What I Deserve

Sinopse: É seu aniversário e o destino preparou um presente tão delicioso quanto inesquecível pra você. É hora de desembrulhar.
Gênero: Romance
Classificação: +18
Restrições: Sexo explícito.
Beta: Alex Russo

 

sempre gostou, de um jeito ligeiramente passivo-agressivo, de baladas. Tinha a ver com expectativas, no geral.
Ela sempre achou que acontecesse com todos, que ninguém realmente ia para uma festa apenas para se divertir, não importava o que dissessem. Que todos realmente esperavam algo.
Afinal, eram ambientes apertados, mal iluminados e repletos de gente bêbada, o quanto dava para realmente, de maneira genuína, se divertir?
Por isso, ela sempre achou que fosse algo que acontecia com todos. A insegurança, no entanto, aquela pontada cruel e crescente de incerteza que lhe atingia mais e mais conforme as horas passavam e o álcool ganhava espaço em seu sangue… Isso ela sempre achou que era só dela.
Era a tendência da garota, achar que as fragilidades que existiam dentro de si pertenciam apenas a ela. Descobriria naquela noite, no entanto, como levar aquelas fragilidades menos a sério e, ao em vez disso, levar a sério aquilo que sempre dizia para suas amigas a fim de convencê-las a ir a festas como aquela com ela: Só se vive uma vez.
, olha o seu celular. — murmurou, por cima da música, depois de olhar algo no seu próprio, ao passo que voltava do bar, estendendo uma vodka para , uma garrafinha de água para e ficando com sua própria cerveja.
franziu o cenho e obedeceu, puxando o celular do esconderijo no sutiã, e o desbloqueando. Olhou as notificações em busca do que quer que queria que ela visse, e ergueu, confusa, o olhar para a amiga, sem ter ideia do que estava procurando. A mais velha, então, rolou os olhos e se aproximou dela, roubando o aparelho de sua mão e ignorando seus resmungos enquanto abria o Instagram, estendendo o aparelho novamente para a amiga apenas quando já tinha aberto o que queria que ela visse.
Era o Instagram de , um rapper americano, com carreira na Coréia do Sul também, e, de quebra, um dos maiores sonhos molhados de . Literalmente. E era aniversário dele, assim como dela.
Os dois, além de tudo, faziam aniversário no mesmo dia.
A foto que , ou , seu nome verdadeiro, havia postado era uma selfie, em que ele usava uma jaqueta de couro e sorria de lado, de maneira tipicamente dele, mostrando dois dedos, no tradicional sinal de paz e amor. E ainda tinha aquele mullet, aquele estúpido mullet, que só o deixava ainda mais irresistível.
parecia também estar numa balada, era um lugar escuro e parecia haver muita gente em volta, o que, bem, não era surpresa. Era aniversário dele tanto quanto era dela e não era só típico dela querer comemorar numa balada.
Ele estava tão gostoso.
Céus, como queria dar pra ele.
— Ugh, fala sério. — ela resmungou, numa frustração sem igual. — É meu aniversário, sabe? – choramingou, olhando de para , antes de voltar a encarar seu celular. As duas mais velhas lhe encaravam com humor, mas ela não ligou para isso. Sempre lhe encaravam assim quando resmungava por , afinal, ela se tornava, de fato, exagerada. — É meu aniversário e, tudo que eu queria de presente, era uma noite com esse homem. Eu juro que se eu sentasse nele, nem guincho… — se calou, frustrada, ainda encarando a foto, já que fora interrompida por uma voz desconhecida, vinda detrás dela.
— Ei, eu topo, se estiver falando sério. — fez uma careta antes mesmo de olhar, já imaginando algum cara aleatório se metendo onde não fora chamado, porém bem, acabou apenas chocada quando olhou por sob o ombro e viu, ninguém mais, ninguém menos, que o próprio .
Primeiro, enrubesceu, e pôde jurar que até a pontinha de seus dedos ficou vermelha porque, caramba, ela sentiu tudo esquentar. Depois, ela riu. De nervoso, obvio. E, vergonhosamente, não conseguiu fazer muito além disso.
Mas, caramba, era ali. E ele havia acabado de ouvi-la falar sobre como queria sentar nele, sobre como queria tanto sentar nele.
— Feliz aniversário. — riu, piscando para ela e então se afastando, deixando para trás uma mortificada, acompanhada de duas amigas risonhas. Malditas.
— Isso… — ela parou, abobalhada, olhando de uma para a outra — Isso aconteceu mesmo?!
— Feliz aniversário. — as duas murmuraram em uníssono, mas não olhavam para ela e, ao seguir o olhar das duas, sentiu até a ponta do nariz esquentar outra vez, encontrando novamente o olhar de . Havia um brilho de diversão e curiosidade na expressão dele que fez o estômago de fervilhar e seu centro estremecer.
Caramba, ela causara aquilo. Caramba.
riu, se compadecendo ao estado da amiga, ciente que se fosse um dos garotos, rappers ou idols, que ela acompanhava ali, provavelmente não estaria assim tão diferente da amiga. — É essa a hora que você prova ser a mulher poderosa que a gente sempre soube que você é e vai falar com ele. Não é como se ele não quisesse isso, sabe. — aconselhou e a garota mordeu o lábio, assistindo cumprimentar um grupo de amigos na área VIP da festa e então, surpreendentemente, se afastar, deixando aquela área e voltando para a pista, onde e suas amigas estavam.
Ela não soube dizer como não terminou boquiaberta antes mesmo dele olhar novamente em sua direção, lhe encarando de longe, por um breve e delicioso instante, e então desviando o olhar outra vez.
Puta que pariu, estava certa. Ele queria que ela fosse até ele.
— Eu não sei se me sinto assim tão poderosa. — ela retrucou, ainda assim. Era boa em sustentar olhares e trazer sua presa pra perto, dando o bote só depois que suas línguas já haviam se encontrado, mas definitivamente, não achava que era boa em se aproximar e fazer uma gracinha para ganhar um beijo. Especialmente naquele cenário, em que supostamente faria gracinha com .
, é você quem sempre insiste em fazermos as coisas que temos vontade porque só vamos viver uma vez, então, bem… — gesticulou em direção a celebridade, que bebia uma cerveja próximo ao bar. Bem, de fato, ele estava ali, completamente acessível. Não faria sentido estar se não quisesse que ela se aproximasse e, bem, era . Se ela não fosse até ele, outra iria e não era muito exigente. A única coisa que faria se sentir mais amarga e deprimida do que perder aquela chance seria perder aquela chance para outra garota.
Então, porque ainda estava parada? Travada como um carro sem gasolina?
! — exclamou, impaciente, lhe sacudindo os ombros. — Vai de uma vez!
A garota piscou, como se buscasse sair de um transe.
— Gente — ela olhou do rosto de uma de suas amigas, para o da outra, fazendo uma careta pequenininha. — Fala sério. Sou só eu e ele… Ele é o . Caramba, o . Eu vou acabar fazendo papel de boba. Quer dizer… Por que ele ia querer a mim? Logo a mim?
, não. — reclamou imediatamente — Eu não sei porque nada em você, nunca, parece o suficiente o suficiente pra você, mas eu te prometo, você merece isso. Merece se divertir com esse cara famoso por quem você tem tanto tesão e merece, acima de tudo, acreditar que ele pode retribuir todo esse tesão também.
— Ela tá certa. Caramba, você é gostosa, ! — murmurou também, e olhou de uma para a outra sentindo os olhos lacrimejarem. Era um péssimo momento para chorar e sabia disso, mas não podia evitar. Sempre ficava um tanto emotiva em seu aniversário e eram suas amigas ali, suas melhores amigas, lhe dizendo que ela merecia muito mais do que jamais acreditou.
Ela confiava tanto nelas…
— Vai de uma vez. — as duas murmuraram juntas, naquele tom que julgava perfeito, com uma pontada de impaciência, mas tanto, tanto carinho, e então empurraram a garota para frente levemente. — Feliz aniversário.
Feliz aniversário, ela repetiu para si mesma mentalmente e, bem, foi.
tentou não andar esquisito ou fazer qualquer coisa vergonhosa no percurso pequeno até o bar, mas sentia um bolo de nervoso crescer como bola de neve em sua garganta e, por isso, não sabia se estava indo exatamente bem.
Por sorte, a tortura acabou logo.
Quer dizer, mais ou menos. Ela tinha que falar com ele agora.
— Ei, aniversariante — sorriu assim que a viu se aproximar, facilitando um pouco para ela. Bem, não exatamente. Aquele sorriso tornava a mais devassa das mulheres e atrapalhava seu raciocínio. — É meu aniversário também, sabia?
É claro que ela sabia. E, bem… Era isso. Ele havia feito todo o trabalho e lhe dado a oportunidade de fazer o gol da vitória com um passe louvável ao final da jogada. precisava fazer o gol.
Ela se esforçou para sacudir o nervosismo de si e sorriu, assentindo.
— Nunca conheci ninguém que faz aniversário junto comigo antes — comentou, parando ao seu lado no balcão — Merecíamos uma festa, não é? — acrescentou e ergueu uma das sobrancelhas, prestes a retrucar que já estavam em uma, mas foi mais rápida, aproximando o rosto do seu e pousando uma das mãos aberta em seu peito, olhando brevemente para a própria mão espalmada no corpo dele, depois para o rosto do rapper. — Só nós dois.
sorriu de lado ao ouvir e não enrolou muito para acenar em concordância, dando um passo em sua direção a fim de puxar discretamente algo do bolso. acompanhou o movimento com o olhar e viu um cartão metálico, com a logo de um hotel no chaveiro.
— Me encontra no meu hotel em uma hora? — ele pediu, estendendo a chave em sua direção. tampou a chave com os dedos, puxando-a para si com os olhos nos dele.
— Ok. — o tom cantado não foi proposital, mas arrancou um sorrisinho de , então ela sorriu também e fingiu que foi.
, enfim, baixou a mão que ainda estava sob a dele, levando a chave consigo e girou nos calcanhares, pronta para ir procurar suas amigas e avisar de seus novos planos, porém segurou seu braço antes, trazendo-a de volta para si.
— Ei, ei, espera… — ele riu, inclinando o rosto para o seu, tão perto que sentiu vertigem, o corpo todo reagindo a ele. — Você não me disse seu nome.
Céus. Ela achou que ia explodir.
. — ela, enfim, murmurou, tão abobalhada quanto de fato estava e pigarreou por isso. — Me chamo .
concordou com um sorrisinho, mas não permitiu que ela se afastasse ainda assim e, em seguida, juntou seus lábios. Talvez aquilo não fosse muito prudente da parte dele, levando em conta que era uma figura pública, mas não se importou, levando a mão que ainda segurava a chave que ele lhe dera para sua cintura enquanto o rapper segurava seu rosto entre as dele, movendo a língua tão devagar, e tão gostoso, contra a dela que achou que poderia morar naquele beijo. Bom, se aquele beijo não estivesse lhe deixando tão em chamas, claro.
Quando lhe puxou brevemente pelos cabelos, a garota soltou o ar contra sua boca e apertou mais forte em sua cintura, com ele descendo uma das mãos para o corpo dela e a trazendo mais para si também, apertando sua cintura com certa força. O movimento de suas bocas juntas era tão intenso quanto o encontro de suas línguas por si só, e, quanto mais forte apertava o nó de suas línguas juntas, mais quente se sentia, suspirando contra a boca do cantor quando, enfim, ele desfez o contato de suas línguas, separando, muito devagar, a boca da sua. O beijo fazia muitas promessas, muitas promessas tão gostosas e quentes, mas todas elas com prazo de validade. Se divertiriam naquela noite, se divertiriam como nunca, e então, estaria acabado. O olhar de confirmou cada uma daquelas promessas quando rompeu o beijo e lhe encarou.
E acabou concluindo que mal podia esperar. Queria aquilo, queria cada uma de suas promessas. E não dava a minima se nunca mais o visse. Aquilo lhe fez vibrar de excitação, na verdade. Nunca mais o veria, podia se entregar por completo. Podia deixar explodir cada chama crescente de tesão que tinha por ele.
— Te chamo , então — ele, enfim, piscou, erguendo a própria cerveja do balcão e, então, se afastando.
Com cada parte de si fumegando, assentiu mesmo que ele não fosse ver. Porque ainda pensava em como seu nome soou obsceno em sua língua depois do beijo, e em como soaria mais tarde, enquanto estivessem tirando as roupas e perdendo o fôlego. Ela pensava em como soaria em cada tom que pudesse vir a usar entre quatro paredes e, céus, não podia mesmo esperar. Estava pronta.

Na segunda vez que beijou , eles já estavam na entrada do quarto de hotel dele, e o rapper perguntou entre o beijo como ela gostava de dar. adorou a fala lasciva e, sugestiva o suficiente, mordeu sua boca, olhando em seus olhos de maneira incisiva em seguida.
— Do mesmo jeito que você gosta de comer.
Aquele não era o tipo de coisa que ela dizia sóbria, mas bem, não estava sóbria. Trinta minutos depois que beijou no bar, já havia ingerido mais doses de vodka do que se lembrava. Ela achou que precisaria da coragem, afinal.
E, bem, adorou, lhe dando um sorrisinho enviesado antes de voltar a juntar suas bocas, trazendo-a de uma vez para dentro do quarto e chutando a porta atrás de si, separando-os do resto do mundo. Agora, não havia mais nada entre eles e cada uma de suas vontades mais explosivas.
Os corpos colados enquanto se beijavam, por si só, já era uma premissa tão gostosa, mas quando as mãos de entraram por baixo de seu vestido, cada uma de um lado de sua bunda, os dedos pressionando a carne a garota se viu, novamente, mordendo a boca do cantor e ronronando baixinho contra os lábios já avermelhados dele. Ela provavelmente o maltratara demais.
olhou em seus olhos, e então, fez com que ela andasse para trás, guiando-a em direção a cama e fazendo a garota cair deitada lá uma fração de segundo depois. mordeu o lábio, o observando se livrar do colete de couro que usava por cima da camiseta escura e então livrar-se daquela peça também e, porra, já o vira fazer aquilo várias vezes no palco, mas nada lhe preparara para aquilo. , vendo como lhe atingira, desabotoou a calça também e baixou o zíper, arqueando a sobrancelha para ela, como se perguntasse se devia ir em frente.
Desgraçado.
Um tanto debilmente, estendeu a mão para o rapper, que sorriu e segurou, rindo ao terminar sendo puxado pela garota, caindo por cima dela. Ela imiscuiu os dedos em seus cabelos e então juntou suas bocas, fazendo com que a risada do cantor reverberasse em seu interior e, céus, o que aquilo fez com ela…
— Desgraçado. — ela resmungou baixinho quando ele rompeu o beijo, rumando direto para sua orelha, espalhando beijos tão quentes, e tão gostosos, ali que não devia ser certo. arqueou uma sobrancelha para a língua desconhecida na qual ela xingou e riu de nervoso. — Quer dizer que você é gostoso. Não para. — falou, sem fôlego, e ele riu, puxando seu lóbulo entre os dentes enquanto empurrava seu vestido para cima, alcançando sua intimidade e acariciando por cima da calcinha, fazendo a garota jogar a cabeça para trás, atingida por uma onda intensa de prazer.
Céus, se ele ia começar com aquilo, era bom ir até o fim.
abriu mais as pernas para , que puxou seu lábio inferior entre os dentes e desceu os beijos para sua clavícula, empurrando uma das alças de seu vestido ao mesmo tempo em que entrava uma das mãos em sua calcinha, buscando sua entrada com os dedos e enfiando dois dedos lá. mordeu o lábio, buscando se conter enquanto o calor em seu centro crescia mais e mais com as investidas de .
Seu corpo estava tão sensível, tão pronto, puta que pariu. Ela não via a hora de começar e, ao mesmo tempo, queria tanto o rosto dele entre suas pernas. Começava a duvidar que uma noite fosse ser o suficiente para saciar a sede que vinha nutrindo, a tanto tempo, de .
— Se você for me chupar, faz isso logo — ela resmungou, sem fôlego — Ou eu vou sentar em você e vai perder a oportunidade. — acrescentou, focando incisiva nos olhos de , que, por um instante, conseguiu apenas lhe encarar de volta. Juntou suas bocas outra vez, apressado, e puxou com um pouco de força os cabelos da garota, fazendo com que ela resmungasse em meio ao beijo, apertando em seus ombros em resposta. rompeu o beijo, deixando uma sedenta, ainda de olhos fechados, sozinha na cama para se ajoelhar em frente ao móvel, puxando de uma vez sua calcinha para baixo e então suas pernas, fazendo com que ela as pousasse sob seu ombro só para, enfim, enfiar o rosto em sua intimidade.
Um oral ruim era fatal, simplesmente condenava o resto da noite, mas um bom oral… Céus. Era como já estar no paraíso antes mesmo de gozar e apertou as pernas ao redor do pescoço de , nem mesmo tentando conter a onda de gemidos sôfregos que veio em seguida. Prometera a si mesma se entregar de verdade naquela noite e ia cumprir, merecia aquilo. beijava sua boceta como fazia com sua boca pouco antes e, caralho, não devia ser certo que ele fosse tão bom naquilo, provocando cada parte de sua intimidade e ignorando completamente sua entrada enquanto usava os dedos para estimular seu clitóris.
respirava de maneira falha, entregue, e movendo sem realmente notar que o fazia, os quadris em direção ao rosto de , fazendo com que ele mergulhasse mais e mais a face em sua intimidade só para, um instante depois, se afastar. quis chorar, mas durou muito pouco, e logo ela foi surpreendida pela sensação arrasadora de tê-lo chupando seu clitóris como um pirulito, os dedos encontrando sua entrada e atacando rápidos, certeiros, os pontos certos.
Porra… Aquele homem era… Porra.
A garota não demorou a desfalecer em seus braços, gemendo alto e apertando os lençóis enquanto gozava e achou a cena tão bonita. Deu um tapinha em sua bunda e então tirou suas pernas dos ombros, sorrindo enviesado quando ela lhe encarou, parecendo só parcialmente ali, em seu quarto de hotel. Ela estava tão entregue.
simplesmente não resistiu, jogando-se por cima dela e lhe roubando um beijo, que acordou da maneira mais deliciosa possível. Estavam apenas começando, afinal.
— Você pode sentar em mim agora. — ele murmurou quando o beijo cessou, tão preguiçoso que, em contraste com todo o resto, o modo como vinham se tocando e beijando até então, fez o coração de dar um solavanco no peito. E, honestamente, o dele também.
— Eu disse que… Nem guincho… — ela riu fracamente lembrando e ele riu também, acenando com a cabeça.
— Você disse.
Bom, era hora de cumprir sua promessa. espalmou seu peito e então rolou na cama, indo por cima do rapper. Ela ainda se sentia um tanto fraca, os resquícios do orgasmo tornando seus movimentos preguiçosos, mas tudo bem. Não tinha mal em provocá-lo um pouco antes e movimentou-se em seu colo, esfregando seus sexos. não vestia mais nada por baixo do vestido, então o contato acabava por ser direto demais para ela, ainda que não houvesse sequer terminado de tirar a calça.
Logo, ela estava em chamas novamente, e estendia a mão até suas costas, buscando o zíper de seu vestido, que caiu como uma pluma depois que ele baixou o zíper até o fim. cuidou ela mesma do sutiã, já que o celular estava preso ali, e deixou tanto o aparelho quanto a peça no canto da cama, onde não lhes atrapalhariam. Arqueou as sobrancelhas para , como se perguntasse se devia ir em frente, exatamente como ele fizera antes. sorriu e, como o bom cara de pau que era, assentiu.
— Por favor. — murmurou, gesticulando para ela, que riu e inclinou o corpo em sua direção para lhe roubar um beijo, um instante antes de apoiar os joelhos no colchão, um de cada lado de sua perna, e levar as mãos pequenas para a calça de , empurrando-a para baixo junto com sua cueca um instante depois. Seu membro pulou, ereto, e o envolveu, não perdendo a chance de experimentar a textura, o tamanho, tudo, em sua mão. Deus, como ele era gostoso. — … — começou em tom de aviso, mas na última silaba, soou como um gemidinho que, céus, fez se esfregar em suas bolas, o apertando com um pouco mais de força. O rapper apertou os olhos, segurando com força em sua cintura. — Se você for sentar, faz isso logo. Ou eu vou colocar você de quatro e vai perder sua chance.
Caralho.
Dizer que o estômago de revirou e as pernas bambearam era florear sua situação, já que, céus, ela tinha certeza que estava pingando naquele momento. Aquele desgraçado… Puta que pariu.
— Eu sento — concordou — Contanto que você não cale a boca.
— Gosta de me ouvir? — ele arqueou a sobrancelha, divertido e sustentou seu olhar, tão incisiva quanto todas as outras vezes que lhe encarara naquela noite. adorou. — Então, vem, . Senta no meu caralho, sente como ele tá pulsando por você…
Desgraçado, desgraçado, desgraçado.
não enrolou mais, segurando sua base e então posicionando para que pudesse, enfim, descer no pau duro do cantor.
Ela apoiou as duas mãos no peito dele, e então moveu os quadris de um lado para o outro, se ajustando ao tamanho, para, então, começar a se mover. apertou os olhos, soltando o ar de maneira pesada enquanto deixava que o aperto de sua mão na cintura da garota perdesse a força, deslizando debilmente por sua perna.
Ela, claramente, não precisava de ajuda.
— Caralho, assim , senta gostoso assim… — ele murmurou, pedinte em meio ao prazer e, céus, nunca imaginou que fosse mesmo ouvi-lo naquele tom. E nem dissera seu apelido.
— Tá gostoso? — ela retrucou, o tom provocador tirando a sanidade de , que concordou em meio a um urro de prazer quando ela deslizou de vez para frente, segurando novamente em sua base para voltar a descer em seu pau quando ele escapuliu de sua entrada.
— Meu Deus, você é tão gostosa, — ele resmungou e acabou rindo do tom estupefato, reação que, mais tarde, quando pensasse novamente sobre aquilo, surpreenderia até a ela mesma.
— Acho que estou ofendida com quão surpreso você pareceu agora. — retrucou e ele riu, de nervoso, segurando com as duas mãos em seus quadris, de modo a fazê-la parar para que ele pudesse investir, estocando tão firme e tão gostoso que se viu obrigada a jogar os braços para a frente, apoiando-os ao lado da cabeça de enquanto gemia, o som crescente denunciando seu prazer também crescente.
… Tá gostoso? — ele, enfim, devolveu a pergunta dela, arrancando uma risada da garota, que rebolou contra a cabecinha de seu pau, buscando seu olhar em seguida. A expressão dolorida de prazer fez com que o centro da garota queimasse ainda mais.
— Gostoso nem começa a descrever.
sorriu, satisfeito.
— Feliz aniversário.
riu em resposta, puxando as mãos dele de volta a fim de retomar o controle e, enfim, descendo forte em seu pau. Mais forte a cada investida e logo seus gemidos eram os únicos sons que se faziam ouvir no quarto. Não havia mais espaço para provocações em palavras simplesmente porque não havia mais ar para que aquilo acontecesse, e continuou a descer em seu pau, sentindo as panturrilhas doerem, queimando, mas Deus, de jeito nenhum queria parar.
De fato, nem guincho.
— Puta que pariu, . — murmurou depois de um instante, e em seguida, tudo foi rápido demais. Ele lhe agarrou pela cintura e jogou na cama, terminando por sair de dentro da garota, ainda que não por muito tempo. Logo, estava de quatro e novamente dentro dela, obrigando-a a segurar na cabeceira da cama enquanto ele investia forte dentro dela, o pau entrando apertadinho em seu interior molhado e enlouquecendo os dois. — Eu não ia me perdoar se não fizesse isso essa noite. — murmurou, se inclinando para falar perto do ouvido da garota, que conseguiu apenas gemer em resposta, entregue a sensação absurdamente deliciosa de tê-lo lhe fudendo tão gostoso.
— Então mete tudo — ela murmurou, olhando por sob o ombro nos olhos dele e causando uma queimação intensa tanto no peito dele quanto no dela própria, que sentiu em seguida uma das mãos dele alcançar um de seus seios, apertando e estimulando sem nenhuma delicadeza. Não que quisesse ou esperasse qualquer delicadeza naquele momento. Estava pronta para tê-lo lhe destruindo por completo. — Céus, tudo… Assim… Puta que pariu, desgraçado…
Ele riu quando ela repetiu o mesmo xingamento de antes e investiu forte, de novo e de novo, com o membro pulsando dolorosamente, já pronto para entregar os pontos. Ele insistiu ainda assim, querendo prolongar aquela noite, aquele sexo, tanto quanto possível.
só se permitiu soltar, se derramando numa enxurrada dentro dela, quando a garota desfaleceu em seus braços pela segunda vez na noite, soltando um gemidinho choroso que ele teve a impressão que não esqueceria enquanto, enfim, se derramava no próprio orgasmo. E os dois foram de encontro ao colchão um instante depois, os corpos fracos, em contraste com os batimentos tão acelerados de seus corações, que esmurravam seus peitos, de novo e de novo, incansáveis.
O rapper passou alguns segundos com o rosto enterrado no lençol, tentando recuperar o controle da própria respiração antes de, enfim, erguer o rosto, agora amassado e um tanto avermelhado, para a garota ao seu lado. Ela não estava muito diferente e ele acabou sorrindo com a visão. Cansada, ela sorriu de volta e os dois só se encararam por um instante, se permitindo despedir, sem pressa, daquela noite, deles. Sabiam que seria assim, afinal. Deram ao outro tudo que podiam dar e, depois disso, estava acabado.
Estava acabado agora.
Ou foi o que pensou antes que trouxesse seu rosto para o dele, moldando seus lábios num beijo preguiçoso, mas tão, tão gostoso. O ritmo era inegavelmente diferente de qualquer beijo que trocaram, mas era bom. Pessoas escreviam músicas sobre aquele tipo de beijo, havia, aliás, uma expressão para aquilo, em inglês pillow talk. Era a porra da conversa, da risada e do carinho do pós sexo, tudo junto, embrulhado num beijo.
Céus, aquele desgraçado era mesmo incrível.
— Feliz aniversário. — , enfim, murmurou quando rompeu, sem pressa, o beijo, sorrindo pra ela. Não foi um sorriso enviesado, foi um sorriso tranquilo, intimo. achou que aquele momento, aquele beijo e aquele sorriso, por si só, talvez valessem mais que o sexo. Ao menos, ela guardaria com tanto carinho quanto.
— Pra você também. — murmurou, enfim.
Ela teria que ir embora logo, precisava pegar um táxi até o próprio hotel e encontrar suas amigas, voltar a vida real, mas… Esperou um pouco. Só mais um pouco, ficou deitada ali, encarando e permitindo que a realidade, o fato de aquilo ter realmente acontecido, se assentasse dentro dela. E a sensação foi incrível.
Era o que ela merecia.

FIM

 

Nota da Autora:
HELLO!!!!!!!! Ai que saudades de postar meus sexozinhos gostosinhos pra vocês HAHAHA Espero que tenham gostado! Eu particularmente gosto muito dessa, tô nervosa uahsuahushaushaua
Sobre essa fanfic e a série de restritas que tenho postado aqui:
A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 14: Sua única chance com uma celebridade!
Serviu ou não? HAHAHA
Beijo, meninas! Comentem!