lowkey

Sinopse: Uma noite como aquela pode ser propícia a qualquer coisa, qualquer final. Ele podia muito bem acordar do outro lado da cidade na manhã seguinte. Ou…. Podia descobrir as maravilhas do banheiro daquela boate.
Fandom: Super Junior
Classificação: 18 anos.
Gênero: Romance.
Beta: Alex Russo

 

estava especialmente animado aquela noite.
Não era difícil para ele se animar, na verdade, muita coisa o agradava e ele sempre estava pronto para se divertir e roubar a cena, como já fazia por natureza e sabia muito bem que fazia. Ele era, afinal, considerado um dos homens mais bonitos da Coréia do Sul e tanto orientais quanto ocidentais concordavam quanto aquilo. Ele era mesmo lindo, dono de um sorriso hipnotizante e, bem, falar do corpo do cantor e ator era, no minimo, desnecessário. O ramo em que trabalhava já dizia muito sobre o tipo de corpo que ele tinha.
Naquela noite, no entanto, havia algo nas luzes do clube que frequentava, algo no sorriso das mulheres que ele flagrava lhe encarando… Algo que o estava deixando ainda mais animado, cheio de expectativa quanto ao que a noite reservava para ele, embora não fosse saber explicar porque exatamente, caso pedissem.
– Então, Sr. Responsável, tem alguma sessão de fotos na manhã seguinte ou vai, finalmente, poder beber hoje? – ouviu perguntar e sorriu, erguendo o olhar para a garota de pé de frente para ele, do outro lado da mesa redonda e alta que rodeavam. , namorado dela e companheiro de grupo de , abraçava a garota por trás, com seu copo encostado a barriga desnuda da mulher, que usava um cropped e saias justas.
– Não entendo por que você não enche o pra beber. Ele nem atua – reclamou e as outras quatro pessoas com ele rolaram os olhos para suas palavras ao mesmo tempo.
Assim como abraçava a namorada, também o fazia, com os braços em volta de , que era a melhor amiga de e meio pelo qual a mais nova conhecera . A única diferença era que segurava a latinha que tinha mãos mais perto do rosto que , já que tinha um braço em volta do pescoço da namorada, perto da própria boca.
– Não, ele vomita. – retrucou, como se fosse obvio e riu, dando de ombros enquanto bebia seu energético, preferindo nem falar nada, já que, bem, era verdade. Ele era vergonhosamente fraco quando o assunto era bebida e era justamente por isso que sempre optava pelo energético ou por refrigerante. Seus amigos não reclamavam, agradeciam na verdade.
– E ninguém gosta de um bêbado vomitando. – acrescentou, arrancando acenos de cabeça dos amigos. – Mas você, … – ela riu – É sempre lendário quando você bebe.
Em resposta, baixou a cabeça, rindo envergonhado. Ele tinha um histórico do qual nenhum de seus amigos parecia disposto a esquecer: Absolutamente toda vez que bebia, acabava protagonizando alguma história maluca que iam contar por semanas e era por isso que, sempre que saiam, eles lhe enchiam para beber.
– Não seja chata. Não vou sentir vontade de beber desse jeito. – ele respondeu por fim, fazendo bico e riu com escárnio, junto com os amigos.
– E é por isso que você é quem é chato, não ela. – interveio e olhou feio para ele, como se o repreendesse pelas palavras desrespeitosas que direcionou ao seu Hyung. apenas riu, claramente sem se importar e rolou os olhos, sem surpresa.
– Tudo bem, tudo bem, vou pedir um drink. – ele resmungou, cansado, ao ceder e fazer menção de se afastar da rodinha dos amigos. Menos de dois segundos depois, no entanto, ele virou novamente para encará-los. – Mas, sério, se eu acordar, sei lá, em Jeju, a culpa é de vocês.
– Se acordar em Jeju, finalmente vamos ter uma desculpa pra ir pra lá, então, sério, não vejo como isso pode ser um problema. – foi quem retrucou dessa vez e resmungou, fazendo uma voz exageradamente fina para imitá-la, ainda que de maneira muito mais inteligível, já que, o que quer que tenha dito, sequer podia ser considerado palavras. Não em coreano, pelo menos.
– Eu odeio vocês. – disse por fim, quando, em resposta o imitou também. Ele deu as costas para os amigos em seguida, caminhando até o bar.
não teve muita dificuldade para pedir sua bebida, mas conseguiu notar que foi um dos únicos. As pessoas se amontoavam perto demais umas das outras enquanto estendiam o dinheiro para os atendentes na tentativa, claramente frustrada, de conseguir algo deles.
De longe, pôde ver uma garota tentando comprar um refrigerante, chamando incansavelmente um atendente que estava de costas para ela e de costas continuou, como se ela fosse só um zunido distante demais para que ele escutasse. não conseguiu entender como, olhando para ela.
Ela era uma ladra de cenas, com aquele vestido caindo tão bem em sua pele escura e os traços denunciando sua origem distinta. Ela não era da Coréia e muito provavelmente não era nem da Ásia, tinha olhos redondos, lábios grossos e traços de tirar o fôlego, diferentes de qualquer garota que já houvesse visto por ali.
– Ei, cara. – chamou o atendente mais próximo, que virou rapidamente para ele. O homem conteve o ímpeto de rolar os olhos. – Um refrigerante, por favor. – pediu e, quando o homem voltou com a bebida, apontou a garota do outro lado do bar.
Confusa, a garota abriu mais os olhos já naturalmente grandes, olhando de para o atendente enquanto aceitava, sem saber se devia, o refrigerante. O ator apenas acenou com a cabeça para ela, sorrindo de lado.
De repente, soube o que aquela noite reservava para ele e, mais ainda, soube o porquê de toda aquela animação e expectativa.
Ia ser uma noite e tanto.

….
não conseguia tirar os olhos daquele homem.
Desde que ele lhe pagara um refrigerante, parecia que o resto da multidão na boate, uma das mais badaladas da Coréia do Sul, sequer existia. Ele estava acompanhado por um grupinho de amigos, mas aparentemente nenhuma das garotas estava com ele, levando em conta que os outros rapazes não lhes soltavam um minuto.
Ele bebia tranquilamente, desviando o olhar para as pessoas ao redor vez ou outra, como se procurasse algo e, toda vez que ele o fazia, sentia o sangue esquentar, torcendo que ele a visse. Ele sempre acabava virando novamente para os amigos, decepcionado e arrancando um suspiro decepcionado dela também.
O jogo se seguiu por algum tempo antes que ela finalmente decidisse trocar o refrigerante por algo com álcool e fosse dançar, levando uma das amigas junto. O assédio, infelizmente, existia até na Coréia e era mais fácil fugir dele quando se tinha uma amiga junto. Só havia um homem com quem queria falar aquela noite, afinal.
Enquanto dançava, ela não parava de procurá-lo, se perguntando quanto tempo levaria para que ele se juntasse a ela na pista de dança, quase agradecendo em voz alta quando finalmente o viu se juntar aos corpos em movimento sob as luzes coloridas e a fumaça, típicas de festa como aquela.
Mesmo ali, ele olhava insistentemente em volta, claramente em busca de alguma coisa e sorriu, com a impressão que sabia do que era enquanto seguia até ele, costurando entre as pessoas sem tirar os olhos do homem. Sua amiga, por sorte, a conhecia o suficiente para que ela não precisasse realmente falar alguma coisa para ela e a mulher não se preocupou em fazê-lo, alcançando o homem e soprando em seu ouvido de maneira sorrateira, arranhando sua nuca com a ponta das unhas.
– Achei que estivesse me procurando. – sorriu quando ele lhe encarou, parecendo surpreso em vê-la. Levou um instante para que conseguisse reagir, se perguntando como diabos não a vira depois de tanto procurar.
Ela estava bem ali, caramba!
– Achou? – ele perguntou por fim, como se a ideia o divertisse e ela deu de ombros, confiante demais para se importar.
– Desculpe, não estava? – os olhos se abriam mais a cada vez que ela batia os cílios, lhe encarando com inocência forjada. sorriu amarelo, como se pedisse desculpas e quis rir, lhe achando gracioso. A alegria genuína em seus olhos, que só os tomou quando eles encontraram os dela, não o deixava mentir, será que ele não via? – Tudo bem, eu posso ir. – ela murmurou, como se não se importasse de verdade e deu as costas, porém sequer chegou a dar um passo antes que ele lhe puxasse de volta, fazendo com que ela virasse novamente de frente para ele.
Dessa vez, a mulher realmente riu. E ele riu junto.
– Você é linda. – falou, de maneira doce e não conseguiu não sorrir diante do elogio. O homem parecia juntar doçura e brutalidade numa coisa só, enquanto o corpo, as mãos grandes e o peito largo, faziam pensar no tipo mais bruto de sexo, seu sorriso e olhos lhe fazia querer beijá-lo devagar e apreciar com carinho cada parte dele. – Achei que tivesse ido embora. – ele confessou e ela sorriu, pousando os braços um em cada ombro do homem enquanto voltava a mover o corpo no ritmo da música.
. – ela afirmou, lhe presenteando com o som tão diferente que seu nome tinha. Ele sorriu outra vez.
. – ele informou também e os dois sorriram outra vez enquanto ele levava a mão a cintura dela, movendo o corpo no ritmo da música junto com a mulher, que virou de costas para ele em seguida, movendo os quadris perto demais do homem, que precisou conter o ímpeto de fechar os olhos enquanto deslizava as mãos para baixo, cada uma de um lado de seus quadris.
não se sentiu intimidada com o toque, continuando o movimento mesmo quando ele empurrou seus cabelos para o lado, inspirando em seu pescoço e fazendo com que ela terminasse por fechar os olhos também, jogando levemente à cabeça para trás, o que foi incentivo o suficiente para que segurasse em sua barriga com uma das mãos espalmadas na região e então lhe puxasse para trás, juntando por completo seus corpos. A batida da música pareceu ganhar um ritmo mais intenso no mesmo instante e a mulher moveu se moveu com mais insistência contra ele, arrepiando-se inteira quando o homem soltou o ar contra sua pele, beijando seu pescoço em seguida.
O toque, a demonstração tão explicita de afeto ou luxuria, não eram exatamente bem vistos na Coréia, mas aquilo não importava ali. Estavam numa boate, cercados por adultos que faziam tudo que eles faziam e sequer tinha sentido tentar negar aquilo.
– Céus, você é boa. – ele murmurou perto do ouvido da mulher logo depois de morder seu lóbulo, beijando a região atrás da orelha em seguida. abriu um sorriso que ele não viu até ela rir e virar de frente pra ele.
– Eu? – retrucou, estreitando os olhos. – Eu mal comecei, .
– Da onde você é? – ele questionou, sem conseguir conter a curiosidade. Ela falava, dançava e sorria diferente, não havia ninguém como ela.
– Brasil. – ela murmurou, afundando uma unha em seu abdômen por cima da blusa que ele vestia. – Sabe, onde é quente o tempo todo? – arqueou as sobrancelhas para o homem, que mordeu o lábio.
Queria muito beijá-la.
– Combina com você. – retrucou de maneira boba, com os pensamentos fluindo com dificuldade demais para que conseguisse flertar de maneira pelo menos decente.
sorriu, puxando seu rosto para mais perto do seu e puxando o lábio inferior do homem entre os dentes.
– Você mal sentiu. – declarou antes de, por fim, atacar os lábios do homem com os seus.

A música soava de maneira muito distante de dentro do banheiro, mas não era como se o casal se importasse. Eles sequer ouviam.
segurava cada vez com mais firmeza em , ainda que as mãos não ficassem paradas em um lugar só por muito tempo. Ele sentia que precisava explorar tudo que ela tinha a oferecer e deslizava uma das mãos por seu quadril enquanto seus lábios ainda estavam juntos, as línguas movendo-se de maneira quente uma contra a outra.
podia rir ou demonstrar a confiança que fosse, mas entendia a pressa dele em senti-la, explorá-la. Ela já puxara a blusa do homem para fora de sua calça e arranhava seu abdômen, segurando com a outra mão no cós de sua calça como se fosse uma coleira, dominando-o inteiro, mesmo dominada também. Os dedos pequenos da mulher em volta do tecido faziam se sentir ansioso, o corpo inteiro ansiando que ela fizesse mais, que o tocasse mais e o homem apertou sua bunda, lhe prendendo com mais força contra a porta apenas para lhe fazer sentir seu corpo, a maneira como a ereção dele já crescia entre as pernas.
Exatamente como ele esperava e torcia, a mulher soltou o ar contra sua boca e apertou uma das pernas ao seu redor, passando-a por sua cintura e fazendo com que o vestido subisse consideravelmente com o gesto, fato que, claro, de jeito nenhum passaria despercebido pelo homem. Ele subiu uma mão pela peça, mas ignorou sua intimidade, deslizando os dedos por sua barriga até alcançar um de seus seios e fechar a mão sob ele, depois sob o mamilo, que estimulou com os dedos, arrancando um gemido baixo de , que precisou afastar os lábios dos seus, sentindo a calcinha molhar. Mais.
achou o som delicioso e desejou mais do que tudo poder arrancar mais dela, porém ainda estavam no banheiro de uma boate e, com medo que algo os interrompesse por conta do barulho, ele lhe beijou outra vez.
– Precisa ficar quietinha, ok? – sussurrou contra sua boca ao interromper o beijo e, depois de lhe encarar de maneira urgente, ela só assentiu e puxou sua nuca outra vez, invadindo a boca do homem com a língua. teve o impulso de xingar, apertando mais a perna da garota contra seu corpo enquanto deixava que a única coisa entre eles fosse o calor, a vontade exorbitante que estavam um do outro.
torceu os dedos em seus cabelos, movendo a língua contra a sua com mais pressa, agressividade enquanto descia uma das mãos e afundava as unhas em sua nuca, depois em suas costas, desejando poder tirar a roupa dele por completo, mas o banheiro lhes limitava muito e tudo que a mulher pode fazer foi apertar seus corpos juntos e apertar a pele que encontrava ao alcance, mesmo que muito começasse a se tornar pouco demais para o tamanho do calor que já tomava a mulher.
voltou a descer a mão de seu seio por sua barriga e então para seu centro, tocando a região por cima da calcinha e arrancando da mulher outro som delicioso demais, ao qual conseguiu reagir apenas levando a mão para dentro de sua calcinha pela lateral da peça e alcançando seu clitóris inchado, o estimulando de maneira insistente, sentindo o estrago que fazer aquilo estava com ele mesmo, a calça ficando cada vez mais apertada na região entre as pernas. o segurou mais perto de si e levou a boca para seu pescoço, mordendo ali para conter a si mesma e, sorrindo por isso, levou dois dedos para sua entrada encharcada, os deslizando para dentro sem qualquer dificuldade.
Dessa vez ele realmente xingou baixo, segurando com as duas mãos em sua bunda para impulsionar a mulher para cima, fazendo com que ela passasse as duas pernas ao seu redor e apertasse seus sexos juntos por conseqüência. Ele afundou as unhas curtas em sua bunda em resposta, puxando seu lábio inferior com os dentes ao fazê-la encostar o tronco a porta.
– Céus, você é delicioso. – ela soltou, fora de si enquanto ele voltava a levar a mão para sua calcinha, baixando-a devagar e, com o caminho livre, trilhando os dedos para dentro de sua entrada, quase gemendo junto com ela ao senti-la tão molhada e quente, tão acessível sem a calcinha ali para limitar seus movimentos.
– Eu acho que você é que é. – ele devolveu, empurrando seu vestido para cima e tocando brevemente seus lábios, odiando saber que não poderia tirar a peça de roupa da mulher e deixá-la completamente nua como gostaria. Por ora, ia ter que se contentar em fuder sua buceta encharcada no banheiro e, pensando naquilo, começou a desabotoar a própria calça também, mordendo o lábio ao encará-la. – Eu nunca fiz isso num banheiro de boate antes. – ele confessou enquanto o fazia e ela riu, levemente desconcertada graças ao tesão obvio e ao fato de ele estar se despindo bem ali, pronto para comê-la como estava louca para que ele fizesse. – Sou meio famoso aqui, sabe?
– Sou meio famosa no Brasil também. – ela retrucou e ele lhe encarou surpreso, fazendo com que ela precisasse conter o riso. Céus, como ele podia ser tão adorável e, ao mesmo tempo, lhe fazer querer mordê-lo e sentar em seu rosto?
– Sério? – ele questionou e ela riu, fazendo que não.
– Não, mas já fiz isso num banheiro antes e acho que estamos falando demais. – devolveu, fazendo com que ele risse antes de segurar seus cabelos num bolo e beijá-la outra vez, fazendo com que a mulher sentisse o ar escapulir de seus pulmões enquanto pousava as duas mãos em seu rosto, retribuindo o beijo intenso que ele iniciara só para terminar com o estomago vibrando na mais pura expectativa ao senti-lo esfregar a excitação, ainda dentro da cueca, em sua vagina. – Puta merda. – ela murmurou, rompendo o beijo e ele sorriu, juntando suas bocas outra vez, movimentando lentamente a língua contra a dela, como se soubesse que o beijo lento demais levaria a mulher à loucura e quisesse exatamente aquilo: Tirar dela cada pequena gota de juízo que ainda tivesse antes de, finalmente, baixar a cueca e invadi-la com seu membro, esplendidamente firme.
Senti-lo preenchê-la de maneira tão vigorosamente teria feito , no minimo, gritar em outro momento e ela ficou satisfeita que ele houvesse pensado a frente e lhe impedido de interromper o beijo quando tentou, movendo com mais pressa a língua contra a sua enquanto se derretia inteira com as estocadas firmes que ele passou a dar dentro dela, repousando uma das mãos abertas ao lado de sua cabeça, na porta do banheiro, como apoio.
, no entanto, foi quem acabou por interromper o beijo um segundo depois, ficando sem fôlego ao pousar a testa contra a da mulher, que inclinou o rosto para o seu e puxou seu lábio inferior entre os dentes antes de mover os quadris contra seu membro, o momento coincidindo exatamente com outra estocada dele, que acabou por alcançar fundo demais dentro da mulher, atingindo um ponto sensível demais em sua intimidade para que ela não gemesse, mesmo que baixinho e sorrindo, como se lhe entendesse, ele voltou a beijá-la. A mulher agarrou sua nuca, retribuindo o beijo enquanto apertava seu membro com a intimidade a cada vez que ele se movia dentro dela, tornando as estocadas dele mais lentas, enlouquecedoras.
Ele tinha certeza ela sabia, mas sussurrou mesmo assim para quão bonita, gostosa e quente ela era enquanto ia e vinha dentro dela, seguindo com prazer o ritmo que a mulher estabelecia enquanto lhe apertava, ora mais, ora menos. Ele sabia também que não ia agüentar muito mais tempo e avisou a ela, sussurrou de um jeito irresistível demais para que estava muito perto, informação que fez a mulher sentir-se ainda mais quente, como se fosse explodir por pensar nele se entregando ao prazer, na expressão que tomaria seu rosto quando ele o fizesse.
– Quero que vá primeiro. – ele murmurou, levando uma mão para a região entre suas pernas a fim de voltar a estimular seu clitóris enquanto ia e vinha e a mulher sentiu o coração martelar com mais força em seu peito, as fagulhas que começavam a invadir e contaminar todo seu corpo lhe dando certeza que ele nem precisaria de muito mais para conseguir aquilo.
As estocadas de ganharam mais intensidade e o corpo da mulher bateu com mais força contra a porta do banheiro, num movimento muito mais audível, porém tão perto do orgasmo os dois já estavam longe da fase de se importar com descrição e ela simplesmente afundou as unhas em sua nuca, mordendo com força o lábio inferior.
Prazer pingava de sua expressão e achou que poderia guardar na memória para sempre, quão linda ela ficava quando gozava, parando de tocar seu clitóris apenas quando ela afundou os lábios em seu pescoço para reprimir um grito, sentindo o corpo inteiro desfalecer no orgasmo, o mesmo orgasmo que tomou também em seguida, fazendo com que ele despejasse seu liquido nela, arrepiando-a por inteiro ao sentir a intimidade ser preenchida pelo jorro quente.
Quando o homem deslizou para fora dela, os dois continuaram agarrados, ela com as pernas, agora moles, ao seu redor, e ele com os braços ao redor dela, mantendo-a ali.
– Acho que não te agradeci pelo refrigerante. – ela murmurou um instante depois e ele riu, fazendo com que ela fizesse o mesmo.
– Posso pensar em alguns jeitos divertidos de você agradecer. – , por fim, respondeu e sorriu, gostando da ideia.
– Vem comigo pra minha casa. – chamou. – Quando chegarmos lá, posso te mostrar alguns costumes brasileiros. Tenho certeza que vai gostar. – murmurou e ele riu, assentindo depois de lhe beijar brevemente, colocando-a em seguida no chão para vestirem as poucas peças de roupa que tiraram.
– Compartilho a certeza. – murmurou. – Especialmente se isso quer dizer que vou ver você nua.
– Eu te disse que o Brasil era quente, não disse? – ela respondeu e os dois sorriram cúmplices antes de saírem juntos de dentro do banheiro.
teve a certeza que aquela noite entraria para seu histórico lendário com bebidas como mais uma aventura, porém aquela seria só dele. Dele e de e, quem sabe, talvez acordassem em Jeju. Tudo bem para ele contanto que pudesse estar dentro dela de novo.


FIM
Nota da Autora:
Oi, meninas!!!!!!!
Escrevi essa fanfic pra minha Jozinha, com o meu maior e melhor protegido: Choi Siwon.
Independente de com quem tenham lido, espero que tenha funcionado! Me digam o que acharam, tá?
Um pouco mais sobre o projeto que essa fic integra: A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 17 – a chance de fazer num local público!
O resto dos motivos, vocês podem encontrar no meu fixado no twitter, como @ybsunlight <3.
Xx.