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Indicação: Distrito 22 – L. Del Caro.

Por: Sol e Vênus

“Ao sofrer um terrível acidente, Antonella Baudelaire irá parar no Distrito 22, uma organização secreta que realiza o trabalho sujo que os Estados ao redor do mundo não podem realizar. Para se juntar ao Distrito 22, Antonella terá que abrir mão da sua antiga vida e identidade, a qual será dada como morta para ser treinada e assumir responsabilidades e situações que jamais imaginaria.

Ao ser transferida para New York, terá que distinguir as pessoas em que deve confiar ou não, pois será fácil demais ser apunhalada pelas costas. Além disso, no decorrer da sua trajetória, ela descobrirá coisas que implicarão com a sua nova vida e a antiga, segredos que foram escondidos dela durante anos e o real motivo de ter aparecido no Distrito 22.”

Até o momento em que essa coluna foi escrita, a história conta com quatro capítulos (um prefácio e três capítulos propriamente ditos). O primeiro capítulo, após o prefácio, foi nomeado Capítulo 1 – A vida antes da minha morte e, se a sinopse da história, por si só, já não tivesse lhe convencido a ler, com certeza a nomeação do capítulo fará isso. Toda a construção da história, desde o título, sinopse e os nomes dos capítulos, instiga na gente aquela curiosidade de saber como a história de Antonella, uma francesa que sonha em ser bailarina, irá se desenvolver com essa mudança brusca em sua vida. 

A história começa com Antonella saindo de suas aulas de balé para começar seu turno no Café de Flore, uma das cafeterias mais famosas de Paris. Começamos acompanhando sua rotina, a sua vida antes do Distrito 22 — como é expressado pelo título do capítulo —, que se alterna entre suas aulas atrás do sonho de se tornar bailarina, o emprego como garçonete e as ligações diárias de sua mãe. Mas tudo muda em uma quinta-feira aparentemente normal, quando a mulher recebe de sua mãe a notícia de que foi procurada por um agiota, cobrando uma dívida de seu pai (que ambas pensavam estar morto) no valor de 20 mil euros, que deveria ser quitada dentro de três dias. Antonella decide então buscar ajuda em um banco, onde mais poderia conseguir uma quantia tão alta em tão pouco tempo?

Mas ao ter empréstimo negado pelo banco, Antonella se vê pensando em uma nova forma de conseguir o dinheiro e, na saída do banco, acaba presa em um acidente, causado por um carro que acertou a entrada do local — ferindo Antonella e outras dezenove pessoas. Dada como morta, a mulher é resgatada (ou sequestrada, como ela mesma diria) e levada até o Distrito 22, onde sua nova vida começa. Para fazer parte da instituição, Antonella — agora chamada Seline — precisa deixar sua vida e tudo o que conhecia para trás, inclusive seus sonhos e sua identidade.

Sendo uma longfic em andamento, ainda não sabemos o desfecho e como o enredo irá se desenvolver a partir de então, mas uma coisa é certa: a leitura é envolvente e a história pode ser descrita, no mínimo, como instigante. É uma ótima recomendação até mesmo para aqueles que não são familiarizados ou não se sentiam atraídos por histórias do gênero, — garanto que Distrito 22 vai te tirar da zona de conforto da forma mais deliciosa possível. E se você é aquele leitor que se voluntariaria para os Jogos Vorazes e se arriscaria indo para a Audácia, o que acha de assinar seu contrato com o Distrito 22?

Leia a fanfic aqui.