Take Care Of You

Take Care Of You

  • Por: Queen B
  • Categoria: Kpop | Restritas
  • Palavras: 3422
  • Visualizações: 643

Sinopse: Ele volta pra casa para uma folga depois de dias de trabalho ininterrupto no exercito coreano e você promete cuidar dele e fazê-lo relaxar.
Fandom: ShinEE
Gênero:
 Romance (+18)
Classificação: +18
Restrição: Sexo explícito.
Beta: Regina George
Shortfic

Capítulo Único

2. Pra acordar:

se sentiu diferente quando acordou. Nem mesmo precisou abrir os olhos para que seus lábios se repuxassem para os lados e um sorriso surgisse em seu rosto. Estava dormindo sozinha há meses demais e, definitivamente, não estava gostando… De repente, no entanto, tudo pareceu tomar seu devido lugar.
estava em casa outra vez.
Infelizmente, não por muito tempo. Ele ainda estava no meio de seu serviço militar obrigatório e logo seria tirado dela outra vez, mas, bem… Por ora, tudo estava perfeito. Ela sentira tanta falta de sentir como se tudo estivesse perfeito.
Era o tipo de coisa, afinal, que só era capaz de fazê-la sentir.
Demorou tanto para encontrá-lo… Era uma droga que, em poucas horas, já fossem precisar se despedir outra vez. mal começara a matar as saudades. Pior, quando ele se alistou, ela mal havia começado a aproveitar aquilo, aquela paz completamente nova que ele lhe fazia sentir. Odiava aquele timing errado, que, precisava admitir, era típico dela.
Tudo que podia fazer agora era aproveitar o tempo que tinham, mostrar a ele o quanto estava com saudades… E o quanto ia continuar sentindo sua falta até ele estar de volta em seus braços, de uma vez por todas. olhou por cima do namorado, em direção ao relógio de mesa no criado-mudo ao lado da cama e notou, satisfeita, que tinham, pelo menos, três horas antes de absolutamente precisarem levantar.
Tempo o suficiente.
A garota apoiou o queixo sob o peito do namorado e sorriu lhe observando dormir, mexendo de maneira preguiçosa e despretensiosa em seu cabelo, quase como se não pretendesse acordá-lo. , no entanto, acabou por bocejar e abrir os olhos mesmo assim, provando o que a garota já sabia: Tinha o sono adoravelmente leve.
vivia, acidentalmente, acordando , e passando então o resto do dia se sentindo culpada, é claro. Ele era ótimo em sorrir e repetir que não fora sua culpa, mas bem, daquela vez fora proposital, e ela pôde apreciar o olhar sonolento que sempre lhe fazia sentir ainda mais culpada. Ele ficava tão bonito com aquela carinha de sono, os olhinhos pequenos parecendo ainda menores e os lábios cheios apertados juntos, num bico que ele sequer deveria estar ciente que fazia.
Ugh. não precisava de absolutamente nada para deixá-la de quatro.
— Desculpe, eu não queria te acordar. — ela murmurou baixinho, soando, no entanto, muito pouco convincente e um sorriso não tardou a surgir no rosto do mais velho, que passou os dedos por seu rosto, acariciando sua bochecha.
— Ya… Não? — retrucou, deixando claro que ela não lhe enganara e sorriu, sem culpa, apoiando os braços de cada lado de seu corpo para se inclinar sobre ele e roubar um beijo em seus lábios, sorrindo contra sua boca um instante antes de negar com a cabeça, apertando os olhos quando o namorado apertou seu nariz. — É bom acordar com você. Senti falta disso.
— Hm… — ronronou em resposta, o modo como pressionava os dedos agora sob um de seus ombros, deslizando muito devagar em direção a sua nuca, lhe tirando a capacidade de formar frases longas demais. Aquilo era tão gostoso. — Senti falta disso também. E de todo o resto. — ela murmurou, fechando os olhos enquanto a mão quente do namorado alcançava sua nuca, empurrando seus cabelos para o lado e pressionando sua pele de maneira deliciosa com os dedos.
— De todo o resto, jagi? — o tom provocativo fez sentir seu centro arder, com a outra mão de alcançando, simultaneamente, sua cintura, puxando o blusão que ela vestia para dormir para cima por consequência. Eles nunca precisaram de muitas palavras para estar em sintonia, sendo perfeitamente capazes de entender as intenções um do outro com apenas um sorriso ou dois e, naquele momento, sentia o triunfo lhe tomar por completo por constatar, outra vez, quão bem se entendiam. precisou de tão pouco para entender o que ela queria. Talvez fosse fazê-la falar, ela até esperava por isso, mas não era como se ele precisasse. Ou como se não gostasse daquela parte, de dizer para ele tudo que queria fazer com ele antes que ele fosse. — Ya, foi para isso que me acordou? — ele perguntou, com falso espanto, como se só então notasse ter sido o fantoche perfeito nos braços da garota, e ela voltou a abrir os olhos, sorrindo e puxando a mão do namorado de sua cintura, indo por cima dele em seguida e pousando a mão que ainda segurava atrás da cabeça dele, segurando-a ali.
— Eu só quero cuidar de você, baby. — ela retrucou, manhosa enquanto inclinava o corpo por cima dele, raspando as unhas em seu rosto e trilhando o caminho com os dedos até os cabelos escuros do namorado, imiscuindo-os ali. — Te relaxar, mostrar o quanto sinto sua falta, para que você não esqueça que precisa voltar logo pra mim, huh? — se interrompeu, puxando o lábio inferior do namorado entre os dentes. — Você deixaria, jagi? Eu prometo que, se você deixar, vou cuidar tão bem de você…
deslizou a mão de sua nuca para suas costas, apertando sua cintura e sequer precisou dizer coisa alguma enquanto pressionava a pele da garota com os dedos, usando mais força do que era realmente necessário para puxá-la pra si, lhe encarando de maneira faminta.
Entre eles, palavras não se faziam assim tão necessárias.
, no entanto, ainda que não precisasse, queria.
— Deixaria, baby? — ela insistiu, puxando o rosto de volta, para longe do alcance dos lábios apressados do namorado, que desviou o olhar para a mão dela segurando seu pulso atrás de sua cabeça, e depois novamente para seu rosto.
— Sim, jagi. Cuida de mim. — ele pediu, fechando os olhos e suspirando com o movimento dos quadris da garota em cima dele, uma resposta, no mínimo, deliciosa para suas palavras. — -yah… — ele choramingou quando ela insistiu no movimento, estimulando-o de maneira direta demais e, ainda assim, mínima. Aquilo nem começava a suprir a necessidade crescente que tinha daquela garota.
— Shhh, tudo bem… — ela retrucou, baixinho, distribuindo beijos apressados no canto de sua boca e seguindo para seu pescoço e o canto abaixo de sua orelha, como se buscasse tranquilizá-lo. Não resistiu, no entanto, em descer mais os beijos, alcançando o início de seu peitoral ao passo que deslizava a mão por seu corpo, alcançando sua bunda e apertando a carne nos dedos. Além do blusão dele, vestia apenas a calcinha preta que usara para dormir, de modo que sua pele acabava por estar acessível demais para o cantor.
A garota suspirou contra sua pele, colando a testa a do namorado por um instante, antes de voltar a se mover em seu colo, empurrando sua camiseta para cima com uma das mãos e afundando as unhas em sua pele. Suas respirações se misturavam, com seus lábios roçando conforme movia o corpo contra o de , o estímulo simultâneo de seus sexos lhes deixando absurdamente quentes e sôfregos, soltando o ar rarefeito.
finalmente soltou o braço do namorado, priorizando segurar seu rosto entre as mãos e imiscuir os dedos em seus cabelos, lhe beijando com devoção e tendo a carne de sua bunda novamente apertada por ele, de maneira mais urgente conforme o beijo dela se insinuava mais e mais sedento. subiu uma das mãos por dentro de seu blusão e logo alcançou seu seio, estimulando-o com a mesma destreza que sempre demonstrou, os dedos quentes e firmes pressionando seu mamilo enrijecido e fazendo com que soltasse o ar contra sua boca, rompendo o beijo para morder seu lábio inferior e olhar em seus olhos, descendo novamente sob seu pau, maltratando a ereção do namorado, que choramingou e apertou os olhos, chamando baixinho por ela.
Ela ia enlouquecê-lo.
— Jagiya, meu Deus… — resmungou, sua ereção chegando a doer entre as pernas e novamente apaziguou sua agonia sem pressa, com beijos breves e cálidos demais para o que fazia com ele.
Mas estava tão ansiosa quanto ele, deslizando a mão até o fim de seu tronco, para dentro da calça de moletom que ele vestia e praticamente salivando ao encontrá-lo completamente acessível para ela. não usava cueca.
Céus, como ela o amava.
— Por mim, você nunca usaria cueca — ela comentou enquanto envolvia seu pau na mão, segurando-o com firmeza apenas o suficiente para terminar de tirar a sanidade do homem enquanto, com a outra mão, puxava seu moletom para mais baixo, empurrando-o de maneira desajeitada até abaixo de seus joelhos, onde não seria mais um empecilho para o que faziam.
E então, ele sorriu. conseguiu, de alguma forma, tornar sua expressão, tão claramente entregue ao prazer que ela lhe fazia sentir, ainda mais enlouquecedora, repuxando os lábios num sorriso sôfrego. achava que não poderia ficar ainda mais esplêndido, até tê-lo sorrindo enquanto ela batia uma para ele.
Ele era inacreditável, puta que pariu.
— Desde que você se livre dos sutiãs também — retrucou, com simplicidade e a garota riu, sua risada reverberando de maneira deliciosa em , já que ela enfiou a língua em sua boca em seguida, puxando ela mesma seu blusão para cima e se livrando da roupa um instante depois, rompendo o beijo e ajeitando sua postura em cima dele, de modo a, literalmente, se exibir para o namorado, que voltou a sorrir.
— Não é o sutiã, mas…
— Eu prometo. Nada de cueca, nunca mais. — ele lhe interrompeu, apressado e ela riu, jogando a cabeça ligeiramente para trás quando subiu a ponta dos dedos desde o pé de sua barriga até um de seus seios.
segurou na outra mão do namorado, puxando-o para se sentar e, quando ele o fez, ela apertou as pernas ao seu redor, fechando os olhos e soltando o ar enquanto enfiava o rosto na curva de seu pescoço, inspirando ali e soltando o ar também em seguida, quando os movimentos da mão da garota em seu membro ganharam mais velocidade. apertou a mão sob seu seio, tocando-a com mais urgência e mordeu sua bochecha, a pele que alcançou primeiro para puxar com os dentes, arrancando outro sorriso excitado do cantor, que puxou seu lábio inferior entre os dentes só para, em seguida, segurar em sua nuca e trazer seu rosto para si, enfiando a língua em sua boca e lhe atacando com mais um beijo urgente e absurdamente quente.
Novamente, alcançou a bunda da garota e apertou a carne entre os dedos, tão urgente quanto ela movia a boca contra a sua, soltando seu membro do aperto de sua mão sem aguentar mais.
Não dava mais para não tê-lo dentro de si.
se afastou e, novamente, sua sintonia se provou infalível, com levando os dedos para a calcinha da garota e baixando a peça, deslizando-a por suas coxas grossas e livrando-a da peça sem que precisasse pronunciar qualquer tipo de pedido.
— Eu vou cuidar tão bem de você, jagi — ela prometeu, beliscando muito brevemente os lábios dele em seguida e segurou na base de seu membro para que ela sentasse, gemendo junto com a namorada quanto, ao apoiar as mãos em seus ombros, ela finalmente desceu em seu pau. — Céus, tão gostoso, jagi, tão grande… — resmungou, envolta num prazer intenso demais enquanto se ajeitava em seu membro, sentindo-o preencher cada parte de si, causando fisgadas intensas em seu corpo antes mesmo que ela começasse a se movimentar em cima dele.
Pelos céus, era gostoso demais.
— Jagiya, eu… Ugh… — resmungou também, mordendo o lábio quando ela puxou as mãos que ele mantinha em sua cintura, as jogando por sob os próprios ombros, e olhando nos olhos do namorado de maneira incisiva enquanto descia cada vez mais forte em seu pau, o impedindo de sequer tentar desviar o olhar. só foi capaz de olhar em seus olhos, mantendo a boca entreaberta e soltando debilmente o ar. lhe fazia sentir o mais entregue dos homens e ele nunca imaginara que aquilo pudesse ser tão bom, até ela lhe mostrar. Ele adorava aquilo, adorava tê-la fazendo o que bem queria dele e, por ele, seria daquele jeito todas as vezes. , acabando com ele inteiro.
Suas mãos se moviam sem nenhuma orientação lógica, experimentando tudo que o corpo do outro tinha a oferecer, a atmosfera ao seu redor se tornando tão quente em meio ao som característico de seus corpos se chocando, de novo e de novo. Em dado momento, levou o rosto ao do namorado e juntou suas bocas, tornando simultaneamente o movimento de seu quadril mais circular e atingindo ambos com uma onda aguda de prazer, que lhe fez repetir o movimento, agarrando os cabelos de antes mesmo que ele puxasse seu lábio inferior entre os dentes e rompesse o beijo para abocanhar um de seus seios.
A sincronia incansável dos dois se manifestava em cada parte do que faziam, cada beijo, mordida, toque, tudo.
provou conhecer o corpo de quase como uma extensão do seu próprio enquanto pirraçava seu seio com a língua, usando os dedos para estimular o outro simultaneamente, ao passo que rebolava mais devagar em seu pau, recuperando o fôlego e, mesmo assim, enlouquecendo-o sem precedentes. Talvez fosse ainda mais delicioso quando ela ia devagar, ele nunca saberia dizer, na verdade. Ele podia sentir a umidade da garota lhe devorando por completo daquela forma, literalmente lambuzando seu pau, no entanto, quando ela voltou a descer forte em seu membro, se viu gemendo ainda mais alto, deixando seu seio de lado e terminando por jogar a cabeça para trás, como ela fizera antes.
não precisou de mais que aquilo para notar que ele gozaria logo e mordeu o lábio, descendo mais rápido e forte, de novo e de novo, utilizando cada pequeno impulso que ainda residia em seu corpo tão excitado e tão pronto.
Ela também gozaria logo.
A garota torceu os dedos nos fios de e ele a puxou mais para si, fazendo com que, por consequência, os movimentos da garota em seu colo o afundassem dentro dela, para se dizer o mínimo. Seus troncos se apertaram tanto que não soube dizer se os batimentos cardíacos que sentia martelar em seu peito eram apenas os dela ou os dele também, escondendo o rosto na curva do pescoço do namorado enquanto apoiava as duas mãos atrás de si, nas coxas dele para descer mais forte em seu pênis.
fechou os olhos, mas não conseguiu simplesmente continuar sem olhar para , os abrindo novamente e focando na garota em seus braços, tão entregue que se perguntou como era possível que os dois estivessem, ao mesmo tempo, sentindo aquilo. Quem estava no controle ali?
O cantor, ainda, pôde jurar que sua frequência cardíaca mudou com os olhos sob os dela, fazendo uma careta que julgou deliciosa quando ela rebolou de novo e de novo em seu pau, fazendo sua ereção doer um instante antes que ela, enfim, descesse com mais força, apertando-o dentro dela e tirando de o pouco de sanidade que ainda lhe restava.
Finalmente, seu corpo inteiro foi tomado pelas fisgadas intensas que o orgasmo trouxe, e quando quase gritou, antes de voltar a esconder a cabeça no pescoço do namorado, soou até mesmo distante para ele, que estava completamente entregue a sensação tão pesada e, ao mesmo tempo, tão leve que o clímax sempre trazia. Que trazia.
Céus, ninguém nunca seria tão sortudo quanto ele era, em tê-la em seus braços como tinha naquele momento. Só… Céus.
Bem devagar, começou a se remexer no colo do garoto, segurando em seus ombros para tirá-lo de dentro de si e suspirando junto com ele ao fazê-lo, sendo abraçada pelo namorado em seguida, quando ele a puxou para voltar a deitar com ele na cama.
— Eu amo você — ele murmurou, baixinho — Você sempre cuida tão bem de mim.
— E nunca vou deixar de cuidar. — ela prometeu, virando para lhe encarar com um sorriso no rosto. achou que nunca vira um sorriso tão bonito antes. — Volte logo pra mim, sim?
Ele assentiu, roubando lhe um beijo breve, preguiçoso até.
— Ainda temos algum tempo — ele murmurou, parecendo ponderar algo e lhe encarou esperando, os olhos escuros atenciosos sob os dele. — Quer tomar um banho?
— Se fizer todo o trabalho dessa vez… — ela deu de ombros e ele riu, beijando seu nariz, depois sua testa e cada lado de suas bochechas, fazendo-a rir. — Isso é um sim?
— É minha vez de cuidar de você. — ele sorriu e ela imitou satisfeita, jogando os braços em seu pescoço e as pernas ao seu redor, fazendo-o rir antes de rolar na cama junto com ela, dando um jeito de se pôr de pé com a garota agarrada a ele. — Você parece um canguru. — provocou, fazendo-a rir e apertar os olhos, numa careta engraçada, que encheu o coração de de amor quase no mesmo instante.
Logo, os dois estavam embaixo do chuveiro de seu banheiro, se amando outra vez, em meio a beijos lentos e suas peles em total contato, o calor que emanavam sendo a única coisa capaz de penetrar entre eles.
E tudo estava perfeito.

FIM