Hot

Hot

  • Por: M. Angeli
  • Categoria: Kpop | Restritas
  • Palavras: 6373
  • Visualizações: 123
Sinopse: Todo o controle que ela fingia ter sobre ele, era basicamente o contrário. Ele exercia o mesmo poder sobre ela e não adiantava negar. Estavam perdidos um no outro.
Gênero: Romance
Classificação: +18
Restrição: Os nomes Bonnie, Joanne e Kai estão em uso.
Beta: Alex Russo

 

CAPÍTULO ÚNICO

o observava de longe, sentada nas arquibancadas da quadra esportiva. Duas amigas estavam com ela, conversando ao seu redor sobre garotos, provavelmente, mas ela só tinha olhos para um: . Fazia muito aquilo, inclusive, de observá-lo de longe. E não era a única. O cara era muito bonito para passar despercebido e ela repetidamente se perguntava como era possível que ele simplesmente deixasse aquilo passar.
podia facilmente ter tudo o que queria, mas ele aparentemente não gostava muito de usar o dom que tinha. Sorte de ambos que ela gostava.
Ouviu um suspiro ao seu lado e tirou o pirulito da boca para olhar Bonnie de canto de olho, apoiada no degrau de cima. Vários jogadores do time estavam em campo, e mesmo que ela já tivesse um caso com Kai, amigo de , ela agora olhava para também. Não que julgasse. Era o efeito que aquele maldito tinha nas pessoas. Homem, mulher, não importa. Você pode até amar outra pessoa, sentir atração por quem for, mas precisa admitir que é um pedaço de mal caminho. Isso era um fato tão incontestável quanto estar fadado a admirá-lo de longe.
sorriu de canto, voltou a colocar o pirulito na boca e o agradeceu mentalmente por não permitir que salivasse ao ver na quadra, levando uma garrafa de água até a boca.
– Será que ele sabe? – Bruna perguntou e ergueu uma sobrancelha para ela.
– Hm?
– O . Será que ele tem noção do que ele faz?
– Ah, ele tem. – respondeu, certa daquilo. Ele fingia que não sabia, mas sabia. Bem demais, mesmo que não gostasse de usar. era quieto, discreto e aquilo dava a ele um charme extra que abalava o psicológico de pelo menos metade da população feminina daquele lugar.
– Gay? – Joanne, do seu outro lado, perguntou e apenas sorriu de canto, sem tirar os olhos dele. A aula havia acabado, todos tinham entrado para o vestiário, mas ele continuava na quadra com o treinador, falando sobre qualquer coisa que dali, não eram capazes de ouvir. – E se estivermos aqui babando nele, mas secretamente, ele se esconde na sala com o treinador?
– Argh! Joanne! – Bonnie fez uma careta, inclinando-se para frente a fim de estapeá-la e, com isso, ambas perderam quando o olhar de caiu sobre elas, após algum comentário do treinador. Se pudesse apostar, diria que era algo sobre o fã clube que era famoso por ter.
Sem nenhum pudor, ergueu uma das mãos e acenou com os dedos antes de tirar o pirulito da boca novamente, de forma um tanto quanto teatral e ele desviou o olhar sem expressar nenhuma reação, o que a fez rir em seguida.
Ambas as amigas olharam para ela um tanto quanto surpresas pela ousadia, mas não chegou a se incomodar.
Com ela se sentia aquele cara que insistia em ter quem não podia. Mas não costumava ouvir não, ou aceitar uma derrota. Infantil, mimada, não se importava com os termos. Se importava apenas em conseguir o que queria e ela o teria. Novamente.
Sem se importar com as amigas, ela se levantou quando entrou no vestiário. Já tinha dado o sinal para a próxima aula, estava atrasado e com sorte poderia encontrá-lo sozinho no banho se fosse agora.
Uma garota podia sonhar.
– Aonde você vai?! – Bonnie perguntou assustada, provavelmente já imaginando o rumo de seus pensamentos, mas não olhou para trás.
– Ele não é gay. – disse apenas, descendo degrau por degrau. – Voltem para a aula. E inventem uma desculpa. – completou autoritária, tirando o pirulito da boca para jogá-lo em uma lixeira próxima ao passar por ela. O doce somente atrapalharia.
Ouviu os questionamentos das amigas atrás de si, mas poderia atualizá-las mais tarde. A verdade era que assistir jogando futebol fora um tanto quanto perturbador, mesmo para ela que não gostava do esporte. A camisa branca que ele usava colocava em seu corpo com o suor. O mesmo que escorria de sua testa e tudo em que ela podia pensar, era em tocá-lo.
Precisava prová-lo mais uma vez. E desconfiava que jamais fosse ser o suficiente.
Com cuidado, caminhou para dentro do vestiário. O som do chuveiro estava ligado, mas ela não ouvia nenhuma voz. Vestiários não costumavam ser silenciosos daquela forma a menos que estivessem vazios e ela sorriu satisfeita até ouvir um dos armários ser fechado. Ela seguiu o som, e viu Kai pular de susto ao encontrá-la ali.
, o quê…?!
– Fora. – ela o interrompeu, mal o encarando antes de seguir em direção dos chuveiros, mas o garoto não se moveu, ainda mais confuso agora.
Kai não era conhecido por lá muito ágil. Mentalmente falando.
– Só tem o ai dentro. – ele falou, e a garota até parou onde estava para olhar para trás e encará-lo, fazendo de seu olhar a resposta que ele precisava. Kai fez uma careta, e mais que depressa pegou sua mochila sobre um dos bancos, jogando-a sobre os ombros. – Estou saindo, saindo. – disse rapidamente, passando por ela sem olhar para trás.
– Fecha a porta. – ordenou apenas e somente depois de ouvir o barulho dela sendo, de fato, fechada, foi que ela voltou a caminhar rumo aos chuveiros, mordendo o lábio inferior só de pensar no corpo molhado de embaixo do chuveiro.
E ela nem precisava desse tipo de pensamento para se sentir ainda mais quente.
Antes que chegasse até ele, no entanto, ouviu o chuveiro se fechar e parou bem na porta da cabine onde ele estava. encostou na parede e segurou uma mecha de seu cabelo com uma das mãos, brincando com ela enquanto esperava, torcendo secretamente para que já saísse sem roupa.
Quando abriu a porta, tinha uma toalha ao redor da cintura, mas a visão nem de longe era decepcionante, muito pelo contrário. Sentiu todo o seu corpo vibrar por ele. Sua mão chegava a coçar com a vontade de tocá-lo. Um porte físico invejável, um abdômen que ela não conseguia ver sem ter uma vontade incontrolável de morder.
A verdade era que todo o controle que ela fingia ter sobre ele, era um pouco contrário. Ele exercia o mesmo poder sobre ela, apenas controlava isso um pouco melhor, mas as custas de toda a sanidade que possuía.
parou um instante na porta quando deu de cara com ela parada bem ali. Tempo o suficiente para que ela visse algumas gotas de água pingarem de seu cabelo e escorrerem por seu peito.
E ela quase riu de tão perturbador que era aquilo. Talvez, se não estivesse tão excitada só em vê-lo de toalha, até risse. Ele era um conjunto perfeito de tudo que ela desejava.
Como se não a visse ali, apenas seguiu seu caminho até os armários sem dizer uma só palavra. Era de se esperar, afinal, e aquela resistência só deixava tudo mais interessante. Foi assim também da última vez e ela riu por isso, dando a ele alguns segundos para se afastar antes de segui-lo.
– Vai se vestir na minha frente? – perguntou, cruzando os braços em frente ao peito ao parar, agora, atrás dele, encostada a um armário.
– Você não teria esse problema se não estivesse aqui. – respondeu, a fazendo sorrir secretamente.
– Ah, mas não é problema nenhum. De longe estou reclamando. – devolveu, desejando ainda ter o pirulito para disfarçar pois já salivava por ele. – Vai dar mais trabalho tirar tudo depois, claro. Mas também não vou reclamar por isso.
. – falou, virando-se de frente para ela após abrir o armário. –
Isso não vai acontecer.
– Uhm? É difícil me concentrar com você assim, só de toalha. – revirou os olhos, e deu as costas novamente para pegar a roupa dentro do armário. – Não me entenda mal, eu estava querendo dizer que é melhor tirar.
Mais uma vez sem responder, ele vestiu a calça sem livrar-se antes da toalha e ela fez biquinho para demonstrar sua insatisfação, mesmo que ele não pudesse vê-la.
– Você não teve tanto pudor da última vez. – disse enquanto se aproximava, calmamente, e quando fez menção de se virar, acabou apenas por esbarrar seu corpo ao dela, que sorriu ao envolvê-lo por trás com os braços, fazendo questão de espalmar ambas as mãos em seu abdômen. Era, afinal, um abdômen bom demais para ser ignorado. Não que ele inteiro já não fosse.
… – ele falou em tom de aviso, mas tudo o que ela fez foi sorrir com os lábios contra sua pele. também tinha uma ótima visão de costas, os ombros largos, e ela escondeu o rosto ali, apreciando o cheiro de banho recém tomado em sua pele.
Ignorando sua fala, ela desceu uma das mãos por sua barriga lentamente, apreciando cada mínimo detalhe daquele toque, de sua pele firme e músculos bem desenhados na palma de sua mão. O viu acompanhar o gesto com os olhos e não parou até que estivesse com as pontas dos dedos dentro de sua calça. Ela queria, mais do que tudo, continuar. Ter nas mãos aquela parte, ainda mais íntima, de seu corpo. Sabia que ele já era seu, ou a teria impedido de chegar ali, e por isso mesmo optou por provocá-lo, ficando na ponta dos pés para que fosse possível alcançar seu ouvido.
– Tem certeza que quer parar? – sussurrou para ele antes de passar a pontinha da língua em seu lóbulo. – Quer que eu pare, ? – insistiu no mesmo tom, puxando seu lóbulo entre os dentes enquanto voltava a descer a mão ainda mais devagar.
Foi preciso controlar o sorriso quando o ouviu xingar baixo.
– Você é louca. – ele negou com a cabeça e ela apenas sorriu mais uma vez, não podendo discordar.
– E você fica muito sexy quando xinga. – disse ao invés disso, alcançando seu membro dentro da roupa.
subiu a mão pela extensão de seu membro até sua glande, passando o polegar lentamente ali. Desejou tê-lo na boca, ouvi-lo gemer enquanto substituía a mão por sua língua, mas não teve tempo para, ao menos, terminar o pensamento.
Desistindo de resistir, puxou sua mão para fora e a segurou firmemente pelos pulsos, os dois, antes de empurrá-la até o armário mais próximo, prendendo-a ali com os braços sobre a própria cabeça.
– Você… – ele negou novamente, como se não acreditasse realmente naquilo, e ela apenas se limitou em erguer uma sobrancelha, o desafiando a completar a frase, mas não era como se precisasse. Não quando deu mais um passo para frente, colando seu corpo ao dela. – Você me tira do sério.
– Me beija de uma vez, . – respondeu apenas, lutando para manter a pose e não soar como uma súplica, pois era isso. Era precisava do contato de seus lábios. Ela queria tanto sentí-lo novamente que podia imaginar perfeitamente o gosto de sua boca e a forma como se encaixava na dela enquanto se beijavam. Sabia que, independente disso, não poderia chegar nem um por cento perto da verdadeira sensação, mas era o que vinha mantendo sua sanidade até o momento. – Só me beija.
desviou o olhar para seus lábios, e ela lutou contra a vontade de se soltar e puxá-lo para si pelos cabelos.
– Está com pressa agora? – perguntou em desafio, inclinando-se para poder aproximar o rosto do seu. roçou o nariz em sua bochecha, descendo em seguida para o seu pescoço enquanto ela se segurava para não lutar contra as mãos dele, que a mantinham imobilizada, apenas para poder tocá-lo. – Não vamos fingir que você é a única no controle aqui. – sussurrou, próximo demais de seu ouvido para que ela conseguisse manter qualquer aparência. fechou os olhos e deixou que o ar lhe escapasse pelos lábios enquanto sentia a respiração quente dele contra sua pele, os lábios roçando levemente em seu ouvido ao falar tão perto.
Claro que sabia o estrago que era capaz de fazer. Aquela coisa de garoto certinho era apenas uma máscara gigantesca de cinismo.
– Por que não me solta? Eu te mostro quem tem o controle. – virou o rosto para lhe encarar, mas sentiu o mundo vacilar sob seus pés quando ele sorriu de lado em resposta, sem dizer mais nada além disso.
A única coisa mais perturbadora que o próprio era sorrindo. Ou a covinha em sua bochecha quando o fazia. E trazia um novo significado a elas. Nele elas deixavam de ser totalmente fofas e se misturavam ao conjunto totalmente sexy que era a simples existência de . E ele já era sexy sem tentar ser. Quando se esforçava para isso chegava a ser injusto, como aquele sorriso, que a deixou sem fala por tempo o suficiente para perder a moral depois de sua própria fala.
Muito bem ciente do que tinha feito, riu ao finalmente soltá-la, verdadeiramente satisfeito com a reação da garota. Mas ele não soltou devido ao pedido, muito pelo contrário, se afastou dela, como se fosse simplesmente desistir depois daquela provocaçãozinha. Ela esperou alguns segundos. Apenas o tempo necessário para que ele pegasse o moletom que ela, nem em um milhão de anos, deixaria que ele vestisse depois disso.
estava novamente de costas quando ela avançou até ele e sem mais cerimônias, imiscuiu os dedos em seu cabelo, ficando na ponta dos pés para alcançar seus lábios como há dias estava louca para fazer. Invadiu sua boca com a língua, e o puxou para mais perto assim que sentiu os braços dele ao seu redor, envolvendo-a e tomando-a para si.
não vestia nada além da calça, e pôde sentir seu corpo queimar por isso junto ao dele, o desejo prestes a consumi-la por completo. Era ainda mais intenso do que a primeira vez agora que sabia exatamente o que esperar, agora que sabia tudo o que tinha ali para ser explorado e gemeu baixo contra seus lábios, deixando que eles mesmos fossem os responsáveis por abafar o som.
– Isso não vai dar certo se fizermos barulho. – ele interrompeu o beijo para dizer contra seus lábios, e ela teria reclamado se o tom sem fôlego de sua voz não fosse tão excitante quanto ele próprio.
– Eu não fui a única a fazer barulho da última vez. – retrucou, abrindo os olhos para encará-lo e o encontrou sorrindo novamente. Agora ligeiramente mais sacana que o sorriso anterior. E um tanto quanto cafajeste também. Não que ela estivesse reclamando. Sem que pudesse evitar, segurou seus cabelos com mais força, puxando-os para trás, mas não fez qualquer menção de se mover, descontando o gesto no toque ao redor do corpo da garota ao puxá-la mais para si.
– Você quer mesmo comparar? – perguntou, sem deixar o sorriso morrer.
– Eu quero que você pare de falar. – respondeu e ele, pela primeira vez, acatou algo que ela dizia, inclinando-se a fim de encontrar seus lábios.
desceu uma das mãos para seu pescoço enquanto invadia sua boca com a língua e ela correspondeu ao beijo enquanto descia a mão por seu corpo, jamais dando-se por satisfeita em ter aquela oportunidade. Era o melhor abdômen que já havia provado, definitivamente, e ela o explorou enquanto seus lábios moviam-se em sincronia quase ensaiada.
sentiu a ereção dele tocar sua barriga, e sorriu antes de voltar a invadir suas calças com uma das mãos. Dessa vez, ela tomou seu membro entre os dedos e vagarosamente o masturbou, sentindo tudo dentro de si revirar em expectativa para tê-lo dentro dela outra vez, preenchendo-a tão bem quanto apenas ele podia fazer.
Ainda de olhos fechados, interrompeu o beijo para soltar o ar contra sua boca e ela se aproveitou do momento para puxar seu lábio inferior entre os dentes, sorrindo com sua reação. A única coisa melhor que aquilo eram seus suspiros descompensados quando perdia completamente o controle e ansiando por isso, ela se aproveitou da mão que espalmava seu peito para empurrá-lo contra a parede mais próxima, invertendo a posição de alguns minutos atrás. colou seus corpos o máximo que pôde sem parar os movimentos dentro de sua calça e sentiu todo seu corpo queimar quando ele jogou a cabeça para trás, os olhos fechados e os lábios entreabertos.
Se o pecado tivesse nome e sobrenome, definitivamente, seria porque aquela simples visão foi o suficiente para acender seu corpo por completo. Sua intimidade implorou por contato de forma quase cruel, em chamas, e sentí-lo tão duro contra suas mãos não ajudava em nada.
Com a mão livre, ela arranhou seu abdômen sem piedade, travando os dentes uns contra os outros como se precisasse disso para descontar o mínimo que fosse do tesão que sentia por ele, especialmente daquela forma, entregue a ela por tão pouco, quando não tinham nem começado. Um estava na mão do outro afinal, e aquela era a maior prova, especialmente quando o toque um pouco mais agressivo o fez abrir os olhos.
– Porra. – ele xingou pela segunda vez e novamente, tirou as mãos dela de dentro de sua roupa. Sem aviso, ele a puxou para seu colo e o envolveu com as pernas pela cintura de imediato. voltou a procurar seus lábios, após juntar seus cabelos em um bolo e teve apenas tempo se sentir o sabor de sua língua na dela antes de suas costas baterem contra a parede gelada mais uma vez, sendo presa ali com uma agressividade um pouco maior do que a esperada, mas nem de longe incômoda.
soltou o ar em sua boca com um meio sorriso que se formou em seus lábios e jogou a cabeça para trás, como ele havia feito há pouco, quando direcionou uma das mãos para dentro de sua blusa e os dentes iam para seu pescoço, mordendo a região.
A garota puxou seus cabelos enquanto a língua dele descia em contato com sua pele, sendo substituída apenas pelos dentes vez ou outra. Sentindo-se prestes a explodir, completamente sem fôlego, ela usou a mão livre para arranhar sua costas, deliciando-se em sentir os músculos de sob sua mão.
Mais uma vez ele soltou o ar pela boca, próximo a sua clavícula e riu fraco, de forma ligeiramente descompensada, ao se dar conta de que ele gostava daquilo, da brutalidade em certos gestos.
era uma caixinha de surpresas e ela adorava cada uma que encontrava. Vê-lo perder a cabeça já havia entrado para sua lista de coisas favoritas no mundo, bem do ladinho do item “provocá-lo” porque aquilo, sem dúvidas nenhuma, valia a pena.
Deixando qualquer resquício de pudor de lado, subiu uma de suas mãos por dentro da blusa da garota e ignorou completamente seu sutiã para tocar seu seio por baixo da peça. gemeu, sentindo coisas demais enquanto os dentes dele travavam um caminho de marcas contra seu corpo e , como se a punisse por isso, segurou com firmeza em uma de suas coxas, pressionando seu corpo com mais firmeza contra o dela.
– Eu disse para não fazer barulho. – falou contra sua boca e ela puxou seu lábio inferior entre os dentes sem dar a mínima para a ordem.
– E o que você vai fazer com isso, uhm? – perguntou em provocação, empinando o corpo em sua direção para aproximar mais suas intimidades, pressionando uma na outra. jogou a cabeça para trás com a própria atitude e soltou o ar pela boca junto com um sorriso satisfeito que escapou por seus lábios, mas a segurou pela cintura para evitar que repetisse o gesto, colando-a junto a parede novamente com um baque. Ela riu mais uma vez, apreciando cada segundo daquilo. – Alguém está agressivo hoje.
– E você está adorando. – ele devolveu, fazendo seu corpo inteiro vibrar quando segurou seu seio com mais firmeza.
– Nunca diria o contrário. – ela devolveu, sendo pega de surpresa quando a mão dele em sua perna se moveu para dentro de sua calcinha. – … – ela sussurrou seu nome em tom de súplica e o viu sorrir antes de fechar os olhos, quando este mordeu seu queixo de forma lenta demais para ser saudável.
tocou seu clitóris e ela se desfez em seus braços, mantendo-se em seu colo apenas com a pressão do corpo dele contra o dela, prendendo-a de costas com a parede.
desceu uma das mãos por suas costas e com a outra segurou em seus ombros com as unhas. Ela invadiu sua calça, apertando uma de suas nádegas enquanto perdia a cabeça para os movimentos dele entre suas pernas.
… – ela chamou novamente, quase implorando para senti-lo dentro dela. Era daquilo que precisava e abriu os olhos novamente apenas para ver a luxúria nos dele. Foi então que , finalmente, lhe penetrou dois dedos e ela gemeu baixo, apertando sua bunda com mais firmeza.
Sentia cada mínima parte de si queimar em desejo, sexo com ele era assim e por isso era tão bom. sabia o que estava fazendo, e o fazia bem demais. pôde apenas gemer outra vez quando os movimentos de seus dedos começaram, torturantemente lentos porém precisos o suficiente para enlouquecê-la por completo.
… – ele falou em seu ouvido e mão dela, antes em seu ombro, voltou para seus cabelos, segurando ali com força enquanto sentia a respiração quente dele em seu rosto. – Eu falei sério sobre o barulho. Não vai querer que entrem aqui agora.
Ciente de que ele estava certo, ela negou com a cabeça, mordendo o lábio inferior para tentar manter-se calada mesmo quando ele movia os dedos dentro dela.
Sentindo um calor absurdo, a garota finalmente se soltou dele para livrar-se da própria blusa e a puxou para cima antes que ele parasse o que fazia para tirar ele mesmo. Deixou que a peça caísse em qualquer lugar no chão e, em seguida, deu um fim também no sutiã antes de envolver seu pescoço com os braços, voltando a procurar os lábios dele com os seus em seguida.
sentiu seu corpo nu tocar o dele e cada pelo de seu corpo se arrepiou com a sensação. O calor de emanava para ela e a garota se perguntou como pôde viver até então, sem provar um pedaço daquele homem. Cada pequena parte dele parecia ter sido especialmente criada para lhe tirar completamente o juízo e sem aguentar mais aquela provocação, ela segurou sua mão onde estava, o impedindo de continuar o que fazia.
– Camisinha. – falou contra sua boca, sem ver necessidade do tom de pergunta para que ele entendesse o que ela queria. Ela precisava tê-lo dentro de si, preenchendo cada espaço livre.
– No meu armário. – ele devolveu, tirando seus dedos de dentro dela para que pudesse descer de seu colo.
– Claro. – ela respondeu antes de fazê-lo e ele sorriu de lado antes de seguir com ela até o local indicado.
parou em frente ao armário, mas perdeu a concentração quando sentiu o corpo dele atrás do seu, o volume de seu membro ereto contra suas costas por sobre a calça. Ela suspirou, deixando a cabeça cair contra seu ombro e o ouviu rir baixo, de forma nasalada, em seu ouvido. Muito satisfeito pelo que havia causado, evidentemente. afastou seus cabelos e usou a língua para chupar seu pescoço, inclinando-se para o armário a fim de buscar o que precisavam.
– Vai logo com isso, . – ela pediu, mordendo o lábio inferior quando o sentiu já sem as calças e sua intimidade vibrou em expectativa.
Não demorou que ele segurasse em sua cintura com firmeza com uma das mãos, a outra em seu ombro para fazer com que se inclinasse contra o armário, puxando apenas sua bunda para trás. espalmou o armário com ambas as mãos e encostou sua testa ali, sentindo tudo dentro de si revirar em excitação quando ele brincou com o membro contra sua intimidade, já molhada demais depois de ter seus dedos indo e vindo dentro dela.
… – ela pediu novamente, fechando os olhos louca de tesão sentindo sua ereção entre suas pernas, sem invadi-la de uma vez. Ele se inclinou sobre ela, puxando seu lóbulo mais uma vez entre os dentes antes de se posicionar em sua entrada.
– Sem fazer barulho. – pediu, mas antes que ela pudesse responder, foi finalmente preenchida por ele e gemer foi tudo o que ela fez, sentindo as pernas bambearem quando ele foi fundo dentro dela. Como se a punisse, parou ali e segurou seu pescoço. Não usou força, mas o gesto foi o suficiente para tirá-la completamente do eixo e ela empinou mais a bunda em sua direção, fazendo com que ele, por consequência, fosse mais fundo.
não pôde controlar o próprio gemido dessa vez e soltou o ar pela boca, a fazendo soltar um meio sorriso que ele não foi capaz de ver.
– Sem fazer barulho, . –
provocou, rebolando contra seu membro e o ouviu soltar o ar novamente antes de xingar baixo, finalmente começando as estocadas dentro dela.
Ela tentou, de verdade, conter os gemidos, mas fez um trabalho terrível. não teve piedade ao investir dentro dela repetidas vezes, saindo quase completamente antes de invadí-la mais uma vez em um ritmo constante, quase como se dançasse dentro dela.
– Vão nos ouvir. – ele falou e ela apenas soltou o ar pela boca, trincando em seguida os dentes uns contra os outros para tentar ficar quieta.
Sem sucesso. Foi obrigada a gemer novamente quando ele levou uma das mãos até o meio de suas pernas, acariciando seu clitóris de forma quase cruel visto o quão alterada ela já estava.
segurou a mão que ele mantinha em seu pescoço e a levou até a boca para mordê-lo. Precisava daquilo para não gritar. Suas pernas vacilaram, e voltou a segurar em sua cintura para mantê-la firme, insistindo nos movimentos, mas foi ela quem o impediu de continuar. Ela soltou sua mão, e se virou de frente para ele, fazendo com que seu membro saísse de dentro dela. o segurou pela nuca e colou novamente seus lábios, sugando sua língua quando esta invadiu sua boca, ambos em fôlego o suficiente para manter um beijo decente.
– No banco. – ela falou, o empurrando de costas até o banco no meio do caminho até os armários e ele caiu sentado ali. Imediatamente, a puxou para si e ela se sentou no seu colo, o empurrando para que se deitasse contra o banco em seguida. Sem contestar, ele o fez, e ela se sentou sobre seu membro, jogando a cabeça para trás ao senti-lo de volta dentro dela. parou sentada ali, tomando ar para começar a cavalgar sobre ele que a ajudou segurando em sua cintura. Ela gemeu alto uma vez antes de se lembrar que não devia e mordeu o lábio inferior com força por isso, voltando a abrir os olhos que, em algum momento, fechara quando o ouviu xingar.
, o exemplo de garoto, já havia xingado mais vezes naquela manhã do que no mês inteiro e ela teria rido ao imaginar o choque das pessoas por isso se, bom, tivesse capacidade para pensar em qualquer coisa que não fosse ele, sem roupa, embaixo dela.
Desistindo daquela posição, se inclinou sobre ele simplesmente porque era torturante tê-lo deitado ali e não aproveitar da oportunidade tocá-lo. Cada músculo de seu corpo parecia perfeitamente esculpido por anjos ao algo semelhante e ela desceu as unhas por seu abdômen, fazendo questão de marcá-lo para que se lembrasse daquela transa mais tarde. Ela lambeu seu peito, e o ouviu suspirar, fechando os olhos com a melhor expressão que ela podia imaginar. Ver excitado era tão bom quanto tê-lo dentro de si e ela passou a língua por seus lábios simplesmente porque controle, definitivamente, não era algo que ela tinha mais.
A respiração de ficou mais pesada e os sons saídos de sua garganta deixavam evidente que ele estava quase lá. Nem mesmo ela sabia como não havia se derretido por ele ainda, não quando sentia o corpo inteiro pulsar cada vez que sentava novamente sobre seu membro.
sentou sobre o banco, envolvendo-a com os braços e subiu a língua entre seus seios antes de soltar o ar contra seu ouvido, desconcentrado.
– Goza pra mim, . – pediu em um sussurro antes de esconder o rosto em seu pescoço. – Goza pra mim antes que eu faça isso. – falou, e ela teria feito alguma piada sobre desempenho se tivesse fôlego o suficiente para abrir a boca, o que basicamente provava que ele não tinha exatamente um problema com isso.
E não era como se ouvi-lo falando aquele tipo de coisa em seu ouvido, com a voz tão rouca e entrecortada, facilitasse. Pôde sentir todo seu corpo tremer por ele apenas com isso e se agarrou mais a , rebolando em seu colo ao fechar mais as pernas ao seu redor.
– Porra, . – ele xingou, gemendo em seu ouvido em seguida enquanto apertava sua cintura com mais força, fazendo com que parasse. – Assim você não ajuda.
– Você falando no meu ouvido também não. – ela devolveu, puxando seus cabelos para descontar de alguma forma tudo que sentia prestes a explodir dentro dela.
– Gosta que eu fale no seu ouvido? – perguntou, agora um sorriso se formando em seus lábios e ela gemeu só por isso, muito bem ciente de que ele usaria isso ao seu favor. – Então goza pra mim. – ele sussurrou, deixando uma mordida em seu pescoço em seguida enquanto levava uma de suas mãos até o meio das pernas dela, encontrando sem dificuldade seu clitóris para estimulá-lo. – Goza no meu pau. – ele pediu, estocando ele mesmo dentro dela que gemeu com o rosto escondido em seu pescoço. – Isso. – ele disse quando ela passou a respirar com mais dificuldade e a garota o mordeu quando sentiu que estava próxima do orgasmo.
… – ela gemeu seu nome, cravando as unhas em seus ombros quando finalmente chegou e seu corpo inteiro estremeceu sobre o dele. Ela precisou mordê-lo para não gritar e precisou apenas de mais duas estocadas para gozar dentro dela, gemendo mais alto do que deveria, mas longe de se importar com isso.
Repentinamente exausta, ela soltou todo o peso de seu corpo sobre o dele e deitou a cabeça em seu ombro, sentindo o peito dele subir e descer junto com o dela, totalmente sem fôlego depois daquilo. Ficaram alguns minutos daquela forma, ambos sem se mover além do necessário para respirar e apenas quando conseguiu fazê-lo de novo, pôde se afastar.
Era ridículo, mas ela perdia a cabeça só de olhar para ele e aquela fama de bom garoto não contribuía em absolutamente nada. Especialmente quando conhecia o que ele podia fazer entre quatro paredes.
– Você pode até tentar evitar, mas sabe que não tem mais volta agora. – falou, empurrando-o para trás ao se levantar, como se ele não mexesse com ela tanto quanto ela com ele.
Tudo o que fez, foi apoiar-se com os cotovelos no banco, assistindo enquanto ela vestia as peças de roupa caídas no chão até então e quanto ela terminou, voltando-se para ele, apenas deu de ombros, sem se mover.
– Vai mesmo perder a aula? O que vão pensar de você? – caçoou, mas não deu qualquer indício de se importar com isso.
– Vão acreditar em qualquer desculpa que eu der. E você? – perguntou e ela apenas sorriu antes de dar as costas.
– Justo. – respondeu antes de seguir até a porta. – Eu te procuro. – falou, e teve apenas tempo de ouvir um “claro que sim” como resposta antes de finalmente deixá-lo para trás.

FIM

Nota da Autora:
Foi baseada em Hot, da Avril, mas claramente fugi do tema Hahahaah De qualquer forma, espero que tenham gostado e se quiserem ler a continuação, está na fanfic Hold It Against Me aqui no Focus também.
Vou deixar aqui meu grupo de leitoras e meu twitter caso queiram encontrar as outras fanfics que eu já escrevi. E não esqueçam de comentar, pls.
Grupo: https://www.facebook.com/groups/mafictions/
Twitter: @love4jeonjk