Make Up

Make Up

  • Por: Queen B
  • Categoria: Kpop | Restritas
  • Palavras: 4277
  • Visualizações: 747

Sinopse: Vocês se amavam e se admiravam mais do que qualquer um era capaz, e tinham o mais bonito dos relacionamentos também. O único problema era quando brigavam, e precisavam lembrar que, por mais difícil que fosse, era necessário se moldar as limitações um do outro. Por sorte, sabiam exatamente como fazê-lo.
Fandom: Super Junior
Gênero: Romance
Classificação: +18
Restrição: –
Beta: Alex Russo

 

revirou os olhos quando, pelo canto do olho, pôde ver seu namorado entrar no apartamento que dividiam, sem ver, no entanto, o sorrisinho que ele deu, notando sem surpresa que ela ainda estava brava.
Depois de meia década juntos, afinal, não dava para dizer que não conhecia bem demais. Sabia cada detalhe sobre ela, o que lhe alegrava, inspirava, e o que lhe irritava também. Inclusive, o que lhe irritava sobre ele.
— Eu trouxe comida. — murmurou, o tom casual quase fazendo revirar os olhos enquanto assistia, apertando os dentes, dispor o conteúdo de cada uma das tantas sacolas que trazia consigo na mesinha de centro. Havia seu sanduíche favorito do Mc Donalds, com batata frita grande e refrigerante, seu sanduíche favorito do Burguer King também, o famigerado Milk Shake do Bob’s que todo mundo adorava amar e um cookie de cada sabor listado entre as sobremesas do Subway.
A garota riu, sem saber se queria socá-lo ou enchê-lo de beijos quando o encarou. E nem era como se precisasse de nada daquilo para fazer as pazes, honestamente. Ele a tinha com muito menos. E, naquele momento, ao menos, ela detestava aquilo.
É, definitivamente, queria socá-lo.
— Não sou um boi, . Não vou comer tudo isso. — resmungou, olhando-o parado ao lado da mesa posta como a porra do garçom mais adorável de todos. Ugh, o odiava. E odiava que a cada instante ele conseguisse enganar seu corpo, trazendo para ela todas aquelas sensações de quando estava embebida de amor por aquele idiota e não com raiva porque ele era um idiota. Naquele momento, estava com raiva. Precisava se lembrar disso.
, no entanto, estava disposto a jogar, e deu uma risadinha diante de suas palavras.
— Sei que você não é um boi. Você não comeria hambúrguer se fosse. — retrucou como se fosse simples e a garota rolou os olhos. Ridículo, era isso que ele era.
— Eu não ‘tô com fome. — resmungou simplesmente, aumentando o volume da TV como se aquilo fosse ser deixa o suficiente para que ele desistisse e lhe deixasse em paz para processar toda a irritação que ainda sentia por conta do que quer que fora aquela conversa, discussão, briga, ou qualquer coisa, que tiveram algumas horas mais cedo. A verdade é que fora uma idiota e sabia daquilo, deixara falando sozinho enquanto ele tentava explicar como fora parar fazendo algo no qual nenhum dos dois acreditava porque outra pessoa insistira que era uma boa ideia para seu negócio, e agora lá estava ela, ainda se recusando a conversar sobre o assunto, ou ao menos se tornar mais receptiva as tentativas do namorado de reaproximação. Mas ele sabia por que: precisava processar, lidar com os sentimentos sempre tão abrasadores para, então, ser capaz de lidar com ele. Era o jeito dela, sempre fora.
Mas sempre fora o jeito de , também, lidar com os confrontos tão logo quanto eles apareciam.
Aquela era a parte deles que não conseguiam moldar ao outro, diferente de todo o resto, e era tão extremamente doloroso porque um era a pessoa favorita do outro, e seu modo oposto de reagir a conflitos era o único atrito constante e realmente incomodo entre eles.
— ‘Tá bem. Você come depois. — retrucou com simplicidade apenas uma notinha irritante, pescando da mesa um dos cookies que comprara e revirou os olhos lhe observando, evitando falar o que quer que fosse ainda assim. se sentou em seguida ao lado da namorada no móvel estofado que era o favorito de ambos entre todos no apartamento que dividiam a pouco mais de um ano. O sofá fora o primeiro móvel que compraram para a casa, antes mesmo de encontrarem um apartamento, inclusive. Era como o voto de confiança de ambos, a promessa que conseguiriam fazer aquilo, ter seu cantinho juntos, mesmo com as rasteiras e quedas que sua vida profissional inevitavelmente levava. O romantismo contido naquela lembrança, portanto, tornava o móvel mais querido para o casal do que qualquer uma das TVs de 43 polegadas que tinham, a cama king size, ou qualquer item de decoração que custava uma pequena fortuna, mas agora, no auge de suas carreiras e realização de seus sonhos, podiam se dar ao luxo de ter. Para eles, aquele sofá, pequeno demais para a sala e desproporcional a TV grande demais presa a parede, valia mais.
Os dois acabaram por mergulhar num silêncio muito diferente do que estavam acostumados. Não havia nada de morno naquela mudez, não como quando preparava o café da manhã nos dias de semana e aguardava, ainda despertando devagar, sentada numa das cadeiras de frente pra mesa de quatro lugares que tinham. Ou quando assistiam a um filme brincando com os dedos um do outro. Aquele era um silêncio pesado, repleto de coisas não ditas, que agoniava os dois como nada além de um desentendimento era capaz de fazer com eles.
— Não podemos resolver isso de uma vez? — enfim perguntou, o tom pedinte amansando o coração de mais do que ela gostaria. Ainda assim, porém, ela encarou o namorado com certa confusão, como se perguntasse o que ele queria dela, visto que era ela quem tinha a razão ali. não conteve uma risadinha por isso, puxando seu rosto para si de modo a segurar com as duas mãos em seu pescoço, a pontinha dos dedos tocando simultaneamente o maxilar da garota naquela linha tênue, tão dele, entre cuidado e firmeza, ao cobrir os lábios dela com os seus. segurou com uma das mãos em seu braço, levando a outra para seu pescoço, sem puxá-lo, no entanto. Ela não tinha muita certeza se devia. Sabia que a briga não estava resolvida e não queria simplesmente deixar pra lá. Não sabia simplesmente deixar pra lá, ainda que o amasse tanto, e amasse tanto aquele beijo. — Eu amo você. — ele murmurou ao cessar o contato de seus lábios um instante depois.
… — ela resmungou, desgostosa, afastando-se novamente de seu toque. Ela era apaixonada por aquele homem, ele era a sua pessoa favorita no mundo, e tinha mais poder sob ela do que era capaz de admitir, mas não conseguia fazer as coisas daquele jeito. vivia fazendo aquilo, buscando amenizar os conflitos tão logo que apareciam, concordando e fazendo concessões sem se preocupar com a reciprocidade e o respeito do outro lado quando o fazia, querendo apenas que os sentimentos ruins sumissem e ela detestava aquilo. Só queria que ele entendesse que não era pecado se impor, enfrentar os outros. Inclusive ela.
, pelo amor de Deus… — suspirou, e ela arqueou uma das sobrancelhas, esperando pelo resto com uma pontada de desafio no olhar. Seu namorado revirou os olhos por isso. Tanto quanto ela odiava seus esforços cegos para acabar com brigas que ás vezes podiam ser necessárias, ele odiava quando ela fazia aquela cara enquanto ele estava tentando resolver as coisas. — Eu ‘tô me esforçando aqui.
— Vai falar com o cuzão do Marcos, então? Dizer pra ele que sua abordagem é estúpida? — ela retrucou, como se tudo fosse muito simples, afinal de contas. mordeu um sorriso, adorava tanto o jeito daquela mulher, tanto. parecia difícil em muitos aspectos, mas a verdade é que ela era dotada de uma bravura que poucos tinham, e via tanto potencial nas pessoas de quem gostava, que podia não o fazer do jeito mais delicado possível, mas se via obrigada a fazer com que fossem corajosos o suficiente para enfrentar o mundo e mostrar quem eram, mostrar seu valor. Ele sabia disso. E amava cada pedacinho dela por isso.
— Eu vou falar com ele. — cedeu, sorrindo um pouco diante da sobrancelha erguida da namorada. Aquilo não o incomodou tanto naquele momento. — Eu vou, só é…
— Um desafio, eu sei. — garantiu, sorrindo de maneira reconfortante e fazendo com que o coração de errasse uma batida enquanto era tomado pela realização de que aquela mulher era o amor de sua vida. Ele podia saber daquilo tanto quanto sabia que o céu era azul e que o sol nascia todos os dias, mas sempre que era acometido por aquela certeza de tal forma aquilo acontecia, no fim das contas: seu coração simplesmente perdia as estribeiras. — Sei que não é fácil, e juro que entendo, , mas… Você precisa acreditar que pode enfrentar os outros. E que ninguém vai desistir de você ou do seu trabalho por causa da sua opinião. Isso só o valida ainda mais. — ela prometeu, o tom ameno arrancando um sorriso pequeno do namorado, que se sentiu satisfeito em notar que estavam trilhando o caminho certo para deixar aquela discussão para trás. Ironicamente, tudo que ele precisou fazer foi se abrir, de verdade, para o que sua namorada queria dele. Era sim um desafio, todo seu sistema de crenças, afinal, o ensinara desde sempre a ser o mais educado, prestativo e cordial os homens, e aquele manual inevitavelmente pulava discussões e conflitos, como se fossem terminante proibidos ou algo do tipo. Entendia porque aquilo incomodava , seu sistema de crenças era bem diferente do dele, mas havia certo romantismo em pensar naquilo também. Porque notavam que, o que faltava em um, havia no outro. Ainda que nem sempre fosse simples, eram o encaixe perfeito do outro. Havia muita paz naquilo.
— Eu vou falar com ele — prometeu outra vez — quem sabe, talvez eu até aproveite o embalo e fale com aquele nosso vizinho que fica roubando a nossa vaga no estacionamento também… — parou pra rir quando a namorada lhe olhou feio pela brincadeira, sabendo tão bem quanto ele que não falaria com vizinho algum. A situação daquela vaga já acontecia há meses e, como não era quem precisava estacionar o carro, ela não intervinha, ainda que odiasse a coisa toda. Aprendia uma coisa ou outra com também e, definitivamente, aprendia a escolher suas batalhas. Algumas simplesmente não valiam a pena.
— Ótimo. — ela respondeu no fim das contas, soprando um “agora vem aqui” ao puxá-lo para si em seguida, segurando em seu pescoço enquanto cobria os lábios do namorado com os seus, aprofundando o beijo um instante depois e se permitindo aproveitar a sensação sempre tão gostosa de suas línguas se movimentando juntas, massageando uma à outra como faziam tão bem. sorriu contra a boca do namorado quando recebeu uma mordidinha em seu lábio inferior, devolvendo a mordida e cessando o contato de seus lábios mesmo com a sensação tão gostosa que lhe acometia com a mão quente do namorado fazendo um carinho gostoso em sua cintura. — Vou comer — ela avisou, a simplicidade em sua voz dançando entre a leveza e o desafio eletrizante que era uma das maiores marcas da garota, fazendo sorrir lhe observando.
Céus, ele a adorava.
— Você não ‘tá com fome — lhe lembrou do que ela mesma dissera momentos antes, puxando a garota novamente para si sem lhe dar a chance de realmente estender a mão e pegar o sanduíche. Ambos sabiam, aliás, que ela não o faria, e sorriu quando terminou sentada sobre as pernas firmes do namorado, ondulando os quadris contra os seus enquanto imiscuía os dedos em seus cabelos escuros, ao passo que ele colava suas testas, o olhar repleto de carinho e amor que ele lhe direcionou fazendo o coração de pular uma batida. Foi a vez dela de constatar que aquele era o homem com quem queria passar o resto de sua vida, o seu grande amor, e seu sorriso só se desfez quando enfim o desmanchou com os próprios lábios.
— Eu amo você — enfim devolveu a declaração que recebera momentos antes, soprando as palavras para o namorado, que segurou mais firme em sua nuca ao aprofundar o beijo, entrando com a língua em sua boca e massageando a dela ao passo que a mão na base de suas costas massageava a pele da região também. Havia algo sobre o carinho sempre tão certeiro de que sequer arriscava tentar descrever, sabia apenas que lhe inflamava como nada mais fazia e apertou mais as pernas ao redor do namorado quando ele lhe fez deitar no sofá, indo por cima sem parar de beijá-la. Um instante depois, colou suas testas e sorriu para a namorada, que sorriu de volta.
Céus, o amava tanto que era ridículo.
— Eu sei — ele lhe deu um sorrisinho esperto, arrancando uma risada da namorada, que levou um instante para enfim puxar o rosto dele de volta para o seu, voltando a beijá-lo. Ela podia passar o dia inteiro daquele jeito, aconchegada naquela posição, apenas beijando-o daquele jeito, como já fizera inúmeras vezes, mas eles conheciam formas tão melhores de deixar pra trás um confronto. E eram tão bons naquilo… apenas suspirou, agradecida e deliciada, quanto mordeu sua boca e passou a beijar seu maxilar e pescoço, uma das mãos alcançando o botão de seus shorts simultaneamente. Aquilo era outra coisa na qual se completavam muito bem, era um tanto tímido e ligeiramente conservador também, mas tinha o espírito desafiador perfeito para inflamá-lo e não se importava de guiá-lo e lhe mostrar do que gostava também, ainda que aquilo não fosse típico dela, naquele departamento. Eles encontravam seu próprio ritmo, repleto de descobertas para ambos e era tão, tão gostoso.
Quando, enfim, ele passou o short da namorada por suas pernas, ela puxou a barra da camisa dele também e o livrou da peça, para logo em seguida suas bocas voltarem a se encontrar, ainda que por pouco tempo dessa vez. A brevidade do beijo podia ser explicada pela necessidade crescente que tinham um do outro, o calor que lhes tomava mais e mais fazendo com que priorizassem os toques e apertos, e a quantidade cada vez mais escassa de roupas. apertou as duas mãos nos ombros firmes do namorado e jogou a cabeça para trás com os beijos quentes que recebia na curva de pescoço, sentindo a mão do namorado entrar simultaneamente em sua blusa e empurrar o sutiã do caminho, friccionando um de seus mamilos enquanto os lábios deslizavam quentes por sua clavícula.
As pernas da garota também se apertaram ao redor de sua cintura e ela sorriu quando afastou o tronco do seu e os lábios de sua pele para livrá-la da blusa, lhe incentivando. A peça logo se juntou ao monte espaçado no chão, e a boca de cobriu um dos seios da namorada, ao passo que sua mão adentrou sua calcinha, brincando com a intimidade molhada de exatamente do jeito que aquela altura, com tantos anos juntos, sabia que ela gostava. Os gemidos que rasgaram a garganta de denotaram a aprovação pela qual vivia, que sempre seria sua coisa favorita, e quando ela apertou os dedos em seus cabelos, tornando o encontro de sua língua com sua pele mais intenso, ele mordeu sua pele, arqueando uma das sobrancelhas para a namorada, como ela normalmente fazia.
… — meio que choramingou, arranhando seu abdômen enquanto arqueava a coluna, tentando aproximar sua entrada molhada e, tão, necessitada dos dedos do namorado, que sorriu e afastou as pernas dela de seu corpo.
— Eu já vou chegar lá — prometeu, beijando a testa da namorada de maneira cálida demais para tudo que ambos sentiam e quase bufou, ficando, no entanto, sem ar quando o viu se levantar para se livrar da calça, a magnitude do corpo mais belo que a mulher se lembrava de já ter posto os olhos lhe tomando antes mesmo que ele, de fato, lhe tomasse. A garota soltou uma risada diante do próprio pensamento e balançou a cabeça, o observando se aproximar e baixar sua calcinha, beijando sua intimidade de maneira dolorosamente superficial e arrancando dela um novo gemido entrecortado e pedinte. apertou mais firme em sua cintura, e mordeu um sorriso por notar o que o som fizera com ele. Gostava tanto que seu namorado gostasse tanto quando ela soava daquele jeito, ridiculamente entregue. — Shh… — murmurou, e então se enterrou dentro da namorada.
teria xingado, ou mesmo grunhido qualquer coisa inteligível, como seria mais provável, mas nenhuma das duas coisas aconteceu. Não de imediato. Ela ficou sem ar, o peito ardeu em meio ao prazer que sempre lhe acometia tão fervorosamente quando ele a preenchia daquela forma, e sua voz só voltou um instante depois, quando se moveu para fora dela, só para então voltar a estocar, deliciosamente devagar, em seu interior.
— Puta que pariu — ela xingou e ele riu perto de seu ouvido, arrepiando-a inteira por isso.
— ‘Tá gostando? — ele perguntou, mordendo o lóbulo de seu ouvido e riu diante da pergunta, ridiculamente descarada.
— Você ‘tá passando tempo demais comigo — devolveu, arrancando outra risada do namorado, dessa vez, no entanto, não mais perto de seu ouvido, reverberando direto dentro dela, já que ele o fez no exato instante que precedeu o beijo que roubou em seus lábios. abriu a boca e sentiu o peito explodir com a sensação gostosa de massageando tão bem sua língua com a dele, aumentando simultaneamente o ritmo de suas estocadas, e a cada vez que deslizava dentro da namorada parecia mais fácil alcançar mais fundo dentro dela, como se sua umidade se tornasse mais intensa por segundo, facilitando que ele deslizasse tão gostoso dentro dela.
E, bem, meio que era exatamente o que acontecia mesmo.
desistiu de beijar não muito depois, o membro latejando de maneira um tanto especifica e alcançou o clitóris da namorada sem parar de estocar, querendo dar a ela todo o prazer que fosse possível, e então, mais. Sempre mais.
A garota sentiu o corpo inteiro corresponder a atitude do namorado, choques específicos demais rumando certeiros para seu baixo ventre, intensificando cada uma das sensações que continuava a lhe causar e puxou seu lábio inferior entre os dentes, segurando em seus ombros enquanto invertia as posições, e tão logo entendeu o que ela queria, ajudou a namorada a se pôr em cima dele, gemendo junto com ela quando a garota desceu em seu pau pela primeira vez. Ele segurou em sua cintura, buscando lhe dar apoio enquanto a namorada se movia tão bem em cima dele, optando por não aumentar a velocidade de imediato, apoiando as mãos em seus ombros e desviando junto com o namorado o olhar para o membro de deslizando para fora, e então deliciosamente fundo, dentro dela a cada vez que a garota descia, ainda que num ritmo devagar demais para o que ambos queriam e, aquela altura, precisavam.
aumentou, pouco, a pouco, a velocidade com que descia sobre o namorado e logo seus movimentos alcançaram um ritmo muito mais urgente, com ele alcançando novamente seu clitóris, incentivando-a a se derramar sobre ele como sabia que faltava tão pouco para que ela fizesse. E, céus, ela queria tanto.
Com seu corpo queimando e tão pronto para o clímax, puxou o pescoço do namorado, lhe beijando apressada ao passo que entregava os pontos, a sensação abrasadora lhe tomando por completo enquanto gozava e levando a segurar em sua cintura, impulsionando sua pélvis em apenas mais algumas, duas, três talvez, estocadas antes de encontrar a namorada no limbo daquele estado de espírito tão delicioso que nunca durava o suficiente, mas era tão, tão gostoso.
Alguns instantes depois, quando o tirou de dentro de si, afastou o cabelo molhado de suor da namorada de seu rosto, sorrindo quando o rosto dela ficou livre dos cachinhos e seus olhares se encontraram.
— Acho que prometer não brigar mais é em vão, não é mesmo? — ele questionou e ela riu cansada, concordando com a cabeça.
— Especialmente quando brigamos porque você não se impõe — ela devolveu e foi a vez dele de rir, concordando com a cabeça.
— E se eu prometer sempre fazer as pazes assim? Aqui nesse sofá? — sugeriu, e fez que ponderava sobre o assunto, apenas pra rir junto com o namorado pouco depois, encostando a cabeça em seu ombro e concordando, enfim, com sua sugestão.
— Fechado. — sorriu e ele sorriu também, beijando seu nariz e em seguida seus lábios, invertendo as posições para deixá-la deitada no sofá enquanto avisava que ia ao banheiro.
Quando voltou, poucos instantes depois, vestia uma cueca limpa e sorriu para a visão de sentada no sofá, comendo um dos hambúrgueres que ele trouxera mais cedo.
— ‘Tá gostoso. — ela comentou, sorrindo sem mostrar os dentes enquanto mastigava e ele sorriu para suas bochechas cheias, aproximando-se e deixando um beijo em sua testa. Ela sorriu outra vez, o observando se afastar e seguir para a cozinha. — , não ‘tá indo atrás de comida, não é? Você trouxe uma tonelada de lanche! — ela gritou antes de dar mais uma mordida no sanduíche e ele riu da cozinha.
— Vim pegar água! — gritou de volta, juntando-se a ela na sala pouco depois e erguendo a garrafinha que costumava levar para correr para que ela visse. sorriu, assentindo.
— Ótimo. — murmurou, com ele enfim se sentando ao seu lado para comer. Ela sorriu ao lhe encarar pelo canto do olho e sorriu também, mesmo sem saber o que estava em sua cabeça. Desconfiava que era o mesmo que ele pensava: aquela garota era o amor da sua vida, e pensar na reciprocidade de cada parte daquele momento, céus, aquilo enchia o coração de como nada mais fazia. E era tudo que ele nunca soubera precisar tanto; era.

FIM

Nota da Autora: Oooi!!!!!!!
A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 7 – sexo de reconciliação!
Espero que tenham gostado! Comentem!
Estou também no twitter como @ybsunlight! Beijão!