Drinkin’ and Lovin’

Drinkin’ and Lovin’

  • Por: Queen B
  • Categoria: Kpop | Restritas
  • Palavras: 6869
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Sinopse: Vocês haviam descoberto juntos a totalidade de ser um do outro, ser vocês mesmos e, também, ser alguém um para o outro. Era tão gostoso quanto natural pra vocês e até seus amigos podiam ver. Se qualquer dia, noite, tempo ou momento virava festa com vocês, como, então, terminava uma festa de verdade para o casal perfeito?
Fandom: BTS
Gênero: Romance
Classificação: +18
Restrição: Sexo explicito.
Beta: Alex Russo
Shortfic

Capítulo Único


“I’ve been thinking, I’ve been thinking
Why can’t I keep my fingers off you, baby?
I want you, na na
Why can’t I keep my fingers off you, baby?
I want you, na na”

se sentia tão vitoriosa… E desde o inicio daquele dia, para falar a verdade.
Era a primeira vez que conseguia arrastar suas melhores amigas para uma festa como aquela com ela e estava adorando cada minuto. Especialmente porque, agora, não eram só elas. Sempre foi o suficiente, o laço que as três garotas mantinham sempre bastou, porém não era como se seu grupinho, tão unido, tão único, não funcionasse melhor tão melhor agora, com eles.
— No que está pensando? — , seu namorado, perguntou, abraçando-a por trás e sorriu, conseguindo ouvir o sorriso em sua voz antes mesmo de virar para olhá-lo. era seu sol particular e, felizmente, ela estava bêbada demais para ligar para quão clichê aquilo soava. Honestamente, mesmo se não estivesse, não ligaria. Ele vinha lhe fazendo tão feliz, tão estupidamente feliz, que não sobrava espaço para se importar com aquele tipo de coisa nem que ela quisesse.
— Em muita coisa — ela riu, dando de ombros. — Em você… — levou uma das mãos a sua bochecha, puxando de leve entre os dedos e rindo quando gritou de maneira exagerada por isso.
— Ai! — reclamou, pulando pra longe dela, que riu e o puxou de volta, passando os braços em volta de sua cintura e o abraçando novamente, de frente dessa vez.
— Deixa de ser bobo. — reclamou, imitando o bico que ele fez em resposta as suas palavras. — Estou feliz que estamos todos aqui.
— Eu também. — sorriu, tão inteiramente dela, que não foi capaz de reagir de qualquer outra forma, que não amolecendo por completo. — Está divertido, não é? Acho que é a primeira vez que consigo trazer e numa festa assim…
e também! — exclamou, acabando por cortar sua fala, mas não se importou, rindo junto com ela em seguida, como sempre se sentindo deleitado em ver aquele brilho de empolgação em seu olhar, que a impedia de simplesmente segurar o que quer que quisesse falar dentro de si.
— Que bom que a gente se encontrou, não é? — ele comentou, lhe encarando com tanto carinho e amor que quis beijá-lo, assentindo.
— Muito bom.
roubou um beijo em sua bochecha e os dois olharam em volta, se dando conta que finalmente era a vez de na fila para compra de fichas. Já estavam esperando a tanto tempo que aquele se tornava um momento digno de coros de “aleluia”, de fato.
— Quer ver algo divertido? — perguntou de repente, olhando de canto do olho para trás, onde lhes esperava para que pudessem voltar para perto do palco, onde deixaram e , e então de volta para ela, sorrindo quando assentiu.
Em seguida, se afastou, seguindo para perto de , que fazia seu pedido em frente a cabine de venda de fichas, se aproximando e murmurando algo que não ouviu, mas pôde julgar ser uma pergunta pela expressão de ambos.
A garota apertou o canudo nos dentes com um brilho divertido no olhar, assistindo confundir , que tentava decidir quantas, e quais, fichas de bebida precisava comprar para que todos recebessem o drinque certo.
, para com isso. — puxou o amigo entre risos assim que notou o que acontecia, o tirando de perto de uma tão confusa que, a qualquer momento, fumaça estaria escapando de suas orelhas. Ela contava nos dedos e falava consigo mesma, tentando entender a confusão que fizera em sua cabeça ao lhe questionar sobre o valor final de seu pedido e o mais velho balançou a cabeça, se sentindo mal por ela. — O que você pediu? — perguntou, se aproximando para ajudá-la enquanto abraçava por trás, rindo da própria traquinagem.
Enquanto e finalizavam o pedido, os outros dois esperavam e, graças a demora, logo o restante de seus amigos se aproximava, lhes procurando.
— Meu Deus, estávamos começando a achar que tinham se perdido… — murmurou assim que se juntou aos outros e riu.
— Só a . — murmurou, recebendo um olhar feio da amiga de cabelos coloridos por isso.
— A culpa é do seu namorado. — ela retrucou, fazendo bico, e imitou por nenhum motivo em especial além de provocá-la. arreganhou os dentes em sua direção e foi a vez de rir, aproximando-se da namorada e pousando as mãos sobre seus ombros, fazendo um carinho ali.
— O que ele fez? — quis saber, olhando genuinamente curioso de um para o outro, e não perdeu tempo, virando de frente para ele e desandando a falar, realmente denunciando para , como se ele, o mais novo dos garotos, e segundo mais novo entre todos ali, pudesse realmente fazer algo para defendê-la de . Os outros olhavam a cena com diversão, e até mesmo imitando o bico que não notava fazer.
Ou, pelo menos, não notava até ver a expressão no rosto dos dois.
— Eu vou bater em vocês! — ameaçou avançar no casal, e riu, segurando-a em seus braços.
— Não vai não, porque eu não vou te soltar. — retrucou com simplicidade, e, sem realmente querer sair de seu abraço, apenas rosnou para os outros dois por sobre os ombros, e , sem levá-la a sério, afastou-se de para roubar um beijo em sua bochecha, rindo e fugindo antes que pudesse bater nela como tentou fazer.
— Ai, me deixa bater nela! — reclamou, tentando se soltar do namorado, que apenas lhe segurou mais forte.
— Para com isso, vamos voltar pra perto do palco. — ele retrucou e ela rolou os olhos, mas acabou concordando, sem realmente tentar dizer não a ele. Já tivera provas o suficiente que era péssima naquilo.
— Ok, e essa é a última rodada… — avisou, deixando que abrisse caminho para eles em meio a multidão, de volta para perto do palco. — Vamos embora em meia hora.
— Quantos anos você tem? 80? — perguntou diante daquela ideia, que ele julgou sem cabimento, e deu de ombros.
— 85.
— Vovô. — provocou e o mais velho lhe mostrou a língua, fazendo com que tanto ela quanto rissem. — Isso não é muito maduro, sabe, pra alguém com 85 anos…
— Fica quietinha, fica. — reclamou, olhando feio pra garota que riu, mas não falou mais nada, puxando para dançar consigo enquanto abraçava por trás, o fazendo sorrir antes mesmo que ela roubasse um beijo em sua bochecha. Ele não era a pessoa mais carinhosa do mundo, especialmente em público, e nem era fã de toques demais, mas seria mentira se dissesse que não derretia aquele seu lado com facilidade demais.
— Eles viram verdadeiras pestes quando bebem, mas eu meio que concordo com a . Isso de mostrar a língua… — encarou o namorado de maneira divertida quando ele virou a cabeça em sua direção, fazendo uma careta engraçada e negando com a cabeça junto com ele.
— Imaturo?
— Imaturo. — ela concordou e ele riu, lhe roubando um selinho e virando em seguida para observar seus amigos, rindo e se provocando com as mesmas piadas de sempre, que, ainda assim, nunca perdia a graça para eles. Bêbados então, nada perdia a graça e balançou a cabeça, rindo fraco enquanto corria para se esconder atrás de depois de provocar e essa tentar novamente avançar na mais nova, sendo segurada por , que riu e beijou sua bochecha.
A vida dos garotos era, sem dúvidas, diferente antes de conhecer aquelas três, e, naquele momento, se sentiu infinitamente agradecido por toda a mudança que elas trouxeram para eles. Antes, não conseguiria imaginar , realmente, convencendo a ele e muito menos a a sair de casa para ir a uma festa onde não havia onde sentar e malmente o que comer, mas bem, lá estavam eles. Bêbados e se divertindo ao ponto de até mesmo arriscar uns passinhos de dança aqui e ali.
Quando começou a namorar , até mesmo seu olhar mudou. Ele parecia brilhar, de verdade, qualquer um via o quanto ele estava feliz e, bem, se já brilhava, iluminando tudo ao seu redor com seu sorriso antes dela, se já era capaz de fazer todos se sentirem melhor apenas por tê-lo por perto, quando ele, enfim, encontrou alguém com a energia tão parecida com a dele, se tornou invencível.
nunca admitiria para ela, mas a amava muito por ter dado aquele superpoder a ele, ainda que isso significasse ter que passar sua madrugada de sábado numa festa como aquela, quando, obviamente, preferia estar em casa, dormindo.
Com e não fora muito diferente e, de quebra, as duas garotas ainda trouxeram para sua vida. , que… Céus, era melhor que nem começasse a falar sobre ela. Soaria meloso demais para descrever a verdade em tudo que sentia.
— Só mais vinte minutos, crianças, aproveitem! — virou para falar para os mais novos, que diante de sua fala, decidiram que era um bom momento pra parar de implicar entre si e se juntar e provocá-lo ao invés disso, fazendo piadinhas que sabiam tão bem quanto ele que não afetavam em nada.
Crianças, ele estava cercado de crianças.


Trap, Trap (MoneyBenny)
This shit got me in my feelings
Gotta be real with it, yup

— Ei, é minha música, minha música! — gritou animado ao reconhecer a música, tão logo nas primeiras batidas. Seus gritos, obviamente, fizeram cabeças virarem e olhares espicharem em sua direção, mas aquilo sempre fora parte dele, o jeito escandaloso não era nenhuma novidade e a bebida apenas o intensificava.
— Woo! Seu momento, ! — riu ao gritar, fazendo um verdadeiro alvoroço para que o amigo mostrasse seus passos. E, sóbria, nem mesmo gostava de alvoroços.
riu, erguendo os braços no alto e movendo o corpo no ritmo da música. Ele era um bom dançarino e, além dos gritinhos de seus amigos, até fez alguns estranhos assoviarem em aprovação, o que, é claro, ele adorou. gostava de atenção, gostava de entreter os outros e tinha talento para tal. Mais ainda, ele nascera pra isso, mesmo ali, bêbado e dançando apenas por diversão, era difícil desviar o olhar.
que o diga. Ela não conseguia sequer pensar em desviar o olhar.
Baby, do you love me? Are you riding? cantarolava acompanhando a música, o sorriso em sua voz derretendo a garota quase tanto quanto seu tom, tão singular e tão apaixonante. Ele estendeu um braço pra garota, que o aceitou, mas mesmo assim não saiu do lugar, apreciando o andar lento e o cantarolar divertido e bêbado do namorado, sincronizado, na medida do possível, com a música que tanto gostava. — Say you’ll never ever leave from beside me, ‘cause i want ya and i need i need ya… cantou perto do ouvido da garota assim que chegou perto o suficiente para abraçá-la, sorrindo ao empurrar seus cabelos cheios, que ele gostava tanto de enrolar nos dedos, para trás de seus ombros, inspirando em seu pescoço enquanto fazia com que ela acompanhasse seus passos, dançando com ele. — And i’m down for you always…
se encolheu, escondendo o rosto na curva de seu pescoço enquanto apertava os dedos nos cabelinhos de sua nuca, de repente sentindo o corpo inteiro esquentar, como se não estivesse num lugar aberto no auge da madrugada. Como se estivesse em sua cama, permitindo que nada além do calor penetrasse entre eles.
Ugh, lhe tinha com tanta facilidade…
— Baby, achei que tínhamos um plano, hm? — começou, encostando o rosto no seu devagar quando uma das mãos do namorado foi para dentro da jaqueta por cima do cropped que a garota vestia, encontrando sua pele quente e pressionando de maneira tão preguiçosa quanto deliciosa. buscou seus olhos, sem realmente lembrar qual era o tal plano. — Encher a cara e fazer todo mundo ficar aqui até o amanhecer?
— Hm, eu não sei, acho que a gente pode se divertir sozinhos também… — retrucou, soltando o ar perto de sua orelha quando, com um sorriso, lhe puxou para mais perto pelo cós de sua calça.
— Em casa? — ela perguntou, já sabendo a resposta. sentiu o corpo inteiro esquentar ainda mais quando lhe encarou, sem realmente precisar falar nada para responder sua pergunta, revirando seu estômago com brutalidade.
Em casa, sim.
— Só mais essa música, . — avisou ao passar por eles, soando tão exausto quanto realmente se sentia ao chamar a atenção do casal para si. abriu um sorriso travesso, olhando do amigo para sua namorada, ainda em seus braços.
— Não precisamos esperar. — ele retrucou, acenando com a cabeça na direção da saída, com os olhos focados no amigo, que arqueou as sobrancelhas como se esperasse pelo resto da piada. sorriu divertida e franziu o cenho, apontando para o palco com a mão que segurava a garrafinha verde com bebida alcoólica.
— Mas é a sua música…
deu de ombros.
— É só um DJ, não é como se fosse o Drake no palco. Além do mais, a quer ir pra casa descansar, não é, baby?
Com os dedos ainda segurando o cós da calça do namorado, a mais nova deu de ombros, a expressão cínica fazendo com que ele sorrisse também. Adorava tudo nela, adorava se sentir tão a vontade com e aquela sensação crescente de ter a intimidade do que eram verdadeiramente exposta um para o outro e abraçada com tanto afinco. Ele adorava tudo aquilo.
— Contanto que a gente fique até o fim da próxima vez.
— Próxima vez? — retrucou, rindo irônica em seguida — Alguém avisa, por favor! — ela resmungou, como se a amiga estivesse completamente fora de si por sugerir que fariam aquilo outra vez. e riram juntos por isso.
— Ya, ya! — o garoto interveio, decidindo que era melhor deixarem para discutir aquilo outra hora. Afinal, tanto ele quanto sabiam: Juntos, podiam convencer os outros a fazer qualquer coisa. Já provaram aquilo. — Vamos logo, antes que eu desista.
— Por favor, eu imploro. — resmungou também e , que na verdade estava se divertindo bastante naquela festa, na qual nunca concordaria tão facilmente em ir, riu e apertou sua bochecha.
— Sobe aqui. — sugeriu, se abaixando um pouco, de costas para ela, e soltou um gritinho animado assim que entendeu o que ele sugeria, subindo de maneira desengonçada em suas costas. apoiou as mãos em seus joelhos e riu junto com ela, fazendo sinal em seguida para que fossem.
abriu um sorriso satisfeito, segurando a mão de para seguirem os outros em direção a saída.
— Espere só até chegarmos em casa… — murmurou baixinho e mordeu o lábio, roubando um beijo em sua bochecha como desculpa para sussurrar um “estou esperando” em seu ouvido.
Estava tão pronta…

….

Normalmente, eles eram melhores naquilo, nos beijos afoitos nos corredores, normalmente seus dentes não insistiam em bater uns nos outros e risadas não partiam o contato de suas bocas, mas bem, normalmente eles não tinham nem metade da quantidade de álcool que tinham correndo em suas veias junto com o sangue naquele momento.
E nem era como se estivessem reclamando, os beijos afoitos contra a porta do apartamento de , com fios de cabelo entrando no caminho de suas bocas e dentes por todos os lados em nada interferiam em sua libido, tão intensa, tão crescente. A garota torcia os dedos nos cabelos de , ao passo que ele trazia uma de suas pernas contra sua cintura, aproximando ainda mais seus corpos dessa forma e fazendo com que sua saia subisse ridiculamente.
tentava destrancar seu apartamento para entrarem, no entanto, aquela altura sua mão apenas repousava de maneira débil na chave já colocada na fechadura. Enquanto beijava seu namorado de volta, a garota levou mais que um instante ou dois para conseguir empurrá-lo pelo peito.
, baby… — ela suspirou baixinho quando os lábios dele rumaram para seu pescoço, apertando mais forte os fios de cabelo presos entre seus dedos ao invés de puxar sua cabeça para trás como planejara fazer. — Podemos continuar lá dentro… — ela riu se desvencilhando de seus braços e virando de frente para a porta antes que ele pudesse impedir, inclinando exageradamente o corpo a fim de girar a chave na fechadura e, simultaneamente, roçar a bunda no volume crescente do namorado, que acariciou um de seus braços com a ponta dos dedos, numa resposta delicada, adiando o modo como ele realmente queria retribuir a provocação. Era como se dissesse que, sim, sabia o que ela estava fazendo e, tudo bem, ela podia brincar, mas ele também ia brincar depois. E ela teria que aguentar.
Quando, enfim, ouviu o ruído distinto do trinco da porta, ele mesmo a escancarou, mordendo o próprio sorriso quando a namorada voltou a rir e fugir dele, virando para lhe encarar apenas quando estava a uma distância segura.
Ele acabou não conseguindo conter um sorriso diante da risada tão deleitada dela. Ele amava demais aquela risada para conseguir não reagir, mesmo que mordendo o lábio logo em seguida para se conter.
— Pode provocar, mas… Sabe que vai ter volta, não sabe? — arqueou as sobrancelhas, olhando para seu rosto, depois para baixo, focando nos botões da blusa e abrindo-os, um a um.
— Mal posso esperar. — respondeu, sustentando seu olhar por um segundo, antes de desviar para o tronco do namorado, acompanhando enquanto ele se despia. Tão gostoso, ela pensou, apertando o lábio inferior nos dentes quando ele jogou a blusa de qualquer jeito no chão.
sorriu, parecendo saber o que ela estava pensando.
— Vem aqui, hm? — ele chamou, estendendo o braço pra ela, que mordeu o próprio sorriso. O sexo com era sempre ótimo, ele estimulava e incentivava cada faceta dela, mas céus, o sexo bêbado, munido de provocações, era provavelmente o favorito de .
A garota, muito lentamente e com um bico divertido nos lábios, fez que não com a cabeça.
— Estou mais perto do quarto.
— A gente não vai transar no quarto. — retrucou com simplicidade, e ela deu de ombros, como se aquele simples detalhe de seus planos não houvesse sido capaz de incendiá-la tão intensamente.
— Estou mais perto do sofá também.
riu e fez que não também, fazendo com que mordesse o lábio, quase continuando com o joguinho apenas para ouvi-lo dizer onde queria transar com ela naquela noite. , no entanto, se pronunciou antes.
, se você não vier, eu vou até você e, se eu for, vou partir sua calcinha em duas. E sei que você gosta da sua calcinha.
Era verdade. obtinha um grande prazer em comprar roupa íntima, e tinha grande afeto também pela maioria de suas peças, se não todas.
— Essa coisa velha aqui? — ela retrucou, enfiando uma mão por baixo da saia para puxar a calcinha, movendo os quadris em seguida para fazer com que a peça deslizasse entre suas pernas, chutando-a na direção de quando ela foi parar no seu pé, sem, em momento algum, desgrudar os olhos dos seus.
Ele desviou o olhar para a peça no chão, então de volta para a garota, passando uma mão pelo queixo e balançando a cabeça antes de xingar baixo, desistindo do joguinho e seguindo em direção a garota, que riu satisfeita ao notar que o vencera, correndo para o primeiro cômodo que encontrou aberto e, já dentro do banheiro, sendo puxada para os baços do namorado, que moldou seus lábios sem lhe dar tempo de reagir.
prendeu contra a parede, com uma mão aberta pouco acima de sua cabeça, no azulejo frio do cômodo, e a outra segurando seus cabelos num bolo, os dedos puxando os fios com mais firmeza a cada movimento da garota a fim de roubar o controle do beijo. gemeu contra sua boca, mas ele não permitiu que ela rompesse o beijo e a garota apertou os quadris juntos, sentindo seu centro queimar de um jeito um tanto desesperador.
A garota teria, novamente, gemido contra os lábios do namorado se ele não houvesse rompido o beijo antes, invertendo as posições e a colocando de costas para ele, de frente para a porcelana que sustentava a pia. colou o corpo ao seu por trás e empurrou seus cabelos para o lado, alcançando a orelha da namorada com a boca e puxando a ponta dela entre os dentes ao mesmo tempo em que empurrava sua saia para cima, lhe encarando pelo espelho.
, baby… Tira a roupa, amor — ela choramingou em meio aos gemidos, esfregando a bunda em seu volume simultaneamente, provocando tanto a ele quanto a si mesma. sentia cada parte de si queimar sob o olhar do namorado, que não tirava os olhos do reflexo dela no espelho enquanto beijava e mordiscava seu ombro, subindo por seu pescoço até um ponto atrás de sua orelha, que já sabia arrepiá-la por inteiro e ruir todas as suas defesas. choramingou baixinho, apertando os olhos e , que subia uma das mãos entre suas pernas, parou no meio do caminho.
— Abra os olhos. — ordenou, mas ela ignorou. — Se não abrir, eu vou parar.
riu, obedecendo, embora o fizesse apenas para encará-lo de maneira debochada.
— Não vai não.
É, ele não ia mesmo.
riu e puxou seu lábio inferior entre os dentes, com mais força do que era realmente necessário, levando uma mão para seu queixo e segurando-o entre os dedos de modo a virar o rosto dela de volta para o espelho.
— Mantenha os olhos abertos. — ordenou novamente, não dando tempo para que ela respondesse antes de erguer a mão que antes estava entre suas pernas e cobrir um de seus seios por dentro do cropped que a garota usava, apertando sua pele com a palma e pressionando com os dedos. mordeu o lábio, jogando a cabeça levemente para trás, mas não ousou fechar os olhos dessa vez e soltou seu queixo, levando a mão, agora livre, para a própria roupa, finalmente desabotoando a calça e abrindo o zíper para baixá-la.
Quando finalmente sentiu o pano pesado dos jeans do namorado dar lugar ao algodão de sua cueca, que lhe permitia um contato muito mais direto, voltou a mover a bunda contra sua ereção, fazendo com que ele xingasse baixinho, soltando o ar e apoiando uma das mãos em sua cintura, muito mais em busca de apoio do que para controlá-la, mesmo que aquilo fosse o que ele normalmente fazia.
— Mantenha os olhos abertos, baby. — ela repetiu o que ele dissera pouco antes, embora muito mais debochada, no instante em que as pálpebras de pesaram e ele cerrou os olhos. sorriu antes mesmo de voltar a abri-los, encarando-a com as sobrancelhas arqueadas ao fazê-lo. Ela sustentou seu olhar, imitando a expressão dele, porém ao mesmo tempo, demonstrando algo tão diferente. Ambos tinham meio sorrisos muito parecidos no rosto, mas seus olhos diziam coisas diferentes: Ele a encarava com uma descrença divertida, ao passo que ela o encarava de maneira apenas desafiadora, esperando, ansiando até, uma nova punição pelo abuso.
— Eu amo você. — ele riu, por fim, e ela riu também, o puxando pelo pescoço para juntar seus lábios, ainda que a posição em que estavam não fosse a melhor para beijos muito longos.
— Me come de uma vez. — ela soprou, em tom de suplica, ao romper o contato de seus lábios e puxou seu lábio inferior entre os dentes, assentindo e baixando os beijos para seu pescoço, pirraçando sua pele com a língua enquanto, enfim, puxava o membro para fora, sem nem mesmo se preocupar em baixar por completo a cueca, segurando em sua cintura e voltando a encará-la pelo espelho ao colar o corpo ao seu, abrindo suas pernas para se encaixar entre elas. apoiou as mãos na bancada, apertando tão forte que seus tendões empalideceram enquanto finalmente a invadia, devagar demais, provocando-a até a última gota enquanto esfregava sua glande em sua entrada, insistente e, bem, delicioso.
Era uma tortura infernal, mas céus, uma tortura tão deliciosa…
… — ela tentou se forçar na direção de seu pau, mas ele simplesmente foi mais para trás, lançando um olhar duro em sua direção pelo espelho, conseguindo arrancar apenas um revirar de olhos impaciente da garota. — Amor, eu estou tão molhada, não está sentindo? — ela choramingou — Eu preciso de você, baby, vai, mete de uma vez…
Em outro momento, provavelmente riria ao lembrar-se daquele exato minuto, de quão rápido afundou para dentro dela diante de suas súplicas sofridas, mas bem, não era agora. Naquele momento, foi capaz apenas de soltar o ar de maneira pesada, ruidosa até, finalmente sentindo-a tão quente e molhada para si, exatamente como ela dissera, exatamente como sua cabecinha provara, e, céus, não era possível que ficasse melhor que aquilo. Honestamente, não podia ser.
gemia baixinho, numa aprovação manhosa, diante de cada nova estocada firme, quase agressiva, do namorado. Ela sentia seu centro arder e se viu quase chorando de prazer quando levou uma das mãos para o meio de suas pernas, tateando até encontrar seu clitóris e pressioná-lo com o polegar, fazendo com que a namorada movesse os quadris na direção dos dele, que precisou apoiar uma das mãos junto as suas, na porcelana da pia. O corpo de , de pé atrás de , era o único apoio com o qual contavam, mas até ele sentia as pernas parecerem vacilar conforme a namorada se esfregava nele, o obrigando a ir mais forte e segurá-la com mais firmeza também, desviando o olhar para o espelho bem a tempo de ver a namorada enfiar uma das mãos dentro do cropped, estimulando a si mesma.
— Tira isso, — ele murmurou perto de seu ouvido, arrepiando-a por inteiro — Me deixa ver o que está fazendo.
Embora ela adorasse provocar e fazer exatamente o oposto do que o namorado pedia, naquele momento se viu, de imediato, levando a mão trêmula para o nó do cropped em seu pescoço, puxando-o para cima para que a peça deixasse de cumprir seu papel e cobrir seus seios, fazendo com que ela se juntasse a saia como apenas um pano enrolado em sua barriga. mordeu o lábio, vendo a garota voltar a levar os dedos para um de seus seios, apertando, puxando e repuxando o mamilo de um jeito que julgou hipnotizante.
Ele gostava, de verdade, de comê-la naquela posição, gostava do calor, de tê-la apertadinha em seus braços, de como podiam ver cada parte do que faziam ali, bem de frente para o enorme espelho do banheiro dela, porém, céus, de repente, quis tanto colocar os seios dela na boca. Quis chupá-los até que estivessem encharcados como ela estava lá embaixo, duros como seu próprio pau estava.
— Eu vou comer você no quarto quando acabarmos aqui — decidiu, não se importando em soltar seu pensamento em voz alta. Sabia muito que aquilo a excitava também: odiava sexo silencioso tanto quanto ele. — Aí, eu prometo cuidar bem deles.
— Vai colocá-los na boca? — respondeu, lhe encarando pelo espelho, mesmo que ele não mantivesse os olhos nos seus por muito tempo, desviando para as mãos da garota nos próprios seios.
— Uhum, vou chupar você todinha — ele prometeu, sugando seu lóbulo em seguida, logo depois espalhando beijos molhados em seu pescoço, como se lhe desse uma prévia e, é claro, arrepiando-a inteira.
Ela adorava quando ele falava de como queria comê-la depois, mesmo já estando dentro dela. Adorava a premissa de uma noite inteira nos braços dele.
— Mete mais forte, baby. — pediu e, sem que ela precisasse pedir de novo, obedeceu, estocando fundo dentro dela, beijando e dando pequenas mordidas em suas costas, fazendo com que voltasse a levar as mãos à porcelana da pia, buscando algum equilíbrio enquanto gemia baixinho, incansável, por mais. Os dois corpos queimavam, tão quentes que ao menos começar a aplacar o calor soava como um sonho distante.
O calor, aliás, era a única coisa capaz de penetrar entre eles, terminando por ser a única interferência externa em sua deliciosa bolha de prazer. Calor, calor e mais calor.
apoiou uma mão na cintura da garota e a outra em seu ombro, investindo mais forte e gemendo junto com ela a cada vez que saída de dentro da namorada com o membro todo lambuzado com sua excitação. O ar em volta deles parecia tão rarefeito, tão enlouquecedoramente escasso, que seus pulmões ardiam conforme aquela pressão gostosa, já conhecida, se formava no pé de suas barrigas, como pequenas ondas juntando forças para trazer a tão esperada tsunami.
O bater de seus quadris, que em algum ponto assumira um ritmo uniforme, de repente denunciava por si só a urgência trazida pela aproximação do clímax, que tornara tudo a respeito daquele momento um tanto quanto desordenado, embora, é claro, não menos delicioso por isso. As investidas de ganharam pressa e os gemidos de soaram mais selvagens, de fato como grunhidos, enquanto ele apertava com mais força a mão em seu ombro, pressionando com a outra mão seu clitóris inchado. sentiu, de imediato, arrepios intensos percorrerem seu corpo e a pressão no pé de sua barriga aumentar, fazendo com que ela apertasse os olhos, gemendo de maneira urgente.
— Olhos abertos, amor. — pediu e , literalmente, riu de nervoso, sabendo que seria impossível se ele continuasse provocando seu clitóris como fazia naquele instante.
— Vai se fuder, amor. — retrucou e ele riu, beijando sua bochecha e se movendo mais devagar dentro dela, numa provocação que fez com que choramingasse. — , puta que pariu… — reclamou e ele segurou seus cabelos num bolo, puxando-os levemente antes de voltar a mudar o ritmo, investindo com certa agressividade dentro dela.
— Melhor? — perguntou, o tom provocativo dando sentido a todas as figuras de linguagem que representavam intensidade que já ouvira na vida. era muito… Tudo.
gemeu sôfrega em resposta, sequer encontrando fôlego para soar inteligível enquanto o fazia.
Satisfeito, ele continuou a se mover naquele ritmo, só não tirando de a pouca sanidade que ainda lhe restava porque, bem, ela soube que tal sanidade se fora um instante depois, quando gozou e soltou, no pé de seu ouvido, o som mais delicioso que ela já ouvira. Como se não bastasse, ele ainda a levou junto, fazendo com que sentisse algo próximo da intensidade de uma experiência extracorpórea, apertando os olhos conforme seu corpo era tomado pelo orgasmo mais intenso que se lembrava de já ter tido. É claro, havia ingerido muito álcool naquela noite e a probabilidade de lembrar com clareza de seu último orgasmo era praticamente nula, mas aquilo não tinha qualquer importância naquele momento.
Quando deslizou para fora dela, os dois gemeram juntos e então ele virou devagar, com delicadeza e sem qualquer vestígio das estocadas agressivas de um instante atrás, a garota de frente para ele, colando suas testas em seguida.
— Eu te amo.
Com os braços debilmente apoiados nos ombros dele, sorriu cansada.
— Eu também. — murmurou, sorrindo contra os lábios do namorado quando ele lhe beijou devagar, erguendo suas pernas em seguida e passando-as ao seu redor, de modo que ela abraçasse sua cintura.
— Quer tomar um banho? — ele sugeriu, com suas testas ainda coladas e ela assentiu, roubando lhe mais um beijo, sem conseguir se conter. Ele sorriu contra sua boca, puxando seu lábio inferior entre os dentes e carregando-a para dentro do boxe, mesmo que para terminar rindo junto com a garota em seguida, quando quase caíram no chão molhado.
— Talvez você tenha confiado demais nas suas pernas dormentes. — ela riu e ele concordou, rindo também enquanto andavam para trás, esticando o braço em seguida para abrir o chuveiro, abraçando a namorada quando ela soltou um gritinho com a água fria jorrando em seu corpo, como se seus braços pudessem protegê-la da água.
riu por isso, sentindo-se sortuda e apaixonada ao erguer o rosto para lhe encarar e encontrá-lo rindo também, os olhos pequenininhos parecendo ainda menores e mais apaixonantes naquele momento.
Céus. Ela sabia que logo os detalhes daquela noite, daquela transa tão fudidamente boa, se misturariam e perderiam a cor em sua mente embriagada, mas, olhando para ele naquele momento, não precisou de muito mais para ter a certeza de que daquilo, daquela risada, não esqueceria. O amava demais para isso.

 

FIM

 

Nota da Autora:
Oi, oi, beninas, turo bom??? HAHAHA
Então, acho que quem não tá me lendo pela primeira vez já sabe do que se trata essa história, masssssssss, terei o prazer de explicar para as rookies, ok? HAHAHA
Então! A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 5: Porque vocês estão bêbados o suficiente para ficar excitados, mas não para passar mal.
Gostaram? HAHAHA
Para conhecer as outras fics escritas para esse projeto, clica nesse link aqui. Para me dar um oi te odeio ou um oi te amo, a escolha é de vocês: tem o link daí de cima, tem o meu twitter e tem a caixinha de comentários aqui embaixo! Prometo que leio tudo <3
Beijo!!!!!!!!