PELE

PELE

  • Por: Queen B.
  • Categoria: Kpop | Restritas
  • Palavras: 3418
  • Visualizações: 160
Gênero: Romance
Classificação: +18
Restrição:
Sinopse: Depois de um sonho deliciosamente quente, em que você é a protagonista, ele tem sorte de acordar ao seu lado. Sonhos podem sim se tornar realidade.
Beta: Alex Russo.

Aquele estado, ligeiramente em alerta, mas ainda um tanto adormecido também, no qual o corpo do garoto se encontrava quando procurou o da namorada, encaixando-se a ela, era tão especifico quanto gostoso, ainda que comumente existisse apenas na memória. Aqueles instantes em que qualquer que fosse a narrativa que tomava sua mente enquanto dormia ainda estava fresca em sua mente, mas seu corpo começava a despertar, a ganhar vida outra vez.
Na realidade que lhe enganava a algumas instantes, em seu sonho, estava com ele. Estavam na cama, como naquele momento. Mas não dormiam.
Era por isso que seu corpo procurava pelo dela tão por conta própria, suas pernas se encaixando as dela e o tronco as suas costas, as mãos ora subindo por sua barriga, ora apertando seu quadril. E foi aquele aperto, o toque mais intenso que gostava tanto, que acordou a garota, que arquejou e, involuntariamente, empurrou o próprio corpo para o dele, roçando seus quadris e arquejando outra vez.
Agora, estavam no mesmo estado. Ele acabou sorrindo de lado por isso, sem conseguir se conter.
— Eu sonhei com você – murmurou perto de seu ouvido, puxando a pontinha com os dentes em seguida, tão devagar que não pôde segurar um gemido baixinho, pedinte.
A garota virou de frente para o namorado e enlaçou seu pescoço com os braços, olhando nos olhos escuros do namorado. não fazia muito aquilo, acordá-la para transar, mas tinha certeza que, se soubesse, se sequer imaginasse o tamanho do poder que tinha sob ela, o faria todos os dias. Ele não se via pelos olhos dela, afinal, ainda que fosse um dos maiores sonhos da garota: que ele entendesse quão terminantemente perfeito era.
Tudo que queria, afinal, era que ele entendesse quão louca era por ele. Por cada pedacinho dele.
— O que eu fazia? – perguntou incisiva, ainda que não precisasse. O corpo dele, tanto quanto o tom ligeiramente mais escuro que tomava suas irís, e seu toque forte, diziam o suficiente.
mordeu um sorriso custoso, e mordeu o seu próprio, porque não lhe daria o privilegio se ele não lhe desse de volta, só para se deliciar em vê-lo rir, porque sabia o que ela fazia. O garoto trouxe o corpo dela um pouco mais para seu encaixe, inspirando em seu pescoço e o nariz alto roçando em sua pele fez a garota jogar a cabeça um tantinho para trás, deliciada.
— Você gemia, amor – a voz grave que tanto amava soou ainda mais grave, ao passo que ele apertava um pouco mais sua cintura, e entrava a mão em sua camiseta, espalmando e passeando pela barriga da namorada até um dos seios, pirraçando o mamilo com os dedos – Bem assim – murmurou, quando ela gemeu baixinho diante do carinho, ao passo que, com a outra mão, ele empurrava sua blusa para cima, passando-a pela cabeça da namorada quando ela ergueu os braços para ajudá-lo.
Para , havia certa poesia implícita em tê-lo tirando sua roupa, ela sempre gostou da premissa que trazia: de fogo, fervura intensa, mas também de paraíso, calmaria.
encontrou uma das mãos da namorada e entrelaçou seus dedos juntos, guiando em seguida a mão dela para o alto de sua cabeça, segurando-a ali e olhando em seus olhos de cima, num ângulo que fez o centro de arder e ela precisou apertar suas pernas juntas. Ainda assim, no entanto, não foi nem de longe o suficiente para segurar a sensação tão intensa, tão quente e tão, tão deliciosa, que lhe tomou inteira quando ele abocanhou um de seus seios. simplesmente jogou a cabeça para trás e deixou aquele som engasgado, excitado e pedinte, escapar de sua garganta. O som com o qual ele sonhara.
Para , o corpo de era uma obra-prima, podia admirar, tocar e louvar cada linha, curva e monte com toda adoração que havia dentro de si, a noite toda, todas as noites. Ele a achava perfeita, cada pedacinho, mas havia algo sobre os movimentos, o modo como ela jogava a cabeça para trás enquanto ele pressionava seu mamilo com a língua, ou apertava os quadris como se aquilo pudesse aliviar o fogo intenso que subia por todo seu corpo… Havia algo sobre aquilo que a tornava, para , quase celestial. Ele a transformaria em músicas, esculturas, pinturas… Tudo que sua criatividade permitisse.
Os seios, que ela empinava em direção a sua boca, como se pedisse que ele não esquecesse nenhum pedacinho, esses sequer achava que podia descrever. Foram protagonistas de seus sonhos naquela noite tanto quanto todo resto e, deliciosamente, eram sua realidade. Ele era tão sortudo.
Os dedos de torciam nos cabelos escuros dele, ora mais fortes, ora quase preguiçosos, antes mesmo que soltasse a mão que ainda segurava sob sua cabeça, alcançando a calça que a namorada usava para dormir e desfazendo o nó do cós. O garoto ergueu o olhar para ela e sorriu brevemente para sua expressão tão deliciosamente bagunçada.
Céus, como ela era bonita.
… – a garota choramingou, prazer pingando de sua voz, enquanto o puxava pela blusa, tentando trazê-lo de uma vez para cima de si. Quando conseguiu, e sentiu o calor que o namorado emanava ir de encontro ao seu corpo tão diretamente, mordeu a boca, apertando as pernas juntas outra vez. – Você me acordou, então… Só… – apesar das palavras soarem um tanto desconexas, seu pedido era claro. Ela o queria, e o queria logo.
pressionou os lábios dela com os seus e puxou a mão da garota em direção ao volume que se acentuava em sua calça, fazendo arquejar ao sentir.
Ele também a queria, e queria logo.
– a garota repetiu, naquele tom que soava tanto como uma ordem quanto como um pedido desesperado, o apertando brevemente nos dedos pequenos. – Por favor.
— Já… já, amor – a voz grave do garoto soou ligeiramente falha e estremeceu com o som, fechando os olhos quando ele beijou o topo de sua cabeça, depois sua testa, seguindo para a ponta do nariz, o canto de sua boca e, enfim, o pescoço. Ali, ele usou a língua.
beijou molhado cada uma das pintinhas que tinham a mesma cor do cabelo dela quando atingido pelo sol, brincando de conectar os pontos e se satisfazendo com o som deleitado que a ouvia soltar enquanto o fazia, deslizando muito devagar os beijos para a clavícula da garota, baixando com a mão livre a calça dela, que, tão logo notou, passou a livrá-lo da roupa também. Com a ajuda dos pés, empurraram as calças uns dos outros até que as peças estivessem fora do caminho, e então, os olhos voltaram um para o outro.
— Eu te amo – murmurou, precisando de apenas um instante observando as irís que eram suas favoritas no mundo para deixar as palavras despejarem para fora de si e, quando o fez, o puxou para si, juntando seus lábios. O coração dela martelava tão forte quanto sempre fazia quando ele dizia aquilo, quando a olhava com tanta intensidade enquanto causava aquele estrago sem tamanho em sua calcinha. Eram um mundo todo, galáxias inteiras, energia e o mais intenso dos amores. Juntos, e sozinhos, um para o outro. Eram tudo.
Enquanto suas línguas brincavam quentes, naquele ritmo tão deles, lento, mas devastadoramente intenso, alcançou a calcinha da namorada, empurrando-a um pouco para o lado e usando os dedos para experimentar a umidade dela, que nunca falhava em fazê-lo arquejar em puro deleite. gemeu contra sua boca e o empurrou pelo peito, soltando o ar enquanto desviava o olhar para os dedos de dentro de si, choramingando ao tentar empurrar a calcinha para ver tudo direito sem que ele precisasse parar o que fazia e aquilo acabou arrancando um sorrisinho do garoto. Havia pouca coisa que ele gostava tanto quanto gostava de como ela se tornava manhosa na cama, e puxou a mão dela para longe de sua roupa intima, beijando seus dedos enquanto, com a mão livre, baixava sua calcinha até os joelhos, da onde ela mesma cuidou de empurrar a roupa.
— Se eu não estivesse tão duro, chuparia você agora. – murmurou. Ele não era de falar muito, mas sabia que ela gostava, e vinha aprendendo, com a convivência, a ceder e despejar cada uma das verdades sobre seus desejos nela. O modo como ela apertava os olhos e gemia entre os dentes, praticamente chorando de prazer, quando ele o fazia, era sempre tão satisfatório. – Mas nada impede que eu faça isso depois? – não soube dizer se o tom de pergunta nas palavras dele foi planejado, mas sorriu, passando um dedo pela linha bem marcada da mandíbula do garoto enquanto o encarava com carinho.
— Depois parece bom – concordou, a voz falha arrancando outro sorriso custoso do garoto antes que ele voltasse a enfiar a língua em sua boca. torceu os dedos nos cabelos do namorado, exigindo mais do beijo que começou preguiçoso e, atendendo seu desejo, moveu mais rápido a língua contra a sua, tirando o ar da garota, que apertou as pernas ao redor dele. — Amor… – ela levou os dedos as bordas da cueca do namorado, buscando baixá-la enquanto roçava os lábios aos seus, lhe encarando pedinte. – Eu não tenho que esperar muito mais, tenho?
Ela nunca precisava fazer muito para conseguir algo dele, ainda que fosse conhecido por implicar, mas quando falava daquele jeito, tão claramente sem forças para coisa alguma, além dele, céus… Ela conseguia que ele obedecesse qualquer um de seus comandos sem nem pensar.
— Não, meu amor. – ele murmurou, mas não precisava. Já ajudava a namorada a livrá-lo das últimas peças de roupa e, no instante seguinte, abria devagar as pernas dela, o toque gentil apenas deixando a garota com apenas mais pressa, porque aprendera com ele a apreciar a delicadeza que vinha junto com sua precisão até em momentos como aquele. E era delicioso.
Com o caminho livre, enfim, se enterrou no interior de , tão pronto para recebê-lo.
era quente e apertada, e soava exatamente como em seu sonho enquanto ele começava devagar a investir dentro dela. Na verdade, melhor. Tão mais claro, mais real… Exatamente como a realização de um sonho. Era o que ela era, afinal.
pescou os braços da garota, estendidos sob suas costas e nuca, e os levou para cima de sua cabeça, lhe segurando ali pelos pulsos ao passo que estocava, naquele ritmo tão gostoso, lento e preciso, como tudo que ele fazia. Como tudo que amava tê-lo fazendo. A garota passou as pernas ao seu redor, puxando-o mais fundo, e urrou com a onda intensa de prazer que o tomou tão logo atingiu aquele ponto deliciosamente quente e molhado dentro dela, que o recebia com apreço imensurável. O gemido ligeiramente esganiçado, deliciosamente entregue, que a garota soltou em resposta, só tornou a coisa toda ainda mais deliciosa, e ela o empurrou de novo para o mesmo lugar, buscando sentir aquela pontada tão gostosa com a qual ele acabara de lhe presentear. Deu tão certo que quis chorar, jogando a cabeça para trás e o apertando dentro de si apenas pela sensação tão prazerosa quando ele se forçou contra o aperto.
Céus, delicioso. era delicioso.
— Amor, por favor. – gemeu, ainda que nem soubesse pelo que exatamente estava pedindo. Só por favor. – Mais rápido, meu amor. Mais… – ela parou, buscando fôlego, no entanto o encontro de seus olhos lhe deu a sensação oposta. De repente, seu peito queimava e o coração batia tão forte que parecia prestes a atravessá-la. – Mais forte. – soltou num suspiro, que logo se transformou num grito quando ele obedeceu.
Novamente, jogou a cabeça para trás e observou quão deliciosa ela parecia naquele momento, arqueando ligeiramente a coluna, de modo a empinar os seios enquanto afrouxava minimamente o aperto das pernas ao seu redor simplesmente porque era demais, tudo aquilo era demais para que ela ainda tivesse forças para apertá-lo. Ela sentia o corpo todo formigar enquanto deslizava em sua intimidade, e sabia o que aquilo significava.
Ia gozar. Ia gozar e, puta merda, mal podia esperar.
Pela primeira vez, forçou uma das mãos contra o aperto do namorado, que lhe soltou rapidamente, só para tê-la guiando a mão dele em direção ao seu clitóris. Ela queria mais aquilo, queria tudo. Queria gozar tão gostoso quanto só ele sabia fazer e sabia que aquele era o caminho.
pressionou brevemente os lábios dela com os seus e, finalmente, obedeceu seu pedido mudo, pressionando seu clitóris com gentileza com o polegar e pousou novamente a mão sob a cabeça, não se preocupando em fazer mais nada além de continuar rendida, tão deliciosamente rendida, enquanto lhe invadia tão gostoso, e estimulava seu clitóris também. Prazer, prazer por todo lado, por cada partezinha de sua pele, que absorvia e misturava o cheiro dos dois, o cheiro do amor dos dois.
não conhecia sensação melhor, puta merda.
Os gemidos logo se tornaram a sinfonia favorita de , e ele sorriu antes de puxar o lábio inferior dela entre os dentes, beijando perto de sua orelha e sussurrando baixinho ali que tudo bem, que ela podia gozar e que seria tão gostoso. Estava louco pra ver, então ela podia se entregar. Ele jurava que podia.
Embalada pelas suas palavras, pelo modo tão gostoso como ele pedia que ela se entregasse, se deixou cair no precipício tão delicioso do ápice. Tudo sumiu, tudo exceto o calor e a energia deliciosa, tão deliciosa, que emanava ainda sob ela. Nem mesmo as estocadas, agora ligeiramente mais lentas, do garoto, ela sentia mais. estava isolada em seu próprio local de prazer, em queda livre. Numa deliciosa queda livre.
Quando a garota abriu os olhos outra vez, viu respirando com dificuldade sob si, ainda investindo dentro dela, buscando prolongar o máximo possível do prazer dos dois e sorriu por isso, segurando em sua cintura.
— Amor – murmurou, com a voz falha, e quando o olhar de encontrou o seu, ele fraquejou por um instante. podia ver quão por um fio estava e acabou sorrindo outra vez, fraquinho, enquanto fazia um carinho em seu braço. – Goza pra mim, amor. Aqui… – ela puxou a mão dele até o meio de seus seios, deixando que os dedos longos do garoto tocassem um tantinho de um e um tantinho do outro. Se sentia pequena, mas não era ruim. Aprendera com ele que nada sobre si era ruim, não com ele lhe olhando com tanta paixão quanto naquele momento.
não respondeu, se pondo de uma vez para fora dela e ajustando a própria posição para conseguir mirar em seus seios enquanto se masturbava, com os olhos presos aos dela, que, no entanto, ora olhava para o rosto tão bonito do namorado, ora para sua ereção, tão pronta para explodir. Não podia evitar, ele era tão gostoso. Céus, como ele era gostoso.
… – ele praticamente choramingou ao, enfim, se derramar na garota, que sentiu o estômago revirar, certa que a cena e o modo como ele chamara por ela nunca mais sairiam de sua cabeça. Não até a próxima vez que transassem, e ele colocasse novos e deliciosos momentos em sua cabeça. Mais ainda, tinha certeza que estava molhada de novo o assistindo gozar tão gostoso, o liquido quente indo de encontro com seus seios num choque prazeroso. O garoto se jogou ao lado da namorada na cama assim que terminou, completamente sem fôlego e nem ligou para bagunça que faria quando virou de lado a fim de se aninhar em seus braços. passou, rapidamente, um dos braços ao seu redor, lhe abraçando de lado. – Eu te amo. – ele murmurou, baixinho e cansado, naquele tom manso que ela gostava tanto de ouvir depois do sexo. Significava que fizeram um bom trabalho, juntos.
— Eu amo você também. – ela respondeu, deixando um beijinho em seu peito e sorrindo quando ele beijou o topo de sua cabeça, observando-a se levantar para ir até o banheiro se limpar.
— Eu só sujei porque você pediu… – ele reclamou, preguiçoso, enquanto se levantava também, se arrastando atrás dela mesmo que a garota não houvesse pedido e ela riu por isso, olhando por sob o ombro em sua direção.
— Eu não te pedi pra vir no banheiro comigo. – devolveu e ele riu, puxando-a consigo para o chuveiro e abanando o ar entre eles como se dissesse que aquilo não importava.
Ela não precisava pedir, ele sempre estaria lá com ela.

FIM

 

Nota da Autora:
Olá!!!!!!!!!!!!! Essa fanfic foi um presente pra minha twin, Belle! Amo você, neném!
Essa fanfic, also, faz parte do meu desafio pessoal, a série: 50 motivos para fazer sexo. Vou explicar um pouco mais sobre ela aqui, mas não esqueçam de comentar, tá?
Lá vai:
A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 15 – por que um dos dois teve um sonho erótico.
O resto dos motivos, vocês podem encontrar no meu fixado no twitter, como @ybsunlight <3.
Xx.