dissesse algo – Mas eu sinto muito orgulho do que você se tornou aqui, Min Yoongi.
Ele abriu um sorriso tímido, era a primeira vez que ouvia a deusa dizer seu nome mortal, e ele preferia aquele som ao som do nome antigo. Ela sorriu levantando a mão em sua direção, para que ele visse o copo quadrado que ela segurava. Hera normalmente não bebia, e quando o fazia era em comemoração a algo especial. Ele enrugou a testa, curioso com aquilo, mas não precisou de muito tempo para entender sobre o que eles comemoravam.
Permitiu-se abrir o sorriso largo: o sorriso gengival. Yoongi sentiu o peito arder, queria chorar, mas de felicidade. Queria gritar também, tirar a agonia da espera de sua garganta. Finalmente tinha se lembrado de que dia era: 31 de Agosto de 2020, e seria naquele dia que o Hot 100 da bilboard sairia e pelo olhar de felicidade da deusa em sua frente, o número um daquela semana seria de Dynamite. Seria do BTS.
– Você se tornou grande, meu filho – ela disse assim que os copos se encostaram – Eu não vim te buscar. Não hoje; não agora! Você faz mais aqui pelo nosso povo do que fazia lá – ela sentiu lágrimas arderem em seus olhos, no mesmo momento que Yoongi colocava as mãos em sua boca ainda surpreso com o fato que acabara de constatar.
O número um em um chart norte americano era a realização de um dos sonhos dele e dos outros seis amigos. Todas as dificuldades, todos os comentários maldosos já não importavam mais, porque agora o mundo saberia a força do grupo e passariam a, pelo menos, temer a influência dos sete no mercado fonográfico. Yoongi sentiu o formigamento subir por seu corpo. Queria sair dali e dar a notícia aos amigos o mais rápido possível. Mas antes que pudesse encerrar o encontro o rapaz teve a cabeça invadida por algo que poderia estragar o momento mágico.
– Mãe – ele olhou para a mulher novamente, era natural que os deuses chamassem Hera de mãe, por isso, a palavra não era incômoda aos dois – Você acha que esse sucesso, as realizações do Bangtan, têm intervenção dos deuses?
– Não – Hera respondeu após tomar uma dose de seu copo – Yoongi, nós tiramos seus poderes e fomos proibidos de intervir em sua caminhada pela vida mortal – ela riu cruzando as pernas enquanto falava – E acredite, ninguém queria ter o mesmo castigo que você, então não teve um deus no Olimpo que ousou desafiar o poderoso Zeus quanto a isso.
Ele riu novamente, sabia que era verdade, apesar dos deusES dizerem aos quatro cantos que amavam os mortais, nenhum deles queria ser um. Eram mesquinhos demais para abrir mão de seus poderes e privilégios, mas Dionísio fora o único capaz de admitir isso em voz alta.
– Eu só criei sua história e seu talento – Hera continuou a falar – Seu talento é dos deuses Yoongi, isso eu não posso negar – eles riram juntos – Mas, como você o transformou nisso – ela apontou a mão em direção a ele – É mérito só seu. As suas motivações, suas paixões, seus sonhos e seu caráter aqui na terra foi moldado por você, nós não interferimos nisso.
Min Yoongi inclinou levemente seu corpo sobre a mesa, estava interessado nas palavras de Hera. Era a primeira vez que ouvia a deusa falar sobre ele com aquele brilho, ele queria aproveitar o momento.
– Nem Ares, que sempre estava por perto, pode ajudar em algo – ela finalizou o copo de uísque em uma golada – Nós éramos plateia em sua vida aqui. Às vezes era torturante, principalmente quando vinha a xenofobia disfarçada de humor – ela passou a língua pelos lábios inferiores – Por Zeus, essa indústria é podre, meu filho!
– Eu sei – ele sussurrou em dor.
– Eu acompanhei você crescer aqui e não há vida mais justa que essa que você encontrou. Você se tornou um homem incrível – ela olhou para ele com doçura – Todas as suas conquistas só têm o seu dedo por trás, nada além…
– E dos rapazes – ele disse, corrigindo Hera antes que ela continuasse – Sem os meninos eu não seria nada. Aliás, você me deu duas famílias lindas, eu não poderia ter pedido nada melhor.
– Eu não criei os meninos do BTS, Dionísio – ele abriu os olhos surpreso pela afirmação de Hera – Eles são mortais, apesar de parecer que não – ela riu – Foi o destino que uniu vocês e não eu.
– Graças a Deus – ele disse aliviado por saber que essa parte da vida dele era real.
– Graças a quem? – Hera estava assustada com as palavras de Min Yoongi.
– Hábitos mortais, Hera – ele deu de ombros, riu conferindo o relógio, mesmo que este estivesse parado junto com o tempo ao seu redor. Yoongi sabia que ainda era cedo para o anúncio da Bilboard mas não pararia de olhar o tempo até que ele saísse.
– Você sabe que um dia vai ter que voltar para o Olimpo, certo? – a voz de Hera agora era receosa. Ele, por sua vez engoliu a seco.
Um deus banido para sempre do Olimpo poderia causar uma mudança drástica na vida humana. Cada um era essencial em seu papel, e era isso que fazia a terra funcionar da forma correta, por isso, sempre que um deus era castigado pelo conselho, tinha seus poderes retirados por tempo limitado. Isso já era suficiente para que ele não quisesse repetir o mal entendido.
– Dê-me mais sete anos – ele disse diretamente para ela – É o tempo que preciso. Eu e os meninos!
Ela concordou com a cabeça assim que ele disse. Yoongi tinha a impressão de que ela já sabia todo o roteiro daquele encontro.
– Eu vou sentir sua falta Dionísio, mais 7000 anos naquele tédio do Olimpo – ela disse inclinando o tronco sobre a mesa também – Mas, como eu disse: você é mais eficiente aqui do que lá. Os deuses que lutem!
Ele sorriu. Sentiu vontade de abraçar a deusa em sua frente, tomado por um sentimento de afeto, mas lembrou-se que esse tipo de costume não era bem vindo entre eles. Não entre um mortal e uma deusa. E Yoongi era um mortal agora. Essa era sua vida e ele amava isso. Amava a música; amava o BTS e, acima de tudo, amava os fãs: o army. Hera olhou maliciosa para ele, novamente o Min desconfiava de que ela poderia ouvir seus pensamentos. Ambos riram. Ele sentiu a sensação inquietante novamente: o Hot100.
Mesmo sabendo o resultado, ele ainda estava ansioso para ver a publicação quando ela saísse. Respirou fundo, sem saber como encerraria aquele encontro, já que seria um desrespeito dispensar uma deusa. Hera colocou a mão levemente sobre a dele, de forma delicada, só para que o calor de sua pele pudesse acariciar a derma de Yoongi.
– Eu posso fazer o tempo passar mais rápido e você não precisa esperar muito para comemorar – ele piscou surpreso – Mas, antes de você ir embora – as mãos ainda se tocavam – Eu quero te dar os parabéns por todos os outros “número um” que vocês conquistarão – os olhos estreitos dele abriram em surpresa com as palavras dela – Você não tem noção meu filho – ela sorriu – Até mesmo o Grammy.
– O quê? – o coração de Yoongi bateu mais rápido ao ouvir Hera mencionar a premiação estadunidense, mas ela não falaria mais nada além daquilo.
– Agora vai! – ela indicou a porta do café para ele como saída – Corre, porque você está atrasado. Vá para o estúdio, os meninos estão lá.
Yoongi piscou, confuso com o que tinha acabado de escutar, Hera tinha descarregado algumas informações que ele mal pudera digerir. Sentiu uma pontada forte em sua cabeça, fechou os olhos para aliviar a dor, fugindo da claridade do dia. Não demorou dez segundo para Yoongi se sentir bem a abrir os olhos. Ele olhou ao redor. Não estava mais no café e a noite tinha caído sobre ele. Consultou o relógio em seu pulso, confirmando que era uma hora da manhã, olhou ao seu redor para constatar que estava em frente ao prédio da Big Hit.
“Vá para o estúdio, os meninos estão lá.”
Ele então lembrou das últimas palavras de Hera, sabendo agora o porquê de estar ali. Sentiu o celular vibrar em seu bolso. Não precisava olhar o visor para saber que era um dos seis meninos ligando para dar a notícia que Dynamite tinha pego o top da Bilboard. Yoongi não atendeu, estava perto demais para gastar tempo falando ao telefone.
O homem correu pelas escadas a cima, adentrando ao prédio branco, não precisava de uma desculpa para estar ali naquela hora. Viu o segurança abrir a porta para lhe dar passagem, e Yoongi continuou correndo, até chegar a porta do estúdio, por onde conseguia ouvir um emaranhado de vozes e risos atravessando uns aos outros.
O caos.
Seus amigos estavam ali, ele não precisava confirmar para saber que estava no lugar certo. Sem hesitar, abriu a porta de uma vez, fazendo seis cabeças virarem para encará-lo. Os sorrisos nos lábios dos rapazes era a prova de que a publicação havia saído e que eles estavam no topo.
– Onde estava o cantor número um da Bilboard?
Yoongi não poderia dizer quem fora o primeiro a dizer aquilo, já que todos falaram a frase de uma vez. Sem esperar mais, o rapaz fechou a porta por trás de si, o sorriso em seus lábios eram a prova de que estava mais que satisfeito com a vida que levava na terra. O homem olhou para os seis rostos, que agora estava dispersos em meio a alegria.
Ele avançou em direção ao grupo, não tinha percebido o microfone ligado, mas se tivesse visto não mudaria uma palavra do que mencionara a seguir. Por sorte, os produtores do skit colocariam a sonorização adequada para encobrir o que Min diria aos amigos: ninguém além deles precisava saber. Mas, a certeza é que o mundo ouviria a celebração deles pelo número um no chart mais popular norte americano.

Nota da autora:
Pra mim Min Yoongi é deus e foi dessa forma que eles comemoraram o primeiro #1 no hot100. Skit é uma faixa do álbum que, mesmo não sendo uma música, me traz orgulho e sempre me faz sorrir quando escuto. Eu >> ainda<< não tenho ideia do que eles falam ali, e meu maior desejo é descobrir o que os “pis” no áudio esconderam da gente. Mas, certeza que, saindo da boca do Yoongi, foram palavras mais que sábias e eu assino embaixo tudo que ele disse.
Enfim, eu espero que você que leu essa fic tenha gostado, eu fiz meu melhor para representar essa faixa do meu amado BE. Obrigada pessoas, e deixem um comentário aqui, por favor. Faça uma autora feliz!