Bloom

Bloom

Sinopse: Eles estão em um relacionamento há três meses, mas algumas etapas ainda não foram ultrapassadas. Quando o momento perfeito finalmente chega, nenhum dos dois irá impedir que o amor floresça da forma mais natural e visceral possível.
Fandom: GOT7
Gênero: Romance.
Classificação: 18 anos.
Restrição: Linguagem impropria e cenas de sexo explícito.
Beta: Alex Russo.

 


“Take a trip into my garden

(Faça uma viagem ao meu jardim)
I’ve got so much to show you
(Eu tenho muito para mostrar a você)
The fountains and the Waters
(As fontes e as águas)
Are begging just to know you
(Estão implorando para conhecê-lo)”

O final de um período exaustivo tradicionalmente merecia uma reunião dos amigos para descarregar todas as energias ruins acumuladas entre a fadiga e o estresse dos meses anteriores. Apesar disso, os estágios, os trabalhos de meio período, as turmas de monitoria para calouros e as competições de verão – para os atletas entre eles –, não permitiam que as férias fossem aproveitadas como desejavam. Não havia a possibilidade, porém, de que ao menos um final de semana não fosse reservado para elevarem seus teores alcoólicos e para que todos esvaziassem a mente das responsabilidades irritantes que eram intrínsecas a vida de qualquer jovem-adulto no caminho para ou no início de uma carreira profissional.
No trajeto para Ulsan, agradecia o fato dos amigos terem acordado e do carro estar tomado por um barulho agudo de conversas aos berros, risadas e música. Todo o burburinho misturado a distraía da missão entediante de dirigir até o litoral. Ainda que estivesse assumido o volante há pouco menos de duas horas apenas, para que o irmão pudesse descansar, dirigir não era uma de suas atividades favoritas no mundo, então ela apreciava os berros de e a cantoria desafinada de , mesmo que os mandasse calar a boca a cada cinco minutos.
– Quer parar para trocar? – a voz de quase não seria ouvida se não tivesse desviado a sua atenção para ele no momento em que o rapaz em seu carona tocou seu joelho.
– Não precisa – ela desviou os olhos da estrada por alguns segundos para encará-lo – Só mais uma hora e chegamos.
Seu sorriso largo ao negar a gentileza tão rotineira dele fez com que sorrisse ao assentir em um murmúrio, mas ela já não o via, pois seus olhos espertos estavam novamente na estrada, ao redor de onde a vegetação montanhosa já se apresentava para eles. voltou a se aconchegar no banco ao lado dela, silenciosamente espiando-a conduzir o veículo e mentalmente anotando que, se costumavam dizer que homens eram sexies ao volante, certamente as mulheres eram bem mais e em especial aquela que ele poderia chamar de sua.
Era ainda um tanto engraçado quando este pensamento vinha tão ligeiro em suas conversas internas consigo mesmo. A irmã de um de seus melhores amigos poderia ser chamada de sua namorada pelo amontoado de três meses até ali e não havia um único dia em que ele não se auto-proclamasse o homem mais sortudo de todos por isso. era tão espantosamente incrível em tantos aspectos que por vezes o deixava inseguro sobre ser alguém a altura do que ela merecia. Claro que ela tratava de espantar qualquer insegurança dele – que curiosamente só existia com –, com seu humor espirituoso, tipicamente rolando os olhos todas as vezes que ele tocava no assunto sobre o porquê dela ter escolhido estar com ele e não com qualquer outro que pudesse ter ao seu lado.
– Às vezes eu prefiro quando você continua calado, – era o que ela lhe dizia, mordendo um sorriso ao inutilmente se fingir de brava – Ou melhor: prefiro quando você ocupa sua boca de uma forma mais divertida.
Ele sabia que ela estava sendo honesta desde sempre, afinal, qualquer um facilmente podia saber quando ela o era. era intensa e a flor da pele demais para saber lidar com simulações. Por isso, no caminho do início do relacionamento até ali, havia se acostumado com a realidade de que ela o desejava tanto quanto ele a desejava e que o amava. Tanto que havia quebrado sua promessa pessoal de não se envolver em casos sérios com atletas universitários. Eles costumavam ser uma porta de entrada para dores de cabeça que a mulher desejava nunca ter. Ele, porém, era sua maravilhosa exceção. Desde que o rapaz em questão fosse o empenhado líbero da equipe de basquete , o cara mais tranquilo com quem ela precisara lidar em sua vida, até mais do que seu irmão mais novo, não havia problema, certo?
era como o contrapeso ao seu humor frenético e, por Deus, nunca antes um olhar tão doce foi capaz de despertar nela os sentimentos mais abrasadores.
Contraditório? Bastante. Eram, porém, como as coisas funcionavam e faziam sentido para ela.
Conforme o cronometrado anteriormente, em mais uma hora de estrada os amigos chegaram a Uljugun, ao sul de Ulsan, onde o céu parecia ainda mais azul e limpo do que o céu de verão em Seul. Os ares montanhosos eram, definitivamente, os melhores. Como teriam apenas três dias por ali, sequer tomaram muito tempo acomodando-se nos quartos da pousada e apressaram-se em se preparar para descerem até a praia de Jinha, famosa pela prática comum de surfe com vela.
– Acho que quero tentar! – colocou as mãos sobre os olhos para tapar o sol e melhorar sua visão de onde alugavam as pranchas.
– Acho que você já precisa saber surfar para alugar – interveio antes que ele caminhasse até o estande, ansioso – A não ser que eles tenham instrutores…
– Não custa nada perguntar, ! – o incentivou, sorrindo largamente e abanando sua mão direita como um sinal para que ele fosse. Ela sempre apoiava seus planos malucos – Você deve aproveitar.
Assentindo repetidamente, o rapaz caminhou pela areia até onde uma fileira de velas marítimas ornamentava uma barraca de aluguel dos materiais necessários à prática do esporte. Na espreguiçadeira ao lado, bufou.
– Por que você é assim? – olhou diretamente para a amiga, fazendo os dois rapazes presentes soltarem risinhos – nunca nem pegou em uma prancha na vida.
– O quê? – rindo, se encolheu ao lado do namorado, agarrando-se ao braço dele como se fosse lhe arremessar o tubo de protetor solar na cabeça – Quero que ele se divirta, oras! Não vai acontecer nada, .
Sua voz forçadamente fofa não foi o suficiente para evitar fazer a amiga bufar novamente e rolar os olhos.
– É bom mesmo ou culpo você!
Entre risadas, por ainda resmungar por alguns segundos, se aconchegou a para relaxarem sob o sol. , por ser a mais velha entre todos, acabava quase sempre adotando uma postura maternal, especialmente com relação aos mais novos. , que já abria um livro ao deitar em sua espreguiçadeira, nunca dava trabalho, então acabava sempre sendo sobre e sua empolgação quase infantil demais para um adulto.
Enquanto o mais novo vestia seus equipamentos para começar sua primeira aula na prancha, os outros quatro arriscavam um vôlei na praia. Como eram péssimos em esportes, os irmãos mais riam do que acertavam os lances com a bola e em uma tentativa de chute desastrada de no momento em que mergulhava em direção à areia para amparar o saque de , o mais velho foi atingido no queixo, caindo com a mão na boca. No mesmo instante o amigo se abaixou para ampará-lo, ao que as duas mulheres correram na direção dos dois. O desespero de foi perceber que a boca do namorado sangrava.
– Puta merda, ! – ela o segurou pelo maxilar fazendo com que ele a encarasse, seus olhinhos ficando ainda mais fechados com o franzir de sua testa – Você está bem?
Ainda que a pergunta fosse um tanto retórica, o rapaz assentiu enquanto se acostumava com a ardência do corte no lábio inferior e esquadrinhava seu rosto repetidamente para ter certeza.
– Foi só o meu lábio – ele tentou sorrir –, não quebrei nada e nem vou morrer – brincou ao perceber que os amigos e a namorada ainda estavam tensos.
– Desculpa, cara – parecia desconcertado ao ajudá-lo a se levantar, mesmo que o mais velho não precisasse – Eu disse que era péssimo com bolas.
e riram mais abertamente dessa vez, sabendo que aquilo não era nenhuma novidade. Por causa do susto, algumas pessoas os olhavam de longe e voltou a tapar a boca, tentando não ser um inconveniente para as pessoas que estavam por ali.
– Vem, tenho sempre um kit de primeiros socorros no carro.
envolveu a cintura dele com o braço e deixou um beijinho reconfortante em seu ombro quando ele a abraçou de volta. Os dois caminharam juntos até deixarem a areia fofinha de Jinha e encontrarem o carro dela no estacionamento. Assim que as portas foram destravadas, ela buscou pela maleta na parte de trás enquanto ele se sentava em um dos bancos da frente. Com ele no carona, a mulher ficou de pé ao seu lado, deixando a caixa aberta em seu colo enquanto examinava seu rosto mais de perto. As gotículas de suor tomavam sua pele pálida e no lábio inferior e parte do queixo elas se misturavam ao líquido vermelho que saía do corte que, naquele momento ela podia ver mais claramente, não era profundo.
– Acho que seu queixo vai ficar roxo pelo chute, mas o corte é bem pequeno – ela explicou, puxando a gaze da caixinha depois de lavar as mãos com a água da garrafa que levava consigo – Bela forma de inaugurar nosso final de semana – completou em um suspiro, um pouco amargurada pela falta de cuidado de seu irmão.
– Ei – seu chamado veio junto do movimento de suas mãos agarrando as pernas dela, subindo seus dedos por suas coxas nuas, fazendo algo se revirar em seu estômago, mesmo que sequer fosse momento para isso –, não é nada demais, amor. Foi um acidente sem feridos graves.
riu fracamente, desarmada pela forma como ele piscou para ela. Querendo que ela relaxasse com aquilo, apertou seus braços ao redor dela, erguendo a cabeça para beijar seu queixo de uma forma delicada.
– Não fica brava com seu irmão.
– Não estou brava – ela finalmente sorriu e levou uma das mãos para o cabelo tingido dele, afastando-o de sua testa para deixar um carinho com os lábios por ali também.
Ela se afastou um pouco para molhar a gaze com o soro e limpar o sangue acumulado, colocando cuidado em suas ações para não machucá-lo, mas sequer parecia sentir, pois fechou os olhos e manteve a expressão serena como se recebesse um afago.
– Eu só vou encontrar um jeito melhor de fazer isso… – interrompeu-se para ajeitá-lo no banco, já que a altura do rapaz acabava por deixá-la torta, e ficou parcialmente sentada em suas coxas depois de deixar a caixinha no chão do carro – Pronto.
Mais confortável, ela limpou todo o sangramento com cuidado e quando se abaixou para pegar o anti-bactericida para borrifar, as mãos de seguraram o seu quadril com precisão, tentando ampará-la, mas causando na mulher uma sensação longe de significar equilíbrio. O pomo de adão dele, cutucando a pele do pescoço ao subir e descer mostrou que a sensação era a mesma para ele.
Apesar de estarem em um namoro há três meses, o máximo de contato sexual havia sido no sofá de sua sala quando estavam bêbados demais para continuar, porque sóbrios nenhum dos dois tentara nada, fosse por falta de oportunidade ou por cautela. Não era de se espantar que cada pequena ação mais íntima dele em sua pele causasse reações tão absurdas. Estava borbulhando para tê-lo sem pudores, mas assim como fora para que o relacionamento começasse, ela sabia que precisava de um pouco de paciência para se adequar ao tempo peculiar de .
Só que ele não estava diferente dela. Por que namorar era como um teste para não ter suas próprias mãos nela o tempo inteiro e ele a queria tanto que o superficial contato de suas nádegas fartas em seu colo o fazia engolir em seco e reproduzir mentalmente como seria se ela movesse sobre ele. O lampejo da ação em sua mente o fez automaticamente deslizar as mãos pela lateral do corpo dela, agarrando sua cintura com mais força que o necessário.
O arrepio surgiu em sua lombar, se espalhou em sua nuca e fez com que o encarasse mais profundamente, encontrando seu rosto lindo antecipando o prazer que ainda não haviam tido. Ela sorriu. Aproximou-se um pouco mais dele e roçou seus narizes lentamente, sorrindo ainda mais pelo contato da respiração dele em seu rosto. As mãos de subiram por suas costas e a apertaram contra ele, fazendo pressão sobre os lugares certos. Voltar para a praia e aproveitar o resto do dia por lá de repente pareceu menos interessante e só conseguiu pensar que ela precisava que ele continuasse a tocando daquela forma em um lugar mais reservado. A forma como ela sentia seu coração no momento em que seus troncos foram de encontro um ao outro, lhe avisou que ele pensava o mesmo.
– Tudo bem – ela soprou ao que seus lábios entraram em contato e ele beijou seu queixo e maxilar com desejo – Não vamos mais perder tempo.


“I guess it’s something like a funfair

(Eu acho que é como um parque de diversões)
Put gas into the motor
(Abasteça o motor)
And boy, I’ll meet you right there
(E, garoto, eu vou encontrá-lo bem aí)
We’ll ride the rollercoaster
(Vamos andar de montanha-russa)”

O quarto cheirava a baunilha e inspirou o aroma doce enquanto tentava acalmar seu coração acelerado. estava sentado na ponta da cama de frente para ela e a esperando vencer a pequena distância entre eles. Seus olhos tinham um brilho diferente do habitual. A quietude e a serenidade davam lugar a uma curiosidade lasciva que ela poucas vezes havia visto, mas que a engatilhava instantaneamente. Queria rir de nervoso, mas ele detestava quando a mulher tinha crise de risos em momentos sérios e, por tudo que fosse mais sagrado e que não podia ser nomeado naquele quarto, ela jamais iria querer estragar a atmosfera que tinham construído.
Sem tirar seus olhos dos dele, não querendo perder nenhum detalhe de suas reações, a mulher desfez o laço de seu cardigã de praia e deixou que o tecido fino deslizasse por seus braços e encontrasse o chão. Caminhou para perto dele encaixando-se entre suas pernas para imediatamente ser abraçada pelos braços fortes, que se encaixaram ao redor de sua cintura. Seu rosto comprido estava rosado pelo contato com o sol durante toda a manhã e não sabia como ele poderia estar mais atraente. Aproximou-se ainda mais e roçou seus narizes, deslizando sua pele contra a dele no momento em que começava a distribuir beijos por todo o seu maxilar, descendo vagarosamente para seu pescoço, fazendo-a se apertar ainda mais contra ele, que soltou o ar fortemente na curva entre seu ombro e pescoço, fazendo-a se arrepiar ainda mais.
O beijo que experimentaram começou de forma habitual, com a firmeza e calidez de , mas conforme ela subiu em seu colo e suas mãos começaram a apertar os ombros dele com mais força, todo o remanso virou vivacidade e a mulher sentiu as palmas dele se arrastarem em sua pele de forma mais rústica, o que a fez tomar as rédeas do beijo e quase esquecer o machucado do namorado ao sugar seus lábios com urgência. O gemido de a despertou para tal fato e ela se afastou minimamente, beijando o canto de sua boca repetidamente enquanto ria de sua própria afobação.
– Não vou a lugar nenhum, amor – ele respondeu à suas ações, também rindo – Vou recompensar sua espera.
No segundo seguinte seu corpo caiu com o dela na cama e suas pernas se encaixaram conforme ele pairava sobre ela e voltava a beijá-la com devoção, dedilhando suas coxas até erguer as pernas dela para se enlaçarem seu quadril. A fricção superficial fazendo com que deslizasse as mãos pelo tronco largo dele, que parecia tão bonito sobre ela, e encontrasse o botão de sua bermuda a fim de livrá-lo dela. Com a ajuda dos pés, a mulher escorregou a peça o suficiente para que ele conseguisse chutá-la. A quase ausência total de roupas a fazendo antecipar o prazer de tê-lo livre nela, arrastando-se sobre sua pele e a fazendo se derramar em deleite.
desceu os beijos por seu colo, derrapando a pontinha da língua sobre a pele quente dela, deixando um rastro em brasa de arrepios que começavam a fazê-la cantar entre os suspiros. Ele não deixou de sorrir contra o vale entre seus seios, extasiado pelo quanto ouvi-la gemer o fazia se sentir tão vivo. Adorá-la era sua atividade favorita no mundo e agradá-la era tudo o que ele mais queria no momento. Por isso não perdeu tempo em desfazer os nós da parte superior de seu biquíni, beijando os montes escondidos pelo tecido antes de erguer os olhos para ela, que já o encarava em expectativa.
– Você não sabe quantas vezes eu já imaginei isso, – vê-lo umedecer os lábios de forma tão vagarosa a fez apertar as pernas ao redor dele, sentindo seu líquido se espalhar ainda mais em sua parte mais sensível – Você não sabe quantas vezes eu precisei tocar a mim mesma enquanto minha mente pensava nos seus lábios.
O sorriso travesso que ele lhe mostrou a fez querer beijá-lo de novo.
– Vou fazer a espera valer a pena – a sua pausa foi apenas para roçar seu nariz alto em seu mamilo já rígido –, e meu amor, vai ser mil vezes melhor que imaginar.
Era seu inferno como ele conseguia ser tão sexy com tão pouco e a forma como ele piscou para ela antes de acariciá-la com sua boca empurrou-a um pouco mais para a borda do precipício para o qual ela se jogaria de bom grado se ele continuasse a mover sua língua da forma que fazia, esfregando-a em sua pele antes de sugá-la com vigor. Sua outra mão foi para o seio esquerdo, onde o indicador e o polegar friccionavam seu mamilo sensível. fecharia seus olhos caso ficar com eles cravados aos de não fosse ainda mais estimulante.
Não demorou nada para que seus corpos começassem a se mover de forma mais involuntária, subindo e descendo um sobre o outro, aumentando a ardência causada pelo sol e lhes dando a sensação de um calor insano. Os lábios de seguiam o caminho de sua barriga enquanto ela o estimulava com o próprio quadril e com as mãos ora puxando-lhe o cabelo ora agarrando-se em seus braços pela satisfação de sentir seus músculos enrijecerem sob seu toque. Conforme ele se aproximava da região abaixo de seu umbigo, mais ela se remexia, ansiosa para que ele a beijasse nos lábios inferiores, caso contrário ela suspeitava de que fosse derreter a qualquer momento.
não pretendia que ela esperasse muito mais porque estava ávido para saber qual o gosto de seu sabor mais íntimo. Sentia o sangue bombear de forma mais forte em suas veias só de imaginar o quanto ela estava molhada e, puta merda, era unicamente por ele. Só por ele. Apertou as mãos nas coxas dela após beijá-las e , contendo a vontade de apertar as pernas uma contra a outra para aplacar o desejo do ponto inchado em seu centro, deixou que ele afastasse seus joelhos depois de deslizar a peça inferior do biquíni e deixá-la completamente nua para ele.
, você está tão fodidamente molhada – seu polegar foi de norte a sul, fazendo-a agarrar os lençóis e esfregar os dedos dos pés uns nos outros – Eu deveria beijar você aqui?
A pergunta foi seguida do movimento de seu polegar e seu indicador deslizando para cima e para baixo ao redor de seu clitóris, apertando-o em seguida e fazendo-a sonora pela satisfação de finalmente tê-lo tocando-a daquela forma. Ele deveria beijá-la ali por quanto tempo quisesse, mas se não o fizesse imediatamente ela definitivamente iria começar a implorar. Do seu próprio jeito, é claro.
Quando a pontinha de seu nariz a tocou, sua respiração trancou em expectativa e ela esperou que a língua dele deslizasse por ela. O que não aconteceu logo, fazendo-a bufar. sorriu contra sua pele.
, se você não chupar de uma vez eu v-
não conseguiu concluir sua frase, pois um gemido estrangulado rompeu sua garganta no meio do comando. A região extremamente encharcada recebeu a língua de com alívio e ele se movimentou por ela toda antes de parar por um momento e erguer os olhos para a namorada, que se esforçava para se manter atenta a ele.
Your wish is my command, my love1.
– Eu odeio como seu inglês soa tão sexy, seu f-
havia encontrado uma nova e extremamente prazerosa forma de fazê-la se calar, porque perdia completamente o fio de raciocínio enquanto ele golpeava seu clitóris com a pontinha da língua. Não conseguia emitir qualquer som além de murmúrios sem sentido e repetitivos. Ele era tão bom que quando tudo acabasse brigaria com ele por não ter enfiado o rosto entre suas pernas antes.
Para , nada jamais se compararia ao quão fascinante era tê-la tão entregue, quando sua personalidade quase nunca mostrava esse lado, e ela o fazia empurrando o quadril para ele como se implorasse por mais sem sequer precisar formar uma única palavra. Suas mãos agarravam seus cabelos e apertavam os fios entre seus dedos quando ele a sugava mais longamente. Querendo lhe dar mais daquilo, desceu uma de suas mãos e insinuou a penetração com um de seus dedos longos. O quase grunhido da mulher e a forma como ela ergueu as costas para ele quase o fizeram rir em meio à chupada. Conforme dois de seus dedos entravam nela, percebia que era tão quente que imaginá-la ao redor de seu pau não era mais o suficiente. Com mais alguns movimentos rápidos, ele diminuiu a ação conforme a sentia se erguer mais. Precisava que ela segurasse mais um pouco.
– seu gemido saiu como um choramingo bravo e manhoso –, eu estava quase, porra!
Desta vez ele não conseguiu conter a risada e subiu seus lábios pelo corpo dela até que seus rostos estivessem alinhados e ele pudesse beijá-la. o recebeu com carinho, agarrando-o com pressa, compartilhando com ele o seu próprio gosto. Não foi capaz de ignorar o quanto ele a queria também e desceu suas mãos pelas costas largas do homem, raspando sua pele úmida com suas unhas curtas até a borda da última peça de roupa que restava no corpo dele. Seus dedos tremeram antes de se apertarem em seu pau e eles subiram e desceram sobre ele antes de seu polegar circundar a glande para recomeçar o movimento com mais precisão e agilidade.
mal conseguiu manter o beijo e afundou a cabeça no travesseiro, encaixando o rosto na curva do pescoço dela, fazendo com que pudesse ouvir seus gemidos roucos muito nitidamente e, porra, era muito provavelmente o som mais lindo já produzido por humanos em toda a Terra. Nada poderia ser mais sensual do que seu timbre grave arrepiando sua nuca enquanto ele movia o quadril para ela, quase como se literalmente fodesse a mão que o masturbava.
– Você não acha que deveria foder outro lugar, meu amor?
Sem deixar de se mover, levantou o rosto para encará-la, encontrando seus olhos astutos o instigando tanto quanto suas mãos o faziam no momento.
– Tipo onde?
mordeu o lábio ao sentir seu estômago afundar em expectativa e volúpia. Era tão atraente ver seu desejo refletir nos olhos escuros dele que nada mais importava para ela do que fazê-lo se sentir bem.
– Tipo bem aqui.
Ela o empurrou para baixo e guiou sua ereção até sua vagina, molhando a glande com sua própria excitação. apertou os olhos pela provocação e controlou o impulso voraz de se afundar nela de uma vez. Beijando seus lábios, ele fugiu de seu toque por alguns segundos, apenas para ir até a borda da cama e alcançar a nécessaire onde ela guardava os preservativos. Não havia mais o que esperar.
foi quem deslizou a proteção sobre ele, sorrindo lascivamente ao terminar e enlaçar suas pernas ao redor da cintura dele novamente. levou uma das mãos para o rosto dela, afastando seus cabelos de sua pele já suada e a beijou enquanto se insinuava em sua entrada. Quando o encaixe veio, foi impossível para os dois se manterem em silêncio. parou por um momento, sentindo-a se apertar ao redor dele e fechando os olhos ao ser agraciado pela calidez de seu interior, mas queria que ele se movesse e circulou o quadril em sua direção, fazendo-o voltar a gemer e ir e voltar contra ela de forma mais firme e constante.
A ardência inicial deu lugar a ondulações de prazer que tomavam todo o corpo da mulher, que se agarrava aos ombros do namorado para ajudá-lo nos movimentos enquanto seus corpos indo e vindo faziam música pelo quarto. A camada de suor sobre suas peles deixavam os corpos mais maleáveis e as mãos de deslizavam pela lateral do corpo dela com muita facilidade, agarrando suas nádegas sempre que queria atingi-la mais profundamente.
– Faça isso de novo – ela pediu entre os gemidos, mal conseguindo falar acima da respiração pesada – Mais forte, .
Nada que ela lhe pedisse naquele estado não seria atendido, então o rapaz a agarrou mais precisamente e agiu mais intensamente contra ela, que o estimulava com palavras desconexas próximas a seu ouvido. O fato de ser tão verbal no sexo o deixava insano de excitação. Era extremamente gostoso ouvi-la pedir por mais, dando-lhe os comandos da forma mais sensual possível. Ele poderia ouvi-la daquele jeito por dias a fio.
Sentindo-se mais perto da borda do prazer mais intenso, agarrou sua cintura e se sentou com ela sobre o colchão, mantendo-a em seu colo e deixando-a subir e descer sobre ele enquanto se mantinham agarrados um ao outro e com os olhos, apesar de completamente anuviados, pregados um no outro. agarrou a nuca dele e o beijou novamente, sem parar de rebolar sobre seu colo. Só despregou de seus lábios quando sentiu seu ventre se contrair e os espasmos começarem. a ajudou a não perder o foco dos movimentos e assistiu seu orgasmo chegar enquanto ela chamava por ele da forma mais incrível que ele já ouvira em toda a sua vida.
A forma como seu interior apertou-se sobre seu pau o empurrou para seu próprio momento de prazer máximo ao que ela não deixou de sentar sobre seu colo e gemer em seu ouvido. grunhiu em seu ouvido e agarrou seus cabelos com um pouco mais de força conforme descia do orgasmo, beijando seu pescoço e ombro ao passo que paravam seus movimentos, exaustos.
– Eu vou matar você – ela disse entre suspiros pesados e com um meio sorriso nos lábios –, só por você ter demorado tanto tempo para me fazer sentir assim.
riu contra a pele do pescoço dela ao deitá-la no colchão novamente.
– Assim como?
encarou seus olhos quando ele uniu suas testas e roçou seus narizes. Os olhos dele voltando a parecerem mais carinhosos do que os vorazes de segundos atrás.
– Como a mulher mais bem fodida do mundo inteiro. – ela quase gritou, o que fez com que ele gargalhasse ao rolar para seu lado na cama, finalmente saindo de dentro dela. A mulher riu junto, completamente contagiada pelo seu sorriso lindo.
– Vou fazer você se sentir assim sempre que você quiser.
se virou para ele e tomou seu rosto com uma das mãos, passando o indicador pelos seus traços tão únicos. Era lindo e era completamente seu.
– Espero que você esteja pronto para isso, – inclinou-se para deixar um beijo curto em seus lábios rosados –, porque eu vou querer isso por muito tempo.
– Mal posso esperar.
Ele piscou e ela sorriu, aconchegando-se a ele e impedindo-o de se levantar para ir até o banheiro.
– Eu te amo.
a encarou ternamente diante da declaração e a beijou novamente, roçando seus narizes no final.
– Eu te amo mais. Muito mais do que você imagina.
Sorriu ao se levantar e suspirou ao encarar seu corpo lindo caminhar até o banheiro.
– Eu imagino muito – disse mais forte para que ele ouvisse e sorriu ao ouvir a risada dele lá de dentro.
– Então imagine mais! – respondeu, voltando para o quarto segundos depois – Nem assim você vai chegar ao volume certo.
A mulher gargalhou. era mais adorável do que ela poderia suportar sem ser completamente boba.
– Você não existe, .
Seu suspiro apaixonado era como a cereja do bolo para o homem.
– Acho que o que fizemos há pouco é uma boa prova de que existo, não? – disse ao se jogar na cama ao lado dela novamente.
– Acho que você vai ter que me dar mais provas…
Eles riram juntos novamente e ele a puxou para seu abraço, começando a mover seus dedos sobre os cabelos dela em um carinho gostoso e aconchegante. Estavam prontos para descansarem, só não sabiam até quando.
– Se é assim… Você acha que nossos amigos vão se importar se passarmos o final de semana no quarto?

“You should know I, you should know I
(Você deveria saber que eu, você deveria saber que eu)
Yeah, I Bloom
(Sim, eu floresço)
I bloom just for you
(Eu floresço só para você)”2


1Em português “Seu desejo é uma ordem, meu amor”.
2A música citada é Bloom de Troye Sivan.

Nota da Autora:
Esta fanfic teve como inspirador Mark Tuan, do grupo GOT7. Espero que tenham gostado e que tenha feito sentido com seus protagonistas. Obrigada pela leitura!
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