12. No Judgement

12. No Judgement

Sinopse:Barefoot and a bottle of wine
You can stay with me tonight
You don’t have to change when I’m around you
So go ahead and say what’s on your mind
On your mind.
Gênero: 
Romance.
Classificação: 14 anos.
Restrição: Os nomes Charlotte/Charlie, Eric e Marie já estão em uso. O sobrenome Hayes também.
Beta: Sharpay Evans

tinha 22 anos, era uma aluna aplicada, esforçada, inteligente e a primeira de sua classe. Cursava Literatura Inglesa em Oxford, seu sonho era seguir carreira acadêmica, pesquisando muito e, também, dando aulas em escolas. Qualquer um que a visse, poderia dizer que ela era um modelo exemplar de aluna, ninguém na universidade a via em festas ou envolvida em confusão.
Não era popular, mas estava sempre cercada por algumas pessoas. Também atraia olhares de seus colegas de sala por sempre ter uma resposta na ponta da língua. Mas não só por isso, era linda, mesmo que não ligasse muito para sua aparência, fazendo o mínimo esforço para aparecer apresentável na faculdade.
Como todo mundo, ela possuía segredos, os quais ela não dividia com ninguém; alguns ela se arriscava em contar para sua irmã mais velha que a entendia mais que qualquer pessoa, pois já havia passado pelas mesmas coisas. Inclusive, fora Lola que dera dicas de qual lugar deveria frequentar e como se esconder.

A noite de sexta-feira estava se aproximando, já tinha dado uma desculpa qualquer sobre visitar seus pais para os amigos que insistiam em chamá-la para festas universitárias. E no momento estava seguindo para Aylesbury, onde passaria o fim de semana hospedada na pousada em que sempre ficava.
O bar/boate que ela sempre frequentava ficava apenas há duas quadras de distância da pousada, o que facilitava a locomoção para . Apesar de todos já a conhecerem, ninguém a conhecia pelo seu nome verdadeiro, e sim por Charlotte.
– Boa noite, Charlie! O mesmo de sempre? – O barman perguntou quando ela se aproximou do bar.
– Sim, por favor, Eric. Está meio cheio hoje, não? – Sentou na banqueta enquanto esperava sua bebida ficar pronta.
– Pois é, James disse que tinha reserva para um aniversário, mas não me deu muitos detalhes.
– Entendi. Bom, vou dar uma olhada pela pista de dança, daqui a pouco eu volto para uma segunda rodada. – Disse rindo e piscando um olho para o barman.
bebericou sua bebida – uma gin tônica com maracujá – e seguiu para a pista. Eric realmente fazia drinks como ninguém, e a mulher já havia provado de outras qualidades do rapaz. Com esse pensamento, ela riu e considerou em ter um remember com ele, não seria do todo tão mal.
A pista estava com muito mais gente do que o habitual, mas isso não foi motivo para que não se soltasse e dançasse como se não houvesse outra preocupação em sua vida. Ela amava sua vida acadêmica, mas amava a liberdade que a dança lhe dava. Amava viver a vida de Charlotte, era tudo mais fácil. Tinha impressão de que sempre intimidava as pessoas, então poucos caras chegavam nela. Porém como Charlotte, esse problema não existia.

Algumas horas e bebidas depois, estava se sentindo nas nuvens, ainda mais quando começou a tocar Do I Wanna Know do Arctic Monkeys. Ela amava a banda e, principalmente, a música. Nem percebeu quando esbarrou em um rapaz, fazendo com que ele derrubasse a bebida em ambos.
– Meu Deus, me desculpe! – Ela pediu prontamente ao perceber a burrada que fizera.
– Imagina, eu que peço desc-? – O rapaz começou a falar até olhar o rosto da garota e perceber que a conhecia.
entrou em pânico. Não sabia quem era o rapaz, mas ele a conhecia e isso bastava para que ela entrasse em alerta.
– Hã? Não, me chamo Char-Charlotte. – Deu uma gaguejada, mentir sob pressão sempre tinha esse efeito.
– Você parece muito com uma mulher com quem eu estudo.
Ela nem ao menos permitiu que ele continuasse a conversa, pediu desculpas novamente e saiu apressada em direção ao bar.
– Charlie, você está bem? Parece que viu um fantasma.
– Eric, me dá uma dose do que você tiver de mais forte, rápido. Quero ir embora logo pra casa.
O barman não entendeu nada, apenas encheu um copinho com uma tequila mexicana que tinha ali e serviu para a mulher. Ela bebeu em um gole só, se despediu rapidamente dele acenando que se veriam amanhã e, por fim, saiu correndo para o caixa, sempre olhando para os lados de forma atenta.

Ao chegar em seu quarto na pousada, se acalmou. Não era possível que a galera de Oxford tivesse descoberto seu bar favorito, ou melhor dizendo, seu refúgio. Pensando melhor no rapaz que a abordou, sentia que seu rosto era familiar, mas não sabia de onde. Para ele saber seu nome, deveria ser alguém de seu convívio.
Após tirar toda sua maquiagem e colocar seu pijama, deitou na cama respirando fundo, numa tentativa de acalmar sua mente. Em meio a respiração, adormeceu.

acordou com os raios solares batendo em sua cara, se amaldiçoou por não ter fechado as cortinas na noite anterior, até que se lembrou do motivo de ter esquecido. Estava tão aflita que só fez o necessário antes de deitar.
No entanto, levantou-se com o pensamento de que era um novo dia e que nada iria estragar seu fim de semana, ainda mais considerando que não poderia viajar até lá nos próximos, pois estaria em época de provas e precisava se dedicar.
Desceu até a área onde serviam o café da manhã, desejando um bom dia para quem estava por lá.
– Bom dia, querida. – Marie desejou assim que apareceu. – Jeff me disse que chegou cedo ontem.
– Bom dia, May! Tive alguns problemas, mas nada que valha a pena perder o tempo contando.
Marie sabia sobre a vida de e de Lola. Na verdade, tinha cuidado das irmãs quando elas eram menores e sabia da pressão vinda da família, fazendo o máximo para protege-las sempre. Quando Lola descobriu da pousada que Marie cuidava, tornou o lugar seu refúgio, contando para a irmã mais nova.
– Guardei um pedaço de bolo de chocolate para você. Sei como gosta!
– Obrigada, May! Você é a melhor!! – Disse enquanto dava um beijo e um abraço na mais velha.
A manhã passou tranquila para , ela já não pensava mais no ocorrido da noite anterior e estava pronta para aproveitar a noite de sábado. Ajudou Marie com a pousada no que conseguia antes de sair para dar uma volta pela cidade.


ainda pensava no ocorrido da noite anterior. Ele tinha certeza absoluta que era naquele bar, mesmo que isso não fizesse sentido em sua cabeça. Mas também não a confundiria, ele passava tempo demais reparando nela durante as aulas.
Ao contrário de seus amigos, decidiu que passaria mais um dia ali. Tinha gostado do bar e algo lhe dizia que seria surpreendido se continuasse lá. Decidiu dar uma volta pela cidade para conhecê-la melhor, mesmo sabendo que era um lugar pequeno.
Estava saindo de uma sorveteria quando reconheceu a mesma mulher da noite anterior e, mais uma vez, tinha certeza que era , agora mais do que nunca, visto que ela estava sem nenhuma maquiagem.


estava pronta para mais uma noite, tinha vestido sua melhor roupa e estava preparada para aproveitar a noite como nunca, já que era como sua despedida, pelo menos até as provas acabarem.
Chegou na boate com um sorriso enorme em seu rosto, cumprimentando a todos. Não se demorou para ir até ao bar, encontrando Eric conversando com um cara que ela não reconheceu.
– Olha se não é a dona do sorriso mais bonito e também do meu coração! – Eric disse assim que ela chegou perto o suficiente para que ele não precisasse gritar. – Está melhor, Charlie? Ia passar hoje na pousada, mas acabou que não deu tempo.
– Seu bobo! Estou sim, acho que tinha muito álcool no meu sangue hoje e eu não lidei bem. Mas hoje é um novo dia e eu quero aproveitar como nunca.
– Ah, não! Isso significa que você vai nos abandonar pelos próximos fins de semana.
– Exato! – que até então tinha ignorado a presença do rapaz ao lado, observou com o canto do olho que ele parecia prestar atenção na conversa dela com Eric, o que também não passou despercebido pelo bartender.
, está é Charlotte Hayes, a alma deste lugar. Charlie, este é , um forasteiro.
Quando reparou no rapaz, ela percebeu que era o mesmo da noite anterior, mas dessa vez não iria deixar isso atrapalhar sua noite. Pelo menos, não enquanto ela estivesse sóbria. Ela iria seguir a linha de pensamento de Charlotte e viver o momento, independentemente das consequências.
– Prazer, Charlotte. – estendeu a mão. – Acho que nos conhecemos ontem, não?
– Prazer! Sinceramente, não tenho muita certeza. Como disse ao Eric, muito álcool no sangue. – Disse disfarçando e dando um sorriso sem graça.
estava me contando sobre a faculdade e como ele quer ser professor um dia. Ele vem de Oxford. – Eric disse e tudo que queria era mandar ele calar a boca e sumir dali.
– Nossa, Oxford, huh? Deve ter sido bem difícil de entrar. – Disse olhando para , mas em seguida virou o olhar para Eric. – Prepara um dos seus drinks maravilhosos pra mim, por favorzinho? – Falou enquanto dava seu melhor sorriso.
– Tudo pra você! Qual você vai querer?
– Pra começar, Sex On The Beach.
– Ihh… já vi que hoje você vai dar trabalho. – Eric disse enquanto começava a separar as bebidas.
– Na verdade, não foi tão difícil. Sempre fui um bom aluno na escola e digamos que meu curso não é dos mais concorridos. – continuou a conversa, ele precisava tentar tirar algo da mulher que ele tinha certeza se chamar e não Charlotte. – E você, faz o quê?
– Eu? – se assustou com a pergunta. – Na verdade, não curso nada. Faço de tudo um pouco. – Disse meio vaga, esperando Eric entregar-lhe sua bebida o mais rápido para sumir dali.
– Charlie diz que faz de tudo um pouco e é verdade, ajuda na pousada, faz algumas roupas para vender na internet e dança como ninguém. – Eric disse se intromentendo da conversa. – Aqui está, senhorita.
– Obrigada, baby. Agora se os rapazes me dão licença, eu vou dar uma andada por aí. – Disse e não deu nem tempo para que eles respondessem, indo direto para a mesa de DJ para conversar e pedir suas músicas favoritas.
– É muito estranho dizer que eu tenho certeza que eu conheço ela de outro lugar? – perguntou para Eric.
– Acho que esse é o efeito da Charlie. – Disse dando de ombros.

estava realmente aproveitando sua noite, tinha até esquecido da presença de ali. Ela já tinha misturado tanta coisa, mas o tanto que estava suando enquanto dançava a ajudava a não ficar completamente bêbada.
Ela percebeu quando alguém se aproximou e esperava muito que fosse Eric, mesmo sabendo que seria um pouco difícil dele estar ali. Quando se virou ficou surpresa de encontrar .
– Oi. – Ele soprou.
fechou os olhos e deixou que ele colocasse as mãos em sua cintura, estava envolvida demais pelo clima do ambiente para que prestasse atenção no alarme soando em sua cabeça.
– Oi. – Disse enquanto apoiava suas mãos na nuca do rapaz.
Nenhum dos dois saberia dizer quem se aproximou primeiro, só de que sentiram um choque passando quando os lábios se tocaram, não demorando muito para aprofundarem o beijo.
sabia que precisava de mais, de que só aquele beijo não bastava. Puxou até o canto mais próximo e voltou a beijá-lo intensamente. trocou de posição com a mulher, a pressionando na parede e passeando as mãos por todo o corpo dela.
Quando o ar foi necessário, os dois pararam de se beijar e apenas se encararam e começou a rir em seguida. não entendia o que estava acontecendo, mas começou a rir junto dele também.
A noite não durou muito, logo dispensou dizendo que precisava embora e, quando ele pediu seu número, ela apenas sorriu e depositou um selinho nos lábios dele, saindo em seguida.


passou o domingo inteiro pensando não só no beijo, mas também na garota. Ele não poderia estar enganado, sua intuição sempre fora muito certeira. Mas, ao mesmo tempo, tentava se lembrar da onde tinha tirado coragem para se aproximar dela.
Estava decidido que iria conversar com na segunda após a aula de Linguagem. Ele precisava tirar todas as suas dúvidas, não iria aguentar ficar no escuro. Seria o mais discreto possível na abordagem.

! – Disse correndo até a porta, visto que a mulher já estava saindo acompanhada de algumas amigas. – Será que eu poderia conversar uma coisa contigo?
– Desculpa, hã.. – disse fingindo não saber o nome, porém sendo bombardeada de lembranças da noite de sábado.
. – Ele disse complementando.
– Perdão, . Mas preciso ir, estou atrasada para encontrar a professora Elizabeth. – E saiu sem deixar que ele respondesse, o que deixou frustrado, pois sentia que ela estava fugindo dele.
não havia mentido sobre encontrar a professora, apenas no quesito de estar atrasada. Usou da mesma desculpa para correr de suas amigas. Ela sabia que não deveria ter beijado , ainda mais depois de ele ter desconfiado dela, mas quando ela colocou os olhos nele na pista de dança, não conseguiu resistir. E agora precisava lidar com as consequências. Maldito ideal da Charlotte.


passou a semana toda tentando falar com , mas todas as vezes que ele tentava se aproximar, ela dava um jeito de escapar, sempre saindo correndo das aulas. No entanto, o rapaz estava decidido a não passar de sexta. Ele conversaria com ela, não sabia como, mas daria um jeito.
Sabia que ela não gostava que a interrompesse durante a aula, por isso deixou um bilhete em seu armário, pedindo para que o encontrasse em seu apartamento ali perto naquela noite, pois ele precisava conversar com ela urgente.
Ao abrir seu armário, deu de cara com o bilhete e não teria reconhecido a letra se não estivesse assinado. Ela já estava cansada de fugir, talvez nem fosse perguntar sobre o fim de semana; se ela tivesse sorte, ele só queria ajuda para estudar os poemas confusos de Shakespeare.
Foi com esse pensamento que decidiu ir até o endereço marcado no bilhete às 19:30. Iria enfrentar o que quer que fosse, e caso tentasse abordar sobre o fim de semana ela se faria de louca falando que esteve na casa dos pais.

já estava esperando por quando o porteiro anunciou sua chegada. Ele tinha deixado tudo preparado e queria fazer com que ela se sentisse confortável. Sabia que se ela realmente escondesse essa parte dela, era porque tinha medo de que descobrissem e fizessem algo muito maior do que realmente era.
– Oi, . Entra. – Ele disse após abrir a porta e dar espaço para ela passar.
– Oi, . Licença. – Ela disse enquanto entrava. – Confesso que achei meio estranho seu convite, ainda mais você não dizendo o motivo. Porém imaginei que fosse importante.
– Podemos conversar sobre isso depois?
– Claro.
Eles se acomodaram pela sala. tinha comprado pizza para eles comerem e oferecido vinho ou suco para . Ele realmente queria que ela se sentisse confortável antes de começar o tão temido assunto.

Após jatarem e conversarem sobre diversos assuntos, desde o curso que eles fazem até filmes e bandas preferidas, achou melhor acabar com a agonia de vez e falar sobre o que lhe atormentava.
, você pode achar que eu estou ficando louco, e talvez eu realmente esteja. Mas eu preciso tirar essa dúvida da minha cabeça. E eu prometo que eu não vou julgar, eu só quero que você seja quem você quer ser. E é por isso que eu tenho que te perguntar. Você é a Charlotte, não?
não sabia o que pensar nem o que responder. Tinha fugido a semana inteira de , mas também não tinha tirado ele de sua cabeça. Flashes do sábado à noite a bombardeavam sempre.
… Eu não sei o que te falar.
– Só me fala a verdade, . Se você tem alguma dúvida ainda de que pode confiar em mim, escuta essa música, por favor.
pegou seu celular e logo No Judgement do Niall Horan começou a tocar, fazendo com que fechasse os olhos e absorvendo toda a letra.

Barefoot and a bottle of wine
You can stay with me tonight
You don’t have to change when I’m around you
So go ahead and say what’s on your mind
On your mind

O começo da música já descrevia exatamente a situação deles no momento. sorriu minimamente ao ouvir a última frase.

When you’re with me, no judgement
You can get that from anyone else
You don’t have to prove nothing
You can just be yourself
When you’re with me, no judgement
We can get that from everyone else
And we don’t have to prove nothing
When you’re with me, no judgement
Ohh, we don’t have to prove nothing
Mhm, when you’re with me, no judgement

Conforme o refrão tocava, a mulher se deixou levar pelo ritmo e ficou balançando a cabeça, tentando absorver a mensagem que queria passar para ela.

I get us breakfast in the morning
Or you can slip out in the night
You don’t have to give me a warning
‘Cause we both got nothing to hide
Nothing to hide

Ela não entendeu muito bem o que ele queria dizer, queria que ela passasse a noite ali com ele?

Even though we don’t talk for a couple of months, yeah
It’s like we didn’t lose anytime
I can be your lover or your shoulder to cry on
You can be whoever you like (oh)

Riu quando Niall cantou que não conversavam por um par de meses, porque ela e nunca tinham conversado até então, pelo menos não de uma maneira que pudessem se conhecer melhor. Mas aceitaria o convite dele, ela confiaria nele.

When you’re with me, no judgement
You can get that from anyone else
You don’t have to prove nothing
You can just be yourself
When you’re with me, no judgement
We can get that from everyone else
And we don’t have to prove nothing
When you’re with me, no judgement
Ohh, we don’t have to prove nothing
Mhm, when you’re with me, no judgement

pausou a música após o segundo refrão. Ele queria dizer tanto para ela, mas também queria ouvir o que ela tinha para dizer.

.. – Os dois disseram ao mesmo tempo.
– Pode falar. – Ele permitiu.
– Eu acho que preciso te agradecer. Mas é que tudo é tão complicado, eu e Lola, minha irmã mais velha, fomos criadas para sermos perfeitas, para ser exatamente o que a sociedade quer de nós. E quando Lola veio para a universidade, ela descobriu aquele bar por acaso em um dia que tinha ido visitar Marie. Marie cuidou de nós quando pequenas e hoje cuida de uma pousada em Aylesbury. Foi a válvula de escape dela, assim como é a minha. Só que a gente toma o cuidado necessário pra que ninguém descubra quem nós realmente somos. – começou a ficar desesperada, ela se sentia sufocada quando pensava sobre o assunto.
– Ei, calma. – disse enquanto a abraçava. – Respira, eu estou aqui caso queira conversar. Eu só quero que você entenda que eu não vou nunca te julgar, comigo você pode ser livre pra ser quem você quiser. Charlie ou .
– Obrigada, !
se sentia um pouco aliviada após conversar com , seria bom ter alguém para ajudar em suas escapadas e, melhor, acompanha-la em suas noites de bebedeira.
Por um impulso, ela o beijou. sorriu enquanto os lábios de estavam encostados no seu. Depois desta noite, ele tinha certeza que todo o tempo que passou a observando na sala de aula tinha valido a pena.
Nenhum dos dois saberiam dizer o que esperavam do futuro, mas estava feliz de poder dividir com os seus segredos.

 

Nota da autora: Oii gente, espero que vocês tenham gostado dessa história. Ela foi bem difícil de escrever porque estou passando por um bloqueio criativo beeeem complicado, mas ela saiu nos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação hahaha
Enfim, não deixem de ler as outras histórias deste especial.
Um beijo grande