Monster In Me

  • Por: Frankie S Kemper
  • Categoria: Heróis | Restritas
  • Palavras: 4154
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Sinopse: Bucky Barnes nunca havia percebido o quão perdido estava sem ela, mas a verdade era que sempre esteve. Sem ela, era apenas um soldado perdido que havia esquecido o que era ter um lar até ela lhe dar um.
Fandom: Vingadores
Gênero: Romance
Classificação: 18 anos
Restrição: Bucky Barnes é fixo. A fic foi escrita originalmente com a Viúva Negra como personagem principal feminina, mas é possível lê-la de forma interativa.
Beta: Natasha Romanoff

corria a toda velocidade, se protegendo como podia da enxurrada de tiros ricocheteando ao seu redor. A adrenalina percorria por suas veias a todo vapor e seus pensamentos estavam a mil enquanto ela pulava de estratégia em estratégia.
Escondeu-se atrás de uma van escura, sentando-se ao chão e respirando fundo diversas vezes, tentando recuperar o fôlego para que voltasse a correr, mas os passos firmes no chão denunciavam que ele estava próximo.
Carregou o revólver e aguardou o momento certo para apontá-lo e atirar uma, duas, três vezes. Um de seus tiros atingiu-o no braço, apenas ricocheteando enquanto ele vinha implacável em sua direção.
Seus traços haviam mudado muito pouco. Na verdade, apenas os cabelos dele haviam crescido um pouco mais, mas não podia perder tempo analisando-o como gostaria. Um vacilo e estaria morta, porém estava difícil de acreditar que ele seria capaz mesmo de matá-la.
Não havia como não ser ele. Ela o reconheceria em mil anos, mas por que ele não se lembrava dela? Respirou fundo mais uma vez, contendo as emoções que queriam lhe aflorar e se virou novamente para atirar, não o encontrando mais vindo em sua direção. Seus sentidos se aguçaram em sinal de alerta e ela olhou para cima bem a tempo de vê-lo saltando em sua direção, por cima da van.
Chutou-o com toda a força que possuía, lançando para longe a arma que ele segurava e o fazendo cair no asfalto, mas tão cedo ele já se levantou, avançando em sua direção com ainda mais fúria do que antes. não recuou e, ao invés disso, voltou a chutá-lo, se abaixando para desviar um soco, que por pouco não a acertou, socando-o no estômago e ignorando a dor que sentiu na coxa esquerda quando a perna dele a atingiu em seguida. Seus movimentos eram rápidos demais, mas ela sabia que era páreo para ele, aquela não era a primeira vez que lutavam.
Seu corpo foi lançado ao chão quando ele a chutou novamente e ela aproveitou para sacar a arma, atirando diversas vezes na direção dele, que não se abalou e voltou a avançar para cima de .
— Merda — resmungou, quando a munição se esgotou, então gritou quando foi arrastada pela perna como um saco de batatas. Ela sabia que ele caminharia até o próprio revólver e a finalizaria naquele momento, mas uma sobrevivente jamais se deixaria esmorecer.
Num movimento rápido, ela prendeu o braço dele entre suas pernas, o puxando para baixo, deixando-o tão próximo que conseguiria sentir sua respiração. Os olhos de ambos se encontraram, mas ela não viu nada além de fúria dentro dos dele.
— Você poderia ao menos me reconhecer — soltou, vendo a expressão dele se franzir, mas antes que pudesse fazer qualquer outra coisa, um escudo o atingiu em cheio na cabeça, fazendo-o cair de cima de . Mesmo com o risco de morrer a qualquer segundo ela desejou ter olhado nos olhos dele apenas por mais alguns segundos.
— Hora perfeita — ela ironizou, baixinho, se levantando e juntando-se a Steve, já que o soldado havia se levantado a avançado para cima dele.
O choque de seu braço com o escudo trazia um barulho ensurdecedor, mas ela não tinha tempo para pensar muito nisso, a única chance que eles tinham seria nocauteando-o.
O chute perfeito de fez com que a máscara caísse do rosto dele e Steve baixou a guarda ao reconhecê-lo.
— Bucky? — balbuciou, vendo o outro fazer uma careta confusa.
— Quem diabos é Bucky? — perguntou, mas não deu trégua, voltou a avançar na direção do Capitão.
aproveitou para correr e saltar sobre as costas dele, enroscando suas pernas em seu pescoço e lhe dando uma chave apertada. Bucky se debatia e ela apertou mais, vendo-o vermelho e quase sem fôlego.
— Droga, Barnes — acertou um soco em cheio em seu rosto, conseguindo deixar o soldado inconsciente e caindo junto a ele no chão.
Com as costas doendo, ela se desvencilhou rapidamente para algemá-lo no exato momento em que Sam pousava no local.
— Precisamos sair daqui. A Shield cercou o local — avisou e olhou dele para Steve, que continuava estático encarando o soldado invernal.
— Uma ajuda aqui seria bem vinda — ela fez com que ele acordasse dos pensamentos e Rogers a ajudou a carregar Barnes até o veículo mais próximo.

Do lado de fora da cela, observava Bucky inconsciente e tentava manter controlado o desejo de ir até ele. Era insuportável a ideia de tê-lo tão perto e não poder tocá-lo ou ouvir a voz dele chamar seu nome. E como ela queria que ele chamasse, que a reconhecesse mesmo com toda a loucura que fizeram com a cabeça dele.
Só as lembranças do que um dia tiveram faziam seu corpo inteiro estremecer de um jeito que ela não sentia havia muito tempo.
Depois dele, já havia se envolvido com outras pessoas, mas nenhuma delas havia conseguido mexer com ela da forma que Bucky Barnes fez e ainda fazia. Era como se um fosse feito para o outro e ao mesmo tempo era muito mais do que isso. Não conseguiria descrever nem em mil palavras.
Ele a tirava completamente dos eixos, fazia com que ela perdesse toda a razão e discernimento. E talvez foi por isso que ela esqueceu totalmente de sua própria segurança e entrou na cela, caminhando na direção dele, que estava deitado sob uma maca, amarrado por couro e correntes.
sabia que se Bucky acordasse, aquilo ali não o seguraria e era por isso que deveria ficar do outro lado da cela.
Como se fosse puxada por uma linha invisível, ela se aproximou o máximo que pôde dele, então levou a mão direita à bochecha esquerda dele, alisando sua pele devagar, relembrando sua textura e abrindo um sorriso pequeno quando diversas lembranças percorriam sua mente.
— Você é um bom homem, Barnes.
— Não, . Eu não sou. — soltou um suspiro, então sorriu. — Mas fico feliz que você saiba disso e ainda assim esteja aqui.
— Você também está, não é? Somos iguais.

— O monstro em mim ama o monstro em você — soltou, em voz alta, sentindo uma lágrima escorrer por sua bochecha, mas não se preocupou em enxugá-la. Ali, com Bucky, ela não precisava esconder quem realmente era. — Ah, Barnes, você poderia ao menos me reconhecer — repetiu o que havia dito antes, descendo a mão do rosto dele e seguindo até o ombro.
Tocou devagar o braço metálico, sentindo cada centímetro da textura gelada, então enlaçou seus dedos nos dele. Mesmo ele não os apertando de volta, era como se, de repente, ela estivesse retornando para casa.
Encarou o peitoral dele coberto pelas roupas um tanto rasgadas devido ao combate e cogitou deitar sua cabeça ali como já tinha feito inúmeras vezes antes do destino separá-los.
Então, em um movimento súbito, os dedos de Bucky se fecharam em volta dos seus, mas não na resposta que ela esperava porque no segundo seguinte ele torcia seu braço tão forte que ela não conseguiu reagir, mas ainda assim tentou.
Sua atitude voltou-se contra ela, que perdeu o equilíbrio e teria caído no chão se Bucky não a pegasse pela cintura, apenas para erguê-la pelo pescoço com o braço mecânico, apertando os dedos na garganta de e fazendo-a quase perder a consciência.
— Barnes — tentou chamar, sem conseguir emitir som algum.
— Por que vocês insistem em me chamar assim? — ele questionou, empurrando contra a parede, tornando ainda mais difícil para ela respirar. — Por quê? — gritou, pressionando-a mais contra o concreto. O soldado estava confuso e odiava se sentir daquela forma. Não conseguia entender o motivo de estar dando ouvidos a ela. Poderia simplesmente matá-la, como havia sido mandado fazer, e fugir dali.
— Sou eu, Bucky. . — ela tentou, fixando os olhos nos dele, sentindo lágrimas se formarem tanto pela falta de ar quanto pelo desespero que sentia por ele não a reconhecer. Queria gritar de frustração, estapear a cara dele diversas vezes até que sua cabeça voltasse a funcionar, mas ela sabia que não seria assim que resolveria aquela confusão.
— Eu não sou Bucky — socou a parede com a mão livre, sem nenhuma intenção de acertar , mas aquilo não era de seu feitio. Ele atirava primeiro para perguntar depois, ele não ligava se tinha que ferir mulheres ou crianças. O que diabos estava acontecendo?
Alguma coisa na expressão de fez com que Barnes, de repente, correspondesse seu olhar.
E então poucos segundos pareceram milhares deles.
mordeu o próprio lábio, insistindo em suas íris que ele deveria reconhecê-la, eles haviam prometido um ao outro um dia que nunca esqueceriam do que havia entre eles. Ela não sabia uma outra forma de trazê-lo de volta. Se não conseguisse naquele momento, não teria nada. Sabia que ele a mataria naquele lugar e ela não se defenderia dele, não conseguiria feri-lo nem que custasse sua vida.
— Sou eu — repetiu, com a voz ainda esganiçada e com o restinho de força que lhe sobrava levou a mão que tentava afastar a mão dele até o rosto de Barnes, do mesmo jeito que havia feito enquanto ele dormia, do mesmo jeito que somente ela poderia fazer. No primeiro momento, ele tentou se esquivar do toque dela, mas não conseguiu e permaneceu imóvel, retribuindo o olhar choroso dela e franzindo seu cenho.
Algo no toque de então fez com que diversas imagens surgissem na mente dele, sem que ele conseguisse explicar como, sem que ele conseguisse entender o que aquelas imagens significavam até que um estalo lhe fez perceber que ele sabia bem o que eram. Lembranças. Sua memória estava voltando.
De repente, ele não via mais uma desconhecida que deveria matar, ele via…
? — questionou, afrouxando o aperto no pescoço dela, não conseguindo acreditar que, até aquele momento, havia sido capaz de machucá-la.
— James — ela soltou, quase gargalhando aliviada porque então pela primeira vez ela viu o ar de reconhecimento nos olhos dele. As lágrimas desceram por suas bochechas com mais descontrole e ela aproveitou para agarrar o pescoço dele com seus braços, o abraçando e soluçando contra os ombros dele. Bucky a apertou pela cintura, grudando o corpo dela ao seu.
— Não acredito que quase matei você — soltou, sentindo a terrível onda de culpa, por mais que ele não tivesse controle de si mesmo. Havia se perdido desde que o levaram para aquele maldito laboratório.
— Aquele não era você, James. Você jamais deixaria de me reconhecer — respondeu, ouvindo um suspiro dolorido ecoar por parte dele, percebendo então que ele chorava também.
— Me perdoe, . — ela negou, veementemente.
— Não há nada para perdoar, Barnes. Nada do que houve importa agora. Só importa você e eu — olhou nos olhos dele, convidando-o a deixar tudo de lado e focar apenas na saudade que sentiam um do outro.
— Você e eu — Barnes repetiu, juntando seus lábios imediatamente aos dela.
O beijo se iniciou de forma voraz, saudosa, ansiosa. Ele a apertou mais um pouco contra si, deslizando uma das mãos até a base das costas de quando ela pegou impulso e entrelaçou as pernas ao redor dele. Grunhidos escapavam de ambas as bocas.
— Como eu senti sua falta — Bucky murmurou, quando seus lábios se afastaram por poucos segundos. Beijou então o pescoço dela com vontade, dando um jeito de arrancar o uniforme dela, puxando-o para baixo, explorando a pele dela que era revelada e descendo até seu busto.
soltou um gemido quando a boca dele lhe sugou o vale entre os seios ao mesmo tempo em que suas mãos se encheram neles, massageando de um jeito tão gostoso que ela quis se livrar de uma vez por todas de suas roupas. Empurrou-o de leve e quando estava só de calcinha deu um jeito de fazer com que ele também se livrasse do que vestia.
Barnes não hesitou em atender ao pedido mudo dela e quando voltaram a se beijar ele a pegou no colo, segurando em sua bunda com firmeza e caminhando até a maca onde antes estava amarrado. soltou um gemido ao sentir a superfície gelada em sua pele, mas sentou-se sobre ela, sugando o lábio dele e puxando-o com os dentes.
— Sentiu mesmo minha falta, Barnes? — afastou-se um pouco dele apenas para encarar sua expressão desejosa quando ele acenou afirmativamente com a cabeça. — Você vai ter que fazer muito mais do que assentir para que eu acredite em você — as feições dela se tornaram travessas.
— É claro que tenho — não se surpreendeu nem um pouco ao ouvir aquilo dela. Bucky a conhecia muito bem. — Eu faço o que você quiser, . Não é segredo o quanto eu sou seu.
sorriu ao ouvir aquilo. Era indescritível a sensação de tê-lo de volta, de ver os olhos dele a encarando daquela forma desejosa e apaixonada, um reflexo de seu próprio olhar.
— Ajoelhe-se — mandou, indicando o chão com seu olhar.
Com um sorriso torto, Barnes atendeu ao seu pedido, ficando de joelhos e vendo ela abrir as pernas.
— Agora mostre — ela não precisou dizer mais do que isso, ele já havia entendido bem como ele deveria mostrar.
Suas mãos tocaram as coxas dela e seus dedos deslizaram por ali, então, olhando para o rosto dela, a boca dele seguiu para sua perna direita. Beijou sua pele devagar, arrastando seus lábios por ali e então trazendo sua língua por toda a sua extensão, subindo, beijando e voltando a subir até alcançar sua virilha, enquanto sua mão esquerda subiu pela barriga de até onde conseguia alcançar.
Bucky ameaçou lamber por cima de sua calcinha, mas em vez disso se concentrou em repetir todo o processo com a coxa esquerda dela, fazendo a mulher primeiro soltar um suspiro frustrado, que acabou se transformando em gemidos baixinhos porque os lábios dele estavam lhe enlouquecendo.
— James — reclamou, sentindo ele provocá-la novamente, por cima do tecido, mas ainda assim Barnes não parou, passando a língua de leve pelo local e então começando a chupá-la intensamente, apertando as coxas de quando ela começou a se contorcer.
Os quadris dela se moveram involuntariamente, buscando por mais contato porque o tecido de sua calcinha estava sendo estupidamente incômodo naquele momento. Droga, ela queria senti-lo diretamente em sua pele.
Levou uma das mãos até os cabelos de Barnes e os puxou com força, empurrando a cabeça dele contra ela e contendo a vontade de gemer bem alto. Só faria isso quando ele parasse de provocá-la.
Bucky sentia seu corpo reagindo com cada uma das ações dela. Estava difícil não tocar a si mesmo ao senti-la estremecendo daquela forma. Seu pau estava tão duro que mais um pouco ele mesmo iria enlouquecer de vez.
colocou um pouco mais de força no puxão em seus cabelos, então ele levou as mãos até a barra da calcinha dela e se afastou por poucos segundos, cedendo e arrancando a peça do corpo dela, deslizando por suas pernas e beijando cada uma delas antes de voltar ao que fazia antes.
Quando a língua de James tocou a boceta de , um grunhido escapou da parte dele ao mesmo tempo em que ela gemeu alto. Sentir o gosto dela novamente, depois de tanto tempo, quase lhe fez gozar de tanto prazer.
— Porra, James — escutou-a gemer, enquanto movimentava o quadril contra a boca dele, então ele aproveitou para deslizar sua língua por toda sua extensão, explorando seu clitóris e o sugando com intensidade. Alcançou um dos peitos dela com a mão e o acariciou, apertando e chupando a boceta dela com gosto, doido para fazê-la gozar em sua boca.
Sentiu-a estremecer com mais intensidade, então desceu sua língua até a entrada dela, metendo até onde conseguia, voltando para sugar o clitóris e metendo novamente. Gemidos ecoaram cada vez mais frequentes dos lábios dela e quando ela perdeu completamente o controle, fincando as unhas em sua nuca, ele soube que tinha atingido seu ápice.
— Vem aqui, Barnes — escutou-a chamar, então ele se levantou, sentindo vontade de sorrir com o feito, mas não conseguindo porque estava completamente louco de excitação.
Quando estava de pé, o puxou para si, beijando-o desejosa e partilhando do próprio gosto nos lábios dele, então, num movimento rápido, ela se levantou da maca e o empurrou contra ela, não deixando de beijá-lo enquanto suas unhas deslizaram pelo abdômen dele, explorando sua pele até a barra da cueca.
não estava com tanta paciência para provocações, então puxou a peça para baixo e lambeu seus lábios ao ver o quanto ele estava duro.
Abaixou-se na frente dele e segurou seu pau, deslizando sua mão para cima e para baixo. Bucky soltou um gemido, sem conseguir se aguentar.
— Vai me chupar, ? — ergueu uma sobrancelha para ela, vendo-a aproximar seus lábios da glande, soltando um longo suspiro por isso.
— Fácil assim, Barnes? Nem ouvi você implorar ainda — ela retrucou e continuou massageando-o apenas com suas mãos, ameaçando tocá-lo com seus lábios. Usou a mão livre para tocar também suas bolas e subiu até a virilha dele, arranhando-a e vendo-o apertar os olhos.
— Por favor — ele não resistiu e sabia que seria daquele jeito. Não havia nenhuma provocação de que não funcionasse com ele.
— Por favor? — ela riu, travessa. — Por favor o que, meu amor?
— Me chupa — pediu, sentindo como se seus olhos queimassem na direção dela. — Desliza essa boca linda pelo meu pau, vai. Engole ele todo — uma vez dito, ele já não conseguiu mais se conter e todas as palavras foram ecoando num tom rouco e desesperado.
— Assim que eu gosto — ela sorriu torto, dando um beijo na glande, então envolvendo seus lábios por ali, chupando devagar.
— Chupa, — ouviu a voz dele mais mandona, então colocou-o na boca até onde conseguiu, começando a se movimentar de cima para baixo, de baixo para cima.
Os gemidos que ecoavam dos lábios de Bucky eram tão gostosos quanto o pau dele, que ela chupava com cada vez mais gosto, sentindo a lubrificação natural dele ajudá-la a deslizar com mais facilidade.
Suas unhas apertaram as coxas dele, afundando-se ali, fazendo-o quase gritar de tesão, levando as mãos aos cabelos dela e empurrando a cabeça de , auxiliando nos movimentos. Ela então tentou colocá-lo por inteiro na boca, sentindo-o tocar sua garganta e controlando a vontade de tossir, ouvindo-o gemer mais, tirando-o da boca quando lhe faltou o ar e voltando a repetir o movimento.
De repente, Barnes a segurou pelos cabelos com força, obrigando-a a parar com os movimentos porque estava prestes a gozar. Beijou os lábios de com intensidade, então a virou de costas para ele, fazendo ela se curvar sobre a maca e não hesitando em segurá-la pela bunda e meter com força em sua boceta.
Um grito escapou dos lábios dela quando sentiu um misto de dor e prazer. Barnes parou por poucos segundos, recuperando-se do tesao da primeira estocada, então voltou a se movimentar, metendo seu pau por inteiro na boceta dela, tirando e metendo de novo.
Foi aumentando a intensidade dos movimentos, ouvindo os gemidos dela lhe deixarem cada vez mais louco de prazer. se segurava na maca com cada vez mais força. Parecia que tudo dentro dela ia se explodir em prazer. Ela nunca estivera tão vulnerável como sempre ficava quando estava com Bucky Barnes.
Se virou para beijá-lo nos lábios quando ele aproximou seu tronco do dela, tentando retribuir como conseguia porque a vontade era de só gemer e gemer até o mundo acabar. A sensação de prazer era tão deliciosa que ela não conseguiria descrever em detalhes.
Barnes a apertou com mais força, levou uma das mãos até o clitóris dela e foi acariciando circularmente, adorando senti-la estremecer mais ainda de tesão. A boceta de apertava seu pau de um jeito delicioso e quando eles separaram o beijo, sem conseguir mantê-lo por muito tempo, ele levou os lábios até os ombros dela, deixando um chupão gostoso em sua pele.
Ele aumentou ainda mais a velocidade das estocadas, sentindo que não faltava muito para que o ápice fosse alcançado e, em resposta, começou a rebolar contra o quadril dele, aumentando a fricção de um jeito tão delicioso que logo ele não conseguiu mais resistir e começou a gozar feito louco.
Mesmo sentindo suas pernas bambearem, ele continuou acariciando o clitóris dela, aumentando a intensidade até ouvir-se um gemido prolongado ecoar dos lábios de , denunciando que ela também havia gozado.
Então, exausto, Bucky deixou seu tronco se apoiar sobre o dela, mas logo se virou de frente pra ele, o abraçando e trocando um beijo calmo antes de o olhar intensamente.
Nada precisou ser dito porque tudo estava implícito nos olhos um do outro.
Bucky Barnes nunca havia percebido o quão perdido estava sem ela, mas a verdade era que ele sempre esteve. Sem ela, era apenas um soldado perdido que havia esquecido o que era ter um lar até lhe dar um.
— Eu te amo, . Não posso prometer que serei o mesmo Bucky de antes, mas…
— Você é meu novamente. Isso é tudo que importa — o sorriso nos lábios dela fizeram com que ele voltasse a beijá-la.

FIM

Nota da autora: Olá, amores! Tudo certo? Essa é a primeira fanfic da Marvel que eu escrevo. Tudo porque eu shippo Buckynat horrores e sempre quis escrever algo sobre eles. Em breve, quem sabe, tenha mais. Por enquanto, espero que tenham gostado. Deixem seus comentários!
xx Frankie.

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