illicit affairs

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Sinopse: Toda vez que ele a via pelos corredores da universidade, era quase impossível conter a vontade de acompanhá-la. Aquela mulher era exatamente tudo o que ele desejava: linda, sexy, forte. Não lhe admirava ouvir tantos comentários a respeito dela.
O envolvimento entre os dois era proibido, já que a política do lugar não permitia o envolvimento entre colegas de trabalho, mas nenhum dos dois havia conseguido seguir àquela regra. Estavam fatalmente atraídos um pelo outro.
E mesmo não se dizendo ciumento, uma investida ousada de um dos alunos dela faz com que ele fique muito mais afetado do que imaginava.
Estaria ela conquistando também seu coração?
Gênero: Romance.
Classificação: 18 anos (Cenas de sexo explícito).
Restrição: Os nomes Quentin Westphall e Patrick estão em uso.
Beta: Natasha Romanoff.

 

Capítulo Único

Meu olhar oscilava entre a tela do notebook e o diário, onde eu havia anotado as notas de meus alunos. Naquele dia, após uma explicação rápida, deixei que eles fizessem um estudo dirigido enquanto eu aproveitava o tempo da aula para colocar algumas coisas em dia. Se eu poderia deixar isso para um outro momento? Talvez, mas achava interessante passar aquele tipo de exercício para eles, principalmente porque estavam acostumados demais a já receber as informações prontas.
Tentava manter meu foco no que eu fazia, mas vez ou outra algumas conversas captavam a minha atenção, como aconteceu naquele exato momento.
Cara, eu tenho certeza de que ela estava te dando o maior mole. Você viu o jeito que ela disse seu nome? ‘Senhor Westphall’. — O tom de voz do rapaz mudou ao final de sua fala, em uma tentativa de imitar a mulher.
Porra, achei que tava imaginando, mas se tu percebeu também… — o outro respondeu, fazendo com que eu arqueasse uma sobrancelha enquanto continuava a digitar em meu notebook. Era realmente difícil me concentrar nas notas que eu precisava passar para o diário de classe ao ouvir aquele tipo de conversa. Principalmente quando eu imaginava muito bem sobre quem se tratava.
Chama ela pra sair, cara! — o amigo continuava lhe incentivando e não pude evitar a curiosidade em saber aonde aquela conversa chegaria.
Tá maluco? Vai dar problema pra ela se eu fizer isso. Por mais gata que seja, ainda é uma professora. — A confirmação veio e precisei conter minhas reações. Estava tentando decidir o que era mais cômico: ele chamá-la pelo primeiro nome ou pensar que seu convite seria aceito.
Se tu não sair com ela, eu saio. — Provocou, e depois dessa não deu para segurar. Acabei soltando uma risada baixa e isso atraiu a atenção dos dois alunos, que me encararam com uma expressão um tanto assustada.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, no entanto, ouviu-se a sineta que anunciava o fim do período de minha aula e eu precisei me levantar para dar um recado rápido aos alunos.
— Não esqueçam que na semana que vem iniciamos as apresentações dos seminários sobre terapia gênica, pessoal. Bom final de semana pra vocês! — Abri um sorriso de canto, então fiquei ali parado, esperando se alguém viria tirar dúvidas ou algo do tipo.
— Vem beber com a gente, professor — um dos alunos convidou, enquanto recolhia suas coisas e eu imediatamente identifiquei ser Patrick.
Alguns alunos foram se retirando da sala, incluindo os dois que achavam que era para o bico deles, enquanto outros vinham na direção da minha mesa, Patrick incluído, formando uma pequena aglomeração.
Aquele tipo de convite não era incomum. Eu sempre mantinha uma relação de amizade com meus alunos e já havia saído algumas vezes para beber com algumas turmas, porém com alguns limites, é claro.
— E me chamam assim, na última hora? Tô de olho em vocês — brinquei ao fingir um tom sério, o que fez com que risadas ecoassem.
— Ah, profê, nós resolvemos isso agora, durante sua aula — uma das meninas contou, o que me fez formar uma careta de indignação.
— Bom saber como vocês prestam atenção à minha disciplina. — Estreitei meus olhos, mas logo desfiz a expressão chateada e soltei uma risada. — Qual é o bar dessa vez? Talvez eu dê um pulo por lá mais tarde — respondi, de forma mais descontraída, já que a aula tinha acabado mesmo e eu não precisa ser tão formal. Nem gostava, para ser sincero.
— O mesmo de sempre, mas aparece lá mesmo. Da última vez, o senhor prometeu ir e nem deu as caras — a mesma garota disse, e quando olhei na sua direção, percebi que fazia um bico enquanto seus olhos me analisavam de cima a baixo. Aquilo me deixou incomodado, mas ignorei, fingindo não ter percebido.
— Por isso mesmo que eu disse talvez — frisei a palavra. — Agora se mandem da minha sala porque eu tenho médias para postar. Depois vocês reclamam que não tem nada lá no portal — apontei a porta, como se estivesse mesmo expulsando cada um deles.
Recebi mais risadas como resposta e, após se despedirem, os observei até que o último se retirasse e eu ficasse sozinho. Não conseguiria sair dali sem terminar com aquelas notas.
Eu já lecionava há onze anos na Universidade de Boston. Embora preferisse a pesquisa, descobri que gostava do lance de ensinar. A sensação de ver um ex-aluno se dando bem na vida compensava e muito alguns estresses que só aquela profissão me trazia de vez em quando.
Desde que comecei a ensinar Genética, imaginei que gostaria de ser o tipo de professor que sabia transmitir conhecimento sem ser uma espécie de carrasco. Fazer amizade com meus alunos havia sido a estratégia e eu sempre me dei bem com isso. Como resultado, meu laboratório era um dos mais disputados para vagas de estágio e pesquisa.
O problema era que alguns deles achavam que podiam realmente falar sobre tudo comigo, principalmente durante minha aula. Isso incluía comentar sobre outros professores.
Às vezes faziam reclamações e eu precisava manter a postura imparcial, em outras comentavam sobre as manias estranhas de alguns — e eu acabava usando disso para zoar meus colegas mais tarde. Além disso, também havia os que conversavam entre si, mas sem a preocupação em serem ouvidos, como havia sido o caso dos dois rapazes e a saga de qual deles ficaria com a professora .
Soltei uma risada baixa que acabou se transformando em uma gargalhada sonora com aquela lembrança. Se aqueles dois entendessem a ironia de falar daquele jeito logo sobre ela na minha frente!
Claro que não era a primeira vez que eu ouvia comentários de alunos a respeito da professora, assim como eu sabia de alguns ao meu respeito também. Desde que permanecessem sendo apenas comentários, eu realmente não ligava, por mais que achasse bizarro.
Terminei de lançar as médias e resolvi dar aquele dia por encerrado, desligando o notebook e o guardando dentro da mochila. Segui pelo corredor, lembrando que precisava passar em meu laboratório para pegar uns relatórios e as chaves do meu carro, então acabei parando quando vi a porta da sala de se abrir e dela sair ninguém mais ninguém menos do que Quentin Westphall, o aluno que tinha certeza de que sairia com ela.
Arqueei uma sobrancelha e meus olhos foram do rapaz para a mulher, que me direcionou um olhar com um certo tom de divertimento. Quentin me cumprimentou com um aceno de cabeça e se afastou quase correndo, seu rosto tão vermelho que eu podia jurar que seu cérebro explodiria a qualquer momento.
— Professor — a voz dela ecoou, me despertando dos meus pensamentos enquanto um sorriso de canto moldava seus lábios.
— Professora — respondi, um tanto mais sério do que gostaria.
— Algum problema? — a ouvi questionar, o que me fez erguer a sobrancelha mais uma vez.
— Nenhum. Estava apenas indo buscar uns relatórios em meu laboratório — soltei, da forma mais despreocupada que pude, mas a imagem do rapaz saindo da sala de fez com que eu ficasse inquieto, sem conseguir evitar olhar rapidamente na direção por onde ele havia seguido.
— Não é o que parece — retrucou, tomando minha atenção para ela novamente. — Se eu não o conhecesse, , diria que está com ciúmes — seu tom de voz diminuiu consideravelmente, mas ainda assim eu consegui ouvi-la.
Minha expressão mudou rapidamente para uma de choque, então eu apenas dei alguns passos na direção dela, entrando em sua sala para que aquela conversa não fosse ouvida por quem não devia. A Universidade tinha uma política um tanto rígida e não permitia que colegas de trabalho se relacionassem além do estritamente profissional, o que… bem, obviamente, nós não cumpríamos.
— Não estou com ciúmes — soltei, assim que me certifiquei de que estávamos dentro da sala dela. veio em minha direção com calma, então com uma expressão divertida se inclinou para fechar a porta atrás de mim. A proximidade repentina dela me afetou automaticamente e eu acompanhei seus movimentos com o olhar.
— Que bom que não está, meu bem. Porque Quentin Westphall acabou de ter a audácia de me chamar para sair — segredou, e de repente eu senti que meu próprio rosto esquentou.
Praguejei baixo, porque eu não era do tipo ciumento, muito pelo contrário, mas aquilo tinha me deixado incomodado.
— Ele fez o quê? — questionei, incapaz de formular qualquer outra coisa que fosse. passou por mim com tranquilidade e parou em frente à sua mesa, recostando-se sobre ela. De modo quase automático, eu a acompanhei, como se um ímã me puxasse sempre para perto dela.
— Veio até a minha sala e resolveu que seria uma boa ideia me convidar para um drinque — repetiu, dessa vez com mais detalhes.
— Que idiota — exclamei, o que fez com que ela me encarasse com interesse.
— Até que foi bonitinho. Ele se atrapalhou um pouco com as palavras e eu achei que ia ter algum ataque cardíaco do tanto que ficou vermelho — continuou contando, e algo em mim sabia que ela agora o fazia para me provocar, mas meu raciocínio estava completamente atrapalhado.
— Ah, claro. Bonitinho — resmunguei, revirando meus olhos e desistindo de encará-la. — E o que você respondeu ao imbecil… digo, ao garoto? — me corrigi tarde demais, porque riu da minha cara, mas mesmo a risada daquela mulher soava incrivelmente sedutora aos meus ouvidos.
, você fica absolutamente delicioso com essa cara de quem roubou seu doce — senti suas mãos tocarem meus ombros e então subirem até meu pescoço.
Bufei, mas aquele gesto dela teve um efeito automático sobre mim. me tinha sempre que ela quisesse, essa era a verdade.
— Ninguém roubou meu doce. Ele está bem aqui na minha frente, não está? — recobrei um resquício de lucidez, largando minha mochila de qualquer jeito ao nosso lado só para tocar sua cintura com minhas duas mãos.
passou suas unhas devagar pela minha nuca e eu soltei um suspiro, fixando meu olhar no dela e a notando umedecer os lábios.
— E o que você pretende fazer com o doce, meu bem? — provocou, o que me fez adentrar o tecido de sua blusa só para apertar meus dedos em sua pele.
— Para começar, quero lamber cada pedacinho — aproximei minha boca da sua, sentindo nossos lábios roçarem.
Contive minha vontade absurda de beijá-la apenas para manter aquela provocação por mais alguns segundos.
— Aqui? Agora? — ela murmurou, em um tom de voz afetado que me fez conter um suspiro.
— Aqui. Agora — respondi, descendo minhas mãos até sua bunda, puxando-a para mim e colando nossos corpos. — Mas você não me disse o que respondeu, — insisti, por mais que aquilo já não me importasse mais.
ofegou em meus braços, inclinando-se para mim, completamente entregue.
— Isso importa? — questionou, como se estivesse lendo meus pensamentos. No fundo, eu sabia muito bem que o que tínhamos era intenso demais para que eu me deixasse levar por uma implicância boba.
— Não, mas eu sou curioso — admiti, porque no fim das contas realmente não passava disso.
— Você nunca ouviu falar que a curiosidade matou o gato, ? — ri de seu comentário, então inclinei meu rosto em direção de seu pescoço, inalando o perfume de de modo lento, fazendo questão de tocar sua pele com meu nariz.
— Matou, é? — murmurei, não resistindo e tocando-a com meus lábios, saboreando seu gosto e maciez.
— Uhum — ela afirmou, num sussurro.
Beijei sua pele com uma paciência que eu mesmo não sentia, porque a queria desesperadamente. Ela nunca precisava de muito para me deixar daquela forma.
Aproveitei toda a extensão de sua pele até subir por seu queixo, levando uma de minhas mãos até a lateral direita de seu rosto e fazendo um carinho até emaranhar meus dedos em seus cabelos.
— E como é que eu vou morrer de curiosidade se você já me matou desde a primeira vez em que a vi? — sorriu daquele jeito bonito que me deixava aéreo, então colou seus lábios nos meus, demonstrando o quanto aquelas provocações haviam lhe deixado impaciente.
Não hesitei em retribuir as carícias de sua língua, usando a mão que estava em seu quadril para apertar sua pele mais uma vez enquanto a outra puxava seus cabelos de leve.
Grunhi baixo quando puxou meu lábio inferior com seus dentes e então o beijo foi ganhando intensidade, a um ponto em que quase não nos restava fôlego.
Senti que ela levava suas mãos até os botões de minha camisa, soltando-os com pressa e sem desgrudar nossos lábios acabei me livrando da peça. Não fazia ideia se ela havia trancado a porta, mas não conseguia realmente me importar com isso também. Estava entretido demais por aquela mulher. Ela tinha um dom absurdo de me deixar louco com apenas um beijo.
— Não menti quando disse que você ficava delicioso com essa pose de ciumento. Quando vi a sua cara, só consegui imaginá-la no meio das minhas pernas — as palavras de me afetaram instantaneamente.
Em um movimento rápido, tomei impulso para pegá-la no colo e colocá-la sentada em cima da mesa.
— Já eu, não menti quando disse que te lamberia inteira, — retruquei, passando minhas mãos por suas coxas, explorando toda a sua extensão e acariciando a parte interna.
sempre usava calças sociais e aquilo dava uma maior evidência à sua bunda. Era uma luta interna diária passar por ela pelos corredores e não virar apenas para apreciar aquela visão.
Voltei a beijá-la intensamente, subindo com minhas mãos até a barra de sua calça, lutando um pouco para desabotoá-la e descer o zíper. Acabei precisando do auxílio de e sorri satisfeito ao ver a peça ser atirada no chão, dando um destino semelhante também à sua blusa.
Afastei nossas bocas, então desci meus lábios por seu pescoço, seguindo em direção aos seus seios e me perdendo por ali por alguns segundos. Ouvi ela arfar em expectativa e os envolvi com minhas duas mãos, massageando com vontade enquanto minha boca passava a beijar sua barriga.
apertou um pouco as pernas ao redor de meus ombros. Voltei então a tocar suas coxas, abrindo bem suas pernas e me abaixando o suficiente para alcançar sua intimidade com meus lábios.
Por cima da renda de sua calcinha azul clara, passei minha língua de forma bem lenta, ouvindo-a gemer sofregamente, então resolvi brincar mais um pouco por ali. Afastei um pouco minha boca, então soprei de leve, segurando as coxas de com firmeza quando ela estremeceu.
… — ela gemeu, em um pedido desesperado.
Atendendo-a parcialmente, voltei a lambê-la por cima da calcinha, então repeti o gesto mais uma, duas, três vezes, sugando-a como se não houvesse nenhum tecido me atrapalhando.
Pelo canto do olho, percebi que agarrava a mesa com força, contendo a vontade de arrancar ela mesma o que tanto nos atrapalhava e me dando por satisfeito quanto à provocação, eu enrosquei meus dedos no elástico da peça e puxei sua calcinha, deslizando por suas pernas e deixando alguns beijos em suas coxas assim que a joguei em algum lugar que não vinha ao caso.
Mais uma vez, me inclinei para saborear o quanto era deliciosa. A comparação ao doce não havia sido em vão, mas pensando melhor, aquela mulher era ainda melhor.
Movimentei minha língua de forma circular sobre seu clitóris, sorrindo quando a senti puxar meus cabelos com força, entendendo que ela gostava e muito daquilo. Continuei daquele mesmo jeito e não consegui evitar que minhas mãos fossem até a braguilha de minha calça.
Tratei de me livrar tanto daquela peça quanto de minha cueca, me atrapalhando um pouco enquanto tentava continuar a chupar com vontade. Ameacei penetrá-la com minha língua e o gritinho baixo dela fez com que eu sentisse mais uma vez meu membro pulsar de necessidade.
Sem hesitar, lambi toda a extensão da intimidade de até meter minha língua deliciosamente. Envolvi meu membro com uma das mãos, deslizando-a com intensidade e soltando grunhidos enquanto me acariciava, ficando louco em proporcionar prazer àquela mulher e a mim mesmo ao mesmo tempo.
As pernas de se apertaram contra mim, então ela movimentou seu quadril em minha direção, rebolando contra a minha língua e soltando mais alguns gemidos contidos que estavam me deixando insano.
Não tínhamos lá muito tempo para continuar com as provocações. O risco de sermos pegos a qualquer momento era excitante, mas não podíamos brincar tanto com a sorte.
— Me fode de uma vez, — escutei a voz dela ofegar, como se mais uma vez adivinhasse meus pensamentos.
Deixei beijos lânguidos por suas coxas e voltei a me levantar, grudando meus lábios nos seus de um jeito desesperado antes de me afastar brevemente para caçar um preservativo.
— Na gaveta — ela disse, não me surpreendendo em nada porque aquela não era bem a primeira vez que transávamos em sua sala.
Depois de devidamente protegido, eu voltei a puxá-la para um beijo breve, antes de fazer com que se virasse de costas para mim, em um movimento rápido.
soltou uma risadinha excitada e eu acariciei sua bunda com uma de minhas mãos, enquanto guiava meu membro até sua intimidade com a outra.
A sensação de estar dentro dela mais uma vez era intoxicante.
Minhas pernas estremeceram com a primeira estocada e eu a abracei contra mim, me apoiando sobre ela, mas cuidando para que nós dois não caíssemos.
Senti ela rebolar contra o meu membro, me proporcionando um espasmo gostoso e não demorei a iniciar meus movimentos, saindo de dentro dela e voltando com cada vez mais intensidade.
Apertei seus seios com minhas duas mãos, acariciando suas extensões e estocando com mais força.
— Shhh… — tive que fazer, quando um gemido mais alto escapou de seus lábios, mas em vez de facilitar o processo para ela, eu intensifiquei ainda mais meus movimentos.
Comecei a estocar com mais e mais força, ouvindo o barulho da mesa balançar, tampando a boca de com uma de minhas mãos e precisando eu mesmo me conter porque o prazer que eu sentia era absurdo.
— Queria deixar você gemer do jeito que tanto deseja, , mas se fizer isso vamos ser pegos — murmurei, de uma forma rouca, mas ela não conseguiu me responder. Tudo o que ecoou de seus lábios foram mais gemidos.
Apertei seu corpo com mais força contra o meu, aumentando a velocidade, sentindo que meu corpo começava a estremecer de tesão. Desci uma das mãos até sua bunda, acariciando com força, apertando-a e raspando minhas unhas curtas por ali.
— Gostosa — sussurrei de novo, então soltou um gemido mais prolongado, rebolando com intensidade de encontro ao meu quadril.
Meus lábios se apertaram um no outro e o barulho da mesa aumentou quando passei a me mover com mais velocidade. Percebi que estava próxima do ápice, então toquei sua intimidade com uma das mãos, acariciando seu clitóris.
Quando ela estremeceu, finalmente atingindo seu orgasmo, a intensidade com que sua intimidade apertou meu membro fez com que eu mesmo estremecesse, metendo com mais e mais força até que explodisse em prazer.
O grunhido que ecoou de meus lábios saiu mais alto do que eu esperava, mas me permiti não me importar com aquilo por alguns segundos. Eu tinha atingido meu ápice de maneira violenta, o corpo suado de ainda estava embaixo do meu e eu dei um beijo suave em seus ombros.
Permanecemos daquela forma por alguns segundos, recuperando nossas respirações ofegantes e eu só conseguia pensar no quanto eu era sortudo por ter aquela mulher toda para mim, linda, sexy e forte do jeito que era. Eu a admirava em diversos aspectos.
— Eu disse a ele que meu namorado não ia gostar nem um pouco de ouvir sobre aquele convite — de repente, quebrou o silêncio, interrompendo meus pensamentos e suas palavras me pegaram um pouco de surpresa.
Nós nunca havíamos nos declarado namorados ou algo do tipo. Simplesmente estávamos juntos.
Mas eu gostava daquela ideia de namorado, muito mais do que esperei que fosse gostar um dia.

FIM

Nota da autora: Vamos lá, eu sou absurdamente louca por esse personagem e eu to shippando loucamente esse casal. Espero que vocês também estejam e que tenham gostado hehehe.
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Beijos e até a próxima.
Ste.

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