Chamego Meu

  • Por: Queen B
  • Categoria: Kpop | Restritas
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Sinopse: Vocês estavam começando uma vida juntos, e aquele era o melhor jeito de comemorar.
Fandom: EXO
Gênero: Romance
Classificação: +18
Restrição: Sexo explicito.
Beta: Alex Russo


“Olha pra cá
Esse sorriso de orelha a orelha
Tenta guardar, é pra você
Por bagunçar a minha paz
A armadura e minha calma”

— Elton, meu Deus! Calma, cara, calma, a gente já tá chegando… — resmungava, tentando arrastar o cachorro que já estava grande demais para ser carregado e, embora adorasse ir à praia, rolar na areia, tomar banho de mar e até de piscina, detestava banhos tradicionais, no banheiro e tal.
Aquele cachorro era cheio de personalidade, céus.
— O nome dele não é Elton! — esbravejou de dentro de banheiro, enquanto esperava com o filho mais novo dos dois: Toben, um cão da água português, de apenas dez meses. Toben fora presente de para , mas a verdade era que ele gostava muito mais dela. o deixava agitado, enquanto com ele estava sempre buscando se enroscar na garota e cochilar.
, é claro, adorava jogar aquilo na cara de sempre que tinha a chance.
— Marley! Vem na mamãe, vem. — chamou, fazendo aquela vozinha infantil, típica de uso com animais ou bebês, enquanto batia nos próprios joelhos, sentada com as pernas dobradas perto do chuveiro. Ela usava um bustiê escuro e shorts de malha, as mesmas roupas que usara para ir com e os dois cachorros a praia, o cabelo estava uma zona, escapando do coque por todos os lados e a expressão esbaforida denunciava cansaço, mas, para o conjunto todo só lhe fez parecer a mulher mais linda do mundo.
Céus, ele arrastava um caminhão por .
— É Elton Marley. — resmungou, segurando a coleira do cachorro com força quando ele tentou recuar, tentando fugir. — Marley é o nome do meio.
o encarou cética diante das palavras.
— Você é ridículo.
Ele riu, murmurando da maneira mais apaziguadora que pôde para Marley, ou Elton, que estava tudo bem, enquanto tentava, simultaneamente, arrastar o cachorro em direção a , chutando a porta do banheiro atrás de si para fechá-la. manteve os braços abertos, sorrindo para o cachorro e o chamando animada, como se fossem brincar, mas ele estava claramente desconfiado e continuou a tentar recuar, chorando baixinho.
— Isso é de partir o coração. Temos mesmo que dar banho nele? — perguntou, fazendo um biquinho que imitou, por implicância.
— Eu devia deixar você fazer isso sozinho.
— Eu?! Por quê?! — perguntou, como se estivesse muito ofendido que ela houvesse, de fato, sugerido aquilo.
— Por deixá-lo rolar daquele jeito na areia, ! Meu Deus, você é um péssimo pai.
— E você é uma mãe chata. — ele retrucou, lhe mostrando a língua. rolou os olhos, mas não respondeu, afastando Toben do chuveiro para que ele não se molhasse, o colocando em cima do mármore que sustentava a pia, onde Toben se encolheu, sem ligar muito de dormir ali mesmo. abriu um sorrisinho para a cena, dando as costas em seguida para ajudar com Marley.
Acabou rindo vendo parado embaixo do chuveiro, prendendo Marley entre as pernas enquanto terminava por molhar mais a si mesmo que o pobre cachorro. olhou feio para ela, resmungando para que ela lhe ajudasse e, ainda rindo, se aproximou para fazê-lo.
Aquele era o primeiro fim de semana deles naquela casa, que haviam comprado juntos com muito esforço. Era um sonho, e, enquanto assistia se abaixar para ensaboar o cachorro que ele prendia entre as pernas, não pôde evitar sorrir com o pensamento, e a cena. Ele amava aquela garota, amava de verdade. E amava também seus cachorros, e a vida que estavam construindo juntos. Aquela casa… Amava tudo sobre aquela casa, como pensaram em cada detalhe dela juntos, a decoração, os móveis, tudo. Amava tudo sobre como suas vidas estavam tão entrelaçadas e esperava que aquilo nunca mudasse. Torcia, torcia muito.
— Ei, depois daqui… — ele começou, enquanto observava a namorada ensaboar as patas do cachorro. Ela ergueu o olhar para ele, a testa franzida e a boca entreaberta em meio aquela exaustão e concentração que se misturavam em sua expressão. Até assim, a achava perfeita. — Você pode dormir um pouco. Eu cuido do jantar pra gente.
assentiu, abrindo um sorriso pequenininho em agradecimento. Estava mesmo cansada.
— Contanto que você não queime a casa.
— Eu prometo. — ele garantiu, sorrindo da mesma forma para ela, que desviou o olhar e mordeu o interior das bochechas, tentando parar de sorrir. a sacudira de um jeito que, céus… Ela nem sabia que era possível. era diferente, antes de, realmente, tentarem ter algo, nunca o vira como seu cara ideal, seu tipo ou algo do tipo, mas desde a primeira vez que falaram do assunto… Caramba, ele lhe sacudira de um jeito.
sequer fora capaz de manter a armadura, a armadura na qual sempre se empenhou tanto. Estava exposta. Vergonhosamente exposta e vergonhosamente apaixonada.

Horas mais tarde, acordou se sentindo um tanto desorientada. Rolou preguiçosamente na cama no quarto já escuro e então se pôs de pé, bocejando enquanto seguia até o banheiro a fim de jogar uma água no rosto e escovar os dentes.
Estava precisando daquela soneca, aquilo era um fato, mas céus… Dormira quase o dia todo. Esperava mesmo que não houvesse causado nenhum incêndio. E que houvesse cozinhado. Estava faminta.
A garota acabou sorrindo diante da cena que encontrou do lado de fora, na cozinha. estava de costas, distraído cozinhando enquanto Toben lhe rodeava, literalmente pulando entre seus pés enquanto Marley estava deitado no canto da cozinha, observando de maneira preguiçosa. Ela aproximou-se silenciosamente e ficou na ponta dos pés a fim de apoiar o queixo no ombro do namorado, o abraçando por trás.
não era assim tão carinhosa, e sabia, por isso a expressão desconfiada de ao olhar por sob o ombro em sua direção lhe fez rir. Às vezes, ela queria apertar a cara dele toda.
— A comida tá pronta? — ela perguntou, bancando a desentendida diante de sua desconfiança insistente.
assentiu.
— Tá. Lamén com queijo, e almôndegas para acompanhar. — ele anunciou, desligando o fogo e destampando as duas panelas para que visse o resultado de sua aventura vespertina. Ela sorriu, olhando das panelas para ele.
— O cheiro tá bom. — ela murmurou, fazendo menção de enfiar o dedo na panela para provar o molho, mas bateu em sua mão antes que ela o fizesse, fazendo com que a garota recolhesse os dedos e olhasse feio para ele. apenas lhe encarou da mesma forma.
— Tá quente.
— Tá quente. — ela imitou de maneira afetada por implicância, rolando os olhos. riu, puxando uma de suas bochechas entre os dedos e fazendo com que a garota gritasse e lhe estapeasse para afastá-lo. apenas riu mais.
— Você é insuportável, sabia?!
— Você é mais. — ela retrucou, empinando o nariz. balançou a cabeça, e então segurou cada lado do rosto da garota entre as mãos, trazendo o rosto dela para si e moldando seus lábios num beijo adoravelmente inocente, pressionando suas bocas juntas sem se preocupar em intensificar o contato, só para, no fim, fazer borboletas saírem de seus casulos e se revirarem por inteiro no estômago de .
rompeu o beijo um instante depois, mas manteve suas testas coladas, encarando a namorada com aqueles olhos escuros emanando amor. se sentiu entregue, e aquilo ainda lhe assustava, absolutamente todas às vezes, mas foi capaz de, além disso, apreciar a sensação também. Porque sabia que, cada parte dele, era de cada parte dela, tanto quanto ela era, por inteiro, dele.
— Sabe, eu estava pensando… — começou, sob o olhar atencioso da namorada. — É a nossa primeira noite sozinhos aqui. De verdade, sabe?
Aquilo era verdade. Nos dois primeiros dias naquela casa, seus amigos dormiram lá com eles, já que foram intimados a ajudar com a mudança durante a semana. Agora, com a casa finalmente pronta, estavam finalmente sozinhos também, só os dois… E, bem, seus cachorros.
— Uhum. — concordou, como se não soubesse onde ele queria chegar. Suspeitava que sabia, mas fingiria que não. Queria ouvir.
— Não devíamos inaugurar a casa do jeito certo? — ele perguntou, ligeiramente tímido e sorriu um pouco, mordendo a boca em seguida para conseguir se conter. Ele era simplesmente adorável.
— Não sei o que quer dizer com isso.
fez um biquinho e a puxou para si, escondendo o rosto no pescoço da namorada enquanto lhe abraçava de maneira um tanto desengonçada. riu, segurando com uma mão em sua cintura, e a outra na lateral do fogão, tentando não perder o equilíbrio, mas era pesado, além de muito maior que ela.
— Você vai me derrubar, .
— Baby, você… Quer namorar um pouco? — ele perguntou, tímido, os dedos alcançando a barra da camisa que vestia para dormir, massageando a pele de suas coxas. Era uma camisa dele, na verdade, tão velha que, por ele, nem teriam trazido para a casa nova, mas adorava, mesmo com o furo na lateral e a gola manchada. Era sua roupa favorita para dormir.
mordeu a boca, não aguentando o que aquele olhar pedinte fazia com ela. A garota se sentia revirada por inteiro toda vez que lhe olhava assim, ainda que aquilo sequer fosse típico dela. estimulava algo em que, antes dele, ela sequer sabia que existia. Sabia que era mandona na maior parte do tempo, mas naquele departamento, ela estava acostumada, e gostava até, a ser dominada. , no entanto, lhe nutria uma curiosidade a respeito da possibilidade de desempenhar um papel diferente, especialmente quando fazia aquilo, lhe olhava pidão daquele jeito enquanto fazia aquele carinho tão insinuante em sua pele.
— Desde quando você pede? — ela retrucou, rindo de nervoso e sorriu de canto por isso, acariciando sua bochecha com o polegar e inclinando o rosto em sua direção, moldando seus lábios. Ela sempre ficava nervosa quando pensava naquilo, em ter o comando da situação, e tanto quanto a coisa toda, pensar na possibilidade e tê-la pensando na possibilidade também, o excitava, lhe fazia sorrir também porque, céus, era uma mulher de muitas facetas. E ele era apaixonado por cada uma delas.
— Desde que eu descobri que você gosta. — ele, enfim, respondeu, rompendo o beijo e colando suas testas. enrubesceu ligeiramente e sorriu por isso, voltando a moldar seus lábios, puxando lhe pela cintura simultaneamente, de modo a juntar mais seus corpos.
apertou os dedos na nuca do namorado, sentindo um quentinho gostoso se espalhar em seu corpo em meio ao movimento incisivo da língua de contra a sua, os dedos longos do namorado apertando com mais força em sua pele simultaneamente e fazendo com que, por consequência, ela também apertasse em sua nuca com um pouco mais de força.
No instante seguinte, espalmou a bunda da namorada e impulsionou o corpo dela para cima, fazendo com que ela passasse as pernas ao seu redor quando a tirou do chão, levando junto o fôlego da garota, que precisou parar de beijá-lo para lhe encarar, respirando de maneira ofegante. Ela sempre ficava entregue fácil demais quando ele fazia aquilo, lhe erguia daquele jeito, como se não fosse nada e, daquela vez, não foi diferente.
sentiu seu centro queimar e apertou mais as pernas ao seu redor, sob o olhar intenso do namorado, que parecia esperar algo dela. Claro, porque ela rompera o beijo.
balançou a cabeça ao pensar naquilo e o puxou pela nuca outra vez, moldando seus lábios novamente. andou para trás com a garota e então a pôs sentada na mesa, sorrindo fraco quando ela resmungou por ele voltar a romper o beijo, cedo demais para o gosto de .
— Relaxa. Você vai gostar disso. — ele prometeu, no entanto, antes que realmente fizesse qualquer coisa Marley latiu para ele, rosnando ao se aproximar, como se quisesse proteger . O casal riu. — Ele sempre acha que eu ‘tô te machucando. ¬¬— comentou com divertimento e soltou mais uma risada fraca, balançando a cabeça ao olhar de para os cachorros.
— Tira eles daqui. — pediu, sem fôlego e assentiu, se afastando e chamando os cachorros, levando-os consigo para a varanda e os deixando lá, onde as caminhas dos dois ficavam, assim como suas rações e água.
Enquanto esperava, voltou a jogar o corpo para trás, aproveitando o geladinho da pedra de granito que revestia a mesa de jantar que tomava o centro da cozinha. Ela já se sentia tão quente com tão pouco, era ridículo.
fechou os olhos e esperou, ansiosa, pela volta do namorado. Não notou que, graças ao modo como estava deitada, a blusa subira consideravelmente, deixando a calcinha preta que ela vestia a mostra. Quando voltou, sorriu ao ver o modo como sua namorada lhe esperava e deu a volta na mesa até estar na mesma posição em que estava antes, alcançando com uma mão a cintura de enquanto, ao mesmo tempo, subia beijos pelo interior de suas pernas.
— Assim, você realmente facilita pra mim — ele comentou, a voz naquele tom rouco que adorava ouvir e a garota ficou arrepiada por completo antes mesmo de abrir os olhos e dar de cara com o rosto do namorado tão perto. Não de seu rosto, mas aquilo só tornava tudo melhor.
arqueou as sobrancelhas.
— Você gosta?
assentiu, e achou que jamais seria capaz de explicar o que aquilo fez com ela, fazendo um esforço sobre humano para conter a vontade de apertar as pernas ao seu redor e fazer com que ele levasse o rosto para sua intimidade de uma vez.
— Gosto de absolutamente tudo em você. — ele prometeu, e acabou soltando o ar entre os lábios, o observando puxar os lados de sua calcinha e baixar a peça intima, tirando-a do caminho devagar. odiava quando ele não tinha pressa. Quer dizer, adorava, lhe deixava em chamas, mas céus, odiava também. — Eu vou te mostrar. — anunciou em seguida e, sem mais nenhum tipo de aviso ou preparação, deixou que seus lábios encontrassem a intimidade molhada, e desejosa, de sua namorada.
jogou a cabeça para trás e mal sentiu o encontro de seu crânio com o granito da mesa, tomada por avalanches crescentes de prazer, com seus gemidos enchendo o apartamento no qual morava a menos de uma semana. Um presságio tão, mais tão delicioso. E parecia só melhorar, com os dedos de investindo em sua entrada enquanto sua língua se movia ao redor do clitóris, deixando a garota absurdamente fora de si, os gemidos logo se tornando algo próximo a rugidos, sons selvagens e desesperados, que acompanharam a intensidade dos movimentos da língua e dos dedos de .
Céus, ela ia gozar. Muito rápido, mas céus, ela ia.
Ela apertou os fios macios do cabelo do namorado entre os dedos, mais forte conforme a pressão na região de seu umbigo crescia, e sentiu um calor tão intenso que, céus, parecia que ia explodir.
, porra… — ela resmungou, sem fôlego, em meio às ondas intensas de prazer subindo por seu corpo, lhe tomando sem a menor piedade. Ainda bem. não queria piedade, longe disso, ela queria se deixar afundar naquele vulcão que crescia dentro de si, que parecia prestes a entrar na mais intensa das erupções. — Deus, eu vou…
— Vai. Vai, . — incentivou, invertendo o que fazia e pressionando seu clitóris com os dedos enquanto levava a língua para sua entrada, a movendo dentro dela e tirando de o pouco de sanidade que ainda lhe restava.
Ela se entregou a erupção, chamando pelo nome do namorado e apertando mais forte os dedos em seus cabelos. Os tendões de seus dedos até mesmo ficaram pálidos, mas bem, não era como se qualquer um dos dois houvesse notado aquilo, se deliciando, orgulhoso, em observar sua namorada entregue ao orgasmo tão gostoso que ele acabara de lhe dar e, bem, , de fato, entregue.
Um instante depois, a garotar riu sozinha em meio aos resquícios do próprio orgasmo, sentando-se na mesa e voltando para a ponta do móvel, puxando o namorado pelo pescoço e juntando seus lábios com pressa, faminta. Como se não houvesse acabado de gozar.
moveu a língua contra a de com pressa, só para sorrir quando ele abraçou seu estado de espírito e a apertou contra si, puxando em seguida a blusa que a garota ainda vestia, jogando-a longe e então voltando a beijar seus lábios. O encontro de seus troncos, os seios desnudos da garota indo direto contra o peitoral rígido dele, que, naquele momento, ainda vestia a blusa fez sentir o coração martelar, forte e rápido, contra seu peito. De novo e de novo.
Céus, talvez não houvesse nenhuma racionalidade naquilo, visto que ela acabara de gozar, mas o queria tanto. Não se importava com nada, iria quantas vezes fosse, desde que fosse com ele.
— Puta que pariu, eu acabei… — ela se interrompeu, sem fôlego, com espalhando beijos quentes em seu pescoço. Ele era tão bom naquilo. As pessoas superestimavam beijos no pescoço, eles na maior parte do tempo eram desajeitados e, bem, errados. A coisa toda era horrível, mas , céus, ele era muito bom naquilo. — Eu acabei de gozar. — ela riu, quando, enfim, conseguiu finalizar seu pensamento e riu também, mordendo sua boca.
— De todos os seus super poderes, acho que esse é o meu favorito — ele comentou — Você não precisa esperar. — gargalhou, sem que pudesse evitar. A fala era típica dele, capaz de fazê-la rir, revirar os olhos e sentir o coração encher de amor, tudo ao mesmo tempo. Era típico dele, aquele conjunto. — Você fica tão gostosa quando ri nos meus braços. E sem roupa. — comentou, despretensiosamente, lhe encarando com um sorriso e ela riu outra vez por isso, balançando a cabeça e puxando sua blusa para cima pela barra, livrando-o da peça. desviou, em seguida, o olhar para o abdômen agora desnudo do namorado e mordeu o lábio inferior, fazendo o caminho de seus músculos rígidos até o cós de sua calça e então contornando o botão, um instante antes de abrir o zíper, desviando o olhar novamente para os olhos dele ao fazê-lo. Desabotoou a calça em seguida.
— Você é gostoso de todo jeito. Especialmente sem roupa. — ela retrucou e deu um sorrisinho enviesado, balançando a cabeça como se tentasse segurar uma piadinha pela qual sabia que seria repreendido, e então puxando o rosto da namorada de volta para si, juntando suas bocas. Não por muito tempo, para o azar dela.
— Vamos nos divertir agora, sim? — ele falou ao puxar o lábio inferior de entre os dentes e ela assentiu, assistindo enquanto ele baixava a cueca, revelando seu membro duro, pulsando tão convidativo. Se não estivesse tão sedenta para tê-lo dentro de si, talvez tivesse prolongado aquele momento um pouco mais. Só para senti-lo pulsar daquele jeito em sua boca.
Mas, bem, ela estava.
— Vamos nos divertir, . — ela concordou, abrindo as pernas para ele e lhe encarando de maneira desafiadora. balançou a cabeça com a visão, xingando baixo, e então a trazendo mais para a ponta da mesa pelo braço, de modo a, enfim, tê-la perto o suficiente para que pudesse, sem vacilar, deslizar para dentro dela.
E, então, não foram mais apenas os gemidos de que encheram o cômodo, e o resto daquele apartamento, decorado com cada parte deles. Os dois estavam entregues, com investindo primeiro devagar, depois acelerando um pouco, dentro da garota. Rápido ou não, no entanto, ele era preciso, fazendo questão de ir fundo o suficiente para que precisasse apertar os olhos todas as vezes, com uma mão presa a um de seus ombros e a outra apoiando seu corpo, espalmada na mesa. Ela o apertava toda vez que ele deslizava para fora, como se não quisesse deixá-lo ir, só para terminar suspirando, deliciosamente sem ar, quando ele de fato ia, só para voltar sem vacilo, de uma só vez.
Céus, como aquilo era gostoso.
apoiou uma das mãos grandes em uma das coxas da namorada, apertando com mais força do que devia, realmente, ser necessário, então levou a boca para um de seus seios, pirraçando-o com a língua e fazendo morder o lábio, por algum motivo insistindo em tentar se conter. Aquilo só incentivava a tirá-la ainda mais do sério e, provando exatamente isso, o garoto apoiou as duas mãos na mesa, apertando os dedos ao redor dos cantos para, enfim, investir mais fundo dentro da namorada. Mais e mais.
gritou, pediu por mais, e obedeceu sem contestar, deliciando-se em obedecê-la, na verdade. Nunca pararia de obedecer enquanto ela pedisse daquele jeito, tão deliciada, tão entregue.
Quando gozou, saiu de dentro dela, masturbando-se por talvez apenas uma fração de segundo, antes de melar o chão, as pernas da namorada e um pouco da mesa também.
Nenhum dos dois ligou. Era a casa deles, podiam fazer aquilo. Podiam fazer o que quisesse.
Quando subiu, sem fôlego, na mesa, sentando-se ao lado da namorada, ela sorriu de orelha a orelha e virou para lhe encarar, arrancando um sorriso cansado dele também, mesmo que ele não soubesse por que estavam sorrindo.
— Você não quer de novo, quer? — ele perguntou, de repente, como se o pensamento houvesse acabado de cruzar sua mente e lhe preocupasse. riu, apertando o rosto do namorado em uma das mãos e pressionando a boca contra a sua.
— Obrigada por me fazer odiar você quando insistiu que eu aceitasse sair com você — ela, enfim, falou, e fez uma careta confusa diante daquele agradecimento confuso, e tão típico dela. Não pôde deixar de sorrir ao pensar naquilo.
— De… Nada?
— Eu te amo, . É isso que ‘tô tentando te dizer. — ela explicou, um tanto impaciente. Aquilo também era típico dela, e mordeu um novo sorriso, tanto pela declaração quanto pelo tom, tão dela. Céus, ele a amava tanto. — Eu te amo.
— Eu também amo você, . — ele respondeu, honesto. E nenhuma parte de duvidou, com seus olhos vidrados um no outro. Ela não era muito daquilo, de acreditar cegamente numa declaração, mas trazia a tona aquilo. Ele a ensinara, desde o primeiro encontro, a acreditar. E ela não podia estar mais feliz por aquilo.

FIM

Nota da autora:
Oie!!!!
A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 8: Celebrando um novo apartamento/casa. Espero que tenham gostado!
Não esqueçam de comentar o que acharam dessa história aqui embaixo, ok?
Beijão!

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