Your body is a Wonderland

Your body is a Wonderland

  • Por: Queen B
  • Categoria: Kpop | Restritas
  • Palavras: 4820
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Sinopse: A oportunidade com a qual tanto sonharam havia chegado; estavam sozinhos e ninguém lhes impediria de realizar cada uma de suas deliciosas e ansiosas fantasias, ninguém os impediria de se amar e descobrir por completo, exatamente como sonhavam desde o primeiro beijo. Era a hora de permitir que seu amor tomasse todas as formas, cores e sensações.
Fandom: Stray Kids
Gênero: Romance
Classificação: +18
Restrição: Sexo explicito. Contem elementos da cultura coreana, mas nada que impeça ou atrapalhe o entendimento da leitura por parte de quem não acompanha/curte kpop.
Beta: Alex Russo

Capítulo Único

“We got the afternoon
[…]
Discover me
Discovering you”

saiu do banheiro vestido numa calça de moletom escura e uma camiseta de mesma cor, a toalha de rosto repousando sobre os ombros depois do banho revigorante.
Céus, ele precisava daquilo.
Quase o tempo todo, o australiano sentia algum tipo de cansaço, físico ou mental, e sabia que por vezes se doava de maneira exagerada ao seu trabalho enquanto líder e membro do , porém não era como se soubesse fazer as coisas de outro jeito. Precisava dar o seu melhor nas coisas que amava, especialmente agora, que chegara ao ponto de ter pessoas lhe dando amor o tempo todo, lhe fazendo sentir aquela necessidade crescente de retribuir. Em seu dia de folga, no entanto, vinha aprendendo a fazer seu melhor esforço para desacelerar. Já enfrentara crises e noites mal dormidas o suficiente para aprender sua lição.
Ele pôs a toalha de lado numa cadeira no quarto que dividia com , e deixou o cômodo, arregalando um pouco os olhos ao ver lhe esperando no sofá da sala, distraída com o joguinho que tanto gostava no celular.
— Jagiya! Eu não sabia que já tinha chegado! — murmurou em tom de desculpas, de repente certo que passara tempo demais no banheiro e se sentindo muito mal por isso. Era tão raro ter uma folga, um tempo para ficar com sua namorada, e o desperdiçava daquela forma…
— Tudo bem, amor. — sorriu, colocando o celular de lado e se pondo de pé — me deixou entrar, mas estava saindo… Aliás, aonde foi todo mundo, hein? — a garota quis saber, estranhando o dormitório vazio. Aquele lugar estava sempre tão cheio e barulhento.
deu de ombros, coçando a nuca, de repente envergonhado por tomar consciência do fato de estarem sozinhos ali.
— Foram no boliche, eu acho.
— E não nos chamaram? Eu gosto de boliche. — reclamou, com um biquinho adorável, que imitou, passando os braços ao seu redor e lhe abraçando de volta quando ela o envolveu pela cintura.
— Acho que eles imaginaram que a gente fosse gostar da oportunidade de ficar sozinhos. — ele explicou, e mordeu um sorriso ao erguer o olhar para o seu outra vez, apoiando o queixo no peito do namorado, que apertou os olhos numa careta tão fofa quanto envergonhada. Ela riu ao imitar. Sempre sentia tudo dentro de si se derreter em amor e carinho quando ficava envergonhado, normalmente sempre que chegavam remotamente perto daquele assunto. E nem era como se houvesse acontecido muitas vezes, visto que sequer tiveram uma oportunidade decente para aquilo.
Era a primeira vez que ficavam sozinhos ali, no dormitório dele. Por conta de suas profissões, a dele principalmente, já não passavam tanto tempo juntos quanto gostariam, e sozinhos então… Era ainda mais difícil. As poucas vezes que tiveram alguma privacidade haviam sido no apartamento de , que morava com apenas mais duas amigas, e ainda assim, por tão pouco tempo que não era como se pudessem fazer grande proveito.
— Que tal um filme, então? — sugeriu, buscando fazê-lo sentir mais a vontade, mesmo que continuar a ignorar o modo que seu estômago revirava em expectativa quando tinham a oportunidade de estar juntos daquele jeito, fosse, muito em breve, lhe levar a loucura. Queria tanto estar com ele.
— Claro. — sorriu, puxando-a consigo para o sofá.
Os dois se sentaram lado a lado no móvel e usou o controle remoto para abrir a Netflix na TV, buscando a área dos filmes e zapeando por ali, procurando algo para verem. Um dos braços do garoto abraçava pelos ombros, enquanto ela tinha os dois ao redor da cintura do , a cabeça ligeiramente apoiada na pontinha do ombro do garoto, que era alto demais para que ela conseguisse fazer aquilo direito. acabou soltando uma risadinha, ligeiramente nervosa, depois que praticamente cantou que já vira todos os filmes que ele tentou sugerir. Não era fácil namorar uma cineasta.
— Por que você não escolhe, ? — sugeriu com uma risadinha, passando o controle para a namorada. — Sei que vou gostar do que você decidir.
Aquilo não era exatamente típico dele e sabia tanto quanto o garoto; gostava de ter o controle das coisas, era parte de sua natureza planejar e delinear toda e qualquer situação, ele gostava da satisfação de descobrir que acertara ao tentar agradar a pessoa com quem estava, mas com … Era, ainda que de um jeito bom, esquisito. Ela era muito parecida com ele, então tinham aquilo em comum, de modo que, talvez também por estarem naquele estágio, de descobertas, do relacionamento, o esforço que faziam para agradar o outro ainda lhes tornasse um mistério.
… — chamou, o tom divertido e cantado de sua voz revirando o estômago do tanto quanto o olhar esperto que encontrou o dele. Tinha a impressão que sabia o que ela ia falar, mas a expectativa não era menos mortificante por isso. — Os meninos vão estar de volta em algumas horas e não sabemos quando vamos ter outra oportunidade de ficar sozinhos. Você quer mesmo ver um filme? — ela foi direta, sentando-se de modo a ficar de frente para o garoto, por cima das pernas dobradas. A garota mordia um sorriso que quis mais do que tudo beijar, mordendo a boca também e soltando outra risadinha nervosa.
— Você tem certeza? — perguntou, arrancando uma risadinha excitada da namorada, que o puxou para si e juntou suas bocas, ainda que para romper o beijo rápido demais, mordendo sua boca e espalhando beijos por todo o rosto do australiano, mordendo o lóbulo de sua orelha em meio a risadas dele, que só cessaram quando ela sussurrou:
— Se você pedir com jeitinho posso até te chamar de daddy. — provocou, arrancando, enfim, outra risada nervosa do namorado. Depois de apelidar suas fãs de babygirls, brincara mais de uma vez com a relação daddy x baby girl, então sua fantasia não era segredo, ainda que ele desconversasse tanto quanto era capaz quando lhe abordavam com o assunto. Ele não era bom em desconversar.
… — ele riu, balançando a cabeça e fazendo-a rir também, fazendo um carinho gostoso nos cabelinhos em sua nuca enquanto esperava por uma atitude do cantor, que passou um tempo envergonhado, encarando os próprios joelhos, antes de rir novamente, adoravelmente nervoso, e erguer o olhar para a namorada. — Ok, babygirl. Vamos nos divertir. — o sorriu enfim, arrancando um gritinho e uma risada da namorada quando lhe puxou por baixo dos joelhos, trazendo-a para seu colo.
Quando voltaram a se encarar, com as testas coladas, havia, mais do que tudo, muito carinho em seus olhos. Selaram os lábios juntos ainda com os dentes a mostra em sorrisos deliciados, entregues a cada parte da expectativa deleitosa daquele momento. Os sorrisos só se desfizeram um instante depois, ao encontro de suas línguas, que cuidaram de inflamar a implosão crescente em seus corpos. apertou os dedos na nuca do namorado, apertando as pernas ao seu redor enquanto ele subia uma das mãos por suas costas, num carinho tão doce quanto deliciosamente quente, levando a garota a morder a boca do namorado apenas para olhar em seus olhos por um instante, antes que ele lhe puxasse pela nuca e juntasse suas bocas outra vez. adorava quando era doce, mas céus, quando ele lhe beijava daquele jeito… Ela sentia que podia queimar inteira. movia a língua contra a sua num beijo tão lento quanto obsceno, fazendo as mais devassas promessas enquanto uma das mãos entrava no vão de sua saia, experimentando a pele quente entre suas pernas, ainda que enlouquecedoramente longe de sua calcinha.
A garota mordeu o lábio inferior de , rompendo o beijo, e puxou a barra da própria blusa de mangas, livrando-se da peça assim que o calor lhe acometeu com força demais para que ela não o fizesse. Sorriu pequenininho pelo vislumbre do olhar encantado que o namorado lançou aos seus seios, prontos para uma exposição de fotos unicamente sobre eles, bonitos demais no sutiã escuro meia-taça.
— Céus, eu passaria a vida te olhando — soltou, sem qualquer problema em assumir e sorriu outra vez, puxando-o pela mão de modo a trazer o tronco do namorado para o seu.
— Talvez quando você morar sozinho — retrucou e ele riu da piadinha infame, mordendo sua boca e, junto dela, o sorrisinho esperto que ela sustentava até o momento. rapidamente segurou em seus cabelos, enfiando a língua em sua boca e iniciando um novo beijo, se movendo em seu colo inicialmente apenas para chegar mais perto dele, porém sentir o volume crescente do namorado embaixo de si a levou a repetir o movimento, fazendo com que ele soltasse o ar contra sua pele, escondendo o rosto em seu pescoço quando o fôlego faltou e soube, não conseguiria beijá-la direito naquele momento. adorou sentir o grunhido excitado que soltou em seguida reverberar contra sua pele e, ainda que gemesse também, sequer pensou em parar. O fato de estar usando saia tornava o contato tão deliciosamente direto que, céus, ela podia muito bem continuar com aquilo para sempre. Nem de longe era o suficiente, mas era tão gostoso.
Quando as mãos de subiram espertas para seus seios, cada uma alcançando um monte e apenas empurrando o sutiã para cima, tirando-o do caminho sem realmente perder tempo terminando de livrá-la da peça, ocupando-se de friccionar os mamilos da namorada com o polegar, fazendo-a morder o lábio para conter um gemido, deslizando mais devagar em seu colo em resposta, xingou baixo.
Inferno, como ela era boa naquilo. Não devia ser certo.
Disposto a devolver a provocação, ainda que ciente que, da parte dela, fora deliciosamente impensada, segurou na cintura da namorada, a fim de fazê-la parar de se movimentar, ainda lhe segurando firme, e então deslizando os lábios por seu maxilar e pescoço, descendo em seguida para a região de seu busto e, ao apoiar melhor a mão na base de suas costas, abocanhando um de seus seios. imediatamente segurou em seus cabelos, torcendo os dedos nos fios e jogando a cabeça para trás enquanto a onda de gemidos que o arrancou de si ecoava deliciosamente pelo dormitório vazio.
Adorando ouvir, lhe incentivou ainda mais, deixando que a mão que parara em lugar nenhum, por baixo da saia da namorada, alcançasse enfim sua calcinha, os dedos invadindo o tecido e explorando a intimidade molhada da garota, que baixou o olhar novamente para seu rosto, mordendo o lábio ao se mover na direção de seus dedos, apressada e excitada. sorriu por isso e deixou um beijinho em seu queixo, depois perto de seu ouvido, ao passo que sussurrava ali perto que ela era sua mulher e que era completamente louco por ela, sempre seria, os dedos se movendo espertos de norte a sul em sua calcinha, ignorando o ponto inchado que implorava por seu toque.
quase chorava, em meio ao prazer e ao desespero crescente pela falta do toque urgente no centro em chamas, segurando pela nuca quando o namorado voltou a levar a boca para seus seios, agora abocanhando o outro e chupando tão, tão gostoso que a garota foi capaz apenas de desejar que ele nunca tirasse da boca, porque, inferno, ele era bom demais naquilo. Ao passo que obedecia as preces mudas da namorada, alcançou, enfim, sua entrada com dois de seus dedos, e se apertou ao redor deles, resfolegando ridiculamente excitada. Não ficou surpresa quando, tão logo, sentiu aquela pressão gostosa começar a se anunciar em seu baixo ventre, se esfregando mais nos dedos de enquanto resmungava, praticamente implorando, para que ele não parasse. Satisfeito com cada parte do que fazia a namorada sentir, não ousou de modo algum desobedecê-la, exceto para raspar os dentes em seu seio e então descer os beijos por sua barriga, beijando e chupando perto umbigo, onde sabia que a garota sentia a pressão crescer como um tsunami.
Ela segurou firme nos ombros de e afundou as unhas na pele desnuda, jogando a cabeça para trás enquanto se retesava deliciosamente no colo do namorado, que assistiu tão satisfeito quanto inflamado a namorada se entregar ao clímax de seu prazer, que ele tivera tanto, tanto prazer em dar a ela. Céus, queria poder fazer aquilo com ela todos os dias, o tempo todo.
— Inferno, … — ele começou quando ela se jogou exausta em seus braços, descansando a cabeça em seu peito enquanto buscava recuperar a respiração. Ele sorriu um pouco e tirou seu cabelo do rosto, soprando um pouco sua pele a fim de lhe fornecer um pouco do ar que ela sentia faltar. — você ‘tá tão bonita agora, babygirl.
sorriu para suas palavras e ergueu o olhar para ele, se movendo de modo a sair de cima dele, ficando em pé de frente para o namorado, mas inclinada, de modo que seus olhares estivessem rentes quando ela voltou a falar.
— Eu vou te fazer sentir bem agora, jagiya. Como você fez comigo. — prometeu, alcançando o cadarço da calça moletom do namorado e desfazendo o nó do mesmo, baixando a peça em seguida, com a ajuda do , que se moveu no sofá para ajudá-la a descer a peça, o fazendo novamente quando baixou sua cueca também.
Quando as duas peças foram aos seus pés, a garota também foi, os joelhos tocando o assoalho que revestia o chão do dormitório enquanto uma de suas mãos experimentava o volume recém despido de , os dedos deslizando desde a base até sua cabecinha, fazendo um carinho na região com o polegar enquanto apertava um pouco sua extensão na mão. teria fechado os olhos se assisti-la provocá-lo até a última gota, por si só, não fosse uma provocação tão gostosa quanto todo o resto e ele não ousou desviar nem por um segundo o olhar das mãos astutas da garota sob si, tomando-o sem qualquer esforço. Não que precisasse muito, ele sempre fora dela mesmo.
Sua namorada passou a língua em volta da glande em seguida e um arrepio absurdamente gostoso atingiu a espinha de , fazendo com que uma de suas mãos alcançasse imediatamente o estofado, os dedos torcendo no tecido enquanto sua ereção despontava em desejo diante de cada nova provocação de , que continuou a passar a língua sem pressa perto da glande, alcançando o escroto e lambendo ali também, cobrindo a região com os lábios e não economizando no uso da língua ali, sorrindo quando xingou baixo, alcançando com a outra mão em sua cabeça, tentando empurrá-la para abocanhá-lo de uma vez, ao que puxou a mão do garoto para si e passou a língua nos dedos, o encarando de maneira incisiva enquanto o fazia. conseguiu apenas xingar, talvez não tão baixo dessa vez, diante da atitude.
sorriu.
— Eu não ‘tô fazendo direitinho, amor? — perguntou tão cínica que ele quis que ela estivesse em seu colo novamente, só para apertar os dedos em volta de seu pescoço e fazê-la descer forte em seu pau.
— Acho que você pode fazer melhor, babygirl. — ele retrucou no mesmo tom, soando, no entanto, uma nota mais impaciente, o que fez morder uma risada, levantando uma das sobrancelhas enquanto voltava a apertar o volume do namorado nas mãos, cobrindo apenas a glande com a boca e chupando ali, os lábios macios fazendo ver estrelas e, novamente, xingar quando ela tirou rápido demais a boca dali.
— Assim? — perguntou, com provocação em cada sílaba, fazendo revirar os olhos e rir, desacreditado.
Ela ia levá-lo ao delírio, tinha certeza.
— Se eu desistir, coloco você de quatro no chão mesmo. — ele avisou, não soando nem de longe tão convincente quanto gostaria, especialmente quando sorria tão deliciosamente pedinte entre as palavras. , mesmo assim, assentiu.
— Não quero machucar os joelhos. — decidiu e soltou uma risadinha por isso, contendo a vontade de agarrá-la pelo pescoço e cobrir a boca dela com a sua simplesmente porque, no instante seguinte, o abocanhava deliciosamente, finalmente obrigando o a fechar os olhos, entregue as ondas cada vez mais intensas de prazer que tomaram seu corpo.
A garota segurou em sua base sem muita firmeza, espalhando com os dedos o liquido do pré-gozo que o molhava apenas para passar a língua por onde o fazia, tomando para si o gosto do namorado, que voltou a levar a mão para a cabeça da namorada, porém optando apenas por afastar seus cabelos do rosto dessa vez, deslizando em seguida a mão ao alcance do ombro da garota e massageando a pele exposta enquanto continuava a gemer, o ar escasso demais para que fosse capaz de fazê-lo com a firmeza que gostaria de ouvir em sua voz. Ela não ligou mesmo assim, continuando o que fazia mesmo quando estocou contra sua boca, num deslize que não foi capaz de conter, sentindo o sangue pulsar mais rápido, numa única direção, e puxou pelos cabelos, fazendo com que ela parasse o que fazia. Sabia aonde aquilo ia dar, afinal.
, chega — resmungou, soando rouco graças ao ar tão escasso aquela altura. A namorada sorriu, ainda de joelhos em frente a ele.
— Você soa tão gostoso assim — comentou, no tom deleitado que descobria naquela tarde amar. sorriu e estendeu a mão para ela, que aceitou, permitindo que ele a puxasse para seus braços, fazendo com que ela se aconchegasse em seu colo, ainda que sem realmente sentar em sua ereção. Por ora.
passou os braços pelo pescoço de e usou as unhas curtas para arrepiá-lo pela nuca, beijando-o devagar ao passo que se ajeitava em seu colo, com ele retribuindo o beijo quente que ela começara. Apesar de terem pressa, ansiando por aquele momento a tempo demais, não conseguiram conter a vontade de prolongar aquele beijo, o movimento quente de suas línguas juntas seguindo enquanto foram capazes de ignorar a proximidade da ereção de da entrada molhada da garota.
Quando, enfim, ele a puxou pelos quadris, deslizando para dentro da namorada, que se apertou de imediato ao seu redor, ambos soltaram o ar contra a boca um do outro, desistindo do beijo a fim de devotar toda sua atenção para a sensação tão gostosa, e tão, tão desejada e esperada, de seus corpos juntos. Desviaram juntos o olhar para o movimento do pênis de entrando e saindo de conforme ela se movia, ridiculamente devagar, apoiando as mãos atrás do namorado, na base do estofado.
… — chamou, desviando o olhar de suas intimidades para o rosto da namorada, que o encarou ansiosa. Ele sorriu, contendo a vontade de lhe roubar um beijo por isso. — Desce gostoso no meu pau, jagi? Faz isso pelo seu homem? — ele perguntou, e ela sorriu, imaginando se seria capaz de negar alguma coisa para o namorado depois daquilo. Daquele modo, podia muito bem chamá-lo mesmo de daddy. Mas então terminaria rindo e, bem, ninguém precisava de sua habilidade incontestável de quebrar o clima naquele momento, e optou apenas por assentir para o pedido do namorado, sugando seu lábio inferior antes de finalmente descer forte sobre o , o fazendo de novo e de novo exatamente como ele pedira.
— A sua mulher vai sentar gostoso em você, baby — prometeu, já cumprindo, e segurou em sua cintura, suspirando junto com ela em resposta aos movimentos da mulher que amava. Céus, ela era tão boa naquilo. Ainda que não fosse culpa dele, de repente se odiou por ter esperado tanto para estar com ela daquele jeito, certo que nunca havia provado nada daquela magnitude em seus vinte e poucos anos.
E ela continuava descendo sobre ele, tão imparável quanto deliciosa.
apenas apoiou as mãos no inicio das coxas da namorada, não ousando fazer mais que aquilo, ciente que ela não precisava de qualquer ajuda e, céus, ele não ousaria atrapalhar, apenas gemendo mansinho e inflamando ainda mais com isso, de tempos em tempos espalhando beijos pelo corpo quente e suado da namorada também, aproveitando cada parte da sensação deliciosa de tê-la o tomando daquele jeito, tão gostoso, de novo e de novo.
Tão logo quanto os movimentos da garota prometiam, os primeiros indícios do orgasmo vieram e, céus, a sensação explosiva que lhes tomou quando puxou a namorada e juntou seus lábios, se derramando dentro dela apenas depois que ela tremeu em seus braços, escondendo o rosto em seu pescoço e gemendo deliciosamente entregue quando a pressão em seu umbigo enfim se desfez e ela gozou pela segunda vez naquela tarde, chamando pelo namorado como ele tinha certeza que nunca esqueceria.
Ambos estavam exaustos, mas , ainda assim, deixou beijos carinhosos no ombro suado da garota, afastando seus cabelos e assoprando a pele dela, buscando aliviar o calor que sabia, a acometia como nunca. sorriu pela doçura e ergueu o olhar de maneira preguiçosa para lhe encarar.
— Eu amo você, .
Ele sorriu também, os olhos ficando ainda menores por isso e esquentando sem precedentes o coração de , que voltou a deitar a cabeça em seu ombro depois de se remexer em seu colo e, com a ajuda do namorado, tirá-lo de dentro de si.
— Eu te amo também, . — Depois das declarações, que cumpriram a missão de acalentar seus corações, o silêncio reinou no dormitório vazio. desviou o olhar para o relógio na parede e sorriu preguiçoso ao notar que ainda tinham algumas horas até que os outros estivessem voltar. — Vou dar um banho em você. — ele avisou, se levantando sem que ela saísse de seu colo e soltou um gritinho por isso, segurando mais forte em seu pescoço ao passo que apertava as pernas em sua cintura.
— Não posso dormir, . Os meninos vão chegar logo.
— Você ia dormir se a gente ficasse no sofá. — ele retrucou, sorrindo espertinho enquanto entravam no banheiro, chutando a porta um instante antes de colocar a namorada no chão, sorrindo ao vê-la finalmente terminar de tirar o sutiã, o jogando de qualquer jeito no chão. — Vamos tomar um banho pra despertar, sim?
Ela riu, o encarando com um sorriso espertinho como o que ele lhe dera um instante antes.
— É? E outra coisa pretende acordar também? — ela murmurou, olhando sugestivamente para baixo e arrancando uma risada alta de por isso. Ele a abraçou por trás e a levou em direção ao boxe invés de responder de imediato, beijando seu ombro e bochecha enquanto caminhavam até lá. A garota riu também, virando de frente para ele enquanto esticava o braço atrás da namorada e ligava o registro, fazendo com que a água jorasse deliciosamente refrescante sobre os dois. — Uh? ? — ela provocou mais uma vez, baixando o olhar novamente e arqueando uma sobrancelha para o namorado, que riu e a abraçou.
— Veremos, babygirl. Veremos. — disse simplesmente, puxando sua esponja do utensílio que a mantinha pendurada a fim de espalhar o sabão pelo corpo da namorada em seguida, começando pela barriga e subindo para os seios. Ela sorriu com o mimo e fechou os olhos, encostando a cabeça para trás, no tronco do namorado.
— Ok — riu — Veremos então.

FIM

 

Nota da Autora:
Oi, gatinhas!!!!
A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 4: porque ambos dividem o apartamento com outras pessoas e finalmente conseguem um tempo sozinho. Gostoso e simples, não? HAHAHA
Espero que a fic tenha combinado com o motivo e divertido vocês também! Volto em breve com mais!
Para conhecer as outras fics escritas para esse projeto, clica nesse link aqui. Para me dar um oi te odeio ou um oi te amo, a escolha é de vocês: tem o link daí de cima, tem o meu twitter e tem a caixinha de comentários aqui embaixo! Prometo que leio tudo <3
Beijo!!!!!!!!