Chelsea

Chelsea

Sinopse: A morte da adolescente Chelsea Ann, uma líder de torcida de apenas dezesseis anos de idade, abala a pequena comunidade de Preston. Designada a cuidar da investigação, uma detetive recém-formada na academia do FBI, se depara não só com um crime intrigante e horrendo, mas também alguém que mexeu bastante com sua vida e seu coração.
Gênero: Romance Policial
Classificação: 18 anos
Restrição: Cenas de sexo, palavrão e menção ao uso de drogas
Beta: Bridget Jones

Capítulos:

 

“Tô aproveitando cada segundo antes que isso aqui vire uma tragédia.” (Na Sua Estante – Pitty)
Bucktown, Virgínia. 07 de Outubro de 2017, 19h45 da noite:
É uma sexta-feira fria de muito barulho e de certo momento de alívio para a incansável , que já sente o peso da correria da semana em suas costas. A semana tinha sido bastante tumultuada na academia do FBI, com intermináveis matérias, trabalhos em grupos e um imenso artigo sobre a “psicopatia no ambiente de trabalho” que os alunos teriam de entregar em apenas três dias. está cansada daquele rótulo de aluna modelo, sempre se esforçou para estar em destaque durante as aulas, mas também não era pra tanto alvoroço e nem para tantos rótulos. está em seu último na academia e em seis meses se formaria, se tornando assim a primeira mulher da sua família a se formar detetive do FBI.

Em meio ao caos que está sua semana com todo aquele peso e cobrança sobre si mesma, em entregar tudo nos prazos estipulados e ainda ter tempo para planejar o chá de panela de sua irmã, e a melhor amiga Brianna resolvem que naquela sexta-feira depois de tantas cobranças e correria, elas vão sair para encher a cara em um bar qualquer. As duas amigas saem em busca de algo que as tirem do inferno que foi aquela semana na academia, querem uma bebida bem forte e algum homem que as faça descontar a energia acumulada na cama, que possam transformar aquela energia toda em gemidos e orgasmos.

Do outro lado da rua as luzes em verde neon da boate Phanton atraem na hora os olhares das duas amigas, que piscam uma para outra entrando em seguida naquele lugar novo. nunca tinha ido àquela boate, ela ficava afastada de seu alojamento na academia e da casa de seus avós. Brianna não é muito adepta de boates, pelo menos não as que não são baladas LGBTS ou de stripper. Mas a boate Phanton é nova no pedaço e tudo que é novo sempre vem com um gostinho de curiosidade. O lugar é ideal para o objetivo das duas amigas naquela noite: bebidas e homens. E, por falar nos homens, os que frequentam aquela boate são os homens de terno. Isso mesmo, aqueles que só se vê em filmes e que você tem certeza de que estão envolvidos em atividades criminosas. não liga para aquilo e muito menos Brianna, porque naquela noite elas não eram alunas do FBI e sim duas amigas que estão a procura de companhia e uma boa noite de sexo.

O lugar está lotado de mulheres e homens e todos os tipos, bebidas e drogas circulam como doces em festa de criança no meio daquelas pessoas todas. As amigas pedem suas bebidas no bar e seguem para a pista de dança, que naquele momento começa a tocar “Girl on Fire” da Alicia Keys. As duas passam espremidas naquele mar de gente que lota a pista de dança e só param quando estão bem no meio da pista, quando podem então balançar seus corpos e vibrar ao som daquela música que representa muito para as duas melhores amigas. A noite é aliada delas já que em menos de quinze minutos as duas conseguem o telefone de pelo menos uns cinco caras diferentes e de algumas mulheres também, já que Brianna tendia a jogar no time adversário ao de quando se trata de sexo. Alguns drinks e cantadas nada inocentes depois, as duas amigas se despedem na saída da boate, onde Brianna entra em um táxi com a bartender da boate e mais um cara a tira colo. A noite ainda está começando e ainda precisa extravasar sua energia para que possa ter novamente uma boa noite de sono. Jogando a cabeça para trás ela suspira, checa no seu celular que horas são e ri frustrada, pois ainda não é nem meia-noite e ela está sozinha sem sua melhor amiga. Ela precisa decidir rápido qual será seu próximo destino e, depois de analisar algumas opções em sua cabeça, decide a próxima parada: Tork’n bar no centro da cidade. arruma a jaqueta por cima da roupa e estica o dedo para chamar um táxi quando, em uma fração de segundos, ela sente um frio na barriga, um tremor no corpo e suas pernas vacilam.

“Não reage, dona. É um assalto, passa a bolsa” é tudo que ela consegue ouvir antes de suas pernas a derrubarem no chão frio do asfalto. Seus olhos ainda estão turvos por causa do susto, mas ela consegue ver o homem de moletom correr pela rua com sua bolsa em mãos. Sua bolsa, celular, documentos, chave do alojamento, dinheiro. Ele tinha levado tudo. chora de dor e sente-se vulnerável porque ela nunca tinha sofrido um assalto em sua vida. Nos seus vinte e sete anos de vida nunca havia passado por algo assim. Mesmo sendo aluna da academia e já ter estudado sobre isso inúmeras vezes, essa é a primeira vez que sente isso na pele. respira fundo naqueles segundos horríveis e limpa seu rosto com a mão arranhada e suja.

Ela tenta se levantar, ainda dolorida depois da queda, mas está fraca por conta do álcool e do susto. É naquele instante que ela olha para cima e encontra um par de olhos a encarando com a mão esticada para ajudá-la a levantar. Nesse instante ela encontra a pessoa que mudaria sua vida para sempre.

— Você tá bem, moça? — escuta o homem lhe chamar e segura sua mão para levantar.
— Acho que sim… Minha bolsa, meu celular… — Ela diz com a voz fraca, apontando para a rua.
— Você foi assaltada? — Ela se atenta à voz rouca do homem conversando com ela.

se apoia nele e concorda com um aceno de cabeça, dizendo que está bem. Ela respira fundo e consegue abrir melhor os olhos, piscando algumas vezes, conseguindo enfim analisar melhor o homem que está lhe ajudando naquele momento. Ela o olha de cima a baixo e então seu corpo todo treme. O cara é simplesmente todo tatuado e com um par de olhos brilhantes que deixaria qualquer mulher babando, não parece ter mais de trinta anos e tem um sorriso que mexe com ela bem mais do que gostaria. Ele não faz seu estilo de homens, gosta dos caras engravatados e com perfumes caros, não dos que têm o cabelo bagunçado e cheiram à maconha com chicletes de menta. Mas o cara não para de olhar para ela e parece curioso com a sua presença ali naquele lugar, que não parece ser um lugar que mulheres do patamar dela frequentam. O bairro onde a boate Phanton fica é afastado do centro da cidade, numa rua que não tem muito policiamento e quase nenhuma segurança. A boate foi inaugurada há uma semana e desde então já haviam ocorrido pelo menos seis assaltos aos frequentadores do lugar.

fora incluída naquela estatística agora, já que foi assaltada por algum pivete que provavelmente roubou a bolsa dela para trocar por drogas na esquina seguinte. Mas parece que em meio àquele bairro perigoso, de pessoas perigosas, existe alguém que realmente está disposto a ajudá-la. Ele não faz o tipo de cara que ajuda uma mulher no meio da rua e sim o tipo que provocava situações como aquela. Ele é um estranho com um sorriso maravilhoso, mas ainda sim um estranho. sabe bem que caras como aquele arrasam os corações das mulheres que tem em sua vida e depois somem sem nem dar um adeus. Ela conhece bem aquele tipo de cara já que seu pai fora assim no passado. Arrasou sua família por conta de jogos e bebidas e depois largou sua mãe para fugir com uma mulher quinze anos mais nova. E mesmo aquele cara à sua frente sendo o tipo de cara do qual ela quer fugir, o sorriso dele mexe com ela e, por um segundo, ela sente-se atraída por ele e isso era tudo que não queria. Só que seu corpo corresponde de maneira contrária e ela se xinga por aquilo, mas quando percebe, sua voz sai da garganta e se direciona à ele.

— Sim, eu estou bem. Vou chamar um táxi e vou para casa. — força a voz em direção à ele, que sorri.
— Você tá machucada, moça. Precisa se acalmar e cuidar desses machucados. — Ela treme assim que ele toca seu cotovelo machucado.
— Eu estou bem, obrigada. — rosna e estica o dedo na tentativa de achar um táxi.
— Olha, não quero ser invasivo, mas está claro que você não está bem.
— Você tem um telefone aí que eu possa usar? — suspira frustrada e olha para ele.
— Eu moro no prédio aqui da frente. Podemos ir até lá. A gente cuida desses machucados, você toma uma água e se acalma. Aí pode usar meu telefone para ligar pra quem quiser.
— Eu não sei… Não te conheço, não posso simplesmente ir para seu apartamento. Vai que você é um serial killer que aborda moças indefesas na rua. — ergue a sobrancelha e o encara.
— Você tem razão, mas eu juro que não ofereço perigo nenhum e não mordo. A não ser que me peçam. — Ele cruza os dedos e sussurra no ouvido dela, que treme toda.
— Tá certo. Vamos lá então. Não pode ser mais perigoso do que ficar aqui na rua à mercê de um novo assalto. — Ela ri e volta a olhar para ele.
— Prometo que não vou fazer nada com você. Só estou preocupado com seus machucados e com você estar sem celular, moça.
— Eu me chamo . E você? Se vamos para o seu apartamento eu quero saber pelo menos seu nome. — Ela vira a cabeça e estica sua mão.
. Mas pode me chamar de r). — Ele aperta sua mão e aquele toque a faz tremer pela terceira vez naquela noite.

Os dois sorriem um para o outro e atravessam a rua, entrando no prédio antigo que ele mora.

 

Nota da autora: Olá meninas, tuto pom? Minha primeira fanfic postada aqui no fofic e eu não poderia estar mais feliz. Chelsea é pra mim, uma das maiores realizações do meu sonho de fanfiqueira. Espero que, assim como eu, vocês estejam gostando da história, que particularmente, tem um lugar guardado em meu coração. Espero contar com cada uma de vocês nessa minha jornada até a solução desse caso.

 

 

02
“Oh, minha personal privê, te quero de A a Z , mas sem romance clichê. O filme eu e você , criança não pode ver” (Personal Privê – Nx Zero)
A vista da varanda do apartamento de chama bastante a atenção de . O lugar está iluminado pela enorme lua que atravessa a janela aberta que os leva a varanda. O prédio é antigo e mora na cobertura, um apartamento enorme e aberto que ocupa o andar inteiro, com janelas amplas que iam até o chão. O apartamento é todo clean, muito bem conservado, com uma enorme cozinha em conceito aberto que leva à sala de jantar com a sala de tv e no final há uma porta que leva ao quarto dele. deixa que ela entre na sua frente e a observa olhar atenta para todos os detalhes.

Ele sente-se intimidado e atraído por ela ao mesmo tempo. é o tipo de mulher intimidadora que não deixa passar nada e é exatamente o tipo que ele gosta e que quer fugir. Ele conhece bem essas mulheres intimidadoras e donas do seu próprio querer, sua ex-esposa era exatamente assim e o abandonou logo depois que engravidou da pequena Maddison, que agora era só uma foto em um porta-retratos. Sempre fugiu daquele tipo de mulher e isso era para o seu próprio bem, mas naquela noite sentiu-se terrivelmente atraído por .

Só uma noite não faz mal a ninguém, ele pensa.

cuida dos machucados de , que estão bem ruins uma vez que ela caiu no asfalto e seu cotovelo e mãos estão ralados. Ela está um caos, com o cabelo bagunçado e a roupa suja e amassada. Mesmo assim, ela está linda para caralho e a bunda dela gostosa demais naquela saia apertada. já tinha cuidado dos machucados de , quando percebe que ela está na varanda de seu apartamento, observando a paisagem lá de cima, e ele também aprecia a vista à sua frente. Ele sacode seu corpo quando percebe a bunda dela rebolar um pouco enquanto finge estar dançando na varanda. Ela já está melhor, menos assustada e começa a se sentir mais à vontade naquele lugar estranho. Uma música distante invade a varanda de e faz o corpo de se mover de um lado a outro. vai até ela e fica observando-a dançar aquela música, o deixando completamente excitado.

Ele se aproxima de e estica uma carteira de cigarros para ela, que nega com um aceno de cabeça. tira um cigarro de lá e acende, jogando a fumava para o alto. Recosta-se na ponta da varanda e fica tragando seu cigarro enquanto observa, atento, exibir seu corpo maravilhoso para ele, que apenas fica encarando. O show é dela, somente dela e aquilo o deixa curioso. Ele é só um espectador do show dela e mesmo curioso continua apenas observando, não quer muita intimidade com ela.

é o tipo de mulher da qual ele foge e pretende continuar fugindo, se depender dele não terá intimidades trocadas e muito menos uma segunda vez. Se depender dele, será apenas uma noite e ele bem provavelmente levará sua lembrança com ele, mas será somente isso. Ele não pretende se relacionar de novo e não pretende fazer isso tão cedo, nem mesmo com , que o deixa fodidamente atraído e completamente excitado. não é o tipo de cara que se apaixonava assim tão fácil, pois quando isso acontece ele se entrega de corpo e alma e sempre acaba sozinho, com o psicológico fodido e um monte de dívidas para pagar.

— Mas então, , me fale mais de você. — a escuta falar enquanto caminha em sua direção.
— Por favor, , sem esses joguinhos de perguntas aleatórias e monótonas. — Ele indaga e a olha nos olhos.
— Por que não? — Ela o confronta.
— Porque não vamos nos ver nunca mais, . Não precisamos dessas conversas trivias e assuntos como de onde eu vim e o que faço para viver, onde estão meus pais e blá, blá, blá. — a encara e rola os olhos, tragando mais um cigarro.
— E o que a gente vai fazer então? — ergue a sobrancelha e encosta a mão em seu braço.
— Transar. — disse a ela com sinceridade. o encara, em silêncio, por alguns segundos e então passa a língua pelos lábios.
— Eu não sei… Você não faz muito meu tipo, não sei se é uma boa ideia, .
— É só uma noite, , não vamos nos ver nunca mais. Relaxa, aproveita e tira essa blusa porque você é gostosa demais para ficar vestida na minha frente.
— Você é bem direto ao ponto, . Gosto disso.
— As coisas precisam ser diretas, . Assim, nem eu e nem você saímos magoados daqui. — sorri e apaga o cigarro, olhando para ela.
— Então chega de perder tempo. — sorri e se aproxima mais. Agarrando a barra da sua camiseta, ela gruda os lábios ao dele, iniciando um beijo quente.

suga os lábios de com vontade enquanto ele aperta sua bunda por cima da saia, levando a mão para dentro da mesma. geme com aquele gesto e suga mais o lábio dele, arranhando suas costas. suspira e, assim que ela parte o beijo por alguns segundos, eles se encararam, ofegantes.

o segura pela mão e o guia de volta ao apartamento. Passando pela enorme janela da sala eles seguem em direção à porta que ela deduz ser o quarto dele. Ela acerta, é o quarto dele e é maravilhoso: composto por uma cama bem no centro da parede ao fundo, uma enorme estante com livros e outros objetos, um guarda roupas do lado contrário e um espelho bem ao lado.

o empurra para a beirada da cama de modo que ele senta-se e a encara, excitado. se apoia nas mãos, inclinando-se para trás na cama um pouco e deixou que ela o encarasse de volta enquanto observava a língua dela passar pelos lábios. retirou a blusa que usava, revelando um sutiã de renda vermelha, e em seguida retira a saia justa, revelando uma calcinha da mesma cor. soluça com aquela cena. Ela é perfeita, ele não tem dúvidas quanto a isso e o pior é: ela é perfeita para ele.

leva uma das mãos ao cabelo e coça a nuca enquanto a observa em um strip gostoso pra caralho. Ela rebola e tira a roupa para ele, que está em um show de strip particular e aquilo é excitante demais para aguentar. Ele quer tocá-la, mas sabe que se fizer isso, estaria perdido, então deixa que ela conduza aquela cena. Afinal, ele precisa que ela esteja no centro daquele show todo, e não ele.

se ajoelha na frente dele, retira o cinto de sua calça e, abaixando-a, o deixa apenas de cueca por alguns segundos. A ereção de seu pênis está evidente por cima do tecido fino, o que a fez suspirar por um momento. aproveita e tira a camiseta que usa, revelando a ela seu corpo todo tatuado. Ele encara , que olha atenta para todas as tatuagens que ele possui. Ela se inclina e gruda os lábios aos dele, sugando novamente aquela língua maravilhosa que ele tem por um instante. Seu corpo esquenta e ela pensa no que ele é capaz de fazer com aquela língua. desce os beijos pelo queixo dele e segue pelo pescoço e abdômen. Ela olha para cima, o encarando bem nos olhos e abaixa a boxer dele, revelando aquilo que tanto quer saber como é, e não se decepciona nem um pouco. Seus olhos o analisaram e, em seguida, ela decidiu o que iria fazer: colocou o pênis dele na boca, todo de uma vez.

o escuta gemer e, com aquilo, ela segura o pênis dele com a mão e o masturba enquanto o engole por inteiro. não consegue se segurar e guia a mão aos cabelos dela. Segurando-os em forma de rabo de cavalo, ele guia a cabeça dela para cima e para baixo. Aquilo é mais do que ele pode aguentar e mais do que ele gostaria que estivesse acontecendo. Ele chega ao ponto de gozar apenas com uma mulher o chupando. E como ela chupa bem, pensou enquanto ela molha o pênis dele e volta a engoli-lo por inteiro, passando a língua por toda a extensão que consegue.

segura a cabeça dela e guia os movimentos, enfiando ainda mais o pênis dentro da sua boca, que por sinal é maravilhosa. Ele agarra o lençol com a outra mão e solta um gemido alto para ela, joga a cabeça para trás e volta a suspirar enquanto ela o chupa por completo e o faz ter espasmos involuntários durante aquilo. Por um breve momento, ele abre os olhos e percebe que ela se toca enquanto o chupa e aquilo é demais para ele. Ele precisa fodê-la e rápido, antes que se apaixone.

o suga uma última vez e se levanta, tirando a calcinha enquanto, com os olhos cheios de tesão, o encara. Lança a calcinha para longe e então o joga para trás na cama, montando em cima dele com pressa. Ela monta no pênis dele de uma vez só e joga a cabeça para trás, gemendo alto. Ele leva a mão aos quadris dela, que começa a rebolar em cima dele num movimento de vai e vem gostoso para caralho. As mãos dele apertam sua bunda, que se comprime sempre que ele a aperta. geme e cavalgava em cima dele como nunca havia feito antes na vida, algo nele despertou seu lado obsceno que estava adormecido. se inclina e suga os seios dela. Precisava fazer isso! Ele suga seus seios enquanto ela se toca e fode o pênis dele com força e tesão. Eles suam e os vidros do apartamento também. A lua, do lado de fora, iluminava o quarto enquanto eles gemem de prazer.

— Isso, caralho, me fode! — geme enquanto ainda está montada em cima dele.
— Eu acho que eu… eu te… — diz algo com a voz ofegante e leva o dedo aos seus lábios.
— Não fale isso, . Não podemos dizer isso.

suspira, derrotado, e inverte as posições, ficando por cima dela, que geme quando sente o peso dele sob si. o analisa da posição em que está e morde os lábios. Ele era lindo para caralho. abre as pernas dela e molha sua buceta com os dedos. geme e arranha seus braços. Em seguida, ele a penetra de uma vez só, fazendo o corpo dela dar um tranco contra o colchão. agarra as pernas dela e a estoca com força, ele precisa disso. leva as mãos à nuca dele e o puxa para um beijo.

— Caralho, , eu vou gozar. Isso, continua. — se remexe no colchão.
— Então goza, vai. Goza pra mim, .

goza algumas estocadas depois, sentindo seu corpo todo vibrar e tremer ao mesmo tempo. Ela sente o líquido que sua vagina derrama e então sabe que gozou, e de uma maneira gostosa para caralho. tira o pênis de dentro dela e limpa o gozo com a boca, em seguida volta a penetrá-la, dessa vez com uma velocidade maior e com mais força. Ele sorri e, no momento seguinte, ela o sente gozar também. Os dois gemem e então caem exaustos um ao lado do outro na enorme cama do quarto dele.

está com o corpo vibrando e um pouco dolorida, afinal, ela nunca foi fodida assim por ninguém. passa a mão pelo rosto suado e senta-se na beirada da cama, em silêncio. Os dois sabem muito bem o que vem agora e estão prontos para encarar que foi apenas uma noite de sexo gostoso pra caralho, mas apenas uma noite.

pega a carteira de cigarros e acende outro, tragando com força. Ele joga a cabeça para trás, não consegue dizer nada e muito menos consegue encarar . Ela, por si mesma, levanta-se rapidamente e veste suas roupas enquanto observa fumar seu cigarro. Ela se veste também em silêncio e segue até a porta do quarto.

— Adeus, . — Ela diz assim que abre a porta do quarto dele.
— Adeus, .

fecha a porta e o deixa lá, em silêncio e sozinho. Caminha até a porta do apartamento de , mas antes de sair ela fez algo que nunca cogitou fazer na vida. Decidindo obedecer ao que seu coração mandava, pegando papel e caneta na mesinha ao lado do sofá, ela escreve:

“Esse é o telefone do meu alojamento, caso queira me encontrar de novo. Tchau, . .”
Ela anota o telefone do alojamento naquele pedaço de papel e o gruda na frente da geladeira.

sai de lá levando consigo sensações que jamais esqueceria e lembranças que a acompanhariam para sempre. Naquela noite o destino os uniu e separou para que depois eles se encontrassem e soubessem que, às vezes, uma noite só não é suficiente, às vezes é preciso uma vida inteira para se sentir as coisas como são de verdade.

 

Nota da autora: Espero que estejam gostando dessa aventura que ronda a história da Chelsea. As atualizações irão ocorrer por semana e eu espero contar com todas vocês até o fim! 🖤
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