Fuyu no Hanashi

Sinopse: A relação entre os dois havia mudado desde o longo e tórrido inverno que passaram juntos anos atrás, ao qual, marcará a vida deles para sempre.
Porém, mentiras cercavam o passado que cada um conhecia.
Todavia, conseguiria superar os mal entendidos que havia entre eles?
Gênero: Drama, romance e fantasia
Classificação: +14
Restrição: Insinuações sexuais
Beta: Rosie Dunne

Capítulos:

Fuyu no Hanashi.
 

PRÓLOGO.

Seul, Coreia do Sul.

A mulher encarou a primeira neve.
Encarou os flocos caindo sob sua cabeça, enquanto os trouxas andavam em conversas animadas no centro do Itaewon, o que ela estava fazendo ali? Encarou o barzinho escondido no beco sem movimento, ao qual ninguém saberia de sua existência, porém havia um punhado de pessoas dentro do bar bruxo.
“Ele está em Seul”, assim que ela ouviu aquela sentença da boca de Vitória, apenas percebeu que havia aparatado no meio da cidade, e buscou os poucos bares bruxos que existiriam naquele local.
E quando finalmente o encontrou, paralisou.
Fazia exatos 5 anos, 3 dias e seis horas, desde a última vez que vira, e naquele momento percebeu o buraco de tempo entre eles.
O homem rindo enquanto recebia gracejos de uma das suas clientes, ao mesmo tempo em que seus olhos eram gentis demais com aquelas estranhas.
Apenas deu meia volta, enquanto segurou a vontade de gritar com ele.
O que ele estava fazendo com sua mente?
Desapareceu.

Enquanto encarou a primeira neve, ao mesmo tempo em que a presença de foi sentida por ele.
Ela finalmente havia achado ele.

¹Ambientando em Harry Potter.

I – Magic Island¹.
 

.

Os filmes trouxas faziam o romance parecer fácil, enquanto se perguntava: como as mulheres não mágicas agiam naquelas situações? Como elas conseguiram perdoar aqueles homens? Como elas poderiam amar alguém que odiavam ao mesmo tempo?
havia assistido milhares desse material junto com a prima, havia aprendido truques que ela acreditou piamente que eram bobagens até darem certo até algum ponto, porém, os bruxos que cresciam em Eclia eram chatos para romance.
Até ela se envolver com o estrangeiro , enquanto pensava: se alguma mulher não mágica pudesse dizer qual era a alternativa certa para essa situação? O que ela faria?
Ela, no caso, fugia do confronto que estava ansiando há cinco anos, mas não imaginou qual seria cenário para isso.
Ela acreditou que Vitória poderia estar errada, Graziela havia dito que poderia ser só um boato como ocorreu no Marrocos quando Alfred disse que havia visto , enquanto a mesma vasculhou o país atrás daquele homem, e acreditou que era alguém parecido.
Pelas barbas de Merlin!
sabia que estava com medo, e queria evitar qualquer contato com , e novamente a bruxa queria acreditar nisso, afinal, ela não sabia o que faria caso visse de novo.
E soube no momento que o viu que ela agarraria ele aos prantos, e seu orgulho de Raposa Vermelha jamais deixaria ela ser tão boba perante aquele homem, mas ela sabia que sempre seria primeiro ao invés de seu orgulho.
Assim que tocou os pés da praia em Jumunjin, a mesma sentiu sua cabeça doer, e pensar que novamente fugiu de ver , mesmo que estivesse ansiosa para ver o homem, ao mesmo tempo em que temoroso.
E se ele… Não a quisesse mais? Se não a amasse? Afinal, já haviam passado cinco anos, e mesmo assim, o amor que a sentia crescia em seu peito.
não sabia o que dizer, a mulher percebeu a latinha flutuar até si, enquanto percebeu a mulher parada bebendo soju, os cabelos agora azuis, enquanto se sentava no chão, a mesma encarava com uma sobrancelha arqueada.
O silêncio se pendurou, era algo que precisava para si, como um escudo ao pensar no que havia ocorrido, no que poderia acontecer dali em diante.
Era um terreno desconhecido ao qual a ainda não havia tentando explorar.
— Desde quando está me seguindo?
— Hm, desde que saiu do apartamento. Ele está bonito. Pena que dá vontade de socar a cara dele, não é?
Os olhos escuros se fecharam, não queria saber de violência, enquanto pensava que merecia uns belos tapas, e talvez beijos, respirou fundo.
Como podia amar e odiar alguém como ?
— Se chama karma. Eu te disse que ele era só um carinha chato.
— Pare de ler a mente dos outros.
— Eu não li. Está escrito na sua cara que você ama e odeia ele.
não podia negar que sua prima era de fato observadora, por isso, todos estavam ao pés dela, porém, Maya bebeu o soju e percebeu o rosto contraído dela.
— O que pretende fazer?
— Sequestrar ele?
. Não achei que fosse o tipo que curtisse esse tipo de coisa? Você me surpreende todas às vezes.
riu, enquanto engoliu o gole da cerveja trouxa, encarou a marca de soju, ao mesmo tempo em que pensava que os trouxas poderiam fazer cervejas boas o suficiente para agradar deu paladar. Não era ruim, enquanto pensava que sua preferência sempre fosse por coisas mais doces do que aquele amargo, enquanto a primeira vez que viu era de longe uma de suas lembranças favoritas.
Ao mesmo tempo em que pensava o quão destino gostava de brincar com ela.

 

20 anos antes.

Hogwarts era o sonho de todos os bruxos no planeta, ao menos para aqueles que não conheciam Pendragon como ela.
se recordava da primeira vez que viera a Pendragon, a Escola de Magia e Bruxaria de Pendragon, situada em Eclia, trazia lembranças do passado, o presente e um futuro para uma nação fundada por bruxos, enquanto a imagem da majestosa instituição surgiam em sua frente.
Estar em Pendragon era como estar no coração da magia de Eclia, ao reunir uma grande quantidade de bruxos e bruxas de vários países, porém, ainda que seus segredos fossem guardados a sete chaves.
encarava animada enquanto descia pelo rio dos esquecidos, a mesma ouvia as sereias cantando, ao mesmo tempo em que o barco estava coberto por proteção para evitar que os homens e mulheres pudessem ser seduzidos por tal melodia, aos nove anos de idade, sempre questionou como seria dentro do rio, ao qual abastecia o lago ao redor da renomada escola de magia, ao mesmo tempo em que pensava qual o mundo que se escondia naquelas águas turvas.
Para ela, Pendragon era como Hogwarts, ela jamais trocaria aquele local pela escola britânica, ali seus pais se conheceram, e ali se apaixonaram.
As paredes de pedras negras tinham os segredos sobre o relacionamentos dos seus país, sentiu o garoto próximo demais da ponta do barco, a mesma franziu o cenho ao perceber ele que subia atrás de um sapo, o mesmo pulou para longe do dono, enquanto apenas segurou suas vestes, os olhos castanhos claros encararam os castanhos cor de mel, enquanto os gritos dos monitores do sexto ano soavam, altos ao mesmo tempo em que ambos se encaravam com estranheza, e como se conhecessem desde sempre.
Aquela… conexão.
Enquanto a faísca azul escapou dos seus dedos.
Era ele?

sentiu o cheiro de soju impregnado nas suas vestes, a mesma soluçava enquanto sentia o cheiro agridoce escapando das vestes, enquanto pensava que lhe causava àquelas sensações antes dela entender o que era o amor.
Os cabelos macios foram agarrados pelos seus dedos, enquanto apenas sentiu o beijo sobre sua cabeça, a mesma se remexeu, enquanto o cheiro de estava gravado em sua mente
apenas sentiu o leve pressionar nos lábios, ao mesmo tempo em que a pessoa segurou suas mexas de cabelos com delicadeza, e o sussurro seria esquecido no dia seguinte.
— Eu sinto sua falta, .

X
 

.

Querida ,
Eu te amo.
Do seu amor,

.

 

Ele sempre fora péssimo em escrever suas palavras.
Era um homem de ação e, por aquele motivo, se tornara um oficial do Exército de Eclia.
E como soldado, ele seguia as ordens, e se fosse para dar sua vida por sua nação, e ao mesmo tempo, se fosse para proteger das obscuridades do mundo.
Ele o faria se hesitar.
era um homem de ação, apesar das poucas palavras que havia dito de seus sentimentos pela , ele amava .
Ela era sua pessoa favorita no mundo, enquanto apenas tocou as mechas dos cabelos dela, ao mesmo tempo em que pensava…
E se houvesse se negado, será que e ele estariam juntos hoje?

 

X
 

Cinco anos antes.

— Eu não posso permitir que ele vá.
— Isso não é problema seu, Blackwood.
— Ele é meu subordinado! Se você ousar mandar alguém, sem a minha autorização, Iwan, eu juro que irei reportar ao Conselho Interno. E veremos se Elizabeth irá permitir isso!
— Não use ela como desculpa! Você é meu subordinado, se recorde disso!
As vozes alteradas do Comandante Horklyns, e do então capitão da equipe Alpha soavam pelo corredor, enquanto batia o pé impaciente, a pouco mais de um ano havia entrado como auror e cão de caça pelo Ministério de Guerra e de Relações Internacionais, o mais jovem sabia que o que estava acontecendo, enquanto pensava que o terceiro filho dos Blackwood estava irritado com a prepotência de Horklyns em mandá-lo ao exterior.
Havia rumores pelo ministério que de possíveis ataques as embaixadas estabelecidas em quatro nações, entendia o que Eclia desejava, ela queria proteger seus cidadãos.
— Merda.
— Senhor.
— Oficial . Vamos.
O ranger dos dentes, enquanto o seguia, nunca havia visto Gabriel Blackwood perder tamanha compostura, enquanto suspirou, o mesmo bateu na parede.
lembrava da primeira vez que o vira em Pendragon, Gabriel era o tirano escolar mais invejado por todos, sua postura era disciplinada, e assim que se formou na escola, se tornou um soldado.
E soldados seguem ordens.
— Senhor. Eu posso cumprir a missão. Eu não irei falhar.
, apesar de você ser o melhor no meu batalhão, eu não irei enviar você numa missão suicida. Ainda mais quando você e estão finalmente caminhando lado a lado.
— Senhor. A segurança de Eclia é a segurança da , ela é a terceira senhorita da família , eu preciso proteger ela… Se for necessário, eu farei tudo por ela.
. Essa missão coloca você exposto, não é uma missão fácil. Serão dois anos como espião, como você vai ficar com ? Sem nenhum contato com ela até o fim da missão.
— Não me olhe como seu amigo próximo, Gabriel.
Gabriel Blackwood tinha seriedade em seus olhos, enquanto suspirou com olhar critico dele.
— Você tem certeza de que vai conseguir, ?
Como um soldado, apenas seguia as ordens, ao mesmo tempo em que Gabriel soltou um suspiro.
— Avisarei ao comandante.
Ele só não imaginava que fosse demorar tanto para rever .

 

X
 

Uma das coisas que a vida de soldado lhe ensinou era que conflitos entre nações eram perigosos.
E sob um mundo que mudava constantemente, com a tecnologia, as bombas que os não mágicos produziam, e a preocupação aumentava sobre a proteção do mundo bruxo perante isso.
A varinha apontada para sua cabeça lhe dizia que a pessoa era cautelosa, e o cheiro característico de flores selvagens lhe lembrou que aquela pessoa era tão habilidosa quanto seu então capitão, apesar de Gabriel parece mais burocrata do que um soldado, aquela pessoa tinha ares mais perigosos.
E a cautela sempre combinou com a astúcia das Raposas Vermelhas, enquanto pensava o quanto era perigoso ser inimigo de tal casa.
Havia percebido que a pessoa estava próxima, mas não imaginava que a faca estava em sua garganta, enquanto a varinha poderia soltar algum feitiço que explodisse sua cabeça, e se ele tentasse qualquer gracinha teria sua garganta degolada na hora, provavelmente pela garota.
A mulher parou, assim que percebeu quem era, o mesmo encarou a ruiva que percebeu o rastro de areia, os cabelos molhados devido à chuva e o rosto impassível que estava dando para ela, apesar dos anos terem sido generosos com ela, Elizabeth McQueen ainda era um pé no saco quando se tratava de atacar alguém pelas costas.
— Você devia parar de invadir a casa dos outros.
— E como se não fizesse o mesmo, Elizabeth.
Elizabeth franziu o cenho, enquanto riu, ao mesmo tempo em que pensava em algum episódio do passado da dupla, porém, seu tom era ameno.
— Eu não invadi sua casa. Vitória invadiu. Aliás, ela bebeu quanto? E porque não voltou para casa ao invés de me fazer perder tempo rastreando você?
— O suficiente para não acordar. E eu estava preocupado com ela. E porque você me rastrearia?
é sempre prioridade, e tem roupas no quarto de hóspede, se troque, você não tem quer ter os hábitos dos britânicos, pelo cheiro, por favor.
não sorriu, enquanto o mesmo foi deixado sozinho no quarto, o mesmo questionava se Elizabeth estava bem da cabeça, pois ela poderia tê-lo amarrado, apesar de que ele não entendia como Hoseok havia se afeiçoado a bruxa no passado, ao mesmo tempo em que pensava o que diabos a mulher estava fazendo na Coreia?
Retirou a roupa, enquanto deixou a água lavar seu corpo, e também lavar a alma.
Era como os trouxas chamavam o banho, limpava a mente, todavia, para lembrava que ele não tinha mais ninguém, enquanto o cheiro da comida chegava às suas narinas, após um longo banho enquanto pensava que fora um erro seguir , e ainda mais cair nas mãos da então mulher dos McQueen.
E consequências, as quais ele não poderia lidar agora.
A menina de cabelos ruivos ignorou o fato de e Maya não terem comprado nada comestível para casa, cortava as cebolas a moda não mágica, enquanto às duas estavam completamente apagadas em seus respectivos quartos.
— Se tentar sair, você morre. Eu dei o aviso, estamos sob a proteção do feitiço até segundo ordem.
O aviso dado era sério, enquanto encarou a ruiva, diferente das amigas, Elizabeth McQueen era assustadora e, por aquele motivo, a mesma encarava ele, enquanto jogou a carta que estava no seu bolso, e também encarou o rosto vermelho dele por conta da água fria que provavelmente havia retirado o pouco do calor que havia em corpo.
— Frio?
Ele não respondeu, enquanto o movimento de mão foi rápido, enquanto apenas suspirou em pensar que a garota tinha talentos ocultos para uma simples professora de alquimia avançada, mas lembrava que Elizabeth não era uma civil como .
Ela era um soldado como ele.
— Obrigado. Porque vocês estão aqui…?
veio por sua causa. Maya por mera curiosidade, e eu… estava com alguns negócios por perto quando Vitória disse que elas estavam vindo para Coreia.
A mesma suspirou, enquanto apenas colocou a panela no fogo, e encarou seriamente, ao mesmo tempo em que pôs a tigela de sopa a frente dele, e olhar demorado no rosto do mais velho por alguns meses.
Elizabeth cruzou os braços ao redor dos bustos, e entendia do porque todos disserem que ela lia mentes quando queria.
— Quanto tempo você ficou preso?
— Do que você está falando?
O homem não queria chegar naquela parte, havia dito a si mesmo que esqueceria, ao pensar no que havia passado para chegar até ali, apenas apertou a xícara enquanto os lábios se franziram, ao mesmo tempo em que cheiro das ervas estava diferente.
— E não recorreu ao soro da verdade?
— Se você não quiser falar, eu não irei forçar. Isso é camomila. Eu não sou tão louca ao ponto de te drogar, , afinal me mataria se eu fizesse isso.
— Três anos, dois meses e cinco dias.
A resposta pegou a garota de guarda baixa, enquanto a mesma o encarou, os olhos de fixos, ao mesmo tempo em que riu.
— Há quanto tempo? Você está livre?
— Eclia conseguiu um bom acordo com os bruxos terroristas, apesar de eu imaginar que a minha cabeça valha mais viva do que morta. Foi uma emboscada, era para matar todos, mas… Algo deu errado. Estou livre há apenas seis meses, e seguindo o protocolo de desintoxicação até eu ser liberado para volta para casa.
O silêncio se pendurou, enquanto a mesma avaliava o rosto dele
— E sab,e é o que mais engraçado. Eu estou me readaptando. Houve traumas demais, mas eu vou conseguir. Vou volta para casa e para… .
A última parte incerta, enquanto pensava em querendo lhe lançar uma maldição imperdoável, ao mesmo tempo em que o homem queria deitar no colo dela e lhe dizer tudo, ao mesmo tempo em que pensava em poupá-la dos detalhes.
— Quem?
— KRN – respondeu, enquanto a mesma avaliou – Eclia descobriu um pouco tarde, após duas tentativas não sucedidas, conseguiram tirar a gente de lá. Hoseok não te falou? Eu achei que ele te falasse tudo.
— Como se aquele idiota falasse qualquer coisa para mim? Quem mais sabe disso? Além do idiota do Hoseok.
— Apenas o Ministério de Guerra e Relações Internacionais. Nenhuma das principais famílias precisa lidar com problemas exteriores. E por isso, provavelmente o Conselho Interno das Casas não soube. E por isso, não soube. E por isso, você também não soube.
Se soubesse, provavelmente teria avançado numa guerra contra os bruxos de outra nação, sua imprudência colocaria sua vida em risco, apesar de odiar o fato de estar longe dela, enquanto provavelmente a família McQueen apoiaria assim como as famílias Jeon e Jung, mas não queria sofrendo e muito menos se machucando.
Era para segurança dela.
O copo de vidro se quebrou, a mesma apertou com força demais, enquanto apenas encarou seriamente, ele conhecia aquele olhar, ao mesmo tempo em que o sangue era ignorando por ela, percebeu o olhar analítico dela sobre si, não ousou se mexer, ao passo em que a mesma fazia um curativo com unas bandagens de seus bolsos.
— Arrume suas coisas.
— O quê?
— Você vai voltar para casa.
— Elizabeth. Obviamente, esse é o protocolo… Eu devo passar dois anos fora da nação em segurança, para não…
apenas percebeu a mulher séria, enquanto a mesma suspirou, apesar de conhece aquela mulher como alguém que quebra as regras, Elizabeth também tinha seus princípios.
— O que houve?
— Edgar Yale e Bang Si-Hyuk estão desaparecidos. Por isso eu estou aqui, aquele maldito do Blackwood vai ouvir quando eu voltar para casa. E eu não quero um não. Isso é uma ordem, Oficial .
O copo se estilhaçou no chão, ao mesmo tempo em que segurou os ombros da mulher, enquanto a mesma desviou os olhos.
— Do que você está falando? Ele estava bem na semana passada. Professor estava… Como assim o Primeiro-Ministro está desaparecido, Elizabeth? Ele é a autoridades máxima da nação.
— Eu não sei. Eu só recebi o alerta, e por isso estamos na Coreia, viemos buscar vocês. Viemos buscar todo mundo.
— Vocês quem?
—Seu maknae veio junto com Seokjin para cá, para uma missão oficial. Todos os eclianos estão sendo mandados de volta para casa. Todos. E a ordem inclui os cães de caça.
A menção de Jungkook surpreendeu ele, enquanto Elizabeth suspirou, ao mesmo tempo em que ela encarou ele, encarou Elizabeth, a mesma parecia ter perdido alguns anos de vida, a mesma encarou ele seriamente.
— Está na hora de você voltar para casa, .
— Eu sou mais…
— Mesmo que seja mais velho, ainda deve me obedecer. Agora, vai. Eu lido com e Maya. No mesmo local de sempre.
Se estava tendo alerta para todos voltarem, apenas significava uma coisa, apertou as mãos, enquanto pensava que haveria mudanças.
Afinal, o Primeiro-Ministro da Magia estava desaparecido assim como seu professor.
Todavia, o único pensamento era .

¹Magic Island – TXT

Playlist – Fuyu no Hanashi