The Lay Down

The Lay Down

  • Por: Queen B
  • Categoria: Kpop | Restritas
  • Palavras: 3945
  • Visualizações: 2220

Sinopse: Quando você não consegue dormir, nada mais justo do que acordá-lo também.
Fandom: Monsta X
Gênero: Romance
Classificação: + 18.
Restrição: Sexo explícito.
Beta: Regina George
Shortfic

Capítulo Único

suspirou, entediada depois de perder tempo em todas as redes sociais, com o brilho de seu celular sendo a única coisa que iluminava o quarto escuro, e colocou o aparelho de lado, puxando as cobertas do namorado mais para si, revirando os olhos quando ele resmungou em meio ao sono profundo. Ele não tinha do que reclamar, estava dormindo. A pobre coitada, enquanto isso, não conseguia pregar o olho.
Céus, como ela odiava insônia.
Adormecido e desavisado, tentou puxar as cobertas de volta, arrancando uma careta um tanto ofendida da namorada. Ele, é claro, não viu e ela rolou os olhos, se pondo de pé e seguindo em direção ao banheiro, onde se espreguiçou, encarando demoradamente o próprio reflexo no espelho.
Que saco, não sentia nenhum pouco de sono.
Um instante depois, soltou os cabelos, que até então estavam mais ou menos presos num rabo de cavalo, arqueando as sobrancelhas e fazendo biquinho para si mesma um segundo depois, só para terminar rindo da própria atitude.
Céus, era ridícula. Mas… Bem, estava bonita. Linda, diria até, passando os dedos pelos cabelos.
Olhou sobre o ombro na direção da cama de casal do quarto, onde seu namorado ainda dormia e tomou uma decisão: Se ela não podia dormir, ele também não.
Sentindo-se uma adolescente outra vez por, realmente, se divertir diante da necessidade de ser sorrateira, trocou o pijama confortável que usava para dormir por uma camisola preta e curtinha, com um decote generoso nos seios, dispensando a calcinha também. E então, seguiu de volta para a cama, puxando as cobertas de mais devagar dessa vez, de modo que ele não resistisse quando empurrou o tecido quentinho para o lado, tirando-o do caminho de suas mãos. Ela encostou o rosto no dele, como se fosse apenas abraçá-lo para dormir e meio que automaticamente, passou um braço ao seu redor, trazendo-a para si.
sorriu. Ela adorava seus abraços. era um homem grande, de forma que sempre que a abraçava parecia tirá-la daquela dimensão e guardá-la protegida, segura, numa só deles. Ela achava aquilo tão bom.
Encarou o rosto do namorado por um instante e então beijou seu queixo, dando de ombros quando ele sequer notou e beijando-o ali outra vez, depois mais perto da boca, a mão descendo por seu abdômen até a calça de moletom que ele usava para dormir, entrando ali e envolvendo seu membro sem delongas, lhe fazendo quase estremecer de prazer por si só. sempre sentia o corpo ferver em euforia quando o encontrava sem cueca, tão acessível para ela.
não reagiu no primeiro instante e continuou o que fazia, sabendo exatamente como e onde tocá-lo. Os dois já estavam juntos há um tempo considerável e, aquela altura, o corpo do outro era como uma extensão do seu próprio: simplesmente conheciam, conheciam muito bem e haviam aprendido juntos também a amar cada partezinha, um do outro e de si mesmos. deixou um último beijinho no canto de sua boca e então se desvencilhou de seu abraço, empurrando os cobertores para longe de uma vez, sem parar de tocá-lo lá embaixo, se colocando entre as pernas dele e posicionando o rosto rente ao membro do namorado, que soltou um gemidinho meio ronronado, ainda sem despertar por completo, quando o apertou com um pouco mais de força e passou o polegar sob sua glande, num carinho. Deixou que a mão deslizasse até embaixo, massageando uma das bolas de , e então tocou sua glande com a ponta da língua, devagar como se nunca houvesse feito aquilo e estivesse apenas experimentando a sensação.
Depois, cobriu apenas a cabecinha com os lábios, passando a língua na região enquanto voltava a masturbar o restante de sua extensão. gemeu mais urgente dessa vez e ela soube que ele havia acordado mesmo sem erguer o olhar, concentrando-se em empurrar com a mão livre a barra de sua camisa, fazendo com que a peça subisse até o meio de seu abdômen, lhe presenteando com a visão de sua pele tão gostosinha e firme, que aproveitou para arranhar brevemente, fazendo com que o namorado ronronasse, bem baixinho e tão gostoso.
… — sibilou, naquele tom rouco, meio grave, e atordoado. Ele sempre falava naquele tom quando ela o chupava, e ela adorava. A garota ergueu o olhar para ele, como se perguntasse se fizera algo de errado e ele ronronou outra vez, já que, simultaneamente, desistiu de dar atenção apenas a sua glande, passando a língua por toda sua extensão e fazendo com que o namorado jogasse a cabeça para trás, num resmungo delicioso. sentia seu centro vibrar em tê-lo, literalmente, crescendo em sua boca, e quando segurou em seus cabelos, juntando-os a fim de tirar de seu rosto, um arrepio gostoso, com gostinho de vitória, atravessou seu corpo.
Não iam dormir.
nunca tentava controlar quando fazia aquilo, apenas ajudava, tirando seu cabelo do rosto e se derretendo inteiro para ela, exatamente como a garota gostava, e não foi diferente daquela vez. O corpo de ferveu quando seus olhares se encontraram novamente, e ele deixou que a mão deslizasse de seus cabelos até um de seus ombros, massageando a região com a ponta dos dedos, ao passo que gemia baixinho, lhe encarando por baixo dos cílios, com aquele olhar pedinte, como se implorasse para ela não parar. achava divertido que ele sequer imaginasse que era capaz de tal coisa, apertando um pouco mais a base de seu pau e colocando até onde dava na boca, sem se preocupar em ter pressa de tirar, lambendo toda sua extensão até, enfim, voltar para a glande, que ela beijou faminta, fazendo com que o namorado jogasse, novamente, a cabeça para trás, soltando um som um tanto selvagem, algo vindo do fundo de sua garganta, que fez o estômago de revirar em tesão.
Céus, como adorava quando ele perdia o controle. Ainda chegou a ver o namorado morder o lábio, tentando se controlar, e quase revirou os olhos. Se ele soubesse o que fazia com ela quando seus gemidos perdiam a medida, céus…
— Tudo bem, amor. — murmurou baixinho, tirando-o da boca, porém ainda o masturbando. — Gosto quando você faz barulho.
— Devíamos estar dormindo, . — ele retrucou, e o apertou com um pouquinho mais de força.
— Você quer ir dormir?
riu, incrédulo, e um tanto sem fôlego. Soou delicioso aos ouvidos de .
— Agora? — perguntou, no mesmo tom.
riu.
— Foi o que pensei. — sorriu pequeno — Estamos em casa e somos adultos, . Podemos fazer barulho, não é errado. — era uma pessoa pública, e escutava tanto, desde o início de sua carreira, que tinha que cuidar de sua imagem, que devia ser discreto e cuidadoso o tempo todo em relação a sua vida pessoal – isso quando não era estritamente proibido de ter uma – que aquilo ficara, enfim, infiltrado nele. estava sempre sendo cuidadoso, discreto, buscando cultivar e manter uma imagem que já fora previamente aprovada por suas fãs, ainda que, com , não houvesse qualquer necessidade daquilo.
Ela simplesmente adorava quando ele se entregava, deixando para trás todas as máscaras. Quando ele era o seu .
assentiu e ela sorriu, puxando a mão do namorado, pousada de maneira displicente sob seu ombro, e passando a língua por seus dedos, com os olhos sob os seus.
— Sem máscaras aqui, sim?
— Sem máscaras. — ele concordou e ela soltou sua mão, voltando a segurar seu pau, levando-o a boca para dar continuidade ao que fazia antes.
Aquela altura, a ereção de se sustentava, firme, em sua mão e parecia até pesar um pouco enquanto ela o fazia mergulhar em sua boca, aumentando a velocidade dos movimentos de seu pulso, que acompanhava o que ela fazia com a língua. O namorado gemia, empurrando seu cabelo para o lado sempre que os fios caíam sob o rosto da garota, de modo que ela fosse capaz, o tempo todo, de vê-lo, de enxergar aquela expressão em seu rosto, que já conhecia tão bem e amava tanto. Os olhos apertados, pedintes, os lábios quase formando um biquinho, e, céus, ela não conseguia decidir se queria fazer carinho naquele rostinho perfeito ou sentar nele.
deslizou a mão de um de seus ombros até a lateral de seu seio, massageando-a ali um pouco, e então indo mais para frente, alcançando seu mamilo e pressionando-o com o polegar por cima da camisola da garota, que soltou o ar contra o pau do namorado por isso. Seu corpo inteiro vibrava, quente como o inferno e implorando por atenção, de modo que, caramba, até o menor dos toques era capaz de lhe fazer perder o rumo, jogando a cabeça um pouco para trás e gemendo um pouco mais alto quando ele apertou com um pouco mais de força, baixando simultaneamente a alça de sua camisola, de modo a, enfim, expor o seio que pirraçava até não poder mais. O mamilo durinho fez salivar, cobrindo seu seio com a mão e então puxando o mamilo entre os dedos, de leve, depois voltando a fazer a mesma massagem de antes.
mordeu o lábio, apertando as pernas juntas, com seu centro parecendo queimar mais a cada instante, implorando por algo, qualquer coisa. Ela tentava se controlar, para voltar ao que fazia, mas tão logo notou, sorriu e fez que não, puxando seu queixo para erguer o rosto da namorada e fazer com que ela o olhasse.
— Sem máscaras, .
Céus, sentar. Ela definitivamente queria sentar naquele rosto perfeito.

— Shhh… — ele retrucou, levando a outra mão para sua cintura e a puxando, de modo que ela passasse as pernas ao seu redor, ficando sentada sobre ele. Como se seu peso equivalesse a porra de uma pena, sem sequer piscar, ugh. — Se eu gozar na sua boca, como vou comer essa sua boceta gostosa? — ele devolveu, sem precisar que ela finalizasse o pensamento para que soubesse o motivo de sua hesitação. sentiu o corpo inteiro vibrar, apertando-o entre as pernas e descendo sobre ele, o fato de nenhum dos dois usar roupa íntima naquele momento tornando o contato direto demais, e enlouquecedor pra caralho. sorriu um pouco, e baixou a outra alça de sua camisola, desviando o olhar para seus seios por um instante, e então de volta para ela. — Foi para isso que me acordou, não foi? Pra comer você?
Caralho.
— Eu quero tanto, amor…
— Eu sei, baby. — sorriu, roubando-lhe um selinho, e puxando o rosto para trás com um sorriso descarado quando ela tentou lhe beijar de verdade. apertou, simultaneamente, os lábios e os olhos, se perguntando se era possível que estivesse tremendo inteira por dentro, porque, céus, era exatamente o que sentia. — Mas, preciso saber como imaginou. Quero que me diga exatamente o que quer que eu faça com você, pra gente poder fazer direitinho, sim? — ele voltou a tocar seus seios enquanto falava, os dois ao mesmo tempo dessa vez, e ainda sentindo a ereção do namorado num contato muito direto com sua intimidade, suspirou baixinho. Só um movimento de quadris, e ele estaria praticamente em sua entrada, a um passo de lhe comer inteira, tão gostoso…
— Eu quero que me coloque de quatro, baby. Quero que me faça afundar os joelhos no colchão e gozar com você falando no meu ouvido quão gostoso é me comer assim, mas antes… — ela riu, inclinando o rosto para o seu e puxando seu lábio inferior entre os dentes, se esforçando em retomar o controle. Tudo que queria com ainda era pouco para o tamanho do tesão que lhe invadia naquele momento. — Antes eu quero montar em você, . Quero descer com força no seu pau, só porque eu posso. Só porque eu gosto. — ela confessou, com o rosto ainda muito perto do seu, e foi a vez da garota de puxar o rosto para longe quando o namorado tentou lhe beijar.
engoliu um xingamento.
— Eu sou todo seu, . Como você quiser.
, enfim, lhe beijou. Era o primeiro beijo que trocavam desde que ela lhe acordara naquela noite, e suas línguas, ao contrário do que se podia imaginar, não tiveram pressa, encontrando o caminho uma para a outra em meio ao torpor fervente que lhes envolvia, os seios de indo de encontro a pele de e o fazendo voltar a tocá-los, sem que pudesse resistir. puxou seu lábio inferior e se afastou, segurando na base de seu pênis, e seu namorado rapidamente segurou sua camisola, puxando-a para cima, para que parasse de cair sob seus corpos e não atrapalhasse quando a garota, enfim, desceu sob seu pau.
Os sons que saíram das gargantas de ambos encheram o quarto, com puxando a camisa de com tanta pressa quanto ele puxava sua camisola, e os dois, enfim, ficaram totalmente nus, os corpos unidos em meio ao movimento gostoso da garota sob a ereção do namorado, que a incentivava com uma mão em sua cintura, em meio as suas, tão características, ronronadas manhosas. não achava que fosse, um dia, entender como era possível sentir tanto tesão numa única pessoa, em cada uma de suas peculiaridades, mas, honestamente, era o que fazia com ela, sempre superando toda e qualquer expectativa.
Ele a levava além.
afundou as unhas no peito forte do namorado, apertando sua ereção com a intimidade enquanto descia, soltando-o apenas para fazer de novo, apertando-o e gemendo, extasiada, a cada vez que o fazia. a olhava tão extasiado quanto, o pau tão lambuzado em meios aos movimentos gostosos dela que… Céus, não tinha como aquilo ser mais deliciosos. Para nenhum dos dois.
O modo como a garota o tomava para si, descendo tão gostoso, fez o garoto fechar os olhos, gemendo em aprovação e agonia, deliciosamente entregue e só piorou – ou melhorou, aquela altura ele não sabia mais o que era coerente – quando inclinou o corpo sob o seu, o encontro de suas línguas, guiado por ela tanto quanto o movimento dos quadris da garota em seu pau, fazendo com que quase choramingasse contra sua boca, segurando seus cabelos num bolo e puxando-os com força o suficiente apenas para fazer a garota levar uma das mãos para o clitóris, excitada demais para ignorar. Não satisfeito, parou de beijá-la, trilhando o caminho pelo meio de seu pescoço até seu colo e, enfim, alcançando seus seios, que o garoto pirraçou com a língua tão bem quanto fizera pouco antes, com os dedos.
E descontou nos movimentos sob seu pau, descendo com força em cima dele e quase chorando de prazer, afundando as unhas em seus ombros quando lhe segurou pela cintura, sentando-se direito, com o corpo agora muito mais perto do seu. Ele era tão grande e forte que, naquela posição, se sentia ainda menor, mas não podia gostar mais daquilo. Se já era gostoso quando ele a abraçava e tirava daquela dimensão só com isso, quando lhe envolvia em seus braços enquanto ela sentava nele, céus… achava que podia gozar só com aquilo.
, no entanto, lhe lembrou que aquilo não seria tudo. Os dois tinham mais planos.
— É agora que eu coloco você de quatro? — ele perguntou perto de seu ouvido, puxando seu lóbulo entre os dentes em seguida, e beijando ali atrás — Porque, sabe, é muito gostoso comer você assim também. Você senta tão gostoso, amor…
quis bater naquele rostinho perfeito, o achando, no mínimo, estúpido por fazer aquilo com ela.
— Antes que eu goze. — ela concordou e ele riu, beijando-a rápido antes de, enfim, tirá-la de cima dele e inverter suas posições, colocando-a de quatro na cama e indo por trás. apertou os dois lados de sua bunda, mordendo de leve um lado, e então espalhou beijos por sua coluna, arrepiando-a por inteiro enquanto posicionava, simultaneamente, o pau próximo a sua entrada. Ele a invadiu devagar, gemendo rouco, num som tão, mais tão gostoso que por si só faria gemer junto se, bem, aquela posição não fosse gostosa pra caralho. Ela merecia o crédito tanto quanto aquela rouquidão deliciosa do namorado. — Amor… Assim, ah…
ficou deliciado com os gemidos, cada vez mais desconexos da namorada, e não continuou a ir devagar por muito mais tempo, a obrigando a apoiar as mãos na cabeceira da cama, se entregando junto com ele e logo seus gemidos enchiam não só o quarto, mas o restante da casa vazia também, o conjunto de sons obscenos representando perfeitamente todo o tesão que sentiam, assim como o calor crescente, que acompanhava a pressão que tomava seus corpos, desde a coluna, ao umbigo e então espalhando-se para o restante de seus corpos, lhes deixando tão entregues, que, puta merda, nem precisou de muito depois que começou. Morder e beijar sua orelha e pescoço foi inevitável, assim como, de fato, soltar em seu ouvido todos os murmúrios obscenos que ela avisou esperar desde o início, deixando claro o quanto ela era apertada, gostosa e molhada, o quanto a amava e o quanto queria poder fazer aquilo para sempre. Nenhuma parte daquilo era mentira, e simplesmente despejar todas aquelas verdades foi fácil. Era fácil para ser ele mesmo com , se entregar e, de fato, deixar de lado cada uma de suas máscaras, que já estava tão acostumado a usar. Era fácil e gostoso estar com ela, e ele queria demais que aquilo durasse para sempre. Queria ser dela até o fim de seus dias e desejou poder comê-la daquele jeito até o fim de seus dias também, ainda que aquilo não representasse nem metade do que eram.
E se sentiu seguro para deixar escapar aquele som tão único, selvagem até, que vinha do fundo de sua garganta, quando finalmente gozou, estocando com força dentro da namorada algumas vezes para chegar aquele, tão delicioso, extremo. O corpo de tombou para frente, seus gemidos abafados pelo rugido do namorado, e então, quando ele saiu de dentro dela, melando não só sua bunda e pernas, como também o lençol com seu gozo, que, de fato, jorrou por todo lado.
deixou que o corpo caísse, exausto, na cama e sorriu por isso, sentindo-se exausto, mas mesmo assim beijando toda a extensão de suas costas e, por fim, sua bochecha, um instante antes de cair deitado ao seu lado, passando um braço por cima do corpo pequeno da namorada, que sorriu, ainda de olhos fechados, e então virou de frente para ele, finalmente sentindo-se sonolenta. Ele sorriu também, embora não soubesse o porquê, ao lhe encarar.
— Eu te amo. — ela murmurou e ele sorriu, beijando-a devagar em seguida. E sorrindo outra vez ao lhe encarar novamente.
decidiu que não seria de todo ruim fazer carinho naquele rostinho, além de sentar, é claro.
— Eu também amo você. — ele murmurou, sonolento e bocejou, fazendo rir, lhe roubando mais um beijo, que acabou com os dois bocejando e rindo contra a boca um do outro. , enfim, a abraçou, envolvendo-a em sua dimensão secreta, e sentindo-se perfeitamente segura e entregue, fechou os olhos, pronta para dormir, em seu lugar de direito.
E, dessa vez, não houveram interrupções. Os dois dormiram profundamente.
Pelo menos, até o nascer do sol, quando voltaram a se amar, com o sol lhes espiando pelas frestas da janela, e invejando quão bom os dois eram naquilo. Realmente muito bom.

FIM
13/10/2019

Nota da Autora: Oi, gente!
Essa é a primeira fic do meu novo mais novo projeto “50 motivos pra fazer sexo”, baseado numa listinha surgida no seriado How i met You Mother. O 1° motivo: Porque você não consegue dormir.
Espero que tenham curtido e, se sim, sintam-se a vontade pra entrar no meu grupinho da fanfics pra saber mais sobre o projeto e saber quando saem mais fanfics dele. Tá aqui o link ó: https://www.facebook.com/groups/255246704642353/?ref=share
Beijão!