06. Jamais Vu

06. Jamais Vu

Sinopse:  Em um dos dias mais frios do ano, sentada em uma praça podia-se notar a moça mais infeliz do lugar. Sua decisão já tinha sido tomada e isso mudaria o rumo de sua história para sempre, se não fosse pelo misterioso homem que abordara a mulher no intuito de impedi-la de cometer o que tinha planejado.
Gênero: Drama/Sobrenatural
Classificação: +16.
Restrição: Kpop/ Alusão ao suicídio e a depressão.
Beta: Rosie Dunne

Jamais Vu

Capítulo Único

“Acho que perdi de novo, você parece chateada.
Em um borrão, fim, fim, fim de jogo”

fechou os olhos mais uma vez, sentindo o incômodo aumentar dentro de si, por toda a vida havia escutado que aquela não era a solução mais corajosa, mas a garota sabia que o seu limite tinha chegado finalmente, ela simplesmente não aguentava mais. Ouviu as crianças que brincavam no parque naquela fria manhã de domingo, então lembrou-se de um passado muito distante, em que ela era tão viva quanto aqueles pequenos.
Inclinou o corpo para poder se levantar do banco que ocupava, determinada a seguir com seu planos, mas foi impedida por uma pressão que a puxou novamente para baixo. Duas mãos fortes a puxavam, obrigando a sentar-se outra vez, ainda atordoada olhou para o estranho que a obrigava a continuar no mesmo lugar. Tentou mais uma vez sair dali, porém, de novo, sem êxito.
Ela o encarou pronta para ordená-lo que a soltasse, e então ela conseguiu olhar para o rosto mais lindo que já vira na vida. Os olhos dele eram estreitos como de uma raposa, carregam um brilho que ela não conseguia explicar. Os cabelos castanhos escuros estavam bagunçados pelo vento deixando o rapaz com a aparência mais descontraída, e, ao mesmo tempo, mais bonita. E o sorriso, contido e receoso, no entanto tão belo que fazia com que se esquecesse do seu propósito de outrora.
– Eu vi você aqui sozinha, e pensei… – o estranho tinha a voz calma, falava como se não houvesse nada de esquisito em toda aquela situação – que nós poderíamos fazer companhia um para o outro. Eu também me sinto sozinho aqui.
olhou espantada para ele, mais pelo fato dele ter usado a palavra sinto no lugar do costumeiro estou. Ele sabia, da mesma maneira que ela, como era se sentir constantemente solitário e, mais uma vez, quando os olhos dos dois se encontraram, ela sabia que ele a conhecia mais do que imaginava. Era assustador, mas não para , ela não tinha medo do estranho que sentara ao seu lado e falava coisas sem sentido, pelo contrário, ela sentia-se completa ao lado dele. Era como se enfim alguém pudesse entendê-la. sentiu um arrepio percorrer por sua espinha, aquilo não podia estar certo, ela precisava ir embora e finalmente terminar o que planejava.
– Me desculpe – ela pronunciou as palavras com hesitação, não sabia qual seria a reação dele – Eu preciso ir embora, tenho algo importante para fazer.
tentou tirar a mão dele que ainda segurava a dela contra o banco, mas o rapaz era evidentemente mais forte que a moça, aquilo estava começando a ficar esquisito por demais. Mesmo assim, por algum motivo, não se sentia amedrontada. Ela só queria sair e terminar o que pretendia, e precisava ser naquele momento, antes que a coragem fosse embora.
– Eu não quero te assustar. – ele continuou ainda calmo, mas sua mão exercia uma força maior sobre a mão dela – Mas eu não posso deixar você ir – ele não sorria mais e seus olhos se mantinham firmes aos dela – Meu nome é , não vou te machucar, eu prometo – sua voz era firme, o que fez engolir a seco ao ouvir a última frase – Só preciso de um dia em sua companhia.
– Eu conheço você? – a garota perguntou um pouco confusa com as palavras de .
– Ainda não – ele sorriu finalmente, mas permaneceu mantendo a mão sobre a de , como que para ter certeza de que ela não sairia correndo dele.
, eu realmente preciso ir – já não certeza se queria ir embora, isso significava que sua coragem já estava sumindo. Ela precisava ir enquanto a vontade ainda fazia parte dela, ou senão estaria arrependida no outro dia, como sempre acontecia.
– Por favor, não vá – implorava e apenas conseguia admirar os olhos escuros marejados dele. Ele estava quase chorando apenas com a ideia dela ir – Um dia, é tudo o que eu peço.
– Por quê?
– Porque nós dois precisamos disso.
Sem saber o que realmente estava fazendo, ou com o que realmente estava concordando, aceitou passar o domingo com , aquele estranho que surgira tão de repente em seu banco na praça. E o mais engraçado nisso é que ela realmente não estava com medo. assentiu concordando com a cabeça, apenas observando os olhos cinzentos brilharem outra vez. E como se pudesse sentir que ela não tinha mais vontade de ir embora soltou sua mão, relaxando de vez no assento, abrindo de novo aquele sorriso que fizera esquecer sua dor.
– Tem uma sorveteria italiana aqui no bairro. – ele levantou oferecendo o braço a ela – Preciso de um sorvete de flocos. Me acompanha?
– Você percebeu que hoje é um dos dias mais frios do ano até agora?
– Quem se importa, ? O importante é que agora eu to com vontade de tomar duas bolas de sorvete de flocos. Vem, deixa de ser ranzinza.

“Se isso fosse apenas um jogo.
Eu provavelmente poderia apenas reiniciá-lo.
Eu acho que preciso lidar com esse. Lidar com esse mundo real”

não pôde conter uma risada divertida ao vê-lo todo animado para tomar suas bolas de sorvete. A garota se encolheu quando uma rajada fria passou por seu rosto, mas quem se importava com o tempo gelado? Ela então levantou e agarrou-se ao braço oferecido por , e o acompanhou a tal sorveteria que nem ela sabia que existia. se sentia tão à vontade com ele que nem se incomodara em ouví-lo falar seu nome mesmo que ela ainda não o tivesse dito a ele.
Os dois andaram por cerca de dois minutos, conversando sobre qualquer coisa sem importância, rindo como se fossem velhos conhecidos. A sorveteria estava, sem nenhuma surpresa, vazia, mas os dois apreciaram seus sorvetes como em um dia normal de calor. Ninguém falou de sua vida, e nem precisavam, mas não conseguiam ficar sem assunto nem por um segundo. enfatizava as coisas boas da vida, como tomar sorvete em um dia frio ou admirar crianças brincando em um parque, e concordava surpresa por não perceber o quanto gostava das coisas simples da vida como as que ele citava. Enquanto dizia o quanto gostava de observar as crianças brincando, os velhos divagando sobre a vida e os jovens entusiasmados com o novo idol teen, percebia que gostava dessas pequenas coisas também e que, no fundo, ela apreciava a vida. Apreciava os pequenos milagres do dia a dia.
Demoraram por volta de uma hora no estabelecimento, e assim que pagaram a conta conduziu a garota em uma caminhada até a livraria mais próxima. Ela sentiu a felicidade invadi-la, pois estar no meio dos livros era uma das poucas coisas que a deixava confortável. Os dois passaram uma eternidade na pequena loja, folheando e lendo sinopses de livros que os interessavam. Para , aquele era o paraíso.
– Para você – ela foi tirada sutilmente da leitura da milésima sinopse para ver o embrulho que a entregava – É um presente meu para você.
queria dizer que não precisava do presente, mas não conseguiu, ao invés disso, capturou rapidamente o pacote das mãos dele. O livro era lindo com sua capa roxa e tinha muitas páginas, que provavelmente ocupariam dias da vida dela. Era de livros assim que ela gostava. Delicadamente ela o abriu, observando atentamente a dedicatória escrita elegantemente por ele. Era curta, mas tinha certeza de que iria gostar. Olhou para ele e recebeu um incentivo para que lesse o que estava escrito.

Não se esqueça de mim ou de como a vida é bela.

– O livro fala sobre um homem que tem que escolher entre viver ou morrer.
– Você já leu?
– Não, mas eu deveria ter lido.
deu as costas para a garota que se sentia intrigada com o que tinha acabado de ouvir. O arrepio voltou por seu corpo, mas ainda assim, ela não sentiu medo.
levou para a praia, para mostrar a menina o seu lugar preferido no mundo. E era lindo e impressionante, como aquele dia tinha sido para ela. Outra vez ela percebeu que nunca tinha visto aquela praia do jeito que a mostrava, o som das ondas nas pedras, o movimento da água na areia tudo aquilo transmitia uma tranquilidade que ela sempre buscara.
Sentada na areia observando o mar, desistiu do seu plano de mais cedo, tinha mostrado pouca coisa a ela, porém o suficiente para fazê-la querer viver mais. Como era possível? Será que ele ao menos sabia o que tinha acabado de fazer por ela? tinha salvado sua vida sem ao menos se dar conta disso.

“A dor familiar me ataca da mesma forma
Por favor me salve, também não é fácil
Me dê outra chance. Se eu vou desistir?
Não, não, nunca. Eu não vou desistir”

segurou a mão dele, sentindo a necessidade de estar ao seu lado para sempre, no mesmo instante a abraçou passando o braço sobre os ombros dela, acabando com qualquer distância entre os dois. não sentia aquilo por ninguém, até tinha o apelido de coração de gelo, mas era diferente e inesperado. Tudo o que ela precisava em toda a sua vida. Podia parecer loucura, mas ela descobriu seu amor por ele ali, naquela praia, e sabia que ele sentia o mesmo. De alguma forma ela conseguia sentir, e mesmo assim não parecia estranho estar apaixonada por alguém que nem sabia o sobrenome. Não, nada naquele dia tinha sido estranho.
não sentia medo algum.
– Preciso ir embora – o lamento na voz dele era nítido. Ela sentiu os braços de a apertando um pouco mais.
– Mas você não pode ir. – o desespero tomou conta dela, porque algo no peito da garota dizia que ele não voltaria – Eu quero que você fique.
– Eu também quero ficar. – ele passou a mão gelada pelo rosto dela com tanta sutileza que a fazia tremer – Mas eu não posso, está acima de minha vontade.
– Eu vou voltar a te ver?
– Por um bom tempo não, mas nós vamos nos encontrar logo.
O rosto dele era sereno, mas a tristeza estava estampada em seus olhos escuros, não queria deixá-la mas deveria. As coisas deveriam seguir o ritmo que o universo ditava, já havia feito sua parte por hoje e agora era esperar até que os dois pudessem reencontrar.

“(…) minha sombra
se torna maior, minha vida e você símbolo de
Então meu remédio é seu remédio”

– Quem é você? – tinha lágrimas no rosto, não queria deixar partir, mas sabia que era preciso – Você não tem noção do que eu estava prestes a fazer hoje. Você me salvou .
– Eu te conheço mais do que imagina , sei que antes de eu aparecer no parque você tinha a intenção de ir para casa e se entupir de remédios, entregando-se ao sono eterno. Eu sei o tamanho da solidão que você sente, sei o quanto isso dói em você. – as palavras chocaram a garota, mas de maneira positiva. De qualquer jeito que fosse ela não temia ele – Acredite quando eu digo que sei, mas não é assim que você deve deixar o mundo. Não estava certo, eu precisava impedir.
– Como você sabia? – a frase saiu em um sussurro.
– Eu te conheço mais do que você imagina. – ele repetiu mais uma vez – Preciso ir, minha hora chegou, mas não se esqueça: eu volto logo.
– De algum modo eu sei disso. – sentiu a mão de limpando as lágrimas em sua bochecha – Obrigada, por tudo.
Então , devagar, encostou as suas bocas. Um beijo rápido e delicado, mas muito bom. agradeceu mentalmente por ter tido a oportunidade de conhecê-lo, e esperava ansiosamente pelo dia que os dois voltariam a se encontrar.
– Se cuida – e sem mais nenhuma palavra ele foi embora, não olhou para trás.
chorou, mas não se sentiu sozinha como sempre sentia, ela agora sabia que tinha para ela.
E ela não tinha medo.

Xx
Dois dias se passaram desde o encontro com , ela não achava a vida maravilhosa mas não se sentia solitária mais. Não tinha vontade de tomar remédios para nunca mais acordar, ela apenas aproveitava mais dos momentos simples, e se sentia feliz quando gostava de algo.
passou na floricultura próxima ao seu trabalho, queria aproveitar o horário de almoço para visitar o túmulo da sua avó, que havia sido como uma mãe para ela. Ela não costumava ir ao cemitério em dias de semana, mas nada naqueles dias estava sendo normal então não ignorou a vontade precoce de deixar flores para a finada avó.
Escolhera lírios brancos como sempre, eram as flores preferidas da vó Hermínia, e o buquê conseguia deixar a lápide um pouco mais elegante. caminhava pelo cemitério com uma calma invejável, ela se sentia estranhamente confortável naquele lugar. Sempre fora assim, desde pequena, nunca temera os mortos.
A garota fez o caminho habitual, mas hoje algo chamava sua atenção: um túmulo colorido, cheio de flores recém colocadas. O dono daquela lápide devia ser muito amado para conseguir tantas flores. Ela deixou a curiosidade vencer seu bom senso e se aproximou mais do lugar onde as flores estavam depositadas. Ela queria saber quem era o ser tão amado.


Filho amado e amigo querido nos deixou precocemente, mas seu amor nunca sairá de nós.

O estômago de revirou, sentiu o buquê cair por suas mãos no mesmo instante em que ela caia sobre seus joelhos. Sentia-se fraca para controlar seu choro, então chorou. Não podia acreditar. Não podia ser verdade. Ela havia passado a tarde de domingo com ele, ela havia o beijado e, mesmo assim a foto, na lápide mostrava que estava morto há 2 anos. Como era possível?
– Você o conhecia? – uma senhora elegante estava ao seu lado. olhou para cima, sem entender direito o que estava acontecendo – O meu filho, você o conhecia?
– De certa forma. – chorava copiosamente, mas agora por sentir a dor de saber que seu querido estava morto – Mas eu não sabia que ele estava … – ela não conseguiu terminar a frase.
Logo em seguida a mulher ajoelhou-se ao lado de e abraçou a pelos ombros, como havia feito na praia há dois dias. se permitiu chorar mais forte. Ela estava confusa e muito triste, mas ainda não sentia medo.
– Hoje completam dois anos que ele morreu.
– Eu sinto muito – disse entre os soluços de seu choro.
– Eu também – a mulher tinha uma tranquilidade na voz, mas conseguiu ver uma lágrima descer por baixo de seus óculos escuros – Ele faz muita falta.
– Como aconteceu?
precisava saber, doía nela imaginar que ele havia sofrido antes de morrer. Um acidente, só aquilo poderia ter tirado a vida do rapaz que ela tinha aprendido a amar em tão pouco tempo. Então rezou para que ele apenas não tivesse sentido muita dor antes de partir.
– Suicídio. – a mulher elegante levantou-se mais uma vez, mostrando o desconforto por falar naquilo – Um dia ele tomou todos os remédios que encontrou pela frente.
levantou-se, chocada o bastante para permanecer ali. Sentiu um soco no estômago ao lembrar o domingo passado. Domingo que ela havia passado com ele. Em um gesto de conforto, apertou o ombro da mulher que agora chorava indiscretamente. A dor de perder um filho, a pior dor do mundo. Sem mais nenhuma palavra saiu de perto dela. De perto da lápide. De perto de . Ela estava atordoada, confusa e levemente enjoada, precisava ir embora.
– Obrigada – a voz a fez virar-se outra vez a mulher continuava a encarar a foto do filho – Pelas flores, eram as preferidas dele.
Sem aguentar mais começou a correr, cheia de coisas em sua cabeça. Correu sem ao menos perceber o caminho que fazia até chegar em casa e deitar em sua cama. Como era possível? Era tudo que ela pensava, mesmo assim, ainda sentia o amor por . E ele crescia dentro dela, mas em nenhum momento voltou a pensar em tirar sua vida, nem mesmo para encontrar com ele. Não era o que ele queria.
Ainda assim ela não sentia medo.

“Por favor me dê um remédio.
Um remédio que faça meu coração bater novamente.
O que eu faço agora?
Por favor me salve, me dê outra chance.
Por favor me dê um remédio, uma melodia”

Xx

Um mês havia se passado e agora visitava todos os dias o túmulo dele, levando as suas flores preferidas. Passava horas em frente a lápide de , conversando sobre coisas rotineiras, apenas ela. Mas sabia que poderia escutá-la, ela sabia que de algum lugar ele a estava observando.
Um dia estava tomando o seu caminho para o cemitério, satisfeita pelo dia que tinha se passado. Nada demais, a mesma coisa, porém no fundo ela sentia que tinha sido pleno. Como de costume, colocou os fones de ouvido para a música acompanhá-la até seu destino, comprou dois ramos de lírios brancos – um para sua avó e outro para – e rumou para seu destino.
A música que começou a tocar no seu iPod era a sua preferida e, então, começou a cantá-la, tomada pela canção ela fechou os olhos distraída cantando junto ao grupo em seu fone, seus pés não pararam, eles conheciam de cor o caminho até o cemitério, mas por alguma razão ela não conseguia abrir os olhos. Foi rápido. Ela não viu, mas sentiu o metal pesado bater em seu corpo a lançando para o chão. Ela sentiu uma dor grande ao cair, mas depois disso, nada mais doía.
abriu os olhos e, apesar de ver toda a cena por cima dela, não conseguia ouvir nada, seu corpo não doía mais e seu coração não batia mais. A morte não tinha sido complicada, nem revoltante, ela só não sabia para onde ir agora. Ainda no chão ela olhou para a multidão que cercava seu corpo inerte em desespero e, no meio deles, ela o encontrou.
Os olhos escuros e os cabelos castanhos, sempre bagunçados, eram inconfundíveis, sorriu, o fazendo sorrir também. abriu caminho pelas pessoas que nem tinham noção da cena que estava acontecendo diante delas.
– Você veio – disse, desgrudando do seu corpo já sem vida para pegar a mão que a oferecia.
– Eu disse que te encontraria de novo. – ele a tomou pelo braço, a beijando com mais intensidade do que tinha sido o primeiro beijo dos dois – Doeu? – ele disse em seguida ainda mantendo em seu abraço.
– Um pouco. – ela sorria, feliz por estar ao lado dele – Não dói mais – então o beijo outra vez.
– Vamos?
a guiou para longe de todo aquele tumulto, não sabia para onde nem o que aconteceria em seguida, apenas tinha certeza que se sentia bem ao lado dele e agora seria para sempre. De mãos dadas, os dois seguiram seu caminho.
E não sentia medo.

“Eu vou focar em te alcançar, não importa
o que aconteça, caindo, tropeçando
O que eu faço agora?”

Nota da autora:
Eu amo esse plot mesmo que algumas pessoas fiquem tristes com ele. Jamais Vu sempre foi sobre algo triste, para mim, e não poderia escrever diferente do que eu sentia. Me conta se você gostou, sua opinião sempre é bem vinda. No mais, obrigada por ler e por ter cedido um espaço do seu tempo para minha história.
Então, vou biscoitar minhas contas do twitter, pois por elas eu sempre falo mais sobre as coisas que escrevo ou pretendo escrever, caso queiram me acompanhar: @kthgalaxys é meu fc no site e @_dinhagabius é meu tt pessoal.