Love Me Lights Out

Love Me Lights Out

Sinopse: Enquanto o jantar fica pronto, você o lembra que relaxar é um passo importante da produtividade. É claro, do melhor e mais gostoso jeito possível.
Gênero: Romance.
Classificação: +18 anos.
Restrição: Sexo Explícito.
Beta: Alex Russo.

desligou uma das bocas do fogão ao julgar que as batatas haviam chegado ao ponto que queria, e baixou o fogo do arroz. Estava preparando bimbimbap pela primeira vez e estava empolgada, já que não era de cozinhar muito, podendo assim sempre contar com a sensação gostosa de fazer com sucesso algo que não considerava sua zona de conforto quando tentava. Lavou as mãos e seguiu em direção ao estúdio do namorado, que passara o dia lá, trabalhando em arranjos para uma música nova, a fim de chamá-lo para jantar, sorrindo empolgada em imaginar a reação dele ao jantar que preparara.
? — chamou ao abrir uma fresta da porta, colocando a cabeça para dentro. ficava lindo concentrado, parecendo tão inatingível e, céus, tão gostoso, mas desde que instalara aquela luz roxa em seu ambiente de trabalho, caramba, ficava ainda mais bonito ali. O garoto ergueu o olhar, sorrindo um pouquinho quando a namorada adentrou o cômodo. Seu olhar exprimia tanto cansaço que se sentiu mal. Ele trabalhava demais. Entendia que era o que ele amava, e normalmente compartilhava de sua paixão e sede por excelência, mas, céus, sabia como exagerar. Ás vezes, ele esquecia que também precisava relaxar. — O jantar ‘tá quase pronto. — ela murmurou, arrancando outro sorriso dele. Um pouco maior dessa vez. Era um sorriso grato e repleto de carinho, estava acostumada a ele, e amava. O coração sempre parecia perder as estribeiras quando ele sorria assim para ela.
— Eu ‘tô acabando. — ele murmurou alguns instantes depois de estender a mão para a sua, entrelaçando dois de seus dedos nos dela. puxou a mão dele para perto do rosto e lhe deu um beijo singelo antes de soltar, dando a volta na mesa a fim de parar atrás da cadeira giratória onde o namorado estava, de frente para sua mesa de trabalho, com o computador que já machucava suas vistas depois de tantas horas seguidas o encarando. suspirou quando sentiu as mãos da namorada pressionarem seus ombros, o obrigando a liberar a tensão que o tomava e se acumulava ali enquanto trabalhava. — É só que… Estou tendo dificuldades pra finalizar esse arranjo e, argh… Não aguento mais. — ele confessou, cansado, e deu um risinho, assentindo e inclinando o rosto para perto do seu, inspirando na curva de seu pescoço e deixando um beijinho ali.
— Acho que temos um tempo até o arroz secar. — comentou, deslizando as mãos pelos braços do namorado, e então de volta para seus ombros, num carinho reconfortante, que fez fechar os olhos. — Quer namorar um pouquinho? — ela perguntou perto de seu ouvido, beijando ali em seguida e o garoto sorriu, sem abrir os olhos.
o tinha como e quando queria, sempre fora assim. Não era, no entanto, difícil para conseguir o que quisesse dela também. A verdade era que não resistiam um ao outro, a cuidar do outro ainda que não fossem o tipo que cuidava – ou ao menos bons naquilo –, a, enfim, ser o que quer que o outro precisava que fossem.
— Uhum, eu acho que quero… — ele murmurou manhoso, como era particularmente boa em lhe fazer soar, enquanto girava sua cadeira, de modo a ficar de frente pra ela.
O rapaz estendeu a mão para sua cintura, alcançando o nó do avental que vestia por cima da roupa, porém antes que ele o desfizesse, a namorada empurrou sua mão de volta, imiscuindo os dedos em seus cabelos num carinho sem muita firmeza ao baixar o rosto para o seu, inspirando em sua pele e puxando seu lábio inferior entre os dentes, descendo devagar os beijos por seu maxilar e pescoço. ronronou baixinho por ela e sorriu, sentindo o corpo esquentar com a reação tão deliciosa do namorado ao seu carinho, deslizando uma das mãos do joelho do namorado em direção a sua virilha ao passo que se abaixava, ficando de joelhos de frente ao mais velho, que abriu os olhos bem a tempo de vê-la desfazer o nó do cadarço de sua calça.

— Shhh. Eu só quero te mostrar que posso cuidar de você também. — a garota interrompeu a reclamação dolorida que o namorado começou a soltar. Honestamente, ele nem tinha certeza se sabia o que ia falar caso ela não o houvesse interrompido e apenas engoliu em seco, observando-a enfiar a mão em sua cueca e puxar seu membro pra fora, começando devagar a masturbá-lo. — Posso cuidar de você como cuida de mim.
foi obrigado a assentir, jogando o corpo ligeiramente para trás na cadeira de trabalho, as pernas fraquejando ridiculamente enquanto fazia seu membro crescer em sua mão. Logo deixou que a mão deslizasse até a base do pênis do namorado e repousasse lá, ao passo que cobria a glande com os lábios, passando a língua minuciosamente na região e fazendo assim com que um arrepio tomasse a espinha de , que não foi capaz de conter o impulso de segurar em seus cabelos, torcendo os dedos nos fios e fazendo com que o mergulhasse em sua boca. A garota raspou os dentes no pau enquanto ele gemia, levando outro arrepio a arrebatá-lo.
— Deus, … — ele resmungou, apertando os olhos enquanto jogava a cabeça ligeiramente para trás, ao passo que alcançava uma de suas bolas e a massageava, tão deliciosamente que o garoto não foi capaz de conter um xingamento. Ela era tão boa naquilo que era ridículo, céus.
continuou a chupá-lo, abocanhando o volume molhado por sua saliva com veemência, os olhos fixos em seu rosto conforme descia mais e mais a boca em seu pau, naquela expressão tão dela, que parecia perguntar se estava indo bem, se fazia direitinho, ao mesmo tempo em que o desfiava a não gozar naquele minuto.
Honestamente, para , era um desafio e tanto.
Os dedos da garota deslizavam num percurso tão cruel quanto delicioso de uma bola a outra, ao passo que ela movia os lábios até sua glande, onde beijou com a mesma maestria que o fazia com sua boca, toda vez que o queria dentro de si, o desafiando a não tirar a roupa. Como se já não estivesse com seu pau na boca. Não havia jeito dela não fazer aquilo, afinal, provocá-lo tão deliciosamente quanto só ela era capaz. Provocar fazia parte de quem ela era, e nunca realmente imaginou que se sentiria tão atraído e estimulado por aquilo, mas céus, era só ela sorrir…
voltou a apertar seus cabelos entre os dedos e estocar contra sua boca, sem ao menos pensar no que fazia e o modo como foi fundo na boca da namorada, recebendo um guincho de saliva no pau, o fez ver estrelas, empurrando-a pra longe de seu membro antes que gozasse ali mesmo. Apertou a ereção dolorosamente pesada numa das mãos e encarou a namorada, que soltou um risinho e puxou sua mão livre, beijando as costas de suas mãos e então seus dedos brevemente, antes de se pôr de pé, permitindo que ele voltasse a puxá-la pela cintura para perto de si. Dessa vez, sequer triscou em seu avental, levando as mãos direto para o botão dos shorts jeans que ela vestia invés disso. Depois de desabotoá-lo e baixar o zíper da peça, o garoto deslizou o short por entre as pernas da namorada, que apenas esperou, o olhar dele encontrando o seu em seguida, enquanto as mãos voltavam a subir, encontrando as bordas de sua calcinha. pousou uma mão de cada lado de seu rosto e inclinou o dela em sua direção, enfiando a língua em sua boca ao passo que imiscuía os dedos nos cachos grossos do namorado num carinho tão gostoso quanto preguiçoso, que perdeu a força tanto quanto o movimento de sua língua contra a dele, no instante em que alcançou sua intimidade com uma das mãos, passeando com os dedos por sua vagina e a levando a abrir mais as pernas para ele, ao passo que soltava o ar entrecortado em sua boca.
— foi a vez dela de soar manhosa, apertando mais forte em seus cabelos quando os dedos dele trilharam preguiçosos até sua entrada, brincando ali como se o pau dele não pesasse em sua outra mão, implorando por mais que a masturbação preguiçosa que ele mesmo fazia no membro. Mas sempre lhe fazia querer devolver, porque tê-la rendida e gemendo tão pedinte como fazia naquele momento era tão gostoso quando se deixar render por ela. — amor, por favor. — ela choramingou em seu ouvido, beijando ali perto e então em seu pescoço, a língua tão eficiente o fazendo sorrir, aumentando o ritmo dos movimentos da própria mão no pau.
— Hm? — ele perguntou, como se não soubesse o que ela queria e olhou de seus olhos para seu pau, estupidamente convidativo em seu aperto.
— Me deixa sentar. — o modo como pediu, ligeiramente rouca, quase fez deslizar os dedos de uma vez para dentro dela, provando seu calor de maneira tão superficial que era ridículo, especialmente quando ela estava ali, tão acessível, apenas esperando por ele. Porra, o que ele ‘tava fazendo?
— ‘Tá bem. — ele voltou a jogar o corpo para trás na cadeira, relaxando a postura ao passo que ela alcançava sua cueca e a calça de moletom, baixando mais ambas as peças, de modo a tirá-las de uma vez do caminho. — Vem aqui, vem. — a puxou para seu colo, fazendo com que passasse as pernas ao seu redor, sem realmente sentar em sua ereção inicialmente, se esgueirando em cima do namorado para que ele voltasse a segurar o pau, permitindo assim que ela deslizasse sob ele.
Os dois soltaram o ar juntos em meio a sensação de ter seus corpos finalmente unidos daquele jeito, respeitando a vontade da excitação intensa e absurda que sentiam. não se moveu de imediato, ocupando-se de livrar o namorado da blusa de manga longa que adornava seu tronco, ao passo que ele finalmente desfazia o nó do avental que ela ainda vestia, tirando-o do caminho de uma vez e rolando os olhos para o moletom – dele – que ela vestia por baixo. riu por isso, rebolando um pouco em seu pau e o fazendo morder o lábio, olhando-a desacreditado.
— Pra que tanta roupa?
— Isso não é pornô, amor. É claro que eu vestia algo embaixo do avental. — ela riu, puxando ela mesma o moletom que cobria seu corpo, e pertencia a ele, e o jogando de qualquer jeito no chão. — Pronto, acabou. — mal pôde reagir ao tom tão divertido quanto provocativo da garota, ou sequer a visão sempre tão estonteante de seu tronco desnudo, já que tão logo as palavras saíram de sua boca, segurou seu rosto e juntou suas bocas outra vez, rebolando devagar em seu pau só para, no instante seguinte, apoiar as mãos nos ombros largos do namorado, começando então a ir e vir por cima dele. soltou o ar contra sua boca e segurou debilmente em sua cintura, absorvendo por completo cada parte da magnitude que era a mulher que chamava de sua enquanto ela friccionava seus corpos unidos por completo da maneira mais deliciosa possível. — ‘Tá gostoso, amor? Eu devo ir mais rápido ou… ? — ela moveu o corpo mais forte contra o seu ao perguntar, a voz pingando provocação e arrancando uma risadinha de . Como se ele já não fosse completamente dela.
— ‘Tá tão gostoso, — ele retrucou, ajeitando a postura de modo a trazê-la mais para si, e assim, mover o corpo para o dela também, juntando seus cabelos num bolo e puxando com força medida, a pressão que já sabia ser a certa para inflamá-la, e só não sorriu por acertar porque a prova veio com o movimento mais forte de em seu pau, descendo tão forte e tão gostoso que foi capaz apenas de gemer entrecortado. Porra. — Tão gostoso… — ele repetiu, abocanhando um de seus seios ao passo que ela o apertava dentro de si, soltando simultaneamente seus cabelos e deslizando a mão até seu pescoço, envolvendo-o nos dedos ao mesmo tempo em que chupavas seu mamilo como um pirulito, os olhos fixos nos dela enquanto o fazia.
O olhando de cima daquela forma, duvidou que sua excitação não estivesse pingando para fora de seus sexos naquele exato momento, certa que nunca vira nada tão delicioso quanto lhe mamando tão gostoso quanto naquele momento. Ugh, ele era delicioso. E imparável.
Achando pouco o quanto já a enlouquecia, ainda alcançou com uma das mãos a intimidade da garota, pressionando seu clitóris enquanto tirava seu seio da boca, levando-a até sua orelha e repetindo quão gostoso estava, beijando ali perto e toda a região do pescoço da garota também. se sentia cada vez mais quente, o corpo inflamando um pouco mais a cada vez que descia sob o namorado, que continuou espalhando beijos por seu corpo e lhe incentivando, deixando claro quão incrível achava que ela era e quão boa ela era naquilo, sempre entre beijos e mordidas.
Logo, a pressão especifica que crescia em zonas especificas de seus corpos lhes arrebatou por completo e se derramou em , ao mesmo tempo em que ela gemia mais alto, mais urgente, e infinitamente mais entregue. Entregue de uma vez.
Não havia figura de linguagem, metáfora ou o que fosse, que explicasse com exatidão o que acontecia quando gozavam juntos. O coração de ambos perdia as estribeiras, ao passo que todo o restante de seus corpos desacelerava, tudo parecia calmo e distante. Não existia nada, só eles, só a sensação deliciosa de estarem rendidos um ao outro, que experimentavam na exata mesma proporção desde o primeiro beijo, a primeira vez que concordaram sobre algo que ninguém mais via da forma que eles viam, talvez. Quando descobriram que, entre si, tudo tinha uma luz só deles, começaram a descobrir também o quanto essa luz podia brilhar quando se entregavam por completo um ao outro. Como naquele momento.
— Amor. — murmurou depois de vários instantes, soando preguiçoso, mas ligeiramente confuso também e virou para encará-lo, permitindo que ele a tirasse de cima de seu pênis antes de voltar a falar. — Você está sentindo esse cheiro? De… Queimado? — o olhar do rapaz exprimia agora pura confusão e arregalou os olhos, pulando de seu colo e quase caindo ao correr para fora do estúdio, xingando baixo no processo.
Confuso, se vestiu e foi atrás dela. A confusão logo deu lugar, no entanto, a um sorriso terno enquanto observava uma esbaforida – ainda pelada – tentar salvar o jantar que claramente estava queimado.
Bimbimbap torrado? — ela sugeriu, sorrindo amarelo pra ele ao virar para encarar o namorado, que riu e seguiu em sua direção, lhe abraçando.
— Você é perfeita, sabia disso? — ele se viu, de repente, inundado de carinho por saber que ela tentara fazer o jantar pra ele, ainda que aquilo não fosse típico ou sequer remotamente perto de necessário entre eles. Só era gostoso, ainda assim, notar quando ela deixava transparecer aquele carinho desmedido que tinha por ele.
— Eu queimei. — ela resmungou, chorosa e ele riu outra vez pelo dengo, beijando sua testa.
— Vou pedir algo pra gente pelo ifood. — ele devolveu e ela suspirou, cruzando insatisfeita os braços quando ele desfez o abraço no qual lhe prendia, indo buscar o celular no estúdio. — É rapidinho, prometo. — falou mais alto para que ela lhe ouvisse da cozinha enquanto voltava a adentrar o estúdio.
suspirou e assentiu mesmo que ele não visse, avisando que ia tomar um banho e seguindo para o banheiro sem esperar para ver ou ouvi-lo confirmar o pedido do jantar. Depois que o fez, colocou o celular de lado e foi atrás dela de qualquer forma, entrando no banheiro e se despindo novamente para acompanhá-la debaixo do chuveiro.
— Não fica chateada. — ele pediu, abraçando-a por trás debaixo do chuveiro e travou a mandíbula, sem respondê-lo de imediato. sorriu, beijando sua bochecha e então o canto de sua boca. — Por favor.
A garota rolou os olhos, assentindo, ainda que obviamente chateada, e o garoto sorriu outra vez por isso. Ela era adorável.
virou de frente para si e imitou o biquinho em seu rosto, sorrindo quando ela mordeu o próprio sorriso diante de sua atitude.
— Eu queimei, amor… Eu estava tão empolgada e…
— Shhh, eu sei — ele sorriu ao lhe interromper, colando suas testas. A água escorria livremente por seus corpos quando apoiou o polegar em seu lábio inferior. — Mas foi só porque você estava mais empolgada com outra coisa, hm? E foi bom, não foi? — ele sorriu outra vez quando ela assentiu, lhe roubando um selinho — Agora, vamos, me deixa te dar um banho. Logo a comida chega, e aí podemos comer no quarto, vendo um filme, que tal?
— Posso escolher o filme? — ela arqueou as sobrancelhas, rindo junto com ele depois que o namorado rolou os olhos e assentiu.
— Pode. — murmurou arrastado, como se ceder aquilo fosse um sacrifício e ganhou um beijo demorado da namorada por isso. Ele sorriu quando ela se afastou. — Eu amo você. Obrigado por cuidar de mim. — falou, ainda de olhos fechados e ela sorriu, acariciando seu rosto molhado.
— Você cuidou de mim primeiro — murmurou como se fosse muito simples — E eu sei que não sou fácil.
riu por isso, voltando a abrir os olhos.
— É mais fácil do que imagina. — ele prometeu e ela riu, segurando seu rosto nas mãos e grunhindo antes de enchê-lo de beijos.
Terminaram o banho entre risadas e brincadeiras, e então vestiram as roupas mais confortáveis que encontraram, seguindo para o quarto para comer assim que a comida chegou. Como prometido, escolheu o filme, e, quando ele acabou, se amaram outra vez na cama, e terminaram a noite com novas declarações… Velhas, mas que sempre soavam como se fosse a primeira vez quando ouviam o outro dizer. E aquele era apenas mais um dos tesouros de seu relacionamento.

FIM

Nota da Autora:
Oie!!!!! Tudo bom?
A doida que vos fala é viciada em escrever e viciada também em desafios, portanto inventei um pra mim mesma que tem me consumido deliciosamente há alguns meses. Adaptei a lista “50 motivos para fazer sexo”, originária do seriado How i Met Your Mother, de modo que cada motivo dela se tornasse uma história, uma fanfic restrita baseada no tal motivo. Essa aqui vem como o motivo de número 11: enquanto o jantar fica pronto! Espero que tenham gostado e, por favor, comentem!
Pra conhecer as outras fics do projeto, cliquem aqui!
Xx.