06. Dis-ease

06. Dis-ease

  • Por: Lysse
  • Categoria: BE | Especiais
  • Palavras: 3611
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Sinopse: “…. Quanto mais você precisa ganhar para ser feliz?…”
O que você deseja mais? O que você quer?
Shen Hayan desejava mais tempo.
Gênero: Drama e Romance.
Classificação: +14
Restrição: características físicas.
Beta: Rosie Dunne

Capítulo Único
 

“É impossível encontramos uma maneira de dizer adeus.”

— Hey, bye, mama.

 

24 horas é tempo é demais

Antigamente, ela teria dito que não tinha tempo para nada, o trabalho sugava sua energia, a faculdade tirava as suas horas preciosas de sono, a mesma perdia horas em algum lugar da cidade esperando a condução que a levaria para o trabalho, faculdade e casa e, quando chegava, havia roupas, tarefas para fazer, além dos intermináveis trabalhos que tinham prazos para entregar, assim como relatórios que seu chefe exigia dela, enquanto pensava que entre os seus destinos, ela dormia em intervalos com cochilos curtos para poder trabalhar o máximo que podia, enquanto as pessoas ainda dependiam dela.
Tudo isso cabia em 24 horas de maneira que não havia tempo para nada, ao mesmo tempo em que ela usava todo o tempo livre para estudar, e esquecendo as horas de sono que não poderia ser desperdiçadas, ao qual, naquele momento ela não tinha a mesma rotina, o café da manhã simples, a mesma usava uma camisa da sua universidade, enquanto a calça folgada não combinaria com aquele horário meses atrás, ao qual, ela estaria correndo pela casa em desespero para chegar cedo em seu trabalho, faculdade ou qualquer compromisso que fosse importante, e pensava que sua rotina diária era intensa como uma academia.
Ela estaria vestida com uma roupa social, camisa branca e seu melhor sorriso para enfrentar o dia agitado que ocorria, e apenas esperou o notebook ligar, ao mesmo tempo em que encarava o cenário caótico que habitava do lado de fora, ao mesmo tempo em que pensava que ela não precisava mais perder tempo.
Ela tinha tempo de sobra, enquanto pensava que havia pulado refeições, havia corrido com um pedaço de pão em sua boca até o trabalho com medo de perder a hora.
Naquele momento, ela era escrava do tempo, ao qual, como qualquer serva ela dava tudo ao tempo.
Ele roubou a liberdade de sair para beber com os amigos porque havia trabalhos que ela precisava terminar, roubou a liberdade de dormir porque necessitava fazer hora extra para fazer dinheiro para sua sobrevivência, ao qual o tempo havia roubado tudo de si, porém, ela sabia que havia permitido tal roubo.
Suspirou, enquanto pegou o livro que havia começado a traduzir para seu chefe, o som da música coreana soando ao fundo, enquanto a voz soava animada, ao mesmo tempo em que questionava: Quanto mais você precisa ganhar para ser feliz? Quanto mais ela precisava para ser feliz? Enquanto aquele pensamento tomou forma de música, ao mesmo tempo em que ela pensava em tudo que estava ocorrendo no mundo.
Ela só precisava de tempo, ao mesmo tempo em que pensava, que não precisava de mais nada, sentiu as mãos sobre suas costas, a criança de cinco anos estava com o rosto amassado, enquanto os cabelos em pé como se tivesse levado uma descarga elétrica pelo seu corpo, seu pequeno Sora bocejava enquanto se metia entre o notebook, o livro e o corpo dela, enquanto a roupa do Mang parrecia grande demais nele, enquanto o capuz com cabeça de cavalo caia.
Noona¹, fome.
— Ei. Vai acordar seu hyung¹. Peça para ele fazer seu café. Eu preciso terminar isto. Ok?
Ouviu a criança resmungar um sim, de forma neutra, o mesmo encarava a porta do quarto do irmãos mais velhos quando saiu das vistas de , enquanto ouviu os resmungos atropelados, e um homem desajeitado aparece com Sora a tiracolo, enquanto pijama do Mang ficava engraçado nele, porém, se lembrava que Sora havia pedido para eles dormirem com roupas iguais no dia anterior como forma de unificar mais o laço que havia entre eles.
Como se Jung Hoseok não fosse tão ligado ao irmão quanto ela?
Era engraçado.
— Cruel, .
— Nem comece. Vocês que quiseram que eu passasse a quarentena aqui. Você disse que ia ajuda com ele, Hoseok oppa. Se arrepende?
O mesmo apenas parou no meu caminho ao ouvir o oppa de forma sarcástica dos lábios dela, e encarou seriamente, não tinha qualquer problema em pegar suas coisas e de Sora e voltar para o pequeno apartamento em Itaewon, porém, Jung Hoseok havia insistido que a melhor amiga e o irmão mais novo passassem a quarentena com ele e com os membros do BTS, e o mesmo não a expulsaria porque uma das poucas coisas que ele poderia dizer que amava em era sua sinceridade ácida.
disse não, primeiramente, mas por causa dos olhos pidões de Sora e de Hoseok quando o pedido foi feito, ela estava naquela situação abstrata de passar os dias de isolamento com o BTS, e se qualquer pessoa tivesse dito que ela ia passar 24 horas com eles, ela teria trocado de lugar com essa mesma pessoa na hora, pois era cansativo demais lidar com os meninos, apesar de adorar eles, enquanto começou a digitar no notebook ignorando as vozes animadas de seu irmão mais novo e seu amigo na cozinha enquanto pensava que seria uma cena bizarra vê-los vestidos com o mesmo pijama como se fossem irmãos de sangue.
Ouviu mais vozes saindo de seus respectivos quartos, enquanto Sora saudava todos os meninos que mexiam na cabeça de espinhos do irmão mais novo, enquanto a pessoa apenas colocou a xícara de café e algumas panquecas a sua frente assustando de primeira, enquanto a mesma encarava com o cenho franzido as atitudes do líder do septeto como se ele fosse um irmão mais velho.
— Coma. Não pule as refeições.
— Obrigada, Namjoon oppa.
Kim Namjoon apenas passou as mãos pelos cabelos dela, enquanto não era todo ruim aquele tipo de tratamento, todavia antes que pudesse dizer qualquer coisa para ele, o bolinho de chocolate estava sendo enfiado em sua boca de maneira inesperada, ao qual, ela fuzilou Jung.
— Esta bom?
— Delicado que dói.
— Está bom ou não, ? Vamos!
Era só com ela que Jung Hoseok parecia ser tão delicado quanto uma porta, enquanto o mesmo lhe dava um sorriso que fazia milhares de fãs serem rendidas por ele.
— Está! Seja mais delicado. Se suas fãs descobrirem que não é delicado, temo que você possa perder seu posto de oppa de algumas.
Jung Hoseok apenas revirou os olhos, enquanto limpava a boca do chocolate dado por ele, enquanto Sora vinha sujo de chocolate e creme cantando alegremente alguma canção que ela não sabia o autor, ao mesmo tempo em que Park Jimin o segurou no colo que seguiram para o banheiro entre risos.
Enquanto lembrete no celular apareceu.

Aniversário da mamãe.
lembrava do porque ela queria mais tempo, ao mesmo tempo em que apenas encarou a foto de sua mãe sorrindo ao lado dela e de Sora.

Sinto a sua falta, mãe.

apenas apertou os lábios, e com aquele simples pensamento desencadeou todo aquele processo que evitava.

X
 

É de manhã de novo, você tem que passar por esse dia
Havia dias que não queria levantar da cama, e dormir o dia em inteiro, e não queria seguir sua rotina de isolamento, não queria nada com o mundo, não queria encarar as pessoas que gostava, não queria fazer absolutamente nada.
Ela queria estar sozinha.
Esse era um desses, se encolheu em sua própria bolha, havia terminado todos os trabalhos no dia anterior, enquanto o tempo que tinha de sobra se tornou tempo demais, enquanto os pensamentos que havia evitado nos últimos meses vieram como um soco, ao mesmo tempo em que pensava que não podia piorar, mas achava que passaria o aniversário dela solitariamente em Itaewon com seu irmão, porém, ela estava na casa de seu melhor amigo famoso, ao qual, ela tinha que fingir um sorriso para Sora naquela manhã fria para animar ele em meio ao caos que pandemia causava.
Ela não precisava atuar durante o dia inteiro para não preocupar seu irmão mais jovem, enquanto Jung parecia ter lido e previsto que ela se tornaria um casulo quando a hora chegasse, afinal, ainda não havia chorado pela morte da mãe de forma devida, não teve tempo de lacrimejar enquanto segurava a mão do irmão no hospital, não teve tempo de saborear o luto como qualquer outra pessoa.
Havia alguém que dependia dela, ao qual deu seu tempo para Sora, o menino precisava dela tanto quanto a mulher precisava dele, mas lidar com a carga psíquica de alguém era demasiado cansativo e, por isso, ela ignorou suas próprias necessidades durante os meses subsequentes, apenas focado exclusivamente em Sora.
Ela não queria pensar na morte da mãe, na partida do pai, nos parentes mais próximos lhe dando as costas quando ela mais precisava deles para ajuda na criação de Sora, enquanto toda a raiva, frustração e agonia teve que se enterrada dentro de si para acalmar seu próprio irmão quando o mesmo não entendia a profundidade da dor do luto.
Sora precisava dela, e ela precisava ser forte, ao qual, não havia mais ninguém ao lado deles para dizer que eles não precisavam mais segurar as lágrimas.
Mas até quando ela aguentaria? Conseguiu passar os primeiros meses, mas o aniversário da sua mãe, ela não conseguiu segura toda a carga emocional presa em seu coração e, por isso, se tornou um casulo, ao qual, ela não sabia de vivaria uma bela borboleta ou morreria em sua própria amargura.
Ela não queria ver ninguém, enquanto a culpa por sua falta de tempo no passado vinha como duas adagas em seu corpo. E quando foi que ela desperdiçou o tempo dela com coisas fúteis? Desejava mais tempo, mais, mais, mais, porém, ela queria dar o tempo que tinha de sobra para sua mãe, como no filme do Justin Timberlake, ao qual, ela só assistiu porque sua mãe amava aquele filme, ao qual ela desejava que pudesse dar um dos seus 25 anos para ela, se pudesse, daria todo o seu tempo para ela para que os próximos 25 anos, sua mãe pudesse ver Sora crescer, ser tornar um belo rapaz ao qual, pedia ao Buda, Deus ou qualquer entidade de força superior para proteger seu irmão das maldades do mundo, ao qual, sua irmã havia sido marcada pelo ódio que sentia do pai, dos familiares, e até mesmo dos amigos que viraram as costas.
Ela só queria mais tempo.
Um pouco mais tempo, enquanto apenas sentiu as lágrimas descendo por sua face, como ela queria mais tempo, todavia, ela não tinha esse tempo, apenas sentiu a mão quente sobre sua cabeça, os olhos escuros encaravam os dela, enquanto apenas sentiu o polegar limpar as lágrimas dos seus olhos, Hoseok suspirou enquanto se jogou na cama com ela a puxando para seu colo ao sentir que sua amiga precisava de alguém, mesmo que ela lhe expulsasse em alguns segundos para fora do quarto.
— Quer conversar?
— Não.
— Mas você precisa. Esta sentindo falta dela?
não citava ela, não fazia qualquer menção de sua mãe desde a morte dela, evitava tal assunto que fez com que o melhor amigo se preocupasse com ela, antes da quarentena, havia entrado em piloto automático, como se não houvesse tempo para estar triste, Jung segurou as mãos dela enquanto colocou a cabeça dela em seu colo, logo sentiu o soluço preso no peito dela e a respiração inquieta.
. Chore.
apenas sentiu as mãos acariciando sua cabeça, enquanto as lágrimas desciam por sua face, Hoseok não disse nada, a deixou chorando horas a fio com a saudade da mãe que ela enterrou dentro do peito até aquele momento.
Ela sentia falta do cheiro de orvalho, da risada escandalosa, das danças desengonçadas, dos conselhos bobos sobre a vida adulta, e sobre as conversas, ao qual, não deu muito importância até o fatídico dia.
Como ela queria mais tempo para rir, chorar e abraçar sua mãe.
Mas ela havia desperdiçado seu tempo, apenas se agarrou ao melhor amigo, Hoseok tocou nos cabelos dela de forma leve enquanto as lembranças do cabelo azul nas fases de rebeldia da melhor amiga não combinavam em nada com a mulher naquele momento.
— Eu sinto falta dela.
A voz soou soluçada, enquanto Jung suspirou ao pensar em como a amiga de 23 anos estava saindo de um luto que não houve, a mesma havia ignorando suas próprias necessidades em prol de Sora.
Largando tudo pelo irmão.
— Eu também sinto falta dela.
Jung Hoseok sempre achou a ajumma¹ Jin era um tanto excêntrica, ao qual, refletiu na personalidade da filha, o mesmo apenas sentiu quando a mesma parou de soluçar, ouviu o ressonar baixinho dos lábios dela, o mesmo tocou nas madeixas e suspirou.
— Isso dói, mas, eventualmente, passará.
Se Jung pudesse tirar toda a tristeza, ele a tiraria, mas algumas dores são marcadas por arrependimentos que nem mesmo ele tinha capacidade de tirar.
Mas, o faria possível em cuidar de sua melhor amiga e Sora.

X
 

Alivio a ansiedade com um gole de café
 

A doença do ser humano era um crime.
A ganância, o ódio, a falta de empatia, e tudo isso culminou para que o ser humano fosse bom e ruim, apenas encarou o céu limpo de nuvens daquela manhã.
Não queria conversar.
Mas, ela tinha que conversar.
Mãe, nós estamos bem. Sora está bem, e cada dia mais parecido com a senhora, Hoseok oppa está cuidando da gente, então não se preocupe conosco, não estamos em perigo… – ela murmurou seriamente, enquanto cortava as talhas de maneira e fazendo a lanterna – Sora come bastante, não pula nenhuma refeição, ele está indo bem na escola, e pelo que eu vejo, ele vai ser igual ao Hoseok oppa, um idol do K-pop, eu irei dar a ele o suporte necessário para seus sonhos.
“Eu tenho feito as refeições na hora, não passo a noite acordada, consegui um bom emprego com horário flexível, e eu tenho comido legumes…” parou, enquanto olhava a flor de lótus, ao mesmo tempo em que engoliu a choro que estava preso em sua garganta “Mãe, temos dinheiro o suficiente, Sora poderá ir para uma boa escola, e um ensino médio, talvez ele se forme na universidade, se assim ele quiser, ou senão, ajudarei no que ele precisar, mãe. Quando ao pai… Ele não veio mais atrás da gente, nós estamos seguros, mãe. Yerin unnie disse que ele saiu da casa e não retornou. Não sinta ódio dele, mãe. Não sinta nada por ele. Fique em paz”.
A flor de lótus foi pendurada na haste, sua mãe amava aquele ritual, enquanto a mesma encarava o fogo queimar, apesar de que ela não poderia soltar a lanterna para o céu noturno, enquanto apenas se sentou no chão.
Noona, nós podemos pendurar também?
A voz de Jungkook soou, Sora e mais novo do grupo dos seus amigos idols segurava uma lanterna igual a sua, enquanto todos os membros do BTS havia feito uma lanterna, ela apenas abriu os braços para irmão mais novo enquanto o mesmo segurava a flor de lótus feita em papel roxo.
— Essa para o vovô e a vovó, mamãe gostava de fazer lanternas para eles.
— Eles amavam. Eles devem estar muito impressionados com sua habilidade, Sora.
— Eles irão gostar na Huangquan¹, eles estão seguros lá, né?
— Sim. Agora pendure. E faça uma prece.
Sora apenas fez um sim, enquanto apenas beliscou o nariz dele, ao mesmo tempo em que sentiu as mãos sobre sua cabeça, a mesma encarou o bolo da longevidade, afinal sua mãe havia enviado Hoseok sobre as tradições chinesas quando mais novos, a mesma mordeu o pedaço, enquanto se deitou no chão, a mesma sentiu os dedos infantis brincando com sua mão.

Como se eu estivesse muito bem
sentiu que tudo estava bem, mesmo que a culpa por seguir em frente a corroesse lentamente, percebia que sua mãe não iria querer que ela se castigasse por seguir em frente, Sora começou a gritar quando Seokjin e Yoongi o seguraram correndo pela varanda deles, a mesma sentiu Hoseok se sentar ao seu lado.
— Você está bem?
— Vai passar, senão passar, eu vou ficar aqui para sempre.
— Não seria uma má ideia se tornar escrava do BTS. Você ganharia muito dinheiro e luxo.
— Oh, esquece. Vou me recuperar. E capaz das suas fãs me matarem só por respirar o mesmo ar que você.
Hoseok riu do tom de ironia da amiga, enquanto a mesma pensava na pandemia, na mãe e no irmão, a doença que levará a sua mãe havia criado cicatrizes nela, a mesma pensava que o tempo era cruel demais, porém, entendeu que os seres humanos que perdiam tempo com futilidades ao invés de aproveitarem o tempo limitado que dispunham de suas vidas.
Oppa, obrigada.
— Pelo que?
— Por me manter sã. Eu não teria conseguindo sem você.
— Oh, tem coração?
— Eu não vou mais te agradecer, maldito.
Xingou ele, enquanto Hoseok riu dela, o tom mesmo que ela usava quando estava irritada com ele, o idol apenas tocou de forma leve em sua cabeça.
— Não agradeça. Afinal, somos família.
— Obrigada por Sora também.
— Ele é meu irmão mais novo. Entã, não agradeça, é o mínimo que posso fazer. Agora, eu quero comer pizza.
— Hoseok oppa, você está de dieta.
— Pelo amor de Deus, . Me deixe ter um pouco de felicidade provisória.
encarou o homem de costas, enquanto suspirou, como alguém como ele pode agir com tamanha… Infantilidade? Porém, a mulher sorriu aí pensar nisso, enquanto apenas seguiu ele até cozinha, ao mesmo tempo em que pensava.
Felicidade, uhn?

Uma felicidade inquieta toma conta de repente

agradecia por Jung Hoseok tê-la mantido sã, ao mesmo tempo em que pensava que a euforia, o medo, o trauma e todos os sentimentos que tinha dentro de si eventualmente desapareciam.
Ela queria ser curada, mas quem no mundo não tinha ansiedade ao seu lado?
Enquanto pensou que qualquer rótulo que havia dado para ela não deveria mais existir.
Ela só precisava da felicidade provisória dos pequenos momentos com sua minúscula família.
Era o que precisava, e nada mais.

Fim¹.

Legenda¹
Noona – termo utilizado por homens mais novo para mulheres mais velhas.
Oppa – termo utilizado por mulheres mais novas para homens mais velhos.
Unnie – termo usado por mulheres mais novas para mulheres mais velhas.
Hyung – termo utilizado por homens mais novos para homens mais velhos.
Ajumma – tia, senhora e etc.
Huangquan – Primavera Amarela conhecida como submundo na Cultura asiática.

Nota da Autora: Oi oi oi, gente bonita. Tudo bem? Vocês vão estar lendo isso no dia 31/01, enquanto já está pronto desde o dia 25/11.
Qualquer coisa vocês me acham no @c_queenlis no twitter.
Mas cá estamos com essa fanfic bonitinha.
Eu espero que gostem!!

With love,
Lysse.