Dinner Date

Sinopse: O relacionamento de vocês estava só começando, mas havia uma intimidade latente e inegável de quem se conhece há muito, muito mais tempo. Naquela noite, a intimidade só se tornou mais… Hm… Física.
Fandom: MonstaX
Classificação: 18 anos.
Gênero: Romance.
Beta: Alex Russo


Normalmente, ressentia aqueles que riam quando ela se atrapalhava com algo. Podia ser muito insegura ás vezes, então, se esforçava tanto, o tempo todo, para esconder sua tendência a se atrapalhar com coisas simples que, quando não conseguia evitar, e alguém ria, ela se sentia mortificada, céus se sentia envergonhada de um jeito um tanto venenoso até.
Mas, a risada dele era tão gostosa. E ele não ria de um jeito maldoso, era como se estivesse genuinamente feliz de poder presenciar aquilo, aquele momento tão estupidamente vulnerável, e ao mesmo tempo adoravelmente leve, da garota. Ao menos, era o que seus olhos diziam.
E sua risada, tão gostosa e tão contagiante. Querendo ou não, lhe fazia sorrir junto.
— Para de rir de mim! — ela choramingou, embora risse também, corada. — ! Que invenção de jerico, isso é… — ela se interrompeu quando , do outro lado da mesa de quatro lugares de sua cozinha, estendeu o braço e pousou a mão por cima das suas no hashi a fim de ajudá-la a usar a peça. — Sabe, no meu país tem um negócio muito mais simples. Garfo e faca, sabe? — comentou, contrariada, enquanto deixava que ele controlasse os movimentos de seu braço a fim de enrolar o lamén no hashi.
Já havia perdido a paciência para aquilo, por ela, ele podia lhe alimentar a noite toda. estava na Coréia do Sul há pouco tempo, e ainda não tinha certeza de quanto tempo ficaria também. A adaptação ainda estava sendo um problema, em alguns pontos, mas bem, o motivo pelo qual se mudara valia a pena: Era mais do que um trabalho, era o trabalho com o qual sempre sonhara.
Ia se acostumar com o hashi. Teria que se acostumar.
— É, acho que ouvi falar — , ou como era creditado no meio musical, sorriu. — Devia ter trazido de casa.
revirou os olhos, resmungando qualquer coisa em concordância e aceitando, meio que a contragosto, os hashis de volta, quando ele lhe estendeu novamente.
Muito devagar, como se estivesse com medo que qualquer movimento brusco causasse uma explosão ou algo do tipo, levou o hashi com o lamén enrolado a boca, finalmente conseguindo experimentar o lamén que cozinhara para ela. Estava delicioso, tão delicioso que ela quis chorar.
— Ah, meu Deus… — ela se interrompeu, levando o guardanapo a boca e encarando tão surpresa quanto comovida.
Ela não conseguia acreditar.
sorriu pequenininho, satisfeito com a reação.
— Tive que fazer certo ajuste na receita que normalmente uso, mas… Ficou bom, não é? — ele sorria enquanto falava, claramente feliz, satisfeito com o próprio trabalho, e podia muito bem agarrar seu rosto entre as mãos e enfiar a língua em sua boca. Ou só apertá-lo inteiro. Ou os dois. Argh.
, definitivamente, não estava nos planos.
Quando ela se candidatara para participar do programa que levaria jovens roteiristas para vários países da Ásia a fim de trabalhar numa tese que, mais a frente, viria a se tornar um documentário, sobre o olhar ocidental sob a cultura oriental e a troca de informações e princípios entre ambas, é claro que imaginou conseguir, e imaginou inúmeras fanfics, com inúmeros bias do kpop, mas aquele não era o tipo de coisa que dava para acreditar que aconteceria. Nem mesmo quando estava acontecendo.
conheceu o ex-membro – aquilo ainda partia o coração dela – do MonstaX numa confeitaria, em meio a sua TPM, quando estava desesperada por um doce para o qual normalmente torceria o nariz. Ele estava todo coberto, por isso talvez, se não houvessem se esbarrado, ela nem tivesse o reconhecido. Eles acabaram tendo uma conversa tão cômica, graças a vergonha e falta de jeito, quanto deliciosa. Riram muito, e logo se afastaram. E achou que seria aquilo, passaria o resto do dia com um quentinho no peito, e consideraria o dia um dos melhores de sua vida, mas não imaginou que o veria de novo.
Até correr até ela quando a viu prestes a sair da loja, já com seu doce em mãos. Ele corou ao pedir seu número e ela achou que seu coração ia explodir e sujar tudo, mas é claro, lhe deu o número. Trocaram mensagens por semanas antes que lhe chamasse para sair e seu primeiro encontro fora lá, na mesma confeitaria onde se conheceram. Dividiram uma torta de cenoura, e o quentinho no peito da garota continuou ali, crescendo.
Aquele era seu segundo encontro, mas honestamente nem parecia. Já haviam falado tanto, sobre tanto. E a química, céus… finalmente entendia o que diziam por aí sobre o famoso “clique”. E ele cozinhara para ela. Seu lamén, originalmente coreano, mas com temperos tipicamente brasileiros.
Estava tão gostoso.
— Ficou incrível — ela concordou, sorrindo sem reservas pra ele. Poucas pessoas faziam se sentir verdadeiramente a vontade pra sorrir daquele jeito, mas céus… Era tão fácil com ele.
sorriu da mesma forma e então pegou o pires ao seu lado, repleto de azeitonas, todas cortadas pela metade, estendendo-o pra ela.
— Você gosta?
mordeu o lábio, querendo assentir, porque adorava, mas hesitando por uma fração de segundo ainda assim. Acabou rindo, já que o motivo para sua excitação era o mais bobo possível: uma teoria, originária de seu seriado favorito, sobre casais que funcionavam, não de pessoas iguais, mas que se completavam. O que todos esses casais tinham em comum: Uma das partes costumava amar azeitona, a outra normalmente detestava.
— Gosto — ela concordou, com mais uma risada diante da própria besteira. Bom, era assim que sabia que estava entregue. Estava pensando em modos de não azarar o que começavam ali, quando sequer acreditava naquelas coisas na maior parte do tempo. Céus, sequer sabia se acreditava no amor, que dirá…
— O que foi? — perguntou, curioso, ao colocar o pires com azeitonas entre os dois.
lhe encarou de maneira divertida, ponderando por um instante e então, como de costume quando se tratava dele, contando o que estava em sua mente. Desde o primeiro encontro, arrancava suas verdades com uma facilidade surpreendente. Só de olhar para ele, ela se via tão confortável que contar, qualquer que fosse a besteira em sua mente, parecia a única reação plausível.
Quando a garota falou, lhe encarou com carinho, abrindo um meio sorriso divertido, e então corando levemente e balançando a cabeça. imaginou se ele não estaria pensando o mesmo que ela, em agarrar seu rosto e enfiar a língua em sua boca, e o pensamento fez uma corrente gelada dançar deliciosamente em seu estômago.
— O que foi? — foi a vez dela de perguntar, cruzando as pernas apenas para ter uma desculpa para apertar os quadris bem juntos e tentar aliviar o calor que crescia dentro dela.
sorriu para a pergunta.
— Acho que você é a garota mais incrível que eu já conheci. — ele, enfim, respondeu, e sentiu o coração disparar estupidamente, tão corada quanto derretida.
— Devíamos beber mais vinho? — pigarreou, envergonhada enquanto tentava desviar o assunto. A intenção não era que soasse como uma pergunta, mas foi o que aconteceu e riu enquanto concordava, servindo mais vinho para os dois.

e haviam bebido uma garrafa inteira de vinho, e metade da segunda, quando finalmente teve coragem de pedir para escolher a próxima música que ouviriam. A caixinha de som já estava conectada ao celular dele quando a garota chegou, tocando uma playlist com muitas músicas que não conhecia, mas mesmo assim gostou, no entanto o caso era que: a garota era uma fanfiqueira nata, sequer dava para contar a quantidade de playlists que tinha dedicadas aos bias, incluindo o próprio .
Não dava para culpá-la por querer ouvir, com ele, uma playlist que criara pensando nele, dava? Além do mais, ele não precisava saber. Não por enquanto.
A playlist começava com sunflower, e sorriu ao ouvir as primeiras batidas da música, nem tanto pelo cenário em si, quanto pelo modo que olhou por sob o ombro em sua direção e sorriu de canto, numa surpresa agradável.
— Gosto dessa música — o cantor comentou. Ela sorriu pequenininho, os olhos ligeiramente lentos denunciando que já bebera mais do que o recomendado. Ele também, aliás.
— Eu também.
Ele havia se levantado para lavar a louça, e embora houvesse oferecido ajuda, se recusou a permitir que ela se levantasse também para ajudar, de forma que a garota acabou por ficar sentada, o observando ao som de uma playlist com uma foto dele.
Ugh. Nem parecia que aquilo estava mesmo acontecendo.
— Acho que estou bêbada. — comentou algum tempo depois, em meio a hopeless romantic, ainda assim enchendo a própria taça com mais vinho e olhou por sob o ombro em sua direção outra vez, sorrindo pequeno para sua atitude.
— Se está bêbada, não devia parar de beber? — sugeriu, mas ela fez que não, levando a taça cheia a boca.
— Está bom. — ela retrucou, como se aquilo fosse justificativa o suficiente.
riu.
— Enche o meu copo, então.
assentiu, apontado em sua direção como quem diz “é assim que se fala!”, ou algo de igual significância, e puxou a taça há muito esvaziada que ele deixara na mesa, enchendo novamente. A garota se pôs de pé em seguida, esforçando-se para caminhar até o cantor com firmeza o suficiente para evitar acidentes, segurando a taça rente ao rosto como se pudesse hipnotizá-la a lhe ajudar no processo de levá-la ao cantor sem maiores danos.
olhou de maneira humorada enquanto ela o fazia, estendendo a mão para pegar a taça quando ela se aproximou, mas não permitiu, levando ela mesma a taça em direção a boca do cantor, que olhou em seus olhos, pego de surpresa, enquanto abria a boca e permitia que ela despejasse o vinho aos poucos ali.
Alguma parte do cérebro de sabia o motivo de ter feito aquilo – as mãos dele estavam sujas de sabão e água –, mas naquele momento, com os olhos nos dele, a garota honestamente não se lembrava. Sentia o coração acelerar e o estômago revirar, se perguntando se faltava muito para ser ela ali, se derramando em sua boca. tocou a ponta da taça com delicadeza, para que ela parasse de despejar o vinho em sua boca, e piscou, pedindo desculpas e se afastando, corada.
— Você tem razão — ele comentou, enxaguando as mãos brevemente. — Está bom.
sorriu tímida, colocando o cabelo atrás da orelha com uma risada desajeitada.
— Acho que é melhor eu ir embora. — murmurou, ainda que não quisesse. Céus, como não queria. A ideia de dirigir até sua casa naquele momento lhe dava asco e, levando em conta o quanto bebera, era no mínimo preocupante também. Mas era só seu segundo encontro. E estavam bebendo demais. não sabia se confiava em si para passar a noite ali, com ele. — Está tarde.
assentiu, assumindo rapidamente uma postura centrada, ou algo do tipo. De qualquer forma, era engraçada. Além de claramente um tanto quanto embriagado naquele momento, sequer era assim, centrado, ou algo do tipo. Não mesmo.
— Vamos pedir um táxi pra você. Pode buscar seu carro amanhã, ou eu levo. — ele sentenciou, de maneira natural, e teve o ímpeto de se encolher em seus braços e nunca mais sair. Havia um acalento tão gostosinho, afinal, no modo como ele agia naquele momento, como se cuidar dela fosse natural. Cuidar dela para sempre.
Céus, estava mesmo bêbada.
Os dois seguiram juntos em direção a sala de estar, onde deixara seu celular. Ele ia pedir um carro para a garota do próprio aparelho, no entanto antes que realmente chegasse a mesinha de centro, onde deixara o celular, os dois esbarraram ao mesmo tempo num ponto desnivelado do assoalho, de modo a tombarem um contra o outro, com precisando segurar a garota pela cintura para impedi-la de ir ao chão, enquanto apoiava a outra mão atrás dela, na parede.
Bastou um olhar para que soubesse: Não ia embora naquela noite.
Os olhos de estavam menores que o normal, o rosto um tanto quanto avermelhado também, ambos sinais que compartilhava da embriaguez da garota, que, naquele momento, imaginou quanto de decência ainda residia dentro dele. Honestamente, não havia muito dentro dela, mas precisava de um empurrãozinho para que aquele pouquinho deixasse de ser um empecilho e, céus, como queria vê-lo despido de toda e qualquer decência também.

— Você precisa mesmo ir? — ele acabou por atropelá-la com as próprias palavras, num impulso inesperado por ambos, mas bem, foi o suficiente. apenas negou com a cabeça, puxando seu rosto para si e enfim juntando suas bocas. segurou com mais firmeza em sua cintura, trazendo o corpo da garota para si e fazendo com que ela soltasse o ar contra sua boca, quase rugindo de excitação com o tronco forte do cantor indo de encontro ao dela.
— Só porque eu detesto dirigir. — ela o empurrou brevemente para avisar, e riu, concordando e arrancando um sorriso dos lábios com gosto de vinho da garota, que o puxou para si novamente.
Os lábios dele carregavam o gosto forte do vinho que tomavam e senti-lo em sua língua fazia ter vontade de sugar tudo dele pra si, os dedos infiltrados no cabelo macio do garoto enquanto a língua massageava a dele. achou que podia fazer aquilo a vida toda e, quando juntou seus cabelos num bolo, puxando levemente perto da nuca e prendendo-a de vez contra a parede, tomando para si o controle do beijo, ela sentiu o estômago revirar de um jeito tão gostoso e tão intenso. Mover os quadris, apertando-os juntos, foi inevitável, assim como o gemidinho, pedinte, que soltou contra a boca do garoto.
segurou com mais força em sua cintura em resposta, os dedos alcançando sua bunda e apertando ainda por cima do vestido, de modo a fazer a peça subir um pouco também. Nenhum dos dois ligou.
mordeu a boca do garoto a fim de romper o beijo, ainda que apenas para olhar em seus olhos por meio segundo e tê-lo puxando-a de volta para si em seguida, juntando novamente suas bocas, o movimento de suas línguas juntas ganhando mais pressa dessa vez. A garota puxou os cabelinhos da nuca do cantor levemente, sentindo seu centro queimar e o estômago revirar em excitação antes mesmo de tê-lo levando a outra mão para sua bunda também e a impulsionando para cima, fazendo com que a garota o abraçasse com as pernas, presa entre ele e a parede.
Naquele momento, implorou aos céus a mais indecente das coisas: Que deixasse que ela sentasse em sua ereção, e em seu rosto também, de preferência até não conseguir mais sentir as pernas. E que ele gostasse tanto quanto ela, para, assim, poder fazer de novo. E de novo. E de novo.
Vendo-a daquele ângulo, tão bagunçada, a maquiagem borrada de um jeito tão especifico, o olhar misturando embriaguez e luxúria, o quadro na mente do cantor não estava assim tão diferente do que pintava, mas por um instante, ele não fez nada. Só a encarou, deliciosamente atordoada, entregue, excitada.
— Porra, você ‘tá tão bonita – ele murmurou, a voz soando ligeiramente rouca e intensificando a coceira que tomava o centro de . Deus, ela não via a hora de tirar a roupa para ele.
— Me leva pro seu quarto. Ou pro sofá. Onde for mais perto – ela pediu em resposta, ansiosa. – Me leva pra qualquer lugar onde possa me fuder, .
O garoto concordou, roubando lhe outro beijo, mais breve que os anteriores, e com gosto de promessa. O gosto delicioso de promessas deliciosas fazendo apertar as pernas ao seu redor, tentando garantir que não cairia naquele momento, como sentia que ia. Era muito fácil sentir que estava em queda livre com ele e, naquele momento, entre beijos cada vez mais quentes, parecia a queda mais intensa de todas.
carregou a garota até seu quarto, de tempos em tempos beijando e inspirando o cheiro de seu perfume doce no pescoço dela, fazendo-a a agarrar mais forte em suas costas ou cabelos, onde alcançava primeiro. Tão logo caiu na cama, se sentou na ponta dela, assistindo sedenta enquanto se despia, revelando cada pedacinho do corpo tão bonito, pelo qual se esforçava tanto.
Porra. Como ele era gostoso.
… – o puxou pela mão quando ele ficou só de cueca, baixando ela mesma a peça e agarrando seu membro, envolvendo-o na palma. urrou, jogando a cabeça para trás e passou a língua nos lábios, se ajeitando na cama de modo a ter o rosto rente ao membro do garoto, passando a língua pela glande primeiro, e depois deslizando-a muito devagar por toda sua extensão e massageando suas bolas simultaneamente.
sentiu rajadas intensas de prazer tomarem seu corpo enquanto a língua da garota trabalhava, segurando em seus cabelos e observando a magnitude que era tê-la de quatro em sua cama enquanto movia a cabeça em direção a seu caralho, acompanhando o ritmo que sua boca se movia, tão, tão macia. Tão incrivelmente gostosa. não o encarava, concentrada no que fazia, mas em algum momento ergueu os olhos para ele e pôde jurar que nunca sentira nada tão intenso quanto o que tomou seu peito com o encontro de seus olhos. E então, raspou bem devagarzinho os dentes em seu pau, sorrindo pequeno para ele enquanto o tirava da boca e batendo os cílios.
– ele resmungou, pedinte, e ela alcançou suas bolas, colocando uma delas na boca e chupando-a tão gostoso que, o que quer que fosse dizer, não lembrou. Sumiu de sua cabeça como palavras num papel molhado, e ele não pôde se importar menos. Porra, como aquilo era gostoso.
O garoto levou novamente os dedos aos cabelos dela, apertando-os um pouco e o afundou mais em sua boca em resposta, o empurrando tão fundo quanto podia alcançar e então erguendo o olhar para ele, num pedindo silencioso para que se movesse. segurou em um de seus ombros e obedeceu, investindo contra sua boca de novo e de novo e assistindo enquanto apertava os quadris juntos no percurso, como se buscasse aliviar o calor que lhe tomava por dentro. O garoto sentiu a boca seca por imaginar quão molhada ela estava, e aproveitou a mão que já estava em seu ombro para entrar em seu vestido, buscando um de seus mamilos. Soube que tinha acertado quando a garota precisou parar o que fazia para soltar o ar quente contra seu pau, o fazendo desistir daquilo, no entanto, assim que o abocanhou de novo e enviou um arrepio tão intenso por sua espinha que soube, se não parasse agora ele se derramaria nela inteira ali mesmo.
— Chega, – resmungou, o tom rouco de novo fazendo sentir o corpo inteiro reagir, e dessa vez ela não conteve um gemido pedinte diante de suas palavras, mal notando deslizar sua calcinha entre as pernas, sem sequer tocar no vestido. A garota só se deu conta quando esfregou os quadris e sentiu seu liquido se espalhar livremente entre as pernas, gemendo baixinho e erguendo os olhos novamente para , tão deliciada em notar o que ele fizera que a visão, por si só, fez a ereção do garoto pesar um pouco mais. — Eu quero você na minha boca agora – ele murmurou, segurando em sua cintura para inverter as posições, trazendo-a para cima de si e arquejou, em êxtase, quando, como se ela pesasse tanto quanto uma pena, o garoto a segurou, sentada sob o próprio rosto. – Tira o vestido, pediu e a garota não pensou muito enquanto obedecia, agindo como se estivesse no automático ou algo do tipo enquanto lançava a roupa de qualquer jeito da cama.
Uma vez nua, finalmente sentiu a língua de abrir caminho em sua intimidade, ao passo que os dedos faziam uma massagem tão erótica quanto deliciosa em sua vagina, espalhando sua excitação por todo lugar e deixando-a sem fôlego, de modo que os gemidos baixinhos que a garota deixava escapar logo se transformaram apenas em suspiros entrecortados e fraquinhos, quase sem som.
enfiou a língua em seu interior ao passo que apertava a carne de sua bunda entre os dedos e moveu os quadris em sua direção, jogando a cabeça para trás e levando uma das mãos a um dos seios, pirraçando o mamilo com os dedos e mordendo o lábio conforme sentia o corpo cada vez mais entregue. Puta merda, não tinha jeito de durar muito mais tempo com ele lhe fudendo tão gostoso com a língua, e ela já estava certa disso antes mesmo que alcançasse seu clitóris com um dos dedos, pressionando-o num estimulo tão gostoso que a garota não conseguiu não gemer mais alto, praticamente chorando de prazer.
A garota logo sentiu a pressão familiar tomar a região de seu umbigo, como se fosse puxada por um nó cada vez mais forte, que revirava tudo dentro de si, e em meio a gemidos desconexos, implorou a que não parasse, sem sequer imaginar que aquela era a última coisa na cabeça dele naquele momento. O garoto a assistia tão completamente entregue sob si com uma sede que nunca sentira antes, sede dela, ansioso para vê-la se derramar em sua boca, sentindo a ereção doer mais só de imaginar quão mais bagunçada ela pareceria quando ele finalmente lhe levasse ao ápice.
Não pararia até ver.
E viu.
Talvez ainda mais deliciosa do que ele imaginou, se entregou aos espasmos do orgasmo com sons que ele soube, no instante em que saíram da boca dela, que não esqueceria. Sons tão obscenos quanto o modo como ela apertou seu rosto com as pernas, chegando a sufocá-lo um pouco, mas nem se importou. Nunca vira nada tão delicioso quanto aquela garota gozando, puta que pariu.
Devagar, enquanto ela ainda estava entregue, aproveitando a sensação do orgasmo, desceu o corpo da garota, colocando-a sentada sob seu tronco e dobrando as pernas para que ela apoiasse as costas em suas coxas, sorrindo quando ela sorriu, cansada e deliciada. Meu Deus, como ela era bonita. Como ela era insanamente bonita depois que gozava.
… – parou, rindo sem fôlego enquanto apoiava uma das mãos espalmadas sob o peito nu do garoto, que a encarou com um sorriso. A voz dela soava meio rouca, claramente sem fôlego, mas céus, deliciosa, tão, tão gostosa. acabou deixando seu sorriso se alargar um pouco mais. – Eu acho que ‘tô apaixonada por você – a risada que veio em seguida não deixava claro se ela falava sério e acabou apenas rindo também, como se suas palavras não houvessem causado uma queimação tão satisfatória em seu peito. Como se ouvir aquilo não o fizesse sentir como se, de repente, todos os seus sonhos houvessem se realizado. Sonhos que ele nem sabia que tinha.
mordeu a risada a fim de parar e sorriu, ainda com os dentes prendendo o lábio inferior enquanto se inclinava na direção do garoto, roçando seus lábios e mordendo de leve a boca do garoto antes de enfiar a língua em sua boca, beijando-o de maneira obscenamente lenta enquanto movia os quadris contra os seus, estimulando seus sexos tão deliciosamente que acabaram gemendo juntos, contra a boca um do outro, e o mordeu outra vez, apoiando uma das mãos ao lado de sua cabeça, no colchão, enquanto segurava na base de seu pênis, movendo os quadris em sua direção novamente, finalmente sentando em sua ereção. Tão logo se ajustou ao tamanho dele, apoiou as duas mãos em seu peitoral, começando muito devagar a se mover e suspirou junto com ela logo em sua primeira investida, fechando os olhos e apertando-os como se buscasse forças.
Honestamente, tinha medo de simplesmente se derramar ali, dentro dela, onde era tão gostoso estar, a qualquer momento. Já estava pronto há tanto tempo…
, oh… – o som saiu antes que ele fosse capaz de segurar, e teve certeza que seu nome nunca soara tão bonito. Tão delicioso. A garota simplesmente não resistiu a ideia de tomar para si, juntando suas bocas outra vez e movendo suas línguas juntas num nó quase tão prazeroso quanto o movimento dos quadris da garota, que continuava a devorar sua ereção da maneira mais incrível que ambos já haviam provado.
Havia algo sobre os dois, sobre o encaixe que descobriam ali, juntos. Não sabiam o que exatamente, sequer tinham alguma ideia de como nomear, mas era bom. Era incrível, na verdade. Como se, clichê o quanto fosse, houvessem passado por tudo que passaram, todas as pessoas e acontecimentos, para chegar até ali. Um ao outro.
segurou em sua cintura, fazendo com que a garota parasse com os movimentos, e olhou em seus olhos, dizendo o suficiente sem dizer coisa alguma: ia cuidar dela agora.
precisou apoiar as duas mãos dos lados da cabeça dele em seguida, com as estocadas intensas, violentas talvez, de fazendo com que seus corpos vibrassem juntos e a garota gemesse cada vez mais alto, o som por si só enlouquecendo . Ele sabia que ela estava perto de novo e, honestamente, agradecia. Estava perto demais também.
O garoto continuou o que fazia, estocando de novo e de novo, tão forte que o bater de seus corpos se tornava mais alto do que uniforme, e logo praticamente chorava de prazer, deixando as mãos deslizarem pelo colchão enquanto gozava, o corpo caindo por cima de , que beijou sua bochecha e inverteu as posições, indo por cima dela e saindo de dentro da garota, ficando bem perto de sua entrada ao se masturbar, precisando de apenas um ou dois movimentos de pulso para gozar, espalhando sua excitação pelo colchão e pelas pernas da garota, que sem que ele percebesse, havia se apoiado nos cotovelos para assistir.
achou tão, tão bonito o modo como ele jogou a cabeça para trás, urrando, quando gozou, todos os músculos de seu corpo flexionados de um jeito quase hipnotizante. Céus, ela podia muito bem ficar molhada novamente só de assistir.
— Um segredo? – perguntou ao se jogar ao lado dela na cama, a voz soando um tanto falha e fazendo sorrir por isso. Ele soava delicioso, e a garota se virou na cama a fim de encará-lo.
— Hm?
— Eu ‘tô apaixonado por você também.
Provavelmente era cedo, e ambos sabiam, mas não parecia haver outro jeito de explicar o modo como seus peitos enchiam com tantos sentimentos a noite toda, ao menor sinal do outro. Era aquilo: estavam apaixonados.
E era tão, tão bom.


FIM

Nota da Autora:
Nota da Autora:
Uma aguinha, alguém? HAHAHA
Eu amo tanto essa fic ):
Tô feliz de finalmente tá postando ela! Como vocês já devem imaginar, essa fanfic é parte de um certo desafio que eu mesma inventei pra mim mesma….
Segue o fio:
A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 16 – por que você não quer dirigir até sua casa!
O resto dos motivos, vocês podem encontrar no meu fixado no twitter, como @ybsunlight <3. Xx.