Of Love And War

Sinopse: Ela foi quase beijada pela morte. Sentiu a frieza de um Comensal da Morte. Recebeu o calor de pessoas boas.
Rose, passou seus onze anos no orfanato, até o momento que foi levada pro um dos professores de Hogwarts. Foi mais fácil do que imaginava e passava ser mais difícil a cada ano. Estava determinada que queria saber sobre seu passado, e conhecer o nome de seus pais, mesmo que aquilo lhe custa-se: Dor, perda, saudade e afastamento… E talvez uma das escolhas mais difíceis.
“Houve uma guerra, onde todos lutaram a favor do bem, onde eu lutei para proteger todos me acolheram e que me chamaram de amiga e até mesmo de filha. Onde eu protegi aqueles que eu realmente amei, principalmente aquele que eu mais senti amor.
E foi naquele momento, que o vi sem sua varinha recuado, que eu senti o motivo e o significado do amor em uma guerra.”
Gênero: Romance, Aventura, Drama
Classificação: 16 anos
Restrição: A Fanfic se passa no universo de Harry Potter, porém nem tudo segue conforme a saga. Alguns personagens podem ter diferenças de personalidade. Apenas você é interativa e seu par é o Fred. O sobrenome Clarke já está em uso.
Beta: Donna Sheridan

Capítulos:

 

Prólogo

Estavam escuros os corredores do castelo, mesmo com aqueles pilares que ajudavam a iluminar o local. A garota andou tranquilamente com suas pantufas silenciosas até chegar ao pátio do relógio. Não imaginaria que iria encontrar seu melhor parceiro da sua aula favorita sentado perto da fonte que era para ter água; Era seu último ano em Hogwarts e aquela volta pelos corredores lhe faria muita falta.
Sentou-se ao lado dele, ainda surpresa já que ela era a única a ficar ali durante a noite. Esperou que ele se pronunciasse, mas o mesmo permaneceu em silêncio, apreciando o som dos animais aos arredores, as corujas do corujal, até que:
— Você vai fazer o quê? Quando sair daqui, é claro. – Espontânea nas perguntas.
— Eu não sei, professor DCAT, e você?
— Eu acho que vou ser uma auror, admiro até hoje o trabalho dos meus pais. – Ficaram em silêncio por alguns minutos. – Posso fazer um pedido?
— Sim.
— Sei que não somos grandes amigos, aquele que compartilha grandes momentos ou dias difíceis, mas se um dia algo acontecer comigo, você promete que, se até lá, é claro… – Se ajeitou e virou para ele. – Eu tiver um filho ou uma filha, você promete dizer que eu era uma grande bruxa, a segunda melhor que você conheceu, e se for possível, ser legal com ela?
Ele se virou para ela, deixando seus cabelos longos ficarem na frente de seus olhos, que saía razoavelmente com a brisa do vento.
— Eu prometo. – Deu um leve sorriso. – Você não pretende abandoná-la, certo?
— Não, a verdade é que eu tenho medo de algo acontecer, vivemos em tempos sombrios e eu duvido que até o momento onde eu sei, não sei se algo pode acontecer a ele ou ela. – Mantinha seus olhos fixos na água da fonte.
— Tenho certeza que nada irá acontecer, de todos aqui deste castelo, você foi a única que manteve uma amizade comigo e, se algo fosse acontecer com você ou com seus filhos, eu protegeria. Acho que você será minha única amiga aqui.
— Você é um amor. – Disse sincera. – Impossível não amar você, é como eu tivesse encontrado meu irmão aqui dentro.
— Eu digo o mesmo. – Eles sorriram. – E eu agradeço sua ajuda com ela. – Se referiu à garota que ele ama.
— Por nada, desculpa se não deu tão certo, eu tentei de verdade.
— Tudo bem, eu agradeço.
Aqueles minutos em silêncio foram o suficiente para serem marcantes para os amigos, não tinha como não dizer que ela estava ali por dó ou pena dele. Eram realmente amigos e não ia deixar de existir aquele elo entre eles.
O tempo passou para os amigos. A garota estava em um casamento dos seus sonhos, enquanto ele, seu eterno melhor amigo, andava nas sombras juntamente das trevas; Tomar essa decisão nunca foi fácil para si, mas depois de tudo que sentiu e passou, ele não deixou de ter a certeza que aquele era o momento certo.
Uma carta e um remetente lhe fez pensar inúmeras vezes se iria até aquele local do endereço. Os dias andavam sombrios do modo que ela mesmo havia destemido, e não sabia que aquele momento ia ser algo fora de incomum, até porque não estava escrito o motivo que ela queria sua visita. Depois de pensar e manter a carta junto a si, o homem foi em direção da casa – aparatando – e no horário que ela tinha pedido, seis horas da noite.
O marido dela não estava em casa, se encontrava em uma reunião dos bruxos. Parou em frente à porta dos fundos e bateu quatro vezes, a mulher andou rapidamente e ao abrir a porta pulou no pescoço do melhor amigo. Era nítida a mudança dele, tanto de expressão quanto de suas vestes, mas não quis comentar nada, não desejava comentar naquele momento, afinal, era tempo de boas noticias e era isso que ela ia dar a ele.
— Sente-se, eu estava preparando um chá. Já volto, você quer uma xícara?
— Sim, eu aceito.
— Aqui está. – Entregou. – Precisamos ser rápidos, logo meu marido estará aqui.
— O que é de imensa importância?
— Lembra quando eu te fiz aquele pedido? – Ela o indagou.
— Lembro.
— Por favor, sei que você, bom… – Pausou para pensar se pronunciava. – Está seguindo o Lorde das Trevas, mas eu preciso te contar e pedir sua ajuda. – Ele concordou com a cabeça. – Serei mãe, não sei se é uma menina ou menino, mas tenho medo que ele tente algo, ou até mesmo outra pessoa.
— Eu estou tão feliz por você! – Foi sincero em todas as palavras. Segurou a mão dela. – Conte comigo, lance aquela magia que eu estarei presente o quão rápido precisar.
— Eu agradeço. Não está muito grande, mas acho que já dá para perceber. – Ajustava a blusa em sua barriga.
— Desde que ela nasça com sua sabedoria, está ótimo. – Zombou o marido da amiga.
— Eu não acredito nisso. – Riram suavemente. – Eu agradeço de verdade.
— Preciso ir. – Se levantou logo após colocar a xicara na mesa de centro. – Se cuidem.
— Pode deixar. – O abraçou. – Você também, por favor, não quero receber a notícia que meu melhor amigo se foi.
— Me cuidarei.
No fundo, ela sabia que era uma despedida para sempre, sabia que no fundo nunca mais iria vê-lo e que aquele momento em que apresentou seu pequeno presente ia ser marcante, uma memória feliz para os dois. Mesmo sendo das trevas, ela confiava de olhos fechados nele, bem mais do que deixar um bilhete para o diretor de Hogwarts.
Os dias passaram, a morte dos Potter abalou estruturalmente todos, deixando marcas que nunca mais iriam sumir. Alguns meses depois, a notícia que terminou com todos que estavam ansiosos da pequena, algo aconteceu, algo que nem mesmo os melhores amigos da família previam.

 

Capítulo 01 – Verão de 1982

Verão de mil e novecentos e oitenta e três. Molly, Arthur e seus filhos se despediam dos Clarke – Mãe e Filha, ambos comemoravam o aniversário das suas meninas, Gina e. As duas mães tinham combinado de fazer a festa para as duas juntas e tiraram fotos apenas das meninas juntas, era pura alegria daquela tarde ensolarada, nem parecia ser uma sexta-feira. Mal sabiam que o caos estava por vim.
Quatro dias depois da festa.
não imaginava o quanto sua vida já mudava repentinamente. Por puro amor ao seu sangue puro ou pela traição; Quando seus pais foram mortos – quando a pequena garotinha tinha completado dois anos de idade, ou melhor, quando sua mãe foi morta enquanto fugia com a pobre garota em seus braços na tentativa de salvar seu pequeno presente.
Seu marido estava preso acusado de um assassinato que o mesmo havia cometido e depois de alguns dias recebeu a noticia que o mesmo havia se matado, e para finalizar o desespero da mulher, ela não tinha alguém que poderia a ajudar, apenas uma pessoa que sabia que poderia confiar os cuidados de sua filha, a doce Molly Weasley; Porém estava muito longe de sua amiga.
Mas antes de chegar à humilde casa dos ruivos, Clarke foi cercada por Comensal da Morte, sem saída e sem ideias imediatas a mulher aparatou para o outro lado da rua, exatamente para trás das casas. Clarke colocou a criança no chão e lançou um feitiço para a mesma permanecer quieta por um tempo, e foi defender sua filha. Em um determinado momento da batalha entre os bruxos, o Comensal da Morte lançou uma das três maldições imperdoáveis; imperius. A mãe lutou esbravajadamente para não contar sobre o local da filha, deixando assim o rival mais irritado do que antes. Sem aviso ou demonstração de mudança, o Comensal lançou a terceira e a última maldição; Avada Kedavra, matando então a mãe da pequena.
Aquele Comensal se aproximou da mulher e a tirou da posição de bruços e procurou alguma pista daquela criança nojentinha que sentia tanta vontade de matar. Já que a mesma sujou o nome de sua família. Ao perceber que não encontrava nada, aparatou para a casa dos Potter – destruída depois da luta com o Voldemort há dois anos – os Clarke e os Potter moravam quase que um perto do outro, já que Lauren e Lily eram muito amigas desde a época de escola.
Depois de um tempo andando sozinha no meio da rua sem saber muito bem para onde ir, até porque era uma garotinha de dois anos, ela foi levada por uma mulher de idade que cuidou e colocou roupas secas que era de seu netinho. Ficou com a menina apenas aquela noite e já no dia seguinte levou para o orfanato da cidade vizinha; Relatou tudo e manteve a menina ali sentadinha na poltrona da sala, junto da pequena trouxinha que estava junto a ela quando fugiu ao lado de sua falecida mãe.
— Muito bem,, vamos para seu quarto. – A pegou no colo junto dos pertences da garotinha.
— Mary, essa é a, ela tem dois anos. – Entregou para a mulher. Uma jovem moça que ajudava no orfanato. Seus fios platinados destacavam juntamente de sua pele negra, extremamente esbelta. Amava o que fazia e amou a quem acabou de pegar em seu colo.
— Veio junto da certidão? – Perguntou pelo colar que estava no pescoço da menina.
— Não, já estava nela, a senhora que a trouxe que me falou, e também mostrou a carta onde a mãe deixa o nome dela, idade e o ano de nascimento, a carta estava incompleta, acho que não quis colocar mais nada ou fugiu do pai.
— E a única solução foi deixar a garotinha, torcendo que alguém a encontrasse. Vamos,, eu vou cuidar de você.
— Vou organizar o cantinho dela.
Alguns dias depois os Weasley ficaram sabendo que Lauren tinha falecido. Eles, juntamente de seus dois filhos mais velhos, foram em busca da pequena Clarke, porém não foi muito simples assim, andar e ir a lugares próximos onde tinham achado que a bebê poderia ter ficado, foram até mesmo a casa dos Potter – entre os destroços da casa, com esperança de escutar um chorinho de criança. Molly sentiu seu coração apertado, não podia fazer muito pela amiga, mas pelo menos queria cuidar decomo se fosse sua filha. Mais tarde naquele dia da busca pela filha dos Clarke, Professor Dumbledore dirigiu-se até a casa dos Weasley; como ele sabia da busca incansável do casal, avisou que supostamente ela também tinha sido assassinada pelo seguidor de Voldemort.
Não foi fácil receber essa notícia, a garota tinha feito dois aninhos oito dias depois da sua pequena Gina. Lembrou de quando Lauren avisou que estava grávida e que nasceria também em Agosto, e a surpresa quando as duas descobriram que elas esperavam suas lindas filhas.

Sua infância não foi complicada, muito menos difícil, apenas solitária. Sabia que quando tivesse dezesseis anos teria que sair dali e procurar um emprego e um lugar para morar, ou até menos que essas hipóteses.tinha suas divergências com algumas garotas do orfanato, porém sempre mantinha a calma e tentava de alguma forma focar em seus pais.
Naquele mesmo ano, em mil novecentos e noventa,terminava de descer as escadas para ir para a cozinha quando uma das crianças, Hanna, a empurrou do terceiro degrau;torceu seu tornozelo, e toda aquela calma e tranquilidade que controlava dentro de si não foi o bastante para perceber que fez a menina de fios claros cair também da escada sem que ela desse um passo sequer, ou sua amiga a empurrasse sem querer ou então sem que ela se desiquilibrasse.
Mary, a mulher que cuidava dedesde seus dois anos de idade, viu tudo e sabia quem era a culpada, porém também sabia quandoaprontava com a garota, entretanto, não era tão absurdamente igual às artes que Hanna fazia.
— Han,, vocês estão bem? – Mary se aproximou. Estava branca, ela viu tudo acontecer e viu que a menina nem tinha passado perto dela, afinal estava deitada no chão.
— Sim, eu só estou sentindo meu tornozelo doer demais. – Foi sincera e ainda não compreendia o que tinha acontecido com a menina.
— Eu não sei, eu, eu não sei. – Hanna não sabia o que tinha acontecido com ela naquela escada.
— Vamos para a enfermaria, a senhora James irá cuidar melhor de vocês. – Segurou na mão das duas meninas.
ficou ali olhando para a enfermeira que cuidava da menina enquanto esperava o tempo da bolsa de compressa finalizar. Será que era tão normal do nada cair assim? Ou era toda sua bronca que sentia da Hanna, a ponto de fazê-la cair? Não foi a primeira vez que algo muito estranho aconteceu com ela, primeiro foi ver sua única joia ir até ela quando a mesma estava com preguiça de sair da cama, e depois – algo que até ela acha que foi a pressão – a água da mangueira onde Hanna e suas amigas mexiam acabou se dispersando. Aquele dia rendeu muitas risadas.
Depois de ser bem cuidada pela enfermeira, ela voltou para a cozinha, pegou seu almoço e sentou no seu lugar de sempre, ao lado da porta. Ela nunca ia para a mesa do orfanato, além de se sentir sozinha, ela ficava sozinha. Então ela preferia ficar com a cozinheira e às vezes aprendia a fazer algumas comidas.

Primavera de mil novecentos e noventa e dois.
Para muitos, apenas uma estação bonita, cheia de flores e perfumes maravilhosos. Mas paraera a sua favorita, onde tinha suas semanas extremamente cheias. Ela acordava sempre cedo, colocava sua roupa de jardinagem, tomava rapidamente seu café na cozinha e ia cuidar das flores, plantas e até mesmo de alguns animaizinhos que apareciam pelo jardim do orfanato. Era essa estação que animava mais seus dias – tirando a parte que também precisava ir para a escola.
E mais uma vez o verão retornou na vida de Clarke, mas no fim da estação, uma senhora alta e magra de fios escuros e vestes pretas entrou no orfanato, não conversou com o instrutor para saber onde era a sala da diretora do local. Bateu na porta sutilmente e adentrou ao ouvir a permissão.
— Madame Jackson. – A mulher disse ao entrar. – Bom dia.
— Bom dia, o que a senhora deseja? – Questionou com interesse.
— Sou Minerva McGonagall, eu era amiga da mãe de uma das meninas que estão aqui, aClarke. Fiquei sabendo recentemente, depois que voltei de uma longa viagem, que eles haviam falecidos e que aestava aqui.
é uma menina adorável, esperta e muito solitária. Nós tentamos comunicar todos que tentávamos achar e que fosse próximo da família dela.
— Muita coisa aconteceu, Madame Jackson, e infelizmente não tem como controlar tudo.
— Compreendo. – Houve uma breve pausa. – A senhora quer ir vê-la?
— Sim, por favor, se não for atrapalhar.
— Não vai. – As duas se levantaram. – Ela a essa hora deve estar na cozinha, aprendendo ou ajudando as nossas cozinheiras. Por favor, siga-me.
O lugar estava bem arrumado, não era um orfanato qualquer, ele tinha suas empregadas, mas os meninos e meninas aprendiam que precisavam manter o lugar limpo – nada puxado, mas algo simples que também os mantinha ocupados por algumas horas. Aquele momento, metade das crianças estavam divididas, as que iam para o colégio de tarde e as que tinham chegado do colégio, algumas ajudavam a colocar a mesa, outras conversavam na sala de lazer
Madame Jackson e McGonagall cumprimentaram algumas crianças que estavam pelo local, até que a mulher de fios acinzentados indicou que ali, logo à frente, era a cozinha. A senhora entrou no local e pôde ver uma menina de estatura mediana, com cabelos encaracolados e no tom castanho escuro estava ao lado de uma senhora robusta, que a ensinava como preparar um molho para polenta.
— Senhorita Clarke? – McGonagall a chamou, sua voz saiu um pouco falha pela emoção.
A verdade é que não sabiam como achá-la. Eles tiveram supostos rumores que ela estava viva e em Londres, mas nunca acharam um rastro dela. Só depois que a carta deficou pronta eles souberam onde a garota estava, até porque não foi a própria Minerva que selecionou a bruxa.
— Sim.
— Poderia vir com a gente, por favor.
A menina balançou a cabeça, pálida, entregou o seu “pequeno” avental para a senhora cozinheira e seguiu as duas mulheres. Foram para a sala de conversa entre criança e pais adotivos, e foi à primeira coisa que passou em seus pensamentos. E assim um pequeno sorriso apareceu em seus lábios.
— Podem ficar o momento que precisarem, eu estarei em minha sala. – Jackson disse antes de fechar, com um sorriso largo nos lábios, demostrando a felicidade que sentia pela a garota.
— Desculpa não estar com uma roupa bonita, todas as minhas… – Parou para pensar rapidamente. – Estão lavando, é que eu nunca recebo visita.
— Sem problemas. – A senhora sorriu. – E como você está?
— Bem, um pouco cansada, foi aula de educação física. – Estava desconfortável, não tinha feito isso antes.
— Isso é bom. Eu não vim aqui para falar sobre a sua adoção, querida. – Passou as mãos nos fios dela. Aquilo tinha sido uma facada no peito da menina. – Eu preciso te contar algumas coisas, mas antes, preciso te fazer uma única pergunta.
Clarke balançou a cabeça em positivo. Não conseguiu esconder sua tristeza.
— Você… – Pausou rápido. – Já aconteceu algo que você nunca conseguiu achar uma resposta?
— Sim. Isso já aconteceu com a senhora?
— Já. – Um súbito sorriso apareceu. – Eu acho que essa carta pode te ajudar.
A menina pegou a carta e a analisou, o envelope em tom amarelado, a letra desenhada e um pouco torta, a tinta era em tom verde, era linda de se admirar.
“Mrs. R. Clarke
Strawberry Field.
16 Beaconsfield Rd, Liverpool L25 6EJ
United Kingdom.”

Ao virar, o brasão de Hogwarts com os quatro animais representando as quatro casas o selo de cera purpura lacrando o pedaço de papel deixava ainda mais interessante, ela nunca tinha visto algo tão lindo. Abriu cautelosamente a carta e leu cada frase, sem entender muito, olhou para a mulher ao seu lado que permanecia a mesma expressão. Serena.
— Desculpa, eu não entendi.
— Você irá estudar em Hogwarts, escola de magia e bruxaria,. – Sussurrou. – Assim como seus pais.
— Meus pais eram bruxos? Existe magia?
A mulher riu discretamente.
— Sim,, e você irá aprender muitas coisas lá, mas eu preciso que isso fique entre a gente.
— Está bem, e quando eu começo?
— Em setembro, primeiro de setembro.
— Isso é nessa semana. – Comentou.
— Isso mesmo, a senhorita irá comigo a partir de hoje, ficará em um pequeno lugar durante esse tempo.
— Eu vou subir e arrumar minhas coisas então.
— Não precisa, elas já estão arrumadas e esperando por você no último degrau. – Se levantou. – Eu irei conversar com a Senhora Jackson enquanto você se despede de suas amigas.
— Está bem.
levantou e pediu licença, como havia aprendido com Mary, e foi na direção da cozinha. Procurou por ela brevemente e foi até Mary que estava a cuidar das crianças que tinham chegado da escola, e isso incluía Hanna. Chamou a moça para uma breve conversa.
— Mas isso é incrível, você vai ter um lar. – A mais velha comemorava.
— Sim, e eu vou ainda hoje, mal posso esperar para conhecer. – Não disse a verdade, mas a ansiedade era verdadeira.
— Me mande noticias viu, e não esqueça de mim. – Abraçou a garota fortemente.
— Não esquecerei, Mary.
pegou sua mochila e foi se encontrar com Minerva, que terminava de agradecer a breve hospitalidade.feliz, agradeceu Lucy Jackson. Antes de sair de dentro do terreno do orfanato lembrou-se de suas malas, era apenas uma bem mediana, ao questionar sobre se o objeto já estava depois do portão, Minerva a avisou que não precisava se preocupar, que já estava no local onde ela iria ficar. E com isso seguiu rumo a sua nova casa. Hogwarts.

Nota da Autora: Oi! Meus bruxos e bruxas. Trago a vocês mais uma fanfic desse universo que eu tanto amo, mais uma pois já escrevi Azul e Bronze: Baile de Inverno. Eu estava muito empolgada, pois me apeguei bastante com a Rose.
Com isso, apresento Of Love and War, não preciso dizer que é com o Fred né? Kk, mas falando serio agora, espero que gostem mesmo sendo – nesse momento – só esse prologo no momento.
Bom amores, eu realmente espero que tenham gostado da fanfic ❤
“Comentem o que acharam, obrigada pelo seu gostei, e nos vemos no próximo capítulo” – Alanzoka.
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