No Shame

Sinopse: Diante dos pais e perante toda a sociedade, ela era a garota mais inocente e recatada que eu conhecia. Já entre quatro paredes, aquilo mudava completamente de figura.
Ela ia de santinha a safada em um piscar de olhos e era exatamente isso o que mais me atraía naquela mulher.
Desde a primeira vez em que a vi, parecia que ela havia lançado um feitiço para me deixar completamente aos seus pés.
E eu me rendia sem qualquer hesitação.
Gênero: Romance.
Classificação: 18 anos.
Restrição: Sexo explícito. O nome Owen é fixo.
Beta: Natasha Romanoff.

 

Capítulo Único

Recostado no balcão do bar daquele navio, eu soube exatamente quando o olhar da garota queimou em minha direção. Toda vez que meus olhos se encontravam com os dela, eu sentia aquela vontade de atravessar qualquer multidão que fosse para tomar seus lábios com os meus.
O que me impedia de fazer isso? Meu patrão há pouquíssimos metros dela e que ironicamente também era o seu pai.
E não bastava eu arriscar meu pescoço no trabalho encarando a filha do chefe. Fazia talvez uns cinco anos que eu trabalhava como segurança particular de e ela não precisou fazer muito para que nós dois fôssemos parar um na cama do outro.
Owen não fazia ideia, o que eu imaginava ser o caso porque conservava meu emprego, mas, parando para analisar, nem tinha como o cara saber. Diante dos pais e perante toda a sociedade, era a garota mais inocente e recatada que eu conhecia. Já entre quatro paredes, aquilo mudava completamente de figura.
Ela ia de santinha a safada em um piscar de olhos e era exatamente isso o que mais me atraía naquela mulher.
Desde a primeira vez em que a vi, parecia que havia lançado um feitiço para me deixar completamente aos seus pés.
Vamos combinar que aquela roupa perfeitamente colada ao corpo dela não facilitava muito a minha vida, principalmente porque eu estava acompanhando os em uma viagem em um cruzeiro.
Entendia perfeitamente o motivo de eles insistirem tanto na minha presença. Tudo havia começado com uma tentativa de sequestro ao patriarca e desde então ele nunca relaxava nas medidas de segurança. No entanto, desconfiava que ali também tinha dedo de .
— Se divertindo? — a garota se aproximou, abrindo um sorriso em minha direção. Imaginei que apenas eu conseguia perceber o brilho divertido em seu olhar, já que eu estava babando por ela sem nem conseguir disfarçar.
— Mais ou menos. Ficar te vendo linda desse jeito e não poder fazer nada é tortura, sabe? — abaixei um pouco meu tom de voz para que apenas ela me escutasse. — Por que me trouxeram mesmo?
— Porque a ideia não é você ficar só olhando de longe, . — Piscou para mim, fazendo sinal para o barman de que queria outra bebida.
… — adverti, já que qualquer um poderia acabar nos ouvindo.
Ela apenas riu e esperou pacientemente pela sua bebida.
Por alguns segundos, eu realmente pensei que as provocações dela tinham cessado por hora, como se eu não a conhecesse bem porque ela nunca se dava por satisfeita quando o assunto era me enlouquecer.
— Me encontra na cabine oito em cinco minutos — sussurrou ao passar por mim e eu não consegui evitar retribuir ao ver o sorriso brincando em seus lábios.

🔥
Aquela cabine de navio nunca me pareceu tão pequena antes. Ou, quem sabe, nunca foi algo que realmente me incomodou.
Senti minhas costas baterem com força contra a porta pesada pelo que provavelmente seria a milésima vez, no entanto, eu não estava exatamente em condições de ficar contando. Um grunhido ecoou de meus lábios, em uma demonstração de dor porque aquela maldita maçaneta havia me acertado bem na base da coluna, mas ouvir a exclamação satisfeita da causadora de meus mais recentes hematomas compensava qualquer outra coisa.
Levei minha uma de minhas mãos até a nuca da mulher, emaranhando meus dedos em seus cabelos macios e puxei seu rosto, afastando sua boca da minha para que pudesse encará-la.
, você não faz ideia do quanto eu estava ansioso para te ter assim nos meus braços novamente — confessei, vendo um sorriso sacana brotar nos lábios daquela que definitivamente era a minha tentação diária.
— Oh, eu faço sim. Pensa que não percebo seus olhares famintos na minha direção enquanto fico lá, bancando a menina recatada? — Seus lábios se uniram aos meus em mais um beijo cheio de desejo e urgência.
Uma parte mínima minha, que ainda conservava resquícios de raciocínio, dizia que eu não deveria ter aceitado acompanhar os naquele cruzeiro. Não quando minha única opção de fuga seria pular no oceano. Mas o fato era que, por mais que eu tentasse, nunca conseguia dizer não àquela garota. Não quando ela tinha aquele domínio sobrenatural sobre mim.
— Você brinca com a sorte se agarrando assim com seu segurança em uma cabine qualquer. Já pensou que podem nos pegar em flagrante? — murmurei, agindo de forma completamente contrária às minhas palavras porque deixava ela desabotoar minha camisa sem nenhuma resistência, deslizando o tecido por meus braços e dando a ela o mesmo destino que meu paletó.
— Cale a boca, . Como consegue perder tanto tempo falando? — Aquele comentário impaciente me fez soltar uma risada, que se transformou em um gemido rouco quando os lábios dela seguiram em direção ao meu pescoço e suas mãos para o cós da minha calça.
Não precisava de muito para que me deixasse maluco. Apenas olhar para ela já despertava pensamentos nada puritanos e a forma como ela sempre retribuía com uma piscadela e um umedecer discreto dos lábios só me atiçava ainda mais.
Senti a mão da mulher me acariciar por cima do tecido, espalhando uma onda de arrepios pelo meu corpo, concentrando a excitação que o gesto me causava toda em meu baixo ventre. Em resposta, eu puxei seus cabelos, ainda envolvidos por uma de minhas mãos enquanto a outra seguia de maneira ousada até sua bunda, onde eu apertei e não consegui conter a vontade de estapear. soltou um gemido que quase soou como um gritinho e eu mordi minha própria boca ao sentir a língua dela ir de meu pescoço até meu peitoral, não se contentando em parar por ali.
Observei seus movimentos, cheio de expectativa quando seus lábios tocaram toda a extensão de meu abdômen. Eu ainda usava a gravata do uniforme e quando fiz menção de erguer minha cabeça, apenas para soltar um grunhido de excitação, senti puxá-la, me fazendo olhar para ela novamente.
— O quê? — indaguei em tom provocativo.
— Eu quero que você assista, . Porque era isso aqui que eu me imaginava fazendo quando estávamos lá em cima, rodeados por todas aquelas pessoas.
De maneira habilidosa, tratou de abrir meu cinto e abaixar minhas calças, puxando a cueca junto. Imediatamente, minha ereção pulou em sua direção e pude sentir suas unhas tocarem minhas coxas. Prendi a respiração com aquele ato, mas eu sabia que aquela garota desejaria mais.
Apertei meus olhos por alguns segundos, quase soltando um xingamento quando depositou um beijo demorado na parte interna da minha coxa direita. Ela me lançou um sorriso extremamente malicioso, então seguiu para a outra perna, fazendo com que seus lábios quase roçassem meu pau durante o movimento. Mais uma vez, tentei inclinar minha cabeça para trás e mais uma vez a garota me puxou pela gravata, me provocando ainda mais com esse gesto.
— Droga, — resmunguei, tentando me conter porque certamente alguém poderia nos ouvir se passasse na frente daquela cabine naquele momento.
— Você sabe que eu adoro te ver implorar.
O sorriso de canto dela quase me fez impulsionar meu quadril em sua direção. Ah, eu com certeza sabia muito bem do que ela falava. tinha aquele dom de me provocar absurdamente e não importava o quanto eu tentasse, sempre acabava implorando por ela.
Confesso que era esse tipo de coisa que me deixava cada vez mais maluco por aquela garota. Não no sentido romântico, é claro. Só no de que nós dois éramos um par e tanto na cama ou em qualquer lugar que resolvêssemos transar.
Mesmo sabendo que aquela batalha já estava perdida, eu ainda tentei resistir, sentindo que meu pau quase latejava por um toque dela, enquanto continuava com as provocações, aproximando seus lábios momentaneamente de meu membro e depois voltando às minhas coxas, passando as unhas por ali e as fincando em minha pele. A dor misturada ao prazer sempre eram indescritíveis com aquela mulher.
— Vamos lá, meu bem. Você sabe que tudo o que precisa fazer é pedir — sussurrou, com a voz tão incrivelmente sedutora que fazia eu me perguntar como aquela garota conseguia se transformar de alguém aparentemente recatada para alguém tão… deliciosa? Eu não saberia definir, mas ela me deixava louco.
— Por que sempre tão malvada comigo, anjo? — Nós dois sabíamos que já havia vencido aquele jogo pelo meu tom de voz falho.
— Porque você adora. — Soltou uma risadinha. — Agora pede com carinho, vai.
Mordi a boca quando ela novamente passou seus lábios muito perto de me tocar.
— Droga… Por favor, — finalmente pedi em meio a um suspiro.
— Hmm, vai ter que ser mais específico.
Nem percebi o momento em que soltei seus cabelos, mas aquela me pareceu a hora perfeita para voltar a reenc-los com uma de minhas mãos, encarando seu belo rosto com intensidade.
— Me chupa logo, meu anjo. Coloca meu pau nessa sua boca gostosa de uma vez — deixei que minha excitação falasse mais alto.
— Estava louca para te ouvir falando assim — retrucou, sem me dar a chance de dizer qualquer outra coisa.
Ao sentir seus lábios finalmente me tocarem, mesmo que em um beijo leve sobre minha glande, meus olhos se fecharam e um suspiro audível ecoou de minha boca. não se deteve aí, seus dedos percorreram a extensão de meu pau, alisando-o de cima a baixo em uma carícia leve para dar lugar à sua boca, cobrindo-o até onde a garota conseguia para depois voltar até a cabecinha e lambê-la em um movimento circular.
Fiz um carinho em seus cabelos, aprovando aquilo e sentindo-a repetir o mesmo gesto, aumentando cada vez mais a intensidade vendo que a cada segundo eu perdia mais o controle conforme o tesão aumentava e o arfar de minha respiração foi se transformando em gemidos contidos.
Aquela garota sempre sabia a forma certa de me deixar completamente maluco.
— Puta que pariu, — xinguei, sentindo-a tentar colocar meu pau por inteiro em sua boca mais uma vez, forçando um pouco mais e me fazendo quase ver estrelas ao tocar fundo em sua garganta.
Puxei seus cabelos, impulsionando meu quadril contra o rosto dela num movimento quase involuntário e gemi um pouco mais alto que deveria, o que me deixou em seguida em um estado de alerta.
Nós podíamos ser pegos a qualquer momento naquela cabine e obviamente seríamos as pessoas mais frustradas do planeta se aquela nossa diversão fosse interrompida.
— Vem cá, — guiei seu rosto em direção ao meu, beijando-a intensamente, sentindo que o tesão aumentava por provar de meu gosto em seus lábios, então inverti nossas posições, empurrando a garota contra a parede e enfiando minhas mãos por baixo de sua saia, acariciando sem pudor algum sua bunda e coxas.
Esfreguei meu quadril contra o dela, fazendo meu pau roçar em sua boceta por cima da calcinha e soltou um gemido com o ato.
— Quietinha, meu anjo. Eu amo quando você grita o meu nome, mas lembra que não podemos ser ouvidos? — soltei, em um tom de voz sacana que a fez morder os lábios.
— Por que não me cala então, meu bem? — Arqueou uma sobrancelha, brincando com a gravata ainda em meu pescoço.
Encarei a peça rapidamente, retribuindo seu sorriso malicioso ao ter uma ideia interessante.
— Acho que sei um jeito bem gostoso de te calar.
Rapidamente me desfiz da gravata, amarrando-a em volta de sua boca como se fosse uma mordaça. não ofereceu nenhuma resistência, nem mesmo quando eu a virei de costas para mim, erguendo sua saia até a cintura e afastando suas pernas para puxar sua calcinha para baixo. No entanto, em vez de fazê-lo com minhas mãos, resolvi me abaixar, dando um beijo em uma de suas nádegas, provocando como ela havia feito comigo ao roçar meu nariz em sua pele em seguida.
tentou dizer algo que ecoou como o meu nome, mas a mordaça abafou completamente sua fala e aquilo me atiçou mais.
Lhe dei uma mordida de leve, raspando meus dentes até alcançar o elástico de sua calcinha, puxando-a para baixo com minha boca até onde minha habilidade me permitia. Cada gemido e resmungo abafado dela me deixava mais ansioso para reenche-la de uma vez.
Assim que estava livre da peça íntima, voltei a me levantar e meus dedos se ocuparam em tocar sua boceta molhada em um carinho gostoso, fazendo movimentos circulares em seu clítoris e penetrando-a de leve ao aproveitar sua lubrificação.
Pela forma como seus olhos se estreitavam e ela tentava se livrar da mordaça, aquilo era uma verdadeira tortura para a garota. Definitivamente, era algo que eu desejaria ver por horas a fio, mas meu pau pulsava cada vez mais e eu não conseguiria aguentar por muito mais tempo.
Beijei seu pescoço, subindo minha boca até seu ouvido e lambendo o lóbulo de sua orelha ao guiar meu pau, encaixando-o em sua boceta e a penetrando bem devagar para que se acostumasse a ele.
Ambos gememos com o prazer daquele ato e eu voltei a me mover devagar, saindo de dentro dela e voltando, dessa vez com mais intensidade. resmungou alguma coisa e aquilo eu entenderia mesmo que não conseguisse ouvir sua voz.
— Mais rápido, .
Obedeci ao seu pedido prontamente, aumentando a velocidade de meus movimentos, segurando em sua cintura com força para ir cada vez mais fundo dentro dela e não conseguindo conter gemidos baixos, que faziam coro aos dela.
Não me aguentei e dei um tapa um tanto audível em sua bunda, fazendo-a soltar uma exclamação de prazer que me deixou completamente louco. Procurei seus lábios, mesmo por cima da mordaça, aproveitando que ela havia se inclinado um pouco para mim e virado seu rosto na minha direção.
Voltei a me afastar, apoiando uma de minhas mãos em seus ombros enquanto a outra ainda amparava sua cintura. Desci meu olhar até sua bunda deliciosa e a visão de meu pau entrando e saindo da boceta dela, cada vez mais melado com sua excitação, foi ampliando o tesão.
Cada pedaço daquela mulher parecia ter sido moldado para mim naquele momento. Eu não precisava vê-la completamente nua para que me deixasse insano. Exceto pela ausência da calcinha, ela estava totalmente vestida e ainda assim eu me sentia cada vez mais próximo de explodir dentro dela.
Quando outra oportunidade surgisse, eu faria questão de lamber cada pedaço daquela mulher, isso era uma certeza.
Estalei outro tapa em sua bunda, sentindo rebolar contra o meu pau e metendo com mais e mais intensidade, apertando sua pele com força, indo cada vez mais fundo e sentindo que ficava tonto de tanto tesão.
Levei uma das mãos até a gravata, puxando para baixo e enfiando dois dedos em sua boca, penetrando-a com mais força ao sentir chupá-los obedientemente.
Aquilo foi o bastante para que eu atingisse meu ápice, gozando feito um louco dentro dela, mas continuando a me mover, tocando sua boceta e acariciando seu clitóris em movimentos circulares até que o gemido prolongado de anunciasse que ela também havia chegado lá.
Afrouxei a mão em sua cintura, deixando a garota se virar de frente para mim e procurei seus lábios, compartilhando com ela um beijo ofegante.
— Acho que nunca vou me cansar de dizer o quanto você é incrível, garota — murmurei, encarando o sorriso que se formou em seus lábios.
— E isso que eu nem comecei, meu bem. Esse cruzeiro te reserva muitas coisas, pode ter certeza disso.
Não fazia ideia dos planos de , muito menos o que ela faria para executá-los, mas encarando os belos olhos da garota naquele momento eu sabia que qualquer versão dela não só me agradava como me tinha por completo.

FIM

 

Nota da autora: Olá, meu bem. Espero que tenha gostado da fic. Ela é bem curtinha, mas a intenção era essa mesmo. Trazer aquele hot pra dar aquela esquentadinha hahaha.
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Beijos e até a próxima.
Ste.

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