Today Was a Fairytale

Today Was a Fairytale

Sinopse: Um primeiro encontro deve ser sobre a expectativa, mas mais ainda sobre a doçura de tê-las alcançadas e/ou superadas. Deve ser sobre estar tão envolvido e apaixonado que o resto do mundo acaba parecendo mais bonito – e apaixonado – também. E, honestamente, há algo melhor que um primeiro encontro exatamente assim?
Gênero: Romance
Classificação: Livre.
Restrição:
Beta: Alex Russo

não estava acostumada a usar vestidos. Não era sua peça de vestuário favorita, mas parecia a escolha certa para aquele dia. Para ele.
Só de pensar naquilo, que, de fato, estava se vestindo pensando nele, em fazê-lo pensar em quão bonita ela estava e tomar um instante a mais para falar ou fazer qualquer coisa quando a visse… Tinha vontade de rir. Sabia exatamente o que suas amigas diriam se estivessem ali: ela estava tão boiolinha. E o pior, nem dava para negar. Estava ridiculamente boiolinha mesmo.
Ao menos, ninguém diria de fato aquilo. Estava sozinha, acompanhada apenas de sua cachorrinha e um frio tão gostoso quanto intenso tomando seu estômago enquanto analisava a imagem refletida no espelho de corpo inteiro de seu quarto. O vestido que usava era branco, delineava o busto e o decote era discreto. A peça era perfeita para um primeiro encontro numa tarde de verão, e as sapatilhas que usava não só combinavam, mas também eram confortáveis. Tudo parecia perfeito, mas ainda estava nervosa. Tão nervosa.
Seu coração deu um solavanco no peito quando ouviu o celular apitar com uma nova mensagem e, depois de uma última breve checagem em sua aparência, avançou em direção ao aparelho esquecido em cima da cama junto com sua mochila. Ele estava lhe esperando em frente ao seu prédio.
Como nunca estivera lá, seria preciso certa burocracia para que ele entrasse no prédio sozinho, então acabou sendo mais prático que combinassem de ele esperá-la lá embaixo. E lá estava ele.
O estômago de revirou violentamente depois que ela o respondeu e guardou o celular na mochila, colocando-a nas costas e caminhando para fora do apartamento. Desceu de seu andar, o terceiro, até o térreo, cumprimentou o porteiro com um aceno e então atravessou o pequeno pátio de entrada em direção a rua, o coração dando um novo solavanco no peito logo que fechou os portões pesados atrás de si e seus olhos, finalmente, encontraram os dele.
estava tão bonito.
Precisou tomar um instante, exatamente como chegou a torcer que ele fizesse, enquanto o encarava do outro lado da rua, lhe esperando recostado a um carro que não era dele, mas podia muito bem ser.
— Você ‘tá linda – ele murmurou quando ela se aproximou, depois de respirar fundo. abriu a porta do carona para ela e a garota soltou uma risadinha, entrando no carro. Ele deu a volta e entrou no carro também.
— Esse carro não é seu – não era uma pergunta e enrubesceu de leve, assentindo.
— É da minha irmã, na verdade – ele confessou, um pouco envergonhado. – Eu peguei emprestado. Não achei que seria muito romântico te levar pra sair de ônibus.
— Bom, se a gente pegasse um ônibus vazio… – se interrompeu, como se ponderasse. Ela tinha, naturalmente, um quê teatral em tudo que fazia e não soube dizer se ela estava realmente pensando sobre o assunto ou se devia dizer algo e mordeu o interior das bochechas, se perguntando se estava mesmo pronto para aquilo. Ele a achava incrível de verdade, mal podia acreditar que ela aceitara sair com ele, mas o ponto era… A achava incrível demais. E se ele não estivesse à altura? – A gente poderia sentar lado a lado, com os ombros encostando – ela sorriu para ele, os olhos lhe segredando o que sentia a respeito da imagem que pintava: tanto carinho… – Poderíamos dividir os fones e escutar músicas juntos também. Não seria de todo ruim – ela acrescentou um instante depois e lhe deu um sorrisinho, apontando em seguida o rádio no painel do carro.
— Ainda podemos ouvir música, e vou até deixar você escolher a primeiro, porque sou legal, hm? – o tom de sua voz combinava tanto com o dela que era ridículo e soltou um risinho, parcialmente de nervoso.
fazia algo com ela, algo que ninguém mais nunca fizera. Ela se via tanto nele, e a melhor e mais improvável parte daquilo: adorava o que via.
— Muito obrigada, meu bem. Você é deveras doce – brincou, a formalidade ultrapassada em sua voz fazendo com que ele não conseguisse segurar aquela risada de menino que ela precisava admitir: amava. Gostava de como sua boca se abria tão grande e bonita e os dentes se exibiam alinhados e perfeitos enquanto sua cabeça ia, primeiro para frente, depois um pouco para trás. Adorável, céus.
estendeu seu celular para a garota depois de abrir o aplicativo do Spotify e permitiu que a garota escolhesse a música enquanto dava a partida. Honestamente, nem precisou pensar muito. Sabia muito bem, e se orgulhava disso, como ligar as pessoas que gostava a músicas e seria mentira dizer que, mentalmente, já tinha uma playlist inteira sobre ele pronta. Ou talvez mais.


Seus olhos e seus olhares
Milhares de tentações
Meninas são tão mulheres
Seus truques e confusões
Se espalham pelos pêlos
Boca e cabelo
Peitos e poses e apelos
Me agarram pelas pernas
Certas mulheres como você
Me levam sempre onde querem

 

encarou enquanto ela aproximava o celular da boca e o usava para simular um microfone, balançando os cabelos soltos de um lado pro outro de maneira exagerada só pela graça e o fazendo sorrir. Não tanto pela brincadeira com os cabelos, mas por todo o resto. O resto inteiro. A música descrevia bem o que ele sentia e não tinha ideia se ela fizera de propósito, se era assim tão óbvio, mas era ao mesmo tempo um alivio, e estranhamente sufocante também, ouvir as palavras saindo da boca dela. As palavras que um dia, há muitos anos, um garoto apaixonado por uma mulher cantou e hoje, tantos anos depois, ainda descreviam os sentimentos de outros garotos como ele. De .


Garotos não resistem
Aos seus mistérios
Garotos nunca dizem não
Garotos como eu
Sempre tão espertos
Perto de uma mulher
São só garotos

— Eu vou ignorar você… – ele riu, deixando escapar uma nota deliciosamente – para – juvenil, de nervoso na voz. O que veio em seguida só fez com que o estômago da garota revirasse outra vez, de maneira ainda mais intensa. – Ou vou bater o carro da minha irmã.
Tão, tão adorável.

***

levou ao Solar do Unhão, onde funcionava um dos museus favoritos da garota, mas também, naquela semana, um festival de curtas independentes baianos. Ela mal pôde se conter de animação enquanto desciam a ladeira até a entrada do conjunto arquitetônico que era um dos lugares favoritos de em toda Salvador, mas céus, honestamente teve pena de depois que ele contou o que fariam lá.
A primeira graduação de fora em cinema, embora pelos motivos errados, o fato era que acabou cultivando uma paixão e carinho pela sétima arte muito maior do que jamais esperara, e mesmo agora, em seu primeiro semestre estudando Letras na UFBA, a garota buscava estar por dentro do que os novos cineastas e coletivos de sua cidade estavam fazendo. Por isso, aquele tipo de festival era sempre um oásis para ela, que, no entanto, passara a semana um tanto chateada por saber que perderia aquela edição. Exceto que, bem, descobria agora que não perderia.
era um sonho. Um sonho estupidamente doce.
— Pronta? – ele perguntou depois de pegar seus bilhetes e a garota concordou animada, aceitando a mão que ele lhe estendeu para seguirem juntos em direção a primeira sessão.
Ao menos, soube que o frio que sentia crescente em seu estômago fazia conjunto com o que ele sentia, visto que tentava disfarçar um sorriso encarando suas mãos juntas quando ela o flagrou, precisando ela mesma disfarçar o próprio sorriso.

Assistiram a todas as sessões do dia e, quando saíram da sala de exibição, o sol já esfriava e o vento soprava um pouco mais frio, pegando de surpresa. Ela não levara um casaco, nunca precisava de casaco em Salvador… honestamente, que pataquada era aquela?!
— Aposto que esqueceu o casaco de propósito – provocou, tirando o dele e colocando-o por sob os ombros da garota quando a notou estremecer de leve. riu, observando como a peça a envolveu tão bem e tentou não pensar em como cheirava a ele, o encarando com um sorriso.
— Vamos ver o pôr do sol? – embora a pergunta tivesse a intenção de captar os planos dele para o resto do dia, os olhos pediam, por favor, que vissem o pôr do sol. riu fraquinho por isso e concordou com a cabeça, seguindo-a pelo local. Já havia estado lá uma vez, há alguns anos num passeio de colégio, mas honestamente, nada era como vê-lo com os olhos de . Tudo lá parecia encantá-la tanto que, inevitavelmente, o encantava um pouco também.
Era irônico que ele a houvesse levado até lá e não o contrário.
— O que você achou dos filmes? – ele perguntou depois de se sentarem próximo a uma estrutura em ferro a beira-mar. A visão dali era linda, e nem era só o mar e o sol, muito aos poucos, descendo em direção ao seu descanso, havia poesia até mesmo nos pescadores que trabalhavam ali próximo, na praia ali ao lado, onde crianças e adultos, gente de todo o tipo, aproveitavam o misticismo e a calmaria que o mar emanava. entendia cada vez mais porque parecia gostar tanto daquele lugar.
Diante de sua pergunta, a garota o encarou com um sorriso agradecido. Estava tentando de verdade se comportar, não despejar nele todas as suas impressões tão logo saíram da sala de exibição, porém Deus, tinha tantas… E ele estava ali, perguntando e sorrindo, sorrindo até mesmo com os olhos. Querendo mesmo saber.
— Incríveis. Todos eles – ela soltou, num fôlego só e, como se houvesse sido um alivio, mas também um esforço revelar aquilo respirou fundo outra vez. sorriu pequenininho, esperando que continuasse. – Eu achei incrível como organizaram a exibição de modo que eles conversassem entre si, sabe? O primeiro que vimos falava de família de um jeito tão doce, eu quis tanto abraçar a minha mãe e quase pude ouvir a risada do meu pai também… Eu amei e odiei como cada curta levava ao outro com uma melancolia tão dolorida, sabe? – não tinha certeza se sabia, mas assentiu mesmo assim, só para que ela não parasse de falar. Haviam visto uma série de curtas com o tema família, cada um com um olhar diferente sobre a ideia de família, a própria família ou a família dos outros, enfim, uma história diferente para contar. Uns eram mais fortes que outros, mas todos pareciam tão importantes. Como algo a se valorizar e não esquecer… Como família. – Eu gosto disso sobre o cinema. Às vezes, temos certas noções sobre certas coisas que levamos como verdades absolutas simplesmente porque é a nossa vivência, o que conhecemos. Acho legal como o cinema, em sua própria língua, tão deliciosamente acessível, facilita que a gente conheça mundos diferentes dos nossos.
— Músicas também podem fazer isso. – saiu em defesa de sua própria paixão, arrancando um sorrisinho de pelo modo como fez e revirou os olhos por isso. – Só estou falando.
— Eu sei – ela praticamente cantou, mas ainda o olhava como se ele fosse a coisa mais adorável em que já pusera os olhos. E meio que era mesmo. – Eu também acho.
— Não acha… – retrucou, balançando a cabeça e falhando em segurar a risada, o que a fez sorrir largamente, o empurrando com os ombros de leve. Ele riu e a empurrou de volta. – Você não é escritora? – murmurou depois de um instante, vendo-a assentir com certa confusão no olhar. – Então, concorda comigo. Outras artes podem fazer isso também. Músicas e livros…
— É claro que podem, meu bem – sorriu largamente, querendo apertá-lo e beijá-lo inteiro e, na exata mesma proporção, amou e odiou seu ar de quem sabia mais que ele. E aquilo era novidade pra ele, que normalmente só odiava. – Mas nenhuma delas faz isso tão bem quanto o cinema, que é a arte mais acessível. É visual e representativo. Pense em nossas novelas…
— Você soa como uma professora – ele riu, não conseguindo deixar de apontar. chegou a corar de leve, mas agiu como se não fosse nada demais, como se não houvesse notado que ele mais lhe observava do que prestava de fato atenção no que dizia. – Pensa em ensinar cinema?
— Até minha carreira como escritora decolar, não é má ideia não – a garota respondeu de pronto, com a leveza e alegria de quem só então pensou na possibilidade e a abraçou com tudo que há em si. acabou sorrindo, gostando daquilo e, por um instante, isso foi tudo. Encararam um ao outro, sorrindo com os lábios e os olhos, e seus corações pareceram transbordar com aquela sensação borbulhante e deliciosa que nunca mentiu: estavam apaixonados. Tão, tão apaixonados.
? – chamou quando seus rostos estavam próximos o suficiente para que o coração dela pulasse como criança feliz. O garoto apertou os lábios, tentando fazer com que os olhos parassem de cair na boca dela, e encarou seus olhos. – Se eu não te beijar agora, talvez não tenha certeza que sinto o mesmo que você, ou sequer vai conseguir imaginar o que eu sinto de verdade, mas… Ainda pode escrever músicas e livros sobre isso, sobre tudo que você sentiu hoje. Um filme, porém, contaria as duas versões da história com mais clareza e simplicidade também, de maneira mais acessível, que outra forma de arte faria – discursou e acabou por arrancar uma risadinha do garoto, que balançou a cabeça.
— Você gosta muito de ouvir que está certa, não é? – ele perguntou, sorrindo sem conseguir se conter quando ela sorriu largamente para suas palavras, como se estivesse muito, muito satisfeita. – Você está certa, – ele, enfim, cedeu, de maneira condescendente, o que sabia tanto quanto ele ser apenas uma tentativa de implicância e apertou seu nariz, se pondo de pé.
— Vamos sair daqui? – sugeriu e olhou em seus olhos por um instante. Eles faiscavam tão bonitos, não pareciam sugerir um fim ao encontro, mas uma nova impensada e deliciosa aventura. O garoto acabou por concordar, se pondo de pé também. Deram as costas ao pôr do sol e seguiram para fora daquele lugar que gostava tanto e, precisava admitir, também gostava muito agora.

***

Terminaram em frente ao prédio de , comendo fast food no carro da irmã dele. Sendo sincera, uma parte de queria chamar o garoto para subir, lhe apresentar sua cachorra e vê-lo admirar os pôsteres que ela tinha espalhados pelo apartamento, mas se preocupava com o que aquilo podia parecer. Pareceu seguro, e deliciosamente confortável, ficar ali com ele, comendo no carro.
O rádio tocava baixinho Something Good Can Work e mordia o lábio um pouco mais forte toda vez que se via reparando na letra da música, ao mesmo tempo em que reparava também em . Nas marquinhas claras, quase invisíveis, que encontrava em seu corpo, ou no bico que ele fazia enquanto comia.
— Quer fazer alguma coisa amanhã? – o garoto enfim criou coragem pra perguntar, e , que sequer esperava, sentiu o coração sapatear outra vez, mordendo um sorriso estupidamente largo.
— Quero – soprou sincera. Podia muito bem fazer algo com ele todos os dias. – O que vamos fazer? – quis saber, rindo junto com ele quando seus olhares se encontraram porque, bem, combinavam tanto que só podia ser cômico.
— Tem um barzinho de música ao vivo perto da minha casa, eu acho que você vai gostar… – ele falou nervoso. Saíram num encontro durante o dia, sequer se beijaram, e ele a estava chamando para sair na noite seguinte. Tinha medo de estar fazendo tudo errado. – Se você quiser, eles tocam boas músicas e…
— Espero que toquem ‘Garotos’ – o interrompeu, fazendo com que ele sorrisse. Deus, ela era incrível.
— Eu também – deu de ombros, não se importaria se aquela se tornasse a música deles. Parecia certo. – Te vejo amanhã, então?
mordeu um sorriso sapeca e fez que não.
— Ainda não, – o tom de quem lhe confidenciava algo fez o estômago dele revirar daquele jeito bom que vinha fazendo desde cedo. – Ainda não acabamos aqui.
— Na… Não?
olhou de seus olhos para sua boca e fez que não.
— Eu disse que se não te beijasse, não saberia se sinto o mesmo que você – ela lembrou, referindo-se ao que dissera algumas horas atrás, ainda no Solar do Unhão. – Quero que saiba – ela se aproximou um pouco mais ao falar e agora seus rostos quase se tocavam, os narizes despontando muito ligeiramente um para o outro. tocou sua nuca com cuidado e esperou que ela se aproximasse mais, fechando os olhos quando a garota o fez.
Diante da visão tão bonita dele com os olhos fechados, esperando por ela, sorriu um pouquinho, levando um instante para cessar a pouca distância que resistia entre eles simplesmente porque quis se dar ao luxo de memorizar cada traço dele naquele momento, um instante antes de beijá-lo. Tão logo suas bocas se encontraram, ele tocou seus cabelos, primeiro num afago, depois imiscuindo os dedos com mais força entre os fios, torcendo-os ali e buscou sua língua com a dela, trazendo-a para a própria boca numa massagem lenta e gostosa, sentindo uma queimação de pura realização no peito como consequência. Era como fogos de artifício tornando tudo dentro dela quente e bonito, como se seu corpo comemorasse. A comemoração tão deliciosa que aquele beijo merecia, que eles mereciam.
— Agora eu sei – falou primeiro quando cessaram o beijo, aproveitando o fato de ela ter mantido os olhos fechados mais tempo que ele, sorrindo sozinho por isso e depois mais ainda, quando ela sorriu para suas palavras, roubando lhe um selinho rápido antes de abrir os olhos.
— Te vejo amanhã – murmurou, abrindo a porta do carro para sair e apenas assentiu, lhe observando se afastar.
Enquanto ele dava a partida e seguia de volta para casa, subia o elevador em direção a seu apartamento, e exatamente como viriam a descobrir ser comum entre eles, eram tomados pelas mesmas e mais deliciosas sensações. Era como se houvesse algo como mágica lhes envolvendo e embalando em direção ao fim do dia perfeito, os corações sonhadores entrando no compasso de todos os sentimentos que borbulhavam dentro deles sem qualquer esforço.
Estar apaixonado era como um conto de fadas. E era bom.

FIM

 

Nota da Autora:
Hey!!!!!!!!!!! Por favor, me deixem saber se gostaram!!!!!!!!!
Eu amo demais essa música e a fofura que ela emana, sério. Gosto do jeito que ela fala de amor e destrincha um dia perfeito com quem a gente gosta, então escrever sobre ela/em cima dela foi gostoso demais, meu Deus! Amém FOFIC por esse especial que me deu essa oportunidade tão gostosa! Tô muito feliz <3
Aproveitando esse espaço para deixar um salve para um dos meus lugares favoritos no mundo, o Solar do Unhão. Conservem esse paraíso baiano e, quem não for da Bahia, não hesite em conhecer. Prometo que é lindo! E outro salve para todo cineasta baiano suando por seu sonho!
Dedico (zero surpresas pra quem me conhece) essa história ao meu cheiro, meu neném Jung Subin. Tudo de bom pra ele e que encontre um amor gostosinho assim ):
Xx.